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Saúde

Saúde disponibiliza vacina meningocócica C para as crianças não vacinadas até 10 anos

Também poderão se vacinar os trabalhadores da saúde

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A Prefeitura de Dourados, por meio do Núcleo de Imunização, informa que a vacina meningocócica C (conjugada) está disponível nas Unidades Básicas de Saúde do município para as crianças e os adolescentes até 10 anos, 11 meses e 29 dias de idade não vacinadas, além dos trabalhadores da saúde.

“Temos duas vacinas oferecidas pelo Ministério da Saúde, que é a meningocócica C e a meningocócica ACWY por faixas etárias diferentes. O que vem sendo observado é que devido a baixas coberturas vacinais, desde 2016, piorando com a chegada da pandemia, é um aumento do adoecimento de inúmeras crianças e jovens em relação a doenças meningocócicas. Por isso, entendendo a necessidade de vacinação e de coibir o aumento da doença, o Ministério da Saúde amplia a oportunidade da vacina contra as doenças meningocócicas”, explica Edvan Marcelo Marques, responsável pelo Núcleo de Imunização.

Apesar da faixa etária em maior risco de adoecimento ser a de crianças menores de um ano de idade, os adolescentes e adultos jovens são os principais responsáveis pela manutenção da circulação da doença na comunidade, em decorrência de elevadas taxas de estado de portador do meningococo em nasofaringe.

Portanto, a única forma de controlar a doença meningocócica é manter elevadas as coberturas vacinais tanto na população infantil como em adolescentes.

Para vacinar é preciso apresentar a carteira de vacinação e um documento com foto.

As Unidades Básicas de Saúde funcionam de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h.

(Com assessoria. Foto: Divulgação)

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Saúde

Drive-thru promovido pela SMS consegue imunizar 1.451 pessoas contra a gripe

Até o momento, do total de 37.664 previstas como público prioritário pelo Ministério da Saúde

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O sábado (25) foi mais um dia de muito trabalho para as equipes das Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio do Setor de Imunização, que realizou mais uma ação de DRIVE-THRU de vacinação contra Influenza (gripe) em três pontos da cidade. A vacinação segue durante a semana nas Unidades de Saúde.

No total, foram 1.451 pessoas na campanha do final de semana, onde o drive-thru funcionou no Shopping imunizando 317 pessoas, no Quartel que atingiu a marca de 817 imunizados e Sindicato Rural com mais 317 doses aplicadas.

Até o momento, do total de 37.664 previstas como público prioritário pelo Ministério da Saúde, 16.248 (43,1% da meta) já foram imunizadas. Da população em geral para a qual a vacinação foi liberada no dia 20/06, já foram imunizados 6.394 cidadãos.

SERVIÇO

Para se imunizar contra a Influenza A (Gripe) basta procurar uma Unidade de Saúde da Família (USF) no período das 8h às 16h30. Já nas Unidade de Saúde na Hora, o funcionamento é das 8h às 18h.

São Unidades de Saúde na Hora: Santo André, Atenas, Santa Rita, Vila Haro, Paranapungá, Jardim Maristela, Vila Piloto, Interlagos, São Carlos e Vila Nova.

(Com assessoria. Fotos: Divulgação)

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Saúde

Fiocruz reafirma importância de atividades presenciais nas escolas

Órgão diz que não houve aumento significativo de casos após retorno

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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou na sexta-feira (24) nota técnica reafirmando a importância da manutenção de aulas presenciais, resguardado o afastamento de casos positivos e de sintomáticos respiratórios. 

O Grupo de Trabalho enfatiza que é necessário ter disponibilidade de testes para covid-19 na comunidade escolar e recomenda que seja dada prioridade à vacinação (doses de reforço) aos trabalhadores da educação.

Ainda de acordo com o documento, “situações identificadas como agravos associados à covid-19 devem ser referenciadas para as equipes de atenção primária à saúde, vinculadas a unidades básicas de saúde. Os pesquisadores ressaltam que as escolas são equipamentos seguros e essenciais, por serem promotoras e protetoras da saúde.”

De acordo com os pesquisadores, “decorrido todo este tempo de convivência com períodos de maior ou menor transmissão do Sars-CoV-2, pode-se afirmar que as atividades presenciais nas escolas não têm sido associadas a eventos de maior transmissão do vírus”.

Segundo o GT, “a detecção de casos nas escolas não significa necessariamente que a transmissão ocorreu nas escolas. Em sua maioria os casos são adquiridos nos territórios e levados para o ambiente escolar. Nesse sentido, a experiência atual, comprovada por estudos científicos de relevância, revela disseminação limitada da covid-19 nas escolas”.

O documento informa que em 21 de junho o Brasil apresentava 77,8% com ciclo completo de vacinação da população total e 85,5% para a população elegível acima de 5 anos. No entanto, somente 46% com ciclo completo (todas as doses de reforço) da população total e 55% da população vacinável com reforço acima de 12 anos.

Na faixa etária entre 5 e 11 anos, há 13.056.571 (63,69%) de crianças com a primeira dose e somente 7.967.345 (38,86%) com a segunda dose, números aquém do necessário para uma imunização coletiva completa.

Segundo os pesquisadores, essas informações revelam um maior risco para internação, gravidade e morte relacionadas aos não vacinados completamente.

A nota diz que, pelas características da doença, padrão de disseminação nas diferentes faixas etárias e efeitos da vacinação, é possível afirmar que a transmissão de trabalhadores para trabalhadores é mais frequente do que a transmissão de alunos para trabalhadores, trabalhadores para alunos ou alunos para alunos.

Portanto, aconselham os pesquisadores, medidas de proteção devem ser adotadas em todos os ambientes escolares, com priorização das estratégias direcionadas à redução da transmissão entre trabalhadores (por exemplo: espaços de convívio e ênfase no rastreio de casos e contatos).

O documento lembra que o controle da pandemia resultou, em 2022, na retomada plena das atividades presenciais nas escolas, constatando as consequências e prejuízos pedagógicos e psicossociais da pandemia Covid-19. Assim, é imperativo buscar reconstruir as rotinas escolares e seus projetos pedagógicos. A nota afirma que, no atual momento epidemiológico, não são recomendadas novas interrupções das atividades escolares.

(Fonte: Agência Brasil. Foto: Reprodução)

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Saúde

Covid-19: Brasil tem 16,6 mil novos casos e 36 mortes em 24 horas

País já aplicou 449,9 milhões de doses de vacinas contra a covid-19

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Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde divulgado neste domingo (26) mostra que o Brasil registrou, em 24 horas, 16.679 novos casos de covid-19.

No total, o país contabiliza 32.078.638 registros da doença. Destes, 792.581 (2,5%) seguem em acompanhamento, ou seja, são casos ativos.

As secretarias estaduais de saúde registraram 36 mortes por covid-19 em 24 horas. No total, a pandemia resultou em 670.405 óbitos no país.

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia de covid-19 no Brasil.
Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia de covid-19 no Brasil. – Ministério da Saúde

O número de recuperados é de 95,4% do total – 30,6 milhões de brasileiros são considerados curados.

O informativo mostra ainda que houve 161 óbitos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) nos últimos 3 dias. Há também 3.283 óbitos por SRAG em investigação, e que ainda necessitam de exames laboratoriais confirmatórios para serem relacionados à covid-19.

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (170.607), Rio de Janeiro (74.053), Minas Gerais (62,015), Paraná (43.654) e Rio Grande do Sul (39.968).

Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (2.002), Amapá (2.140), Roraima (2.152), Tocantins (4.158) e Sergipe (6.356).

Vacinação

Até este sábado, foram aplicadas 449,9 milhões de doses, sendo 177,9 milhões referentes à 1ª dose e 160,7 milhões relativas à 2ª dose. Outras 93,1 milhões de doses dizem respeito à primeira dose de reforço, enquanto 8,9 milhões são da segunda dose de reforço. O painel registra, ainda, 4,1 milhões de doses adicionais. As vacinas de dose única – protocolo que já não é mais usado – foram 4,9 milhões.

(Fonte: Agência Brasil. Foto: Reprodução)

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