Com currículo renomado na iniciativa privada, o novo secretário estadual de Saúde, Maurício Simões Corrêa, aceitou a missão de comandar esta pasta que interfere diretamente na vida do sul-mato-grossense. Ele planeja trazer para o setor público a experiência como gestor, dando celeridade nas ações e apostando em inovações e no campo digital para saúde pública.
Em entrevista ao Portal do Governo do Estado, destacou que vai continuar a regionalização na saúde, ajudar os municípios por meio de parcerias e apostar em tecnologias digitais, como o teleatendimento. Ainda ponderou que sua meta é ampliar o acesso a saúde para população e melhorar as condições de trabalho aos profissionais. “Vim exercer aquilo que fui treinado ao longo da vida, o que eu sei fazer melhor que é atenção à saúde”.
O novo secretário construiu uma longa carreira no setor administrativo como diretor-presidente da Unimed Campo Grande. Também já atuou em outras instituições como a Unicred, foi presidente-fundador da Fundação Miguel Cout e vice-presidente da Região Centro-Oeste da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP). Ainda lecionou no curso de Medicina da Uniderp. Confira a entrevista:
Quais são os principais desafios e metas a frente da Secretaria de Saúde?
O desafio é enorme, saúde é um assunto extremamente sério, uma grande necessidade da nossa sociedade. Mato Grosso do Sul é um estado em franco desenvolvimento, com uma grande extensão territorial, mas com muitos vazios assistenciais. Eu que milito há 30 anos na prática médica no Estado, conheço as necessidades e carências, entre elas do interior, que muitos buscam o melhor tratamento na Capital. Tenho repetido aqui na Secretaria para nossos colaboradores e funcionários, que eu gostaria ao término do meu mandato minimamente ter melhorado as condições de trabalho aos profissionais de saúde e de acesso aos pacientes a saúde aos pacientes. Há 30 anos percebi estas dificuldades como um prestador de serviço médico. Se ao final do meu mandato tiver melhorado muito as necessidades do cidadão na saúde e facilitado o acesso do cidadão ao serviço de saúde, então terei cumprido meu desafio.
O senhor tem uma vasta experiência na iniciativa privada, vai trazer este conhecimento para gestão pública?
Eu tenho este conhecimento da iniciativa privada, mas este é um novo desafio, pois se tratam de estruturas totalmente distintas do ponto de vista organizacional. A saúde é a mesma, o ser humano também, mas a organização é diferente. Trazer os conceitos e as decisões do serviço privado será o desafio. Dentro das minhas primeiras iniciativas aqui na pasta já tenho provocado a equipe técnica de saúde para que se permitam pensar em decidir e fazer gestão de uma forma diferente, dentro dos instrumentos legais que regem o serviço público, mas que aumente a celeridade das tomadas de decisão, para que o cidadão perceba isto. Um grande desafio pela frente.
Uma das grandes metas do governador é continuar a regionalização da saúde no Estado. Quais são os planos para esta missão?
Foi uma das grandes missões que o governador nos solicitou, para que avançássemos nesta regionalização, sendo mais um grande desafio por termos um Estado extenso territorialmente, ainda com segmentos com dificuldades de acesso até de mobilidade, com pacientes seguindo muitas vezes pelas estradas atrás de saúde. As distancias são enormes entre os municípios. O que precisamos trabalhar um pouco é este conceito do que seja a descentralização da saúde. Prefiro continuar trabalhando a palavra “acesso”. Porque posso estar com um paciente lá no Conesul, Leste ou Oeste, e oferecer a ele uma informação de saúde que certamente vai fazer com o que o caso deixe de se tornar uma urgência, para ser um procedimento eletivo. Temos ferramentas no mundo digital, que foi explorado muito na pandemia, como a digitalização da saúde, através da telesaúde tem sido um exemplo neste sentido, pois pode levar saúde às periferias do Estado sem estar necessariamente no local, com o especialista dando todo suporte, passando informação relevante, que vai chegar através do teleatendimento. Este sistema já existe aqui, inclusive já estive nesta semana na Escola de Saúde Pública, conheci o serviço de teleatendimento do Estado, fiquei encantado em ver que temos um embrião já muito bem formado. Uma das tarefas será ajudar a desenvolver esta tecnologia, ter esta atenção à saúde digital.
Como o senhor planeja desenvolver as atividades de combate a covid-19, em relação a monitoramento, prevenção e vacinas?
Acreditamos que vamos viver um momento tenso neste começo de janeiro por conta das festas do final do ano. O importante é focar não apenas no tratamento e prevenção, mas fundamentalmente no comportamento humano. Precisamos insistir no cuidado da higiene das mãos, utilização das máscaras, evitar grandes aglomerações, porque não é apenas a covid, mas previne inúmeras outras doenças, outras patologias virais, algumas que nem têm vacinas. Então é importante que a gente reinsira na discussão no dia a dia do cidadão a questão da prevenção, do cuidado individual da saúde. Sobre as vacinas (covid) nós temos ainda um estoque pequeno, mas já existem vacinas encomendadas para chegar ao Brasil e ao Estado.
Estamos na época de chuvas e outra grande preocupação é sobre a dengue. Como vai ser este cuidado e conscientização da população?
Teremos mais uma campanha de conscientização contra dengue. Neste momento o que mais me encantou no combate à dengue foi conhecer o mosquito (Wolbachia), nesta parceria entre Governo e prefeitura. Quando esta iniciativa chegar aos quatro cantos do Estado certamente estaremos bem em um futuro breve, mas os cuidados precisam continuar, chamando atenção da população para evitar a proliferação do mosquito. É natural que todas as vezes que surge um adversário maior na saúde, como a covid, muitos relaxem com aqueles que parecem menores ou estejam sob controle, mas as chuvas chegaram e as pessoas precisam fazer a sua parte. O combate à dengue é um dever do Estado, mas é uma tarefa de cada cidadão.
Muitas ações serão feitas em conjunto com o Ministério da Saúde. Como o senhor pretende travar este diálogo e construir esta relação?
Já faço parte do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde, já me incluíram no grupo (whatsapp). Estamos preparando um primeiro encontro em Brasília ainda neste mês. Também agendamos uma série de visitas aos escritórios e inclusive ao Ministério da Saúde. Pretendo ter o melhor relacionamento possível com o Ministério da Saúde. Temos informações que a ministra (Nísia Trindade Lima) é uma profissional habilitada para o cargo, o que nos enche de esperança para termos um bom relacionamento.
O governador destacou que pretende ajudar na saúde básica dos municípios. Quais são as ações previstas para viabilizar estas parcerias?
É uma das missões que nosso governador nos colocou, de ter um relacionamento franco de cooperação com os municípios. Ainda estou mapeando, não conheço todas as regiões do Estado, principalmente as microrregiões. Esta semana já recebei alguns prefeitos e prometi ir conhecer a estrutura de saúde deles, pois não tem como desenhar uma política acessível sem conhecer as diferentes necessidades. Somos um Estado heterogêneo principalmente em relação as características das macrorregiões. Minha expectativa é andar por todos estes municípios, para que possa mapear, planejar e buscar uma política de resultados. Sem planejamento não vamos a lugar nenhum. Intenção é trabalhar de forma coletiva.
Qual o planejamento do senhor em relação ao Hospital Regional de Mato Grosso do Sul. As demandas e ações para unidade?
Mais uma demanda que o governador nos passou, sobre dar uma atenção especial ao HRMS. Afinal de contas é o maior hospital do Estado em direta gestão da Secretaria de Saúde. Estou conhecendo a estrutura da pasta e no momento oportuno vou imergir lá dentro do hospital durante um bom período, para conhecer muito bem a estrutura. Tenho muitos colegas que trabalham lá e já me abordaram sobre diversos aspectos da unidade. Eu particularmente sou um médico especializado em medicina hospitalar. Temos lá um hospital de alta complexidade, que infelizmente por conta da covid teve que ser usado praticamente como um hospital de uma doença só, como muitos hospitais do nosso País, em função da pandemia. Agora temos que reconstruir este hospital, voltado para sua virtude que é o atendimento em alta complexidade. Para isto é preciso estruturar. Costumo dizer que saúde não tem preço, mas tem custo. Precisamos apurar este custo, e assim ter capacidade de planejar e racionalizar. Criar estratégias para que seus recursos se multipliquem.
Temos ainda os hospitais regionais de Três Lagoas e de Dourados que está próximo de inaugurar. Que são importantes para estas regiões também…
São dois hospitais que pretendem desenvolver a alta complexidade. Três Lagoas está começando e Dourados ainda vai ficar pronto. Eles fazem parte desta regionalização da saúde, mas é natural que a gente construa condições básicas para que a alta complexidade se desenvolva. Por mais que a estrutura física pareça ideal, não se realiza estes procedimentos se não houver rotina entre as equipes. É como pegar os quatro melhores velocistas para fazer aquela prova de troca de bastão, no revezamento 4 por 100, mas se eles não estiverem bem treinados, certamente vão derrubar (bastão) e serão desclassificados. Então entregar o hospital é o primeiro passo, formar as equipes é o segundo e dar as condições e treinar as equipes para produzir bons resultados é o último e mais importante.
O Governo também ajuda e apoia outros hospitais, como a Santa Casa e Hospital do Câncer. Vai continuar esta contribuição?
Certamente vai continuar este apoio. A Santa Casa por exemplo eu já estou há 30 anos exercendo a prática médica na unidade e neste tempo ela sempre foi uma referência para nosso Estado. Estou feliz com a eleição da nova presidente (Alir Terra Lima), na qual tenho muito apreço. Já me comprometi com ela a ajudá-la para desenvolver cada vez mais melhores práticas de gestão na Santa Casa, que é um local que presta um serviço incomensurável, mas sofre com problemas de gestão. Mas não só lá, como em outros hospitais que atendem a população também terão nossa atenção, no momento devido e adequado.
Para encerrar a entrevista gostaria que o senhor falasse como recebeu o convite para comandar a Secretaria de Saúde e decidiu aceitar a missão?
Recebi o convite com um certo frio na barriga, mas ao mesmo tempo me senti desafiado. Já no primeiro momento expus ao governador as dificuldades que teria por vir da iniciativa privada, em que a organização é diferente. Eu sempre fui um prestador de serviço lá na ponta, nunca atuei na saúde pública, mas como disse a saúde é uma só. Me senti mais desafiado a conhecer toda estrutura, motivar a equipe para que possa perceber que o fato das instituições públicas e privadas serem distintas, não significa que não podemos aproveitar boas práticas de um e de outro. Vim exercer aquilo que fui treinado ao longo da vida, o que eu sei fazer melhor que é atenção à saúde. Muitas vezes os profissionais de saúde precisam de apoio, treinamento e estrutura. Para isto que vamos trabalhar.
Em meio à rotina de cuidados, desafios e cobranças que acompanham a maternidade, encontrar um espaço para falar, ser ouvido e compartilhar experiências também é uma forma de cuidado. Foi com essa proposta que a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), por meio da Gerência de Saúde do Servidor (Gersau), reuniu servidoras mães atípicas em um momento de escuta, acolhimento e troca de experiências.
A atividade integrou as ações do mês dedicado à valorização da vida e foi realizada na área verde da Sesau. Conduzido pela psicóloga Leyisa Sena, da Gerência de Atenção Psicossocial (GRAP/Sesau), o encontro criou um ambiente para que as participantes pudessem falar sobre sentimentos e situações que fazem parte de suas rotinas, muitas vezes marcadas pela sobrecarga e pela dificuldade de reservar tempo para si mesmas.
Mais do que uma palestra, a proposta foi abrir espaço para a escuta. Entre os temas abordados estiveram o autocuidado, a culpa, a autoexigência e a sensação de que, ao cuidar de todos, muitas mães acabam deixando as próprias necessidades em segundo plano.
“Quem era você antes de precisar cuidar tanto? O que você cobra de si que não cobra de outra mãe?”, foram algumas das reflexões propostas durante a conversa.
A partir dessas perguntas, histórias pessoais começaram a surgir. Relatos de desafios, descobertas, pequenas conquistas e também de sonhos mostraram como a identificação entre as participantes pode ser uma forma de alento.
“Meu sonho é que o meu filho fale”, compartilhou uma das servidoras. A frase, carregada de significado para aquela mãe, também evidenciou a importância de um espaço em que experiências tão particulares possam ser compreendidas por quem vive situações semelhantes.
Cuidar de quem cuida
Entre os participantes estava o único pai presente na roda de conversa, Darllon Duarte, 34 anos, gerente da USF Universitário. Pai de uma menina de 11 anos, que está em processo de diagnóstico, e de um menino de 10 anos com seletividade alimentar, ele falou sobre a culpa, a necessidade de dividir responsabilidades e a importância de reconhecer cada conquista dos filhos.
“A gente precisa olhar para a família. A gente foca na mãe da criança porque é o que está mais em evidência, é mais necessário esse olhar, muitas estão sobrecarregadas. Sabemos que existem muitas mães solo, que não têm rede de apoio, mas os pais devem se envolver. O pai precisa saber onde seu filho está, o que ele faz, o que come, como fazer aquela criança desenvolver. Temos que aprender, mas precisamos ser ouvidos também”, desabafou.
A técnica de enfermagem Nadiellen Rodrigues Brito Barbosa, 40 anos, também compartilhou sua experiência como mãe de um menino de 10 anos com seletividade alimentar. Para ela, falar sobre as dificuldades ajuda a ressignificar a culpa e a reconhecer os avanços que, para outras pessoas, podem parecer pequenos, mas têm grande significado para a família.
“Sofri muito. Sempre pensando onde errei. A culpa não adianta. Hoje levo o acolhimento. Hoje vejo ele comendo duas colheres de arroz e, para mim, já é um paraíso. É paciência, trabalhando a paciência”, relatou.
Gratidão e aprendizado
Assistente social do CAPS AD IV, Josimara Pasqualine, 51 anos, é mãe de dois filhos, entre eles um adolescente de 15 anos, nível 3 de suporte. Emocionada, ela destacou o significado de ser acolhida também enquanto mãe e não apenas no papel de profissional que cuida de outras pessoas.
“Já tenho 32 anos de serviço e esse é um momento histórico. Ser acolhida como mãe atípica e uma pessoa neurodivergente, todas as dificuldades que a gente tem, está sendo um momento grandioso. Eu me sinto recompensada, valorizada. A gente trata tanto das pessoas, cuida dos outros, e às vezes a gente não tem esse tempo. Esse olhar que a Sesau tem com o trabalhador tem sido portas e esperança. A gente precisa ser ouvida. Muito grata pelo convite e pela oportunidade”, disse.
Durante uma das dinâmicas, a psicóloga da Gersau, Cléo Cabral, escolheu a palavra “gratidão” para representar o sentimento daquele momento. Mesmo sem ser mãe, ela destacou que ouvir as experiências das servidoras também foi uma oportunidade de aprendizado.
“Ainda não sou mãe, mas sou grata por este momento. Aprendi muito com vocês. A gente aprende ouvindo e, no futuro, tenho o sonho de ainda ser mãe. Obrigada por compartilharem suas histórias e vidas”, revelou.
Para a psicóloga Leyisa Sena, proporcionar esse espaço de escuta também faz parte do cuidado com o servidor.
“A proposta é fortalecer vínculos, estimular o autocuidado e mostrar às servidoras que elas não precisam enfrentar sozinhas os desafios da maternidade”, afirmou.
A profissional também destacou o trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Apoio às Mães Atípicas (NAMA), criado pela administração municipal como uma política pública voltada ao acolhimento, organização e acompanhamento dessas famílias.
O cadastramento no NAMA pode ser feito pelo telefone (67) 99179-5948, canal também destinado à atualização de informações e ao acesso aos serviços oferecidos pelo núcleo.
Um novo medicamento para o tratamento da enxaqueca foi aprovado nesta terça-feira (8) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O Aquipta (atogepanto) é indicado para adultos que têm pelo menos quatro episódios mensais de enxaqueca.
De acordo com a agência, a substância atua no bloqueio de uma via envolvida na transmissão da dor. Além disso, é capaz de prevenir o aparecimento das crises. O laboratório que solicitou o registro foi a ABBVIE Farmacêutica, conforme resolução publicada no Diário Oficial da União (DOU).
Os estudos apontam que o atogepanto é capaz de reduzir “significativamente” o número de dias mensais de enxaqueca.
Segundo a Anvisa, apesar de existirem opções terapêuticas para prevenção da enxaqueca, “muitas delas não atuam especificamente nos mecanismos fisiopatológicos da doença”. Por essa razão, o Aquipta representa uma nova opção de tratamento oral para prevenção da doença.
Sobre a doença
A enxaqueca é caracterizada por crises recorrentes de dor de cabeça de intensidade moderada a grave, frequentemente acompanhadas de náuseas, vômitos e sensibilidade à luz e ao som.
A doença atinge cerca de 15% da população mundial, com impacto significativo na qualidade de vida.
Vacinas contra chikungunya e febre amarela serão aplicadas aos sábados, em setembro e outubro, na Sala de Vacinação do PAM. Foto: A. Frota/Arquivo/Assecom
A Prefeitura de Dourados, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, está ampliando as estratégias de vacinação contra a chikungunya e a febre amarela para facilitar o acesso da população e contribuir para o aumento das coberturas vacinais no município. Durante os meses de setembro e outubro, a Sala de Vacinação do Pronto Atendimento Médico (PAM) terá atendimento aos sábados, das 8h às 14h.
No mês de setembro, os atendimentos serão realizados nos dias 5, 12, 19 e 26. Em outubro nos dias 3, 17, 24 e 31.
A vacinação aos finais de semana é uma alternativa para quem não consegue comparecer a uma unidade de saúde durante os dias úteis. A estratégia também busca ampliar a adesão da população e reforçar a proteção antes do período de verão, quando as condições ambientais podem favorecer a circulação de arboviroses.
A Secretaria Municipal de Saúde reforça a importância de a população verificar a situação vacinal e procurar os serviços de saúde para colocar as doses em dia, conforme os critérios estabelecidos para cada vacina.
A preocupação é especialmente relevante diante do cenário epidemiológico da Chikungunya. Dourados já enfrentou uma importante epidemia da doença e a Secretaria de Saúde trabalha para ampliar a proteção da população e reduzir os riscos de uma nova onda de transmissão.
“A vacinação é uma das principais ferramentas de prevenção e precisamos facilitar o acesso da população. Ao oferecer a vacinação também aos sábados, estamos criando uma oportunidade para quem trabalha ou tem dificuldade de ir à unidade durante a semana. É importante que cada pessoa confira sua situação vacinal e procure a unidade de saúde”, destaca o secretário municipal de Saúde, Márcio Grei Vidal de Figueiredo.
CHIKUNGUNYA
A Secretaria de Saúde chama atenção especialmente para a vacinação contra a Chikungunya, destinada ao público que atende aos critérios definidos pelo Ministério da Saúde. A orientação é que pessoas com idade entre 18 e 59 anos verifiquem nas unidades de saúde se estão dentro dos critérios para receber a vacina.
A medida integra o conjunto de ações adotadas pelo Município para fortalecer a prevenção e preparar Dourados para os próximos meses.
FEBRE AMARELA
A campanha também reforça a importância da vacinação contra a febre amarela. A população deve verificar sua situação vacinal e buscar orientação nas unidades de saúde, especialmente quem ainda não possui o esquema recomendado. A Secretaria de Saúde orienta que a população não espere o surgimento de novos casos para procurar proteção e, também, ao ir receber a dose, levar documento pessoal e, se possível, a carteira de vacinação para conferência e atualização do esquema vacinal.