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Construção de casas pelo FAR é resultado de parceria entre município, Estado e União

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A diretora-presidente da Agência Estadual de Habitação Popular de Mato Grosso do Sul, Maria do Carmo Avesani Lopez, discursa durante a solenidade. Foto: A. Frota

A diretora-presidente da Agência Estadual de Habitação Popular de Mato Grosso do Sul (Agehab), Maria do Carmo Avesani Lopez, o diretor-presidente da Agência Municipal de Habitação e Interesse Social de Dourados, Eder Felipe Souza, e o vereador Pedro Pepa, vice-líder da prefeitura na Câmara Municipal de Dourados, destacaram a parceria entre o município, Governo do Estado e Governo Federal para a assinatura da ordem de serviços para início das obras de construção de 198 moradias populares através do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) em Dourados.

Maria do Carmo Avesani Lopez enfatizou que a assinatura da ordem de serviço era uma conquista porque são 198 famílias que vão ter a oportunidade de ter a sua casa e, principalmente, empreendimentos muito bem inseridos dentro da malha urbana. “Esse terreno já está num local que tem várias moradias, que tem toda a infraestrutura, que tem proximidade com equipamento público, comércio, então não é só a casa, estamos oferecendo também toda uma infraestrutura urbana”, afirmou a diretora-presidente da Agehab.

Ela falou sobre a importância social da construção das 198 moradias. “Eu entendo que esses dois empreendimentos é realmente uma inclusão, porque as famílias vão ter a sua moradia e acesso à cidade”, detalhou. “Então, eu acho que essa parceria entre o Governo Federal, Governo Municipal e Governo Estadual é que está permitindo a contratação porque serão investidos R$ 36 milhões nesses dois projetos”, destacou. “Lembrando também que nós ainda estamos com outras 300 unidades no Minha Casa Minha Vida Rural sendo construídas nas aldeias Jaguapiru e Bororó, então são mais 300 famílias que também vão ser atendidas, onde tem parceria dos três entes federados fará, mais uma vez, a diferença na questão habitacional”, completou Maria do Carmo.

A diretora-presidente da Agehab-MS também destacou a postura diferente do prefeito Marçal Filho, que está retomado a política habitacional depois de um longo período sem qualquer projeto no município. “Dourados avançando, temos também o programa de lote urbanizado, temos o bônus moradia, que também dá um subsídio, ou seja, dá uma ajuda financeira”, explicou. “Então, são vários projetos que estão em andamento, procurando atender a família que precisa da moradia, adequado à sua condição de renda, e a Prefeitura de Dourados está de parabéns por esse trabalho”, finalizou.

O diretor-presidente da Agência Municipal de Habitação e Interesse Social de Dourados, Eder Felipe Souza, destaca a importância das parcerias. Foto: A. Frota

O diretor-presidente da Agência Municipal de Habitação e Interesse Social de Dourados, Eder Felipe Souza, lembrou que o prefeito Marçal Filho disse, quando o convidou para assumir o cargo, que era inaceitável que uma cidade tão próspera como Dourados tenha pessoas vivendo em condições degradantes.  “É isso que nós estamos fazendo, trabalhando para gerar dignidade”, enfatizou. “Quero começar falando do Fundo de Arrendamento Residencial, um programa do Governo Federal que está inserido dentro do Minha Casa Minha Vida, e é um programa maravilhoso porque além de construir casas e sonhos, esse programa traz a dignidade”, enfatizou Eder Felipe.

Ele destacou que o programa presta um serviço social, que é o acompanhamento feito com às famílias. “Não poderíamos também deixar de agradecer a parceria com o Governo do Estado, que são mais de R$ 3 milhões investidos nessas obras, sem contar as outras que estão em andamento, por isso agradeço o vice-governador José Carlos Barbosinha e a presidente da Agência Estadual de Habitação Popular de Mato Grosso do Sul (Agehab), Maria do Carmo Avesani Lopez”, completou. O diretor-presidente da Agehab Dourados também agradeceu a presença do deputado Renato Câmara, destacou a parceria com a Assembeia Legislativa e agradeceu a presença dos vereadores de Dourados.

O diretor-presidente da Agehab Dourados lembrou que a união de esforços e parcerias com a Caixa Econômia, Sanesul e setores produtivos,  possibilitou a assinatura da ordem de serviço das das 108 moradias no Cidade Jardim e outras 90 casas populares no Residencial Greenville. “São 198 residências que vão ser construídas, num investimento que passa de R$ 30 milhões, sendo R$ 3 milhões em contrapartida da Prefeitura de Dourados com a doação dos terrenos, além de contrapartida financeira”, explicou.

Eder Felipe pediu que as famílias procurarem a Agehab para manter os seus cadastros atualizados. “Lembrando que o nosso cadastro é aberto o ano inteiro, então as famílias podem procurar a agência de segunda a sexta-feira para fazer novos cadastros ou atualizar os já existentes”, salientou. “Estamos priorizando construção de moradias populares em áreas que já estejam dotadas de infraestrutura e essa é uma determinação do prefeito Marçal Filho, para que se faça casas em bairros de fácil acesso, locais que não sejam isolados e que as famílias sejam inseridas na sociedade”, completou.

DESTAQUE LEGISLATIVO

O vereador Pedro Pepa discursou representando a Câmara Municipal de Dourados. Ele também destacou a importância da parceria dos poderess para garantir novas moradias populares e falou que a Câmara de Vereadores tem sido uma grande parceira da Prefeitura de Dourados neste sentido. “Como foi dito pelo Eder (presidente da Agehab),  o reconhecimento da importância da Câmara num projeto demonstra a interlocução do prefeito Marçal Filho com todos os setores na construção de uma cidade cada vez melhor para nossa gente”, enfatizou.

Ele também analisou o compromisso dos vereadores com a habitação popular. “Tenho certeza que está no sentimento, no coração de cada um dos vereadores, que esse momento de poder realizar o sonho de cada um de vocês também passou pela Câmara, que tem tido compromisso com a nossa cidade, tem debatido todos os projetos de grande importância para Dourados e tem levado as suas demandas ao prefeito Marçal Fillho, ao secretariado, para que nós possamos criar um momento, um ambiente melhor para todos”, prosseguiu. “Nossa missão é construir uma cidade em que as pessoas possam viver com orgulho, onde elas se sintam realmente representadas pela classe política e todos os vereadores presentes num ato como esse comprovam esse compromisso”, finalizou Pedro Pepa.

A assinatura da ordem de serviço foi prestigiada pelos vereadores Liandra Brambilla, presidente da Câmara Municipal, Laudir Munaretto, Carla Gomes, Alex Cadeirante, Jânio Miguel, Franklin Schmalz, Elias Ishy, Márcio Pudim, Inspetor Cabral, Daniel Júnior, Dil do Povo, Ana Paula, Edson Souza, Isa Marcondes, Dalton Ribeiro, Sargento Prates, Sérgio Nogueira e vereador Cemar Arnal.

Vereadores participam de assinatura da ordem de serviços para início das obras de construção de 198 moradias populares. Foto: A. Frota

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Mães atípicas aprendem crochê em capacitação da Escap

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Nesta semana, 20 mães atípicas concluíram uma capacitação em crochê promovida pela Escola de Capacitação para Mulheres (Escap), da Secretaria Executiva da Mulher (Semu) de Campo Grande. A atividade foi encerrada com a entrega de certificados às participantes, no Núcleo de Assistência Social (NAS) do Centro de Educação Especial Girassol, na Vila Santa Branca.

A oficina ensinou técnicas de crochê em pano de prato que podem ser utilizadas tanto como passatempo e terapia quanto como oportunidade para complementar a renda familiar. A ação foi realizada a partir de uma demanda apresentada pelas próprias mulheres atendidas no espaço.

“Quando a gente chega a um território, primeiro escuta quem está ali. A partir dessa escuta, entendemos quais são os interesses e as necessidades daquela comunidade e levamos a capacitação adequada. Aqui, foram as próprias mães que pediram o curso de crochê, e é justamente esse olhar que queremos fortalecer: oferecer oportunidades que façam sentido para a realidade de cada mulher”, explica a secretária executiva da Mulher, Angélica Fontanari.

A coordenadora da Escap, Rafaela Maia, destaca que a escolha dos cursos parte justamente desse diálogo com os locais que recebem as capacitações.

“O primeiro contato é com a liderança ou o responsável pelo local que quer oferecer a capacitação aos seus assistidos. Nós fazemos uma visita, estudamos o cenário e identificamos, naquele encontro, qual curso a comunidade tem interesse em fazer. Não adianta chegar com uma capacitação que não desperta interesse. A Escap tem esse olhar de justiça social e equidade, atendendo de acordo com a realidade e a necessidade de cada comunidade. Neste caso, foram as mães que pediram o crochê, e nós providenciamos”, afirma.

À frente da oficina esteve a professora voluntária Suelem Mary da Silva, responsável por ensinar desde os primeiros pontos até a confecção dos detalhes que dão acabamento aos panos de prato.

“As participantes aprendem o básico do crochê, como o biquinho, o ponto alto e o ponto baixo. Como o curso é de curta duração, a proposta é oferecer uma aula simples e fácil, para que elas consigam começar a desenvolver a técnica e, quem sabe, ganhar um dinheirinho extra”, explica.

Para algumas participantes, o curso também foi uma oportunidade de aprimorar uma habilidade antiga. É o caso de Divina Pereira Maia, moradora da Vila Nhánhá, que já trabalha com crochê há cerca de 30 anos.

“Eu estou amando. Isso aqui é uma oportunidade não só de trabalho, mas também para quem gosta de crochê. É uma terapia. Eu já fazia há muitos anos e agora estou aprimorando para pegar o certificado”, conta.

Já Maria Ramona Cermento Maciel, moradora do Cophavilla II e mãe atípica, soube da capacitação por meio do grupo do NAS. Ela já tinha experiência com crochê, mas aproveitou a oportunidade para aprender novos acabamentos e, principalmente, para conviver com outras mães.

“Eu já sabia fazer tapete simples, mas esse trabalho com linha fina eu não sabia. E fazer amizade com o pessoal também é muito bom. Para nós, mães atípicas, é muito importante trocar ideias, conversar e ter essa convivência”, relata.

A assistente social do NAS, Vanderlaine Pereira, explica que o espaço funciona como suporte às famílias atendidas pelo Centro de Educação Especial Girassol, administrado pela CEDEG-Apae de Campo Grande. Para as mães que permanecem no local durante o período de atendimento dos filhos, atividades como a capacitação representam uma oportunidade de aprendizado e convivência.

“Elas aproveitam o tempo em que as crianças estão na escola para aprender. Algumas moram muito longe e não têm condições de voltar para casa nesse intervalo. Então, em vez de ficarem aguardando do lado de fora, elas permanecem aqui, em um espaço pensado para elas”, explica.

A capacitação de crochê possibilitou que as participantes aproveitassem o período de atendimento dos filhos para desenvolver uma nova habilidade, trocar experiências e conviver com outras mulheres, além de conhecerem uma técnica que pode se transformar em uma possibilidade de geração de renda.

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Edital convoca agricultores para fornecer hortifruti ao PAA

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A Prefeitura de Campo Grande deu início a Chamada Pública nº 01/2026 para a participação de agricultores familiares no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), na modalidade Compra com Doação Simultânea (PAA-CDS). A iniciativa é realizada em parceria com o Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), responsável pelo repasse dos recursos do programa, enquanto o Município atua na execução e operacionalização das ações em Campo Grande.

Podem participar agricultores familiares individuais residentes em Campo Grande, enquadrados na legislação da agricultura familiar e no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), desde que possuam Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) ativo ou Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) válida. A chamada prevê a aquisição de gêneros alimentícios produzidos por agricultores familiares do Município, que serão destinados à doação para atender pessoas que estão em insegurança alimentar nutricional.

O edital foi publicado no Diogrande do dia 31 de agosto e estabelece as regras para apresentação das propostas e documentação pelos produtores.

As propostas e a documentação exigida devem ser apresentadas entre os dias 1º e 11 de setembro de 2026, das 7h30 às 13h30, na Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Gestão Urbana e Desenvolvimento Econômico, Turístico e Sustentável (Semades), por meio da Gerência do Agronegócio e Agricultura Familiar (GAF), localizada na Rua Padre João Crippa, nº 972, Centro.

Entre os produtos que poderão ser fornecidos estão frutas, verduras, legumes, hortaliças, raízes e outros alimentos da agricultura familiar, além de produtos processados, manipulados ou industrializados de origem animal e vegetal. A chamada contempla 72 tipos de produtos, incluindo abacate, banana, mandioca, melancia, milho verde, tomate, mel, doces, pães, bolachas e rapadura.

A seleção dos agricultores habilitados observará critérios de priorização previstos no edital, incluindo inscrição no Cadastro Único, gênero, pertencimento a povos e comunidades tradicionais, condição de assentado da reforma agrária, produção orgânica e faixa etária de 18 a 29 anos.

O fornecimento dos alimentos selecionados está previsto para ocorrer de 5 de outubro de 2026 a 5 de abril de 2027. Os produtos deverão ser entregues na Central de Segurança Alimentar e Nutricional (CESAN/Banco de Alimentos), localizada na Rua Kamiei Simabuco, nº 08, Vila Margarida, às segundas, terças e quartas-feiras, das 7h30 às 9h, exceto feriados e pontos facultativos.

Nesta edição, o programa contará com R$ 500 mil em recursos. O pagamento aos agricultores fornecedores é realizado diretamente pelo MDS, mediante crédito bancário, a partir das informações registradas pela unidade executora no Sistema de Informação e Gestão do Programa de Aquisição de Alimentos (SISPAA).

Cada agricultor familiar poderá comercializar até R$ 7.500 por Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF), por ano civil, respeitando a disponibilidade financeira do programa e os limites registrados no SISPAA.

Resultados

A nova chamada dá continuidade ao trabalho já desenvolvido em parceria entre o Governo Federal e o Município para fortalecer a agricultura familiar e, ao mesmo tempo, ampliar o acesso a alimentos para famílias em situação de vulnerabilidade social.

Na última edição do PAA, 82 agricultores familiares participaram da iniciativa, com alimentos destinados a 73 entidades da rede socioassistencial de Campo Grande. Entre outubro de 2025 e abril de 2026, foram distribuídas quase 60 toneladas de alimentos, fazendo com que a produção dos agricultores familiares chegasse às famílias garantindo assim, segurança alimentar e nutricional.

O resultado demonstra o alcance da política pública, que promove a geração de renda para agricultores familiares estimulando a produção local.

Os agricultores interessados devem consultar o edital e os anexos, que apresentam a relação completa dos documentos, produtos, preços e demais condições da chamada pública disponível na Semades, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h30, pelo telefone (67) 4042-0497, ramal 2419.

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Frente fria leva chuva ao Sudeste e parte do Centro-Oeste

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© Paulo Pinto/Agência Brasil

A passagem de uma frente fria entre o Espírito Santo e o sul da Bahia leva umidade para a região, provocando chuvas intensas até o norte de Minas Gerais. Também há possibilidade de chuva no sul do Pará, Tocantins, Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal, informa o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Um aviso amarelo de perigo potencial para baixa umidade do ar vale para Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal e sudeste de Mato Grosso.

Entre as capitais da região Centro-Oeste, a temperatura máxima será de 37°C em Cuiabá e mínima de 16°C em Campo Grande.

No Nordeste, são esperadas chuvas isoladas no centro-sul da Bahia e demais áreas, exceto no norte do estado, onde o tempo fica estável, mas com muitas nuvens.

No sul do Maranhão e do Piauí e no litoral leste entre Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte também deve chover de forma isolada.

Nas capitais, a temperatura mínima será de 21°C em Maceió, Em Teresina, onde não há previsão de chuva, a máxima deve chegar a 41°C.

No Norte do Brasil, o céu será de muitas nuvens em toda a região, com previsão de pancadas de chuva no centro-oeste e norte do Amazonas e chuva isolada no sul do Tocantins e do Pará.

Entre as capitais, a temperatura mínima será de 23°C em Rio Branco e a máxima prevista é de 38°C em Porto Velho e em Palmas.

No Sul do país, outro sistema de baixa pressão deve passar pelo sul do estado do Rio Grande do Sul e contribuir para a ocorrência de chuva e possibilidade de queda de granizo no sudeste gaúcho. Há possibilidade de formação de geada em alguns pontos do centro-sul e dos Campos Gerais, no Paraná.

Um aviso amarelo de perigo potencial alerta para tempestades no centro-sul do Rio Grande do Sul, incluindo a capital Porto Alegre.

Nas capitais da região, a temperatura mínima será de 7°C em Curitiba e a máxima chega a 25°C em Porto Alegre.

No Sudeste, áreas de instabilidade provocam pancadas de chuva isoladas no Espírito Santo e no norte e nordeste de Minas Gerais. No centro-norte mineiro também há possibilidade de chuva.

Na Serra da Mantiqueira, pode haver formação de geada durante a madrugada e ao amanhecer.

A temperatura mínima entre as capitais da região será de 12°C em Belo Horizonte e a máxima de 31°C em Vitória.

Agência Brasil

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