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Economia

Volta às aulas movimenta lojas da capital

Aposta do varejo é oferecer estratégias para facilitar busca por preços e compras

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A poucos dias do início do ano letivo na capital, a busca por materiais escolares e uniformes movimentam o comércio. Com vitrines que estampam a volta às aulas, as lojas reúnem opções que vão desde mochilas, roupas, acessórios, além dos itens mais comuns nas listas das escolas como cadernos, estojos, lápis, entre outros. Quem não deixa para última hora, pode encontrar maior variedade de marcas e modelos.

Para facilitar a rotina das famílias, a estratégia do Shopping Campo Grande foi disponibilizar catálogo com os produtos mais procurados, além de oferecer a alternativa de compras via WhatsApp. “Janeiro é sempre aquele mês mais corrido em que os pais voltam de viagem e precisam de agilidade para escolha já que essa é uma época em que o planejamento financeiro requer atenção por conta de tributos como IPTU e IPVA, por exemplo. A ideia foi trazer essa facilidade e reunir as lojas com marcas e estilos que agradam as crianças e os jovens, que não abrem mão de comprar algo que agrada para motivar o aprendizado”, avalia a gerente de Marketing do Shopping, Ana Paula Faustino.

Seja comprando por WhatsApp ou presencialmente, visitando as vitrines junto com os filhos, que não abrem mão de produtos estampados com seus personagens favoritos de desenhos e filmes, com o catálogo do Shopping, é possível encontrar ofertas de itens básicos tanto de papelaria como de vestuário e acessórios como lancheiras e mochilas.

Diversidade para escolher

O Catálogo da Campanha Volta às Aulas do Shopping Campo Grande traz um mix de produtos com preços atrativos que podem ajudar na hora de escolher o que levar para casa. Em papelaria, na Leitura é possível encontrar caderno tilibra neon de 10 matérias por R$ 46,90.  Com diferentes tamanhos, o caderno inteligente, na Magnólia, pode ser encontrado de R$ 119,90 a R$ 202,90. Que precisa apenas comprar o refil, o valor é de a partir de R$ 39,90.

E quem gosta de planejar o estudo, a dica são os Planner 20223, com diferentes cores e temas, a partir de R$ 74,90, também na Magnólia. Outros itens que estão sempre na lista são lápis de cor, que na Leitura, o Faber 12+3 sai de R$ 15,90 por R$ 19,90, ou as canetas Fine Stabilo 0.4 por apenas R$ 10,90 cada.

As mochilas vem com opções para agradar o gosto diversificado dos pequenos. A opção de rodinha da Grande Gabby X Girl, na Sestini, está com preço de R$ 499,90. A mochila de rodinha grande Minions X sai por R$ 479,90. Tem ainda da de rodinha grande com o tema de Jurassic X, por R% 459,90. Na Kipling, a moderna mochila Seou sai a partir de R$ 899. Para os descolados a dica é a  Mochila Nike Heritage de R$ 250 por R$ 199,90. Com estojos de diferentes tamanhos e estampas, uma das opções é o da Criamigos, por R$ 44,90 lancheira especial gabby x girl R$ 189,90 ou do Minions X.

A lancheira térmica infantil com estampa de Unicórnio Azul Claro Skip Hop é vendida por R$ 149,90 na Riachuelo, que também conta com a opção do Batman, na cor preta, também da Riachuelo, por R$ 90,90. O catálogo conta ainda com opções de meias, camisetas e casacos.  Para conferir, basta acessar o link http://qrco.de/voltaSCG.

Assistente de compras

Durante a campanha de Volta às Aulas, quem fizer sua primeira compra por meio do  canal do Whatsapp do Shopping Campo Grande têm desconto de R$ 50 reais. Para isso, basta entrar em contato com a assistente de compras pelo (67) 99215-8326 e informar quais produtos deseja comprar.

A assistente busca os itens nas lojas do Shopping e envia fotos das opções e valores para aprovação. Após a escolha, o cliente recebe no whats um link para pagamento. Para receber, basta escolher a forma de entrega, se por delivery ou drive-thru. Para as compras efetuadas até às 15 horas, a entrega é feita no mesmo dia.

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Economia

É melhor fazer a declaração do IRPF completa ou simplificada?

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© Marcello Casal jr/Agência Brasil

Na hora de prestar contas com a Receita Federal, uma dúvida é comum a milhões de brasileiros: qual o melhor modelo de declaração para pagar menos imposto ou aumentar a restituição? 

A decisão entre o desconto simplificado e o modelo por deduções legais pode fazer uma grande diferença no seu bolso.

“A declaração completa é ideal para as pessoas que têm muitas despesas dedutíveis na área de saúde, educação, previdência privada e dependentes. Permite que eu detalhe todas as minhas despesas. Na declaração simplificada, aplica o desconto padrão de 20%, sem necessidade de comprovação das minhas despesas. É indicada para pessoas que têm pouca despesa dedutível”, explica o professor de ciências contábeis da Faculdade Anhanguera, Gilder Daniel Torres.

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Despesas com educação e saúde

Para quem opta pelo modelo completo, as despesas com educação são um pilar importante, mas exigem atenção aos detalhes.

O abatimento vale para mensalidades escolares, graduação e cursos técnicos, mas deixa de fora o material escolar e os cursos de idiomas.

Agora, se o seu gasto foi com saúde, o cenário é outro: não existe limite de valor para a dedução. Mas cuidado com as exclusões.

Procedimentos puramente estéticos, compra de medicamentos em farmácias ou gasto com acompanhantes em hospitais não dão direito ao abatimento.

>> Confira no Tira-Dúvidas do IR 2026

A melhor estratégia para o contribuinte é testar os dois modelos, simplificado e completo.

“Utilizar seus gastos com saúde, educação, colocar seus dependentes na declaração. Gastos com médicos, dentistas, hospitais, plano de saúde, podem ser deduzidos sem limites, desde que comprovados os gastos com dependentes. A educação, desde que respeitado o limite anual. Também é possível utilizar os gastos com seus dependentes”, orienta a professora Ahiram Cardoso.

Já o especialista Paulo Pêgas, vice-presidente de controle interno do Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro (CRC-RJ), dá uma dica importante para não errar na escolha final.

“O contribuinte deve informar as deduções que tem, porque o próprio programa da Receita Federal informa quanto você teria que pagar no modelo completo e quanto você teria que pagar no modelo simplificado. E aí, você escolhe: o menor valor a pagar ou o maior valor a restituir.”

O modelo simplificado é mais prático, mas se você tem dependentes e gastos elevados com saúde e educação, o modelo completo pode ser o seu maior aliado. 

Organize seus recibos, compare os modelos no sistema e garanta o melhor resultado financeiro.

Edgard Matsuki – Repórter da Radioagência Nacional

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Economia

Governo propõe salário mínimo de R$ 1.717 em 2027

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© Marcello Casal JrAgência Brasil

O governo federal propôs um salário mínimo de R$ 1.717 para o ano que vem, com aumento nominal de 5,92%. O valor consta do Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, enviado nesta quarta-feira (15) ao Congresso Nacional.

O reajuste segue a projeção de 3,06% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) para os 12 meses terminados em novembro mais o crescimento da economia em 2025, limitado ao crescimento de gastos de 2,5% acima da inflação, determinado pelo arcabouço fiscal. A estimativa para o INPC também consta do PLDO.

O projeto também apresentou previsões de R$ 1.812 para o salário mínimo em 2028, de R$ 1.913 para 2029 e de R$ 2.020 para 2030. As projeções são preliminares e serão revistas no PLDO dos próximos anos.

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Em 2023, o salário mínimo voltou a ser corrigido pelo INPC do ano anterior mais o crescimento do PIB, soma das riquezas produzidas pelo país, de dois anos antes. Essa fórmula vigorou de 2006 a 2019. Por essa regra, o salário mínimo aumentaria 2,3% acima do INPC.

O pacote de corte de gastos aprovado no fim de 2024, no entanto, limitou o crescimento. Isso porque o salário mínimo entrou nos limites do arcabouço fiscal, que prevê crescimento real (acima da inflação) dos gastos entre 0,6% e 2,5%. Como o crescimento de 2,3% no PIB está abaixo do teto de 2,5%, a expansão da economia em 2025 poderá ser aplicada.

Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

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Economia

Abono salarial começa a ser pago para nascidos em março e abril

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© Tânia Rêgo/Agência Brasil

O Ministério do Trabalho e Emprego inicia, nesta quarta-feira (15), o pagamento do terceiro grupo de trabalhadores com direito ao abono salarial. Em nota, a pasta informou que serão pagos benefícios a um total de 4.272.981 trabalhadores nascidos em março e abril, com um desembolso de R$ 5,4 bilhões.

“O abono salarial será pago a 3.826.355 trabalhadores vinculados a empresas privadas cadastradas no Programa PIS, por meio da Caixa Econômica Federal, e a 446.626 trabalhadores servidores públicos vinculados ao Programa Pasep, por meio do Banco do Brasil”, destacou o comunicado.

O valor do benefício varia de R$ 136 a R$ 1.621, de acordo com a quantidade de meses trabalhados durante o ano-base 2024. Em 2026, o calendário de pagamento do abono salarial teve início em 16 de fevereiro. Os valores, segundo a pasta, ficarão disponíveis aos trabalhadores até 30 de dezembro de 2026.

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Quem tem direito

Têm direito ao abono salarial trabalhadores que atendem a critérios como:

  • estar cadastrado no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, contados da data do primeiro vínculo;
  • ter recebido, de empregadores que contribuem para o Programa de Integração Social (PIS) ou para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), até o valor de referência de R$ 2.766 de remuneração mensal no ano-base 2024;
  • ter exercido atividade remunerada durante pelo menos 30 dias, consecutivos ou não, no ano-base considerado para apuração;
  • ter seus dados do ano-base 2024 informados corretamente pelo empregador no eSocial.

Pagamento

O pagamento do abono salarial pela Caixa será realizado prioritariamente por crédito em conta do trabalhador (corrente, poupança ou Conta Digital) ou por meio do aplicativo Caixa Tem, em conta poupança social digital aberta automaticamente.

Para o trabalhador não correntista, o pagamento será realizado por meio de canais como agências, lotéricas, autoatendimento, Caixa Aqui e demais canais disponibilizados pelo banco.

Já no Banco do Brasil, o pagamento será realizado prioritariamente por crédito em conta bancária, transferência via TED ou Pix e presencialmente, nas agências de atendimento, para trabalhadores não correntistas e que não possuem chave Pix.

“Informações adicionais poderão ser obtidas nos canais de atendimento do Ministério do Trabalho e Emprego, nas unidades das Superintendências Regionais do Trabalho ou pelo telefone 158”, concluiu a pasta.

Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil

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