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Saúde

Vacina contra Influenza está liberada para todos os públicos

Doses estão disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde

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A Prefeitura de Dourados, através do Núcleo de Imunização, informa que a partir desta sexta-feira (24), a vacina contra a Influenza está liberada para todos os públicos, a partir de 6 meses de vida, desde que não haja contra indicação.

As doses são remanescentes da campanha nacional de vacinação, e estarão disponíveis nas Unidades de Saúde com atendimento das 7h às 11h, das 13h às 17h, enquanto durarem os estoques.

É importante que as crianças que iniciaram o esquema vacinal neste ano, recebam a 2ª dose da vacina.

“Vale reforçar que a Influenza é uma doença infecciosa, aguda, transmissível e extremamente contagiosa, podendo evoluir com complicações e óbito, por isso a importância da imunização”, explica Edvan Marcelo Marques, responsável pelo Núcleo de Imunização.

(Com assessoria. Foto: Divulgação)

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Educação

Crianças da Rede Municipal voltam às aulas com merenda de qualidade, elaborada por nutricionistas

O cardápio é muito bem elaborado pela responsável da Cantina Central, a Nutricionista Deise Cristina

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Essa semana foi marcada pela volta às aulas dos alunos da Rede Municipal de Ensino de Sonora/MS, que contou com as melhores refeições, elaboradas pelas profissionais do Centro Municipal de Alimentação Escolar – a nossa tão conhecida Cantina Central.

A alimentação escolar é prevista em lei há muito tempo, mas no município de Sonora a merenda que é servida nas escolas ultrapassa todas as exigências mínimas e se configura como grande fator favorável à permanência escolar e ao processo de ensino e aprendizagem.

O cardápio é muito bem elaborado pela responsável da Cantina Central, a Nutricionista Deise Cristina, que sabe organizar muitíssimo bem todo o cronograma de merenda escolar com refeições saudáveis e atrativas às nossas crianças. O corpo de profissionais da Cantina Central trabalha arduamente para garantir o acesso à alimentação escolar de nossos queridos alunos.

É importante destacar que no período pandêmico, a alimentação escolar foi revertida em Kits de Merenda Escolar, e agora volta a ser ofertada nas unidades escolares. “Investimos massivamente na merenda escolar da Rede Municipal de Educação, pois acreditamos que o ensino engloba todo o contexto escolar, desde as aulas em si até a saúde nutricional de nossos estudantes” destacou a gerente de Educação, Clotilde Castro.

(Com assessoria. Foto: Divulgação)

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Cidades

Três Lagoas registra os dois primeiros casos suspeitos de Varíola Monkeypox

Os casos suspeitos envolvem um homem e uma mulher que tiveram contato com pessoas suspeitas e positivas para a doença.

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A Prefeitura de Três Lagoas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e Vigilância Epidemiológica (VIGEP), informa que registrou os dois primeiros casos SUSPEITOS da Varíola Monkeypox no Município. Os casos suspeitos envolvem um homem e uma mulher – que não tem relação entre si – que tiveram contato, durante viagem recente, com pessoas suspeitas e positivas para a doença.

Ambos os casos foram notificados na quinta-feira (04), porém o primeiro caso a ser atendido pela SMS foi o da mulher de 29 anos de idade. Ela tem histórico de viagem recente para fora do estado de Mato Grosso do Sul e após contato físico com pessoa suspeita da doença, apresentou erupções cutâneas associada à cefaleia, dor nas costas, artralgia (dor nas articulações), dor muscular, náusea, vômito, fotosensibilidade, calafrios e dor de garganta.

O segundo caso é de um homem de 33 anos de idade. Ele procurou atendimento médico com quadro de febre, lesões na pele, dores ao engolir alimentos e linfadenopatia (inchaço dos nódulos linfáticos). Esse paciente também tem histórico de viagem recente para fora do estado de Mato Grosso do Sul.

De acordo com a VIGEP, os dois estão clinicamente bem e em isolamento domiciliar. A SMS realizou coleta de amostras que serão encaminhadas para o Laboratório Central de Saúde Pública em Campo Grande que serão analisadas no intuito de confirmar ou descartar a doença.

Apesar de terem sido notificados no mesmo dia, os casos não têm nenhuma relação entre si.

SOBRE A DOENÇA

A Monkeypox é uma doença causada pelo vírus do gênero Orthopoxvirus e família Poxviridae. Embora seja conhecido por causar a “varíola de macacos” ou “varíola símia”, é um VÍRUS QUE INFECTA ROEDORES NA ÁFRICA. Porém, os MACACOS são, provavelmente, HOSPEDEIROS ACIDENTAIS, ASSIM COMO O SER HUMANO.

Além disso, devido a um momento que ocorreu casos isolados em macacos na natureza, o NOME FOI CUNHADO ERRONEAMENTE. A identificação pela primeira vez nessas condições ocorreu em 1958 em um surto da doença em macacos de cativeiro usados em pesquisa. Em 1970, o primeiro surto em humanos foi relatado na África.

VACINA

A vacinação contra a varíola, então usada rotineiramente na época, protege contra infecção por Monkeypox virus. Porém, o número e amplitude dos surtos começaram a subir com a suspensão da vacinação antivariólica mundialmente no início da década de 1980.

O número de pessoas suscetíveis, desde então, certamente aumenta a cada ano. Contudo, até maio de 2022, todos os surtos estavam restritos ao continente Africano com a exportação eventual de casos para outros países por viajantes infectados, com taxa de transmissão secundária bem baixa.

A secretária municipal de Saúde, Elaine Fúrio, destaca que apesar de não ser uma doença nova, é algo que necessita de atenção. Além disso, muitas orientações e procedimentos ainda estão sendo construídos pelas autoridades nacionais e mundiais.

“A cada dia temos uma novidade que altera a forma de atendimento, identificação e tratamento da doença, por isso é de suma importância a população se manter atenta às orientações e tomar muito cuidado com notícias falsas que possam surgir sobre o assunto”, enfatizou Elaine.

PRECAUÇÕES E ORIENTAÇÕES

O vírus é transmitido pelo contato físico (sexual ou não), gotículas de saliva direta entre indivíduos ou sobre superfícies, bem como pelo ar e, por isso, as orientações de prevenção são basicamente as mesmas das adotadas contra a covid-19, ou seja, uso de máscaras de proteção facial (no mínimo cirúrgicas de camada tripla), higienizar as mãos, superfícies e objetos de uso comum com álcool em gel 70%.

Além disso, o Ministério da Saúde, assim como a Organização Mundial da Saúde (OMS), recomenda que as pessoas evitem terem diversos parceiros sexuais, algo que amplia as possibilidades de transmissão e contágio pela doença.

ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO

Outra orientação importante é que, a pessoa que for suspeita ou positiva deve manter isolamento total, inclusive dos animais de estimação, pois esses também podem contrair o vírus e transmitir para outras pessoas que virem a ter contato com ele. Por isso, é recomendado que outras pessoas evitem contato direto (sem proteções) com animais da pessoa suspeita ou positiva.

O tempo médio de isolamento recomendado para uma pessoa positiva para a doença, até o momento, é variável, podendo ser 2 a 4 semanas em média, pois vai depender do quadro de remissão (diminuição e desaparecimento) dos sintomas.

ONDE BUSCAR ATENDIMENTO?

A orientação atual é que caso alguém apresente os sintomas característicos da doença, procure atendimento em uma Unidade de Saúde (VEJA LISTA AQUI) de segunda à sexta-feira das 7h às 17h ou nas Unidade de Saúde na Hora das 7h às 19h e, aos finais de semana, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA24h).

São Unidade de Saúde na Hora: Santo André, Atenas, Santa Rita, Vila Haro, Paranapungá, Jardim Maristela, Vila Piloto, Interlagos, São Carlos e Vila Nova.

QUAIS OS SINTOMAS COMUNS?

De acordo com artigo recente publicado no periódico British Medical Journal, que levou em consideração o acompanhamento de 197 pacientes que testaram positivo para o vírus na cidade de Londres, no Reino Unido, todos os participantes tiveram lesões na pele ou na mucosa (na parede interna da boca ou do ânus, por exemplo).

Além disso, em 56% dos casos essas feridas apareceram nos genitais e em 41% elas foram observadas no ânus, 61% dos pacientes tiveram febre, 57% apresentaram inchaço dos gânglios linfáticos, 31% se queixaram de dor muscular e 13% tiveram apenas as lesões, sem febre ou outros sintomas.

Outros sintomas comuns foram dor no reto (acometeu 36% dos participantes), dor de garganta (16%) e inchaço ou vermelhidão no pênis (15%).

 

(Com assessoria. Foto: Divulgação)

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Saúde

Covid-19: Brasil registra 222 óbitos e 29,9 mil casos em 24 horas

Dados são do balanço diário do Ministério da Saúde

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As secretarias estaduais e municipais de Saúde registraram 29.976 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas. De acordo com os órgãos, foram confirmadas 222 mortes por complicações associadas à doença no mesmo período.

Os dados estão na atualização do Ministério da Saúde divulgada nesta sexta-feira (5). A pasta informou que Mato Grosso do Sul não atualizou os números de óbitos e casos neste balanço.

Com as novas informações, o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus durante a pandemia já soma 33.994.470.

O número de casos em acompanhamento está em 646.472. O termo é dado para designar casos notificados nos últimos 14 dias que não tiveram alta e nem resultaram em óbito.

Com os números de hoje, o total de óbitos alcançou 679.758 desde o início da pandemia. Ainda há 3.237 mortes em investigação. As ocorrências envolvem casos em que o paciente morreu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demanda exames e procedimentos complementares.

Até agora, 32.668.240 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 96% dos infectados desde o início da pandemia.

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (173.237), Rio de Janeiro (74.945), Minas Gerais (63.104), Paraná (44.595) e Rio Grande do Sul (40.527).

Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (2.021), Amapá (2.153), Roraima (2.158), Tocantins (4.189) e Sergipe (6.417)

Vacinação

Até esta sexta-feira, o vacinômetro do Ministério da Saúde apontava um total de 468.268.707 doses de vacinas contra covid-19 aplicadas desde o início da campanha de imunização. Dessas, 178,3 milhões como primeira dose, 159,4 milhões como segunda e 4,9 milhões como dose única. A dose de reforço já foi aplicada em mais de 103,1 milhões de pessoas e a segunda dose extra ou quarta dose, em 17,6 milhões. O painel registra ainda 4,7 milhões de doses como adicionais, que são aquelas aplicadas em quem tinha recebido o imunizante da Janssen, de dose única.

(Fonte: Agência Brasil. Foto:Reprodução)

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