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Economia

Projetos aprovados no Codecon vão injetar mais de R$ 64 milhões em Campo Grande

Os números foram confirmados na última terça-feira (11)

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Os projetos aprovados na 2ª Reunião Ordinária do Conselho de Desenvolvimento Econômico (Codecon) vão injetar R$ 64.238.896,32 na economia de Campo Grande e gerar mais 74 novas vagas de trabalho. Os números foram confirmados na última terça-feira (11), quando projetos na área hospitalar, hoteleira e de saúde e bem-estar passaram pela avaliação dos conselheiros.

Foram votados seis projetos e quatro tiveram parecer favorável, agora eles seguem para a Câmara Municipal de Vereadores para análise e aprovação de lei autorizativa para a concessão dos benefícios da Lei do Prodes (Programa de Incentivos para o Desenvolvimento Econômico e Social de Campo Grande).

“Esses números são frutos da decisão de investir em meios de fomentar e retomar a atividade econômica na nossa cidade após o difícil momento que passamos na pandemia. Essa tem sido nossa prioridade, geração de renda e emprego, consolidando Campo Grande como a Capital das Oportunidades”, ressalta a prefeita Adriane Lopes.

Dentre os aprovados está a empresa Aço e Aço Vergalhões, que sozinha, vai injetar mais de R$ 46 milhões na economia de Campo Grande e gerar mais 39 novas vagas de trabalho. A indústria atua na área de relaminado, trefilado e perfilados em aço e está ampliando as atividades desenvolvidas elevando de 26 para 65 o número de vagas.

“Nós estamos localizados no Polo Empresarial Norte, já somos incentivados pelo Prodes desde 2013, e o programa foi fundamental para a nossa indústria e crescimento. Como tudo que tem sucesso conseguimos agora uma ampliação, dobrando a nossa capacidade produtiva. O Prodes assim Como Campo Grande, a Capital das Oportunidades, tem sido fundamental para o nosso crescimento”, afirmou a empresária Vanessa Coen.

Foram aprovados também projetos para implantação de uma indústria de montagem de equipamentos de radiologia, de uma academia trazendo mais saúde e bem-estar para a população e de um hotel.

“Mais uma reunião do Codecon que traz novas expectativas de investimentos e crescimento para Campo Grande. Esta é a segunda reunião deste ano e se somarmos a previsão de investimento são mais de R$ 86 milhões sendo injetados na nossa economia. Isso só prova que teremos um 2023 de muita expectativa de novos negócios sendo abertos. Um novo tempo para as empresas que buscam incentivos da Prefeitura, que vem atuando fortemente para fortalecer o setor produtivo na nossa cidade”, comemora Adelaido Vila, secretário municipal de Inovação, Desenvolvimento Econômico e Agronegócio (Sidagro).

Para a próxima reunião, que deve acontecer em 25 de abril de 2023, já estão na pauta 13 projetos que almejam investir e expandir seus negócios na Capital com o apoio da Prefeitura Municipal de Campo Grande.

Com a nova Lei do Prodes, além das grandes empresas, os negócios de médio e pequeno porte também podem solicitar incentivos previstos no programa. Ainda, conforme as regras da lei em vigor, para os processos que dependam de apreciação do Codecon, deve ser realizado sorteio publicamente ao fim de cada sessão.

(Com assessoria. Foto: Divulgação)

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Economia

Consulta ao segundo lote de restituição do IRPF 2026 inicia hoje

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© Bruno Peres/Agência Brasil

A Receita Federal libera nesta terça-feira (23) a consulta ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). O crédito bancário será realizado no dia 30 de junho. 

A consulta pode ser feita a partir das 9h, pelo site da Receita Federal, na opção “Meu Imposto de Renda” e depois “Consultar minha restituição”

Também é possível consultar pelo aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones,

Com R$ 16 bilhões em créditos e 9.585.797 contribuintes contemplados, o lote é o maior da história em quantidade de contribuintes contemplados. O valor pago será igual ao do primeiro lote de restituição deste ano, registrado no dia 29 de maio deste ano.

>>Confira a série Tira-Dúvidas do IR 2026

Do total, R$ 4.494.204.020,63 serão destinados a contribuintes com prioridade legal, distribuídos da seguinte forma:

  • Idosos acima de 80 anos: 155.060 restituições
  • Idosos entre 60 e 79 anos: 1.106.923 restituições
  • Pessoas com deficiência física, mental ou moléstia grave: 106.294 restituições
  • Contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério: 507.768 restituições

Outras 7.709.752 restituições serão destinadas a contribuintes sem prioridade legal, mas que utilizaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram por receber via PIX.

Agência Brasil

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Economia

Segundo lote de restituição do IRPF 2026 pode ser consultado amanhã

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© Bruno Peres/Agência Brasil

A Receita Federal libera nesta terça-feira (23) a consulta ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). 

O lote é o maior da história em quantidade de contribuintes contemplados (9.585.797). Serão pagos R$ 16 bilhões em créditos.

O valor pago será igual ao do primeiro lote de restituição deste ano, registrado no dia 29 de maio deste ano.

A consulta pode ser feita a partir das 9h, pelo site da Receita Federal, na opção “Meu Imposto de Renda” e depois “Consultar minha restituição”

Também é possível consultar pelo aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones,

“O volume recorde de pagamentos reforça o esforço do órgão em tornar o processo de restituição cada vez mais rápido, eficiente e abrangente”, explica a Receita.

>>Confira a série Tira-Dúvidas do IR 2026

O crédito bancário será realizado no dia 30 de junho. Do total, R$ 4.494.204.020,63 serão destinados a contribuintes com prioridade legal, distribuídos da seguinte forma:

  • Idosos acima de 80 anos: 155.060 restituições
  • Idosos entre 60 e 79 anos: 1.106.923 restituições
  • Pessoas com deficiência física, mental ou moléstia grave: 106.294 restituições
  • Contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério: 507.768 restituições

Outras 7.709.752 restituições serão destinadas a contribuintes sem prioridade legal, mas que utilizaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram por receber via PIX.

Agência Brasil

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Economia

Entidades consideram insuficiente redução da taxa Selic

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© José Cruz/Agência Brasil

redução de 0,25% ponto percentual na taxa básica de juros da economia, a Selic, foi considerada insuficiente por entidades como a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Central Única dos Trabalhadores (CUT). 

Para as representações da indústria e dos trabalhadores, o corte nos juros é incapaz de reverter “o quadro de estagnação dos investimentos” e não atende “às necessidades urgentes do país e do povo brasileiro”.

A decisão de reduzir a Selic de 14,50% para 14,25% ao ano foi anunciada nesta quarta-feira (17) pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC).

Para a CNI, a redução não contribui para a reversão da asfixia financeira das empresas e das famílias.

“Enquanto os juros reais continuarem tão elevados, beneficiando diretamente o capital especulativo, o custo do crédito vai seguir inviabilizando os planos de produção e expansão da indústria. Da mesma forma, a medida se mostra ineficaz em aliviar o orçamento das famílias, das empresas e do próprio governo, que seguirão estrangulados pelo serviço da dívida, adiando a retomada do consumo e do investimento e a superação do fantasma da inadimplência”, disse o presidente da CNI, Ricardo Alban.

A CNI avalia que, diante do acordo entre Estados Unidos e Irã para o fim da guerra, haveria espaço para o Banco Central intensificar o ciclo de cortes da Selic na próxima reunião.

“O provável fim do conflito já impacta na queda do preço do petróleo — elemento que vinha pressionando os custos das cadeias produtivas globais. Ao retirar o principal componente de pressão sobre a expectativa de preços e juros, há um ambiente mais favorável para uma flexibilização monetária”, completou Alban.

Redução tímida

Para a CUT, principal central sindical do país, a redução é tímida e não atende às necessidades urgentes do país e do povo brasileiro. Segundo a entidade, a política monetária do BC ignora os sinais positivos da economia brasileira e de alívio no cenário internacional, como a recente queda no preço do petróleo.

“Manter os juros nesse patamar absurdo continua sufocando o setor produtivo, encarecendo o crédito e penalizando diretamente a classe trabalhadora, que segue pagando a conta da lógica do rentismo”, diz comunicado da central.

A CUT disse ainda que a redução de apenas 0,25% pontos na taxa de juros expõe os limites e os perigos do atual modelo de autonomia do Banco Central, que mantém o país refém da especulação financeira .

“Taxas de juros reais tão elevadas drenam recursos públicos que deveriam financiar a saúde, a educação e a infraestrutura, destinando-os para o pagamento da dívida com os grandes detentores de capital. O desenvolvimento nacional e a geração de empregos de qualidade exigem um corte contundente da taxa de juros, e não mais uma concessão ao mercado”, disse a CUT.

Continuidade

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) considera positiva a redução da taxa Selic, mas diz que é necessário que o movimento tenha continuidade.

Segundo a entidade, o nível dos juros ainda impõe desafios relevantes à atividade econômica e à retomada dos investimentos.

“A continuidade do processo de flexibilização monetária é uma sinalização positiva para a economia. No entanto, a Selic ainda permanece em um patamar restritivo, o que encarece o crédito, adia decisões de investimento e dificulta um crescimento econômico mais consistente”, afirmou a economista-chefe da CBIC, Ieda Vasconcelos.

Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil

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