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Educação

Prefeitura investe para melhorar, ampliar e qualificar ensino público em Corumbá

Duas das mais antigas escolas da Reme receberam obras de reforma e adequações

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A Prefeitura de Corumbá tem promovido a qualificação e valorização da Educação Pública em Corumbá. As ações realizadas na gestão Marcelo Iunes para garantir uma qualidade ainda maior ao setor educacional do município passam não apenas pela valorização dos professores e servidores administrativos, mas também pela estruturação de toda a Rede Municipal de Ensino (Reme).

Duas das mais antigas escolas da Reme receberam obras de reforma e adequações. Na Escola Municipal Pedro Paulo de Medeiros, o município investiu aproximadamente R$ 200.000,00 (duzentos mil reais) em recursos próprios. A obra está em andamento.

Na Cyríaco Félix de Toledo, foram aplicados quase R$ 760 mil para recuperação de toda parte elétrica, hidráulica, troca de todo o telhado, o forro, restauração das paredes, janelas, portas e pintura completa.

Foram entregues 600 computadores para as escolas da Reme. A iniciativa é considerada um marco na história da Educação do Município da atual gestão, pois, desde 1997, as escolas municipais não recebiam esse tipo de equipamento tecnológico para auxiliar nas atividades de ensino e administrativas. A Prefeitura investiu em torno de R$ 2,8 milhões no sistema que integrou as escolas tanto da área urbana como rural e regiões de difícil acesso, incluindo as chamadas “Escolas das Águas”.

Ao longo dos últimos cinco anos consecutivos, a Prefeitura entregou uniformes e kits escolares para todos os alunos da Reme. No ano passado, foram quase 222 mil reais investidos em novos uniformes e outros mais de 653 mil reais empregados para a aquisição de kits de materiais escolares, conforme a etapa de ensino: Pré-escola, Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II e EJA (Educação de Jovens e Adultos). Para 2023, além dos uniformes, os kits escolares serão diferenciados para a Educação Infantil e, pela primeira vez, serão entregues mochilas para todos os estudantes. A Reme também vem garantindo merenda de qualidade para todos os alunos, com peixe e hortifrutis adquiridos da agricultura familiar local.

Já foram convocados 800 profissionais, entre professores; técnicos escolares; técnicos da educação infantil; nutricionistas; engenheiros e fonoaudiólogos, para reforçar os quadros da Secretaria Municipal de Educação.

A Prefeitura de Corumbá entregou nova sede do almoxarifado da Semed, localizada no bairro Maria Leite. O espaço conta com um sistema de informática e monitoramento para controle de entrada e saída de produtos de consumo e permanente. O novo almoxarifado permite maior organização e agilidade na distribuição dos produtos às escolas e centros de educação infantil do Município. Além disso, garante a higiene e preservação dos alimentos que serão encaminhados para as unidades escolares da Rede Municipal de Ensino. Conta ainda com uma câmara frigorífica para armazenamento de alimentos perecíveis. Bastante amplo e arejado, o local agrega segurança aos servidores do setor.

A Secretaria Municipal de Educação (Semed) passou a contar com uma frota de veículos que recebeu, resultado da parcela de investimentos próprios da Prefeitura. Dois veículos de passeio e duas pick-ups direcionados às equipes da Semed, que somam mais de R$ 500 mil em recursos próprios. Os veículos estão sendo usados pela rede física, setor responsável por manutenções nas unidades escolares, e pelos assessores técnico-pedagógicos, que realizam visitas constantes nas escolas e centros de educação infantil.

O prefeito Marcelo Iunes entregou para a Semed um barco tipo lancha, confeccionado em alumínio, com lotação para 12 passageiros e tanque de combustível com capacidade mínima de 100 litros. O valor da embarcação, segundo a licitação, é de R$ 115.999,99. O motor de popa tem valor de R$ 70.000,00. O total da licitação foi de R$ 185.999,99.

A embarcação e o motor de popa foram adquiridos com recursos do salário-educação, que é uma contribuição social destinada ao financiamento de programas, projetos e ações voltados para a educação básica pública, conforme previsto no parágrafo 5º do artigo 212 da Constituição Federal de 1988.

Já os ônibus são resultado da parceria entre a Prefeitura, Governo do Estado e a bancada federal (deputados eleitos entre 2015 e 2018). São dois micro-ônibus com 30 lugares e um ônibus com 60 assentos. Os veículos cedidos pela Secretaria Estadual de Educação ao Município representam um investimento de R$ 635.214,00.

O quarto ônibus foi comprado com a emenda parlamentar no valor de R$ 189.889,32, e contrapartida do Município de R$ 24.100,68. Possui 44 lugares e, assim como os outros três, é adaptado para o transporte escolar rural. Todos os ônibus são adaptados para o transporte de cadeirantes.

A Prefeitura investiu R$ 263.643,84 na compra de instrumentos para as fanfarras; R$122.853,10 em materiais esportivos e R$ 22.526,00 em tecidos para as escolas utilizarem no Desfile de 21 de Setembro. Há 18 anos, havia sido realizada a última entrega de instrumentos para as fanfarras das escolas

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A Rede Municipal de Ensino de Corumbá recebeu mil novos conjuntos de cadeiras e mesas escolares. A renovação do mobiliário faz parte de um planejamento da Administração Marcelo Iunes, que visa melhorar a qualidade do ensino prestado por meio de investimentos em várias frentes a partir de recursos próprios.

Os novos jogos de cadeira e mesa seguem um novo modelo com design que atende às necessidades físicas dos alunos, bem como à realidade trazida com a pandemia. Além do espaço para caderno, livros e demais objetos escolares, as carteiras trazem um espaço exclusivo para acomodar o frasco de álcool para desinfecção de mãos e objetos manipuláveis, além do espaço para a garrafa de água individual. Os modelos que chegam agora às escolas municipais de Corumbá ainda contam com um suporte na região frontal para tablets e celulares, de forma a auxiliar os alunos em pesquisas e aulas remotas via internet.

O prefeito Marcelo Iunes também entregou mobiliários para os Centros de Educação Infantil de Rede Municipal de Ensino (Reme), freezers e máquinas de lavar para atender algumas unidades de ensino de Corumbá. O investimento foi de R$ 338.200,00 em recursos próprios.

Foram entregues freezers com capacidade de armazenamento para 546 litros, no valor de R$ 129.600,00; mobiliários de refeitório adequados para faixa etária da educação infantil (contendo dois bancos com encosto em MDF revestido em fórmica colorida, pés em ferro e com pintura eletrostática e uma mesa em MDF revestida em fórmica colorida, com pés em ferro e pintura eletrostática), orçados em R$ 193.200,00 e máquinas de lavar roupa com capacidade de 15 kg, no valor total de R$ 15.400,00.

Novos berços, colchões e kits de enxovais chegaram para renovar o mobiliário dos Centros Municipais de Educação Infantil, como forma de garantir os direitos e cuidados à proteção integral das crianças, adquiridos com recursos próprios da Prefeitura de Corumbá, totalizando sessenta e dois berços e colchões, e setenta e cinco enxovais de berço, contendo: lençol (com elástico), edredom e fronha, travesseiro, toalha de banho, cobertor dupla face, babador, kits com babetes para bebês. O valor desses investimentos soma R$ 166.244,00.

Também foram entregues mesas de jogos para todas as unidades de ensino da Rede Municipal de Ensino de Corumbá (Reme). Os equipamentos foram adquiridos com recursos próprios do Executivo Municipal e vão auxiliar a combater a evasão escolar, além de proporcionar a socialização e a confraternização entre os estudantes, sendo entregues mesas de aero hockey, tênis de mesa e pebolim.

A Prefeitura de Corumbá fez ainda a aquisição de equipamentos diversos para escolas da Rede Municipal, sendo 15 fogões, 6 bebedouros e 27 armários escolares de aço. Os materiais estão sendo usados para substituir gradativamente os equipamentos já deteriorados, sendo encaminhados para os estabelecimentos de ensino que fizeram a solicitação.

(Com assessoria. Fotos: Divulgação)

Educação

Conselho Nacional de Educação atualiza regras do ensino integral

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© Tomaz Silva/Agência Brasil

Conselho Nacional de Educação (CNE) alterou diretrizes do ensino integral na educação básica e definiu prazo até 31 de outubro para que cada rede atualize suas normas. 

medida está publicada na edição desta terça-feira (23) do Diário Oficial da União.

Pelo novo texto, estados, municípios e o Distrito Federal deverão revisar e atualizar todos os atos normativos que regulamentam a educação integral, como resoluções, portarias, diretrizes curriculares, regimentos escolares e projetos pedagógicos.

Esses atos deverão passar pelos respectivos conselhos de educação e seguir orientações do Ministério da Educação.

Agência Brasil

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Educação

Dia do orgulho autista: saiba os direitos dos alunos na escola

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© Rosângela Cardoso/Arquivo pessoal

Na festa junina da escola na última semana, Lúcio, de 4 anos, se divertia, mas, em um momento seguinte, passou a reclamar do barulho da música. Por isso, resolveu não ficar mais no meio da roda. 

“As professoras respeitaram. Ficaram ao lado e seguraram a mão dele. Depois, ele voltou e continuou. Eu achei tão bonito”, diz a mãe, a esteticista Rosângela Cardoso, de 50 anos. Lúcio tem diagnóstico de transtorno do espectro autista. Ele frequenta o jardim de infância de uma escola pública no Distrito Federal.

O menino tem esse diagnóstico assim como o irmão dele, João, de 11 anos.  Ambos gostam muito de ir para a escola. Rosângela entende que a cena na festa junina simboliza o que ela quer no ambiente escolar para os meninos: respeito e inclusão. Esses temas estão no centro das preocupações em dias de visibilidade como hoje (18), Dia do Orgulho Autista.

Legislação

Respeito e inclusão não são favores prestados por uma escola, seja pública ou privada, em qualquer nível educacional. Trata-se de obrigação prevista na legislação brasileira, conforme explica a advogada  Adriana Monteiro, de 50 anos. Ela é especializada na defesa de pessoas com deficiência.

Brasília (DF), 18/06/2026 – Advogada Adriana Monteiro com os filhos. Dia do orgulho autista: saiba os direitos dos alunos na escola
Foto: Adriana Monteiro/Arquivo pessoal
A advogada Adriana Monteiro, com os filhos, diz que respeito e inclusão são obrigações previstas na legislação – Foto Adriana Monteiro/Arquivo pessoal

Nem sempre essa foi a área de atenção dela. A advogada era especialista na defesa de mulheres vítimas de violência doméstica. Trocou, há duas décadas, de abnegação por uma missão de vida depois que os dois filhos (ambos hoje adultos, uma de 25 e o outro de 23) foram diagnosticados com autismo.

“Eu descobri o quanto era difícil conseguir qualquer direito para uma pessoa com deficiência. E acabei migrando de área”, recorda. Ficou abismada depois que escolas em Brasília recusaram a matrícula da filha. Sentiu a dor do filho experimentar o bullying no lugar que deveria ser um ambiente de proteção.

Para a advogada, o Brasil tem excelente legislação voltada para a inclusão de pessoas com deficiência.

“Acompanhamos de perto o nascer da Lei Brasileira de Inclusão, publicada em 2015. É robusta, mas ainda há ignorância sobre ela”, afirma.

Além dessa legislação, a Lei Berenice Piana instituiu, na prática, uma política nacional de proteção dos direitos da pessoa com autismo e garantiu direitos ao considerar o transtorno uma “deficiência persistente”.

Direito de exigir

A advogada Adriana Monteiro defende que as famílias precisam saber que têm o direito de exigir que a escola se comporte como uma rede de proteção.

 “As famílias têm o direito de cobrar que a criança tenha materiais, provas e avaliações adaptadas. Tudo precisa ser adaptado à forma de aprendizado que vai trazer maiores frutos pedagógicos”, explica.

Segundo ela, a escola tem a obrigação de fornecer material pedagógico, aulas adaptadas e profissionais, inclusive além do professor, para que as crianças possam contar dentro de sala de aula. “Tanto de mediação ou apoio para alimentação, ir ao banheiro e todo suporte emocional que essa criança precisa ter”. 

Adriana acrescentou que pessoas com autismo podem se desregular dentro de sala de aula e cometem atos que, às vezes, podem ser entendidos como atitudes que precisam ser repreendidas. “Mas há escolas que não fazem o dever de casa de saber como evitar as crises e de como preveni-las”.

Por isso, se torna importante que a unidade de ensino garanta a contratação de profissional que atue de forma individualizada com essa criança. “Todos nós, enquanto sociedade, somos responsáveis, por aquilo que acontece com essa pessoa, que é vulnerável”. Por isso, os custos devem ser divididos pela comunidade escolar. 

Outro direito é que nenhuma escola, pública ou privada, pode negar a matrícula a uma criança com deficiência, inclusive autismo, conforme está previsto no artigo 8º da Lei Brasileira de Inclusão. “A escola também não pode suspender, expulsar ou tomar medidas de não inclusão em razão da deficiência”, afirma a advogada.

Espaços de denúncia

As queixas de eventuais violações podem ser denunciadas em uma delegacia de polícia, na Defensoria Pública ou no Ministério Público. Na história da família dela e de outras pessoas ouvidas pela Agência Brasil, foi comum a ocorrência de, depois que é identificado que o aluno a ser matriculado tem o espectro autista, a vaga “some”.

“A família não é obrigada a dar essa informação para a escola no ato da matrícula. Pode deixar para falar sobre isso depois que o aluno estiver matriculado”.

Também inspirada pela experiência em casa com o Pedro, hoje com 18 anos, a professora de química Joanna de Paoli se transformou em ativista e pesquisadora dos direitos da pessoa com autismo. Ela passou a capacitar professores para promoverem inclusão. “O que eu percebo é como a infraestrutura e a parte material de formação ainda seguem não condizentes com as necessidades com as realidades desses alunos”.

A escola, um espaço público de direito de todos, ainda não traz, segundo ela, as condições de acesso para todos. “Os alunos que já estão na escola regular, ainda não têm as suas necessidades atendidas. Então, falta suporte”. 

Brasília (DF), 18/06/2026 –  Joanna de Paoli e o filho PedroDia do orgulho autista: saiba os direitos dos alunos na escola
Foto: Joanna de Paoli/Arquivo pessoal
Joanna de Paoli, com o filho Pedro, diz que escola ainda não traz condições de acesso para todos – Foto Joanna de Paoli/Arquivo pessoal

Segundo o que ela percebe e pesquisa, um desafio é que muitos alunos não alfabetizados ou com deficiência intelectual estão com dificuldades de serem incluídos nos anos finais da educação básica.

Adriana lembra que há carência de pedagogos alfabetizadores com especificidade nessas particularidades do desenvolvimento. “Como que eu vou incluir numa aula de física, de química, de biologia, um aluno que sequer está alfabetizado?”. Ela lamenta que a maior responsabilidade está nas costas dos professores, mas entende que falta a participação do Estado para formar equipes que realmente consigam atender a essas necessidades. Pior: há falta de continuidade nos trabalhos nas unidades públicas com a contratação de mais professores temporários e menos concursos, lamenta a professora Joanna de Paoli.

Depois da decepção

A administradora Patrícia Bonetti tem duas filhas com autismo (uma de 20 e outra de oito anos) e experimentou a decepção de ouvir da direção de uma escola privada em Brasília que a mais nova estava convidada a se retirar da unidade. “Ela falou que um colégio maior seria melhor para a Bianca a fim de poder correr mais. Eu já tinha feito a matrícula e comprado material escolar”.

Ela também experimentou negativas. A mais velha chegou ao ensino superior e cursa relações internacionais. Segundo apontam as pesquisadoras no tema, as faculdades também devem prover os recursos de inclusão, como são obrigadas as escolas em qualquer nível. “A faculdade dela é um lugar muito acolhedor e ela está adorando”.

Luiz Claudio Ferreira – Repórter da Agência Brasil

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Educação

Enem 2026: MEC amplia prazo para pagar taxa de inscrição até dia 22

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© Jose Cruz/Agência Brasil

O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) anunciaram, na manhã desta quarta-feira (17), a ampliação do prazo para pagamento da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 até a segunda-feira (22). Antes do anúncio oficial, a data final de pagamento seria nesta quarta-feira.

A retificação do edital do Enem já está publicada no Diário Oficial da União.

O valor da taxa de inscrição é R$ 85 e a Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança) para pagamento é gerada na Página do Participante  no portal do Inep.

Os candidatos não isentos devem usar a senha cadastrada no portal de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.

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Meios de pagamento

O pagamento da taxa de inscrição do exame pode ser feito pelos candidatos não isentos em qualquer banco, casa lotérica ou por meio de aplicativos bancários.

Não serão aceitos pagamentos de inscrições por meio de depósito em caixa eletrônico, via postal, transferência ou depósito em conta corrente, nem ordem de pagamento.

As opções de pagamento da GRU Cobrança são o Pix, cartão de crédito, débito em conta corrente ou poupança, dentre outros e pode variar de acordo com a instituição financeira do pagador.

Nos casos de Pix, a GRU Cobrança traz o QR Code para o participante quitar a taxa de inscrição.

Somente a quitação da taxa é o que garante a participação dos candidatos não isentos no exame nacional.

Sem devolução de valor

O Inep avisa que o valor referente ao pagamento da taxa de inscrição não será devolvido, se realizado em duplicidade ou se for diferente de R$ 85.

Assim como não será devolvido o pagamento da taxa de inscrição, exceto em caso de cancelamento desta edição do Enem.

edital público  do exame esclarece que é proibido transferir o valor referente ao pagamento da taxa de inscrição do Enem para outro participante.

Isentos do Enem

No Enem 2026, o Inep concedeu gratuidade para pessoas dos seguintes perfis e, por isso, não será gerada GRU Cobrança para pagamento.

·  alunos matriculados no 3º ano do ensino médio em escola pública, em 2026;

·  alunos que cursaram todo o ensino médio em escola pública ou como bolsistas integrais em escola privada e que possuam renda familiar de até 1,5 salário-mínimo por pessoa;

·  estudantes participantes do programa Pé-de-Meia do Ministério da Educação (MEC).

·  pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica, pertencentes a famílias de baixa renda e com registro no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico);

·  participantes que informaram na inscrição que usarão os resultados das provas para solicitar o certificado de conclusão do ensino médio e têm registro no CadÚnico.

Cronograma do Enem 2026

· novo prazo para pagamento da taxa de inscrição: de 25 de maio a 22 de junho;

· resposta à solicitação de atendimento especializado: 26 de junho;

· recurso à negativa de atendimento especializado: de 29 de junho a 3 de julho;

· resultado do recurso: 10 de julho;

· aplicação das provas: 8 e 15 de novembro.

Enem

O Exame Nacional do Ensino Médio, que avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica, é considerado a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

As instituições de ensino públicas e privadas usam os resultados das provas para selecionar os estudantes.

Desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão dessa etapa de ensino para os candidatos com 18 anos de idade completos e que também alcancem a pontuação mínima em cada área do conhecimento nas provas e na redação.

Os resultados individuais do exame também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições portuguesas que têm convênio com o Inep. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.

Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil

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