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Economia

Pelo quarto trimestre seguido, Três Lagoas lidera ranking de exportações de MS

O município representa 35,9% das transações realizadas em todo Estado

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Pelo quarto trimestre seguido Três Lagoas lidera o ranking de exportações do Mato Grosso do Sul. O município representa 35,9% das transações realizadas em todo Estado, conforme dados da 5ª edição Boletim Economia Local, referente ao 4º trimestre de 2022.

Nos três meses de referência, a cidade contabilizou US$ 492.657.869,00 milhões em exportações, outubro/US$ 185.711.474,00 milhões, melhor mês do período, novembro/U$$ 135.493.503,00 milhões e dezembro/171.452.892,00 milhões, os números representam 35,9% do desempenho total do Estado, no 4º trimestre.

Do total produzido e comercializado, celulose e afins representam 86,9%, soja esmagada e alimentos preparados 10,3%, Gorduras e óleos vegetais 2,4% e Máquinas, caldeiras, aparelhos e instrumentos mecânicos e suas partes, 0,3%.

Três Lagoas lidera com folga o ranking do setor, pois, a segunda colocada, Dourados fechou o período com US$ 152.101.509,00 milhões, referente a 11,1% e a terceira colocada, Campo Grande, contabilizou U$$ 120.813.955,00 milhões alcançado 8,8% do faturamento das transações de MS.

O Município também contabiliza outra marca importante, além de manter o posto de maior exportador do estado, no acumulado geral do ano passado alcançou crescimento de 11%, comparado a 2021.

ATIVIDADE EMPRESARIAL

A atividade empresarial também é destaque, foram abertos 530 novos CNPJs e encerrados 237, saldo de 293, a grande maioria desses são de Microempreendedor Individual (MEIs), 227 novos CNPJ. A cidade é a 3º colocada no ranking estadual, ficando atrás de Dourados no 2º lugar com saldo de 594 e Campo Grande com o 1º Lugar, saldo de 2.188.

GERAÇÃO DE EMPREGO

Em relação a geração de empregos, Três Lagoas fechou o 4º trimestre com saldo de 267, apesar dos meses de outubro saldo -66 e dezembro -263, o mês de novembro foi responsável por garantir o índice positivo com saldo de 596. Os setores que mais contrataram foram de serviços, seguido por comércio, e construção, já os segmentos da indústria e agropecuária pela maioria das demissões.

No ranking estadual, o Município aparece em 2º lugar,  Ribas do Rio Pardo, em 1º lugar, com saldo de 682, a 3ª colocada é Bataiporã, saldo de 141.

Os dados da geração de emprego demonstram a recuperação do setor no sentido de novas vagas, no acumulado do ano, comparado aos números de 2021. Em 2022 os trimestres apresentaram índice acima de 40%, ao ano anterior, sendo o 1º trimestre de 47,2%, 2º trimestre com 137,1%, 3º trimestre de 44,7%, apenas o 4º trimestre fechou abaixo dos números de 2021 com redução de 14,7%.

A cidade fecha o ano com saldo geral de geração de emprego de 2022, de 4.179, número 58,4% maior que em 2021, quando obteve o saldo de 2.639.

PUBLICAÇÃO

Confira todas as informações na íntegra da 5ª Edição do Boletim Economia Local, referente ao 4º trimestre de 2022, CLIQUE AQUI E VEJA O BOLETIM ECONÔMICO

(Com assessoria. Foto: Divulgação)

Economia

Consulta ao segundo lote de restituição do IRPF 2026 inicia hoje

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© Bruno Peres/Agência Brasil

A Receita Federal libera nesta terça-feira (23) a consulta ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). O crédito bancário será realizado no dia 30 de junho. 

A consulta pode ser feita a partir das 9h, pelo site da Receita Federal, na opção “Meu Imposto de Renda” e depois “Consultar minha restituição”

Também é possível consultar pelo aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones,

Com R$ 16 bilhões em créditos e 9.585.797 contribuintes contemplados, o lote é o maior da história em quantidade de contribuintes contemplados. O valor pago será igual ao do primeiro lote de restituição deste ano, registrado no dia 29 de maio deste ano.

>>Confira a série Tira-Dúvidas do IR 2026

Do total, R$ 4.494.204.020,63 serão destinados a contribuintes com prioridade legal, distribuídos da seguinte forma:

  • Idosos acima de 80 anos: 155.060 restituições
  • Idosos entre 60 e 79 anos: 1.106.923 restituições
  • Pessoas com deficiência física, mental ou moléstia grave: 106.294 restituições
  • Contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério: 507.768 restituições

Outras 7.709.752 restituições serão destinadas a contribuintes sem prioridade legal, mas que utilizaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram por receber via PIX.

Agência Brasil

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Economia

Segundo lote de restituição do IRPF 2026 pode ser consultado amanhã

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© Bruno Peres/Agência Brasil

A Receita Federal libera nesta terça-feira (23) a consulta ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). 

O lote é o maior da história em quantidade de contribuintes contemplados (9.585.797). Serão pagos R$ 16 bilhões em créditos.

O valor pago será igual ao do primeiro lote de restituição deste ano, registrado no dia 29 de maio deste ano.

A consulta pode ser feita a partir das 9h, pelo site da Receita Federal, na opção “Meu Imposto de Renda” e depois “Consultar minha restituição”

Também é possível consultar pelo aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones,

“O volume recorde de pagamentos reforça o esforço do órgão em tornar o processo de restituição cada vez mais rápido, eficiente e abrangente”, explica a Receita.

>>Confira a série Tira-Dúvidas do IR 2026

O crédito bancário será realizado no dia 30 de junho. Do total, R$ 4.494.204.020,63 serão destinados a contribuintes com prioridade legal, distribuídos da seguinte forma:

  • Idosos acima de 80 anos: 155.060 restituições
  • Idosos entre 60 e 79 anos: 1.106.923 restituições
  • Pessoas com deficiência física, mental ou moléstia grave: 106.294 restituições
  • Contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério: 507.768 restituições

Outras 7.709.752 restituições serão destinadas a contribuintes sem prioridade legal, mas que utilizaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram por receber via PIX.

Agência Brasil

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Economia

Entidades consideram insuficiente redução da taxa Selic

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© José Cruz/Agência Brasil

redução de 0,25% ponto percentual na taxa básica de juros da economia, a Selic, foi considerada insuficiente por entidades como a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Central Única dos Trabalhadores (CUT). 

Para as representações da indústria e dos trabalhadores, o corte nos juros é incapaz de reverter “o quadro de estagnação dos investimentos” e não atende “às necessidades urgentes do país e do povo brasileiro”.

A decisão de reduzir a Selic de 14,50% para 14,25% ao ano foi anunciada nesta quarta-feira (17) pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC).

Para a CNI, a redução não contribui para a reversão da asfixia financeira das empresas e das famílias.

“Enquanto os juros reais continuarem tão elevados, beneficiando diretamente o capital especulativo, o custo do crédito vai seguir inviabilizando os planos de produção e expansão da indústria. Da mesma forma, a medida se mostra ineficaz em aliviar o orçamento das famílias, das empresas e do próprio governo, que seguirão estrangulados pelo serviço da dívida, adiando a retomada do consumo e do investimento e a superação do fantasma da inadimplência”, disse o presidente da CNI, Ricardo Alban.

A CNI avalia que, diante do acordo entre Estados Unidos e Irã para o fim da guerra, haveria espaço para o Banco Central intensificar o ciclo de cortes da Selic na próxima reunião.

“O provável fim do conflito já impacta na queda do preço do petróleo — elemento que vinha pressionando os custos das cadeias produtivas globais. Ao retirar o principal componente de pressão sobre a expectativa de preços e juros, há um ambiente mais favorável para uma flexibilização monetária”, completou Alban.

Redução tímida

Para a CUT, principal central sindical do país, a redução é tímida e não atende às necessidades urgentes do país e do povo brasileiro. Segundo a entidade, a política monetária do BC ignora os sinais positivos da economia brasileira e de alívio no cenário internacional, como a recente queda no preço do petróleo.

“Manter os juros nesse patamar absurdo continua sufocando o setor produtivo, encarecendo o crédito e penalizando diretamente a classe trabalhadora, que segue pagando a conta da lógica do rentismo”, diz comunicado da central.

A CUT disse ainda que a redução de apenas 0,25% pontos na taxa de juros expõe os limites e os perigos do atual modelo de autonomia do Banco Central, que mantém o país refém da especulação financeira .

“Taxas de juros reais tão elevadas drenam recursos públicos que deveriam financiar a saúde, a educação e a infraestrutura, destinando-os para o pagamento da dívida com os grandes detentores de capital. O desenvolvimento nacional e a geração de empregos de qualidade exigem um corte contundente da taxa de juros, e não mais uma concessão ao mercado”, disse a CUT.

Continuidade

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) considera positiva a redução da taxa Selic, mas diz que é necessário que o movimento tenha continuidade.

Segundo a entidade, o nível dos juros ainda impõe desafios relevantes à atividade econômica e à retomada dos investimentos.

“A continuidade do processo de flexibilização monetária é uma sinalização positiva para a economia. No entanto, a Selic ainda permanece em um patamar restritivo, o que encarece o crédito, adia decisões de investimento e dificulta um crescimento econômico mais consistente”, afirmou a economista-chefe da CBIC, Ieda Vasconcelos.

Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil

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