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Economia

Lançado edital para estudos de viabilidade da nova ponte entre MS e Paraná

O lançamento do edital para contratar o estudo de viabilidade foi feito pelo governo paranaense.

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Foi lançado o primeiro edital do projeto para a construção de uma nova ponte entre os estados de Mato Grosso do Sul e do Paraná, ligando sobre o Rio Paraná os municípios de Taquarussu (lado sul-mato-grossense) e São Pedro do Paraná (lado paranaense). A licitação aberta é referente a elaboração dos estudos de viabilidade.

O EVTEA (Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental) é um documento que baliza todas as demais ações para a construção da ponte, que deve ter 2 km de extensão, criando mais um corredor logístico entre os estados. O lançamento do edital para contratar o estudo de viabilidade foi feito pelo governo paranaense.

“É um projeto custeado por Itaipu, fruto da relação entre os governos de Mato Grosso do Sul e do Paraná. Essa rota é mais um acesso entre os dois estados, fundamental para o desenvolvimento da região sudeste de Mato Grosso do Sul, no Vale do Ivinhema”, destaca o governador Eduardo Riedel ao comentar a nova ponte.

O governador destaca que além do município de Taquarussu, vizinhos como é o caso de Batayporã devem se beneficiar com a nova rota levando ao Paraná com mais facilidade. “É uma rota que estimula o desenvolvimento dos municípios mais próximos”.

A licitação para contratar o estudo de viabilidade será realizada na próxima terça-feira (31), em pregão eletrônico – sistema onde os lances são feitos e vence quem der o menor lance. O preço máximo estipulado é de R$ 2,9 milhões.

De acordo com o titular da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Jaime Verruck, a ligação é de vital importância para Mato Grosso do Sul, pois criará um novo corredor de transporte para o escoamento da produção agrícola entre os dois estados, encurtando o caminho até o porto de Paranaguá. Atualmente, esse transporte é realizado via Maringá.

“Esta obra, angariada por nós no ano passado, é de extrema importância para Mato Grosso do Sul, já que ajuda a desafogar o tráfego de caminhões, principalmente de grãos, e também vai promover o maior desenvolvimento econômico da região”, frisa Verruck.

A nova ligação promete encurtar e diminuir custos do escoamento agrícola até o porto de Paranaguá. Atualmente, o trajeto precisa ser contornado por São Paulo, na barragem em Primavera, que conta com tráfego lento e restrição de peso para caminhões.

O prazo para conclusão do EVTEA será de 18 meses. Nesse estudo será apontado vantagens, desvantagens, impulso no desenvolvimento socioeconômico da região, possíveis impactos ambientais, além das técnicas de engenharia a serem aplicadas.

“É um estudo complexo, que visa encontrar o melhor traçado, da maneira mais sustentável e com menor impacto ambiental. A ponte será um importante ponto de interligação entre as regiões Sul e Centro-Oeste do país. É uma obra que irá trazer desenvolvimento para todos, fomentando investimentos, turismo, entre outros”, afirmou o secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, Fernando Furiatti.

A proposta para o trajeto também prevê no lado paranaense a restauração de 19,8 km da PR-577, incluindo a construção de um contorno em Porto São José, distrito do município de São Pedro do Paraná. Já no perímetro sul-mato-grossense, devem ser implantados 30 km da rodovia MS-473, além de um viaduto de acesso em Taquarussu.

(Com assessoria. Fotos: Divulgação)

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Economia

Consulta ao segundo lote de restituição do IRPF 2026 inicia hoje

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© Bruno Peres/Agência Brasil

A Receita Federal libera nesta terça-feira (23) a consulta ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). O crédito bancário será realizado no dia 30 de junho. 

A consulta pode ser feita a partir das 9h, pelo site da Receita Federal, na opção “Meu Imposto de Renda” e depois “Consultar minha restituição”

Também é possível consultar pelo aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones,

Com R$ 16 bilhões em créditos e 9.585.797 contribuintes contemplados, o lote é o maior da história em quantidade de contribuintes contemplados. O valor pago será igual ao do primeiro lote de restituição deste ano, registrado no dia 29 de maio deste ano.

>>Confira a série Tira-Dúvidas do IR 2026

Do total, R$ 4.494.204.020,63 serão destinados a contribuintes com prioridade legal, distribuídos da seguinte forma:

  • Idosos acima de 80 anos: 155.060 restituições
  • Idosos entre 60 e 79 anos: 1.106.923 restituições
  • Pessoas com deficiência física, mental ou moléstia grave: 106.294 restituições
  • Contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério: 507.768 restituições

Outras 7.709.752 restituições serão destinadas a contribuintes sem prioridade legal, mas que utilizaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram por receber via PIX.

Agência Brasil

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Economia

Segundo lote de restituição do IRPF 2026 pode ser consultado amanhã

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© Bruno Peres/Agência Brasil

A Receita Federal libera nesta terça-feira (23) a consulta ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). 

O lote é o maior da história em quantidade de contribuintes contemplados (9.585.797). Serão pagos R$ 16 bilhões em créditos.

O valor pago será igual ao do primeiro lote de restituição deste ano, registrado no dia 29 de maio deste ano.

A consulta pode ser feita a partir das 9h, pelo site da Receita Federal, na opção “Meu Imposto de Renda” e depois “Consultar minha restituição”

Também é possível consultar pelo aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones,

“O volume recorde de pagamentos reforça o esforço do órgão em tornar o processo de restituição cada vez mais rápido, eficiente e abrangente”, explica a Receita.

>>Confira a série Tira-Dúvidas do IR 2026

O crédito bancário será realizado no dia 30 de junho. Do total, R$ 4.494.204.020,63 serão destinados a contribuintes com prioridade legal, distribuídos da seguinte forma:

  • Idosos acima de 80 anos: 155.060 restituições
  • Idosos entre 60 e 79 anos: 1.106.923 restituições
  • Pessoas com deficiência física, mental ou moléstia grave: 106.294 restituições
  • Contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério: 507.768 restituições

Outras 7.709.752 restituições serão destinadas a contribuintes sem prioridade legal, mas que utilizaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram por receber via PIX.

Agência Brasil

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Economia

Entidades consideram insuficiente redução da taxa Selic

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© José Cruz/Agência Brasil

redução de 0,25% ponto percentual na taxa básica de juros da economia, a Selic, foi considerada insuficiente por entidades como a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Central Única dos Trabalhadores (CUT). 

Para as representações da indústria e dos trabalhadores, o corte nos juros é incapaz de reverter “o quadro de estagnação dos investimentos” e não atende “às necessidades urgentes do país e do povo brasileiro”.

A decisão de reduzir a Selic de 14,50% para 14,25% ao ano foi anunciada nesta quarta-feira (17) pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC).

Para a CNI, a redução não contribui para a reversão da asfixia financeira das empresas e das famílias.

“Enquanto os juros reais continuarem tão elevados, beneficiando diretamente o capital especulativo, o custo do crédito vai seguir inviabilizando os planos de produção e expansão da indústria. Da mesma forma, a medida se mostra ineficaz em aliviar o orçamento das famílias, das empresas e do próprio governo, que seguirão estrangulados pelo serviço da dívida, adiando a retomada do consumo e do investimento e a superação do fantasma da inadimplência”, disse o presidente da CNI, Ricardo Alban.

A CNI avalia que, diante do acordo entre Estados Unidos e Irã para o fim da guerra, haveria espaço para o Banco Central intensificar o ciclo de cortes da Selic na próxima reunião.

“O provável fim do conflito já impacta na queda do preço do petróleo — elemento que vinha pressionando os custos das cadeias produtivas globais. Ao retirar o principal componente de pressão sobre a expectativa de preços e juros, há um ambiente mais favorável para uma flexibilização monetária”, completou Alban.

Redução tímida

Para a CUT, principal central sindical do país, a redução é tímida e não atende às necessidades urgentes do país e do povo brasileiro. Segundo a entidade, a política monetária do BC ignora os sinais positivos da economia brasileira e de alívio no cenário internacional, como a recente queda no preço do petróleo.

“Manter os juros nesse patamar absurdo continua sufocando o setor produtivo, encarecendo o crédito e penalizando diretamente a classe trabalhadora, que segue pagando a conta da lógica do rentismo”, diz comunicado da central.

A CUT disse ainda que a redução de apenas 0,25% pontos na taxa de juros expõe os limites e os perigos do atual modelo de autonomia do Banco Central, que mantém o país refém da especulação financeira .

“Taxas de juros reais tão elevadas drenam recursos públicos que deveriam financiar a saúde, a educação e a infraestrutura, destinando-os para o pagamento da dívida com os grandes detentores de capital. O desenvolvimento nacional e a geração de empregos de qualidade exigem um corte contundente da taxa de juros, e não mais uma concessão ao mercado”, disse a CUT.

Continuidade

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) considera positiva a redução da taxa Selic, mas diz que é necessário que o movimento tenha continuidade.

Segundo a entidade, o nível dos juros ainda impõe desafios relevantes à atividade econômica e à retomada dos investimentos.

“A continuidade do processo de flexibilização monetária é uma sinalização positiva para a economia. No entanto, a Selic ainda permanece em um patamar restritivo, o que encarece o crédito, adia decisões de investimento e dificulta um crescimento econômico mais consistente”, afirmou a economista-chefe da CBIC, Ieda Vasconcelos.

Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil

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