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Saúde

Lacen recebe certificado de qualidade laboratorial em saúde pública

Lacen/MS recebeu da empresa Controllab (referência ano 2022) o Certificado por Participação e Certificado e Ensaios de Proficiência (EP)

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O Lacen/MS (Laboratório Central de Saúde Pública de Mato Grosso do Sul) da SES (Secretaria de Estado de Saúde) recebeu certificados importantes que avaliam a confiabilidade dos resultados analíticos obtidos por meio de Ensaios de Proficiência que visam identificar falhas e possibilitar a tomada de ações corretivas ou preventivas.

Para o diretor do Lacen/MS, Luiz Henrique Ferraz Demarchi, os ensaios de proficiência e a realização de Workshops e treinamentos fazem parte das ações da Gestão da Qualidade e Biossegurança implantada em 2005. “Essas ações visam o aprimoramento constante dos colaboradores do Lacen/MS e garantem que os resultados dos exames sejam entregues com maior confiabilidade e qualidade a população de Mato Grosso do Sul”.

A gerente da Qualidade e Biossegurança do Lacen/MS, Rita de Cássia Campos da Conceição, explica que a realização do Ensaios de Proficiência é uma maneira de saber se os resultados das análises laboratoriais e calibrações são válidas e isto promove uma constante evolução nas atividades.

“Além disso, a comparação entre os resultados do Lacen com os outros laboratórios que participam dos Ensaios de Proficiência por meio da empresa contratada (Controllab) e, também, da Funed (Fundação Ezequiel Dias) permite validar a precisão do método utilizado no Lacen e, consequentemente, propicia melhorias nos processos para aumentar a confiabilidade dos nossos cálculos”, destaca a Rita.

Assim, o Lacen/MS recebeu da empresa Controllab (referência ano 2022) o Certificado por Participação e Certificado e Ensaios de Proficiência (EP):

Proficiência clínica

  • Bacteriologia (com Certicado EP): Bacterioscopia BAAR; GRAM; Identificação Ambulatorial; Hospitalar e teste de Sensibilidade;
  • Biologia Molecular (com Certificado de Participação): Biologia Molecular e Coronavírus (SARS-CoV2)
  • Biologia Molecular (com Certificado EP): HBV-DNA Quanti; HVC-RNA Quanti e Influenza A e B1;
  • Imunologia (com Certificado de Participação): Anti-HAV IgM; CMV IgG; Dengue IgM; Dengue NS1; Leptospirose IgM; Sarampo IgM; Toxoplasmose IgG e Toxoplasmose IgM;
  • Líquor (com Certificado EP): Bacterioscopia GRAM; Pesquisa BAAR;
  • Líquor (com Certificado de Participação): Pesquisa direta para fungos;
  • Micologia (com Certificado EP): Identificação Micológica;
  • Micologia (com Certificado de Participação): Teste de Sensibilidade;
  • Sorologia (com Certificado EP): Anti HBc; Anti HBs; Anti HCV triagem; Anti HIV triagem; Anti HTL triagem; Chagas; HBsAg triagem e Sífilis;
  • Sorologia (com Certificado de Participação): HBsAg confirmatório e Leishmaniose visceral IgG;
  • Imunologia (com Certificado de Participação): Rubéola IgG; Rubéola igM e Sarampo IgG;
  • Virologia (com Certificado de Participação): Rotavírus.

Proficiência em microbiologia

  • Água (com Certificado EP): Contagem de Bactérias Heterotróficas; Determinação de Endotoxina; Pesquisa de Coliformes Totais; Pesquisa de Coliformes Totais; Pesquisa de E.Coli e Pesquisa de Pseudomonas aeruginosa;
  • Alimentos (com Certificado EP): Contagem de Bacillus cereus; Contagem de Coliformes Termotolerantes (45°C); Contagem Estafilococos Coagulase Positiva; Contagem Total de Aeróbios Mesófilos e Pesquisa
  • pH em Águas Potáveis (do Laboratório de Físico-Química de Água);
  • Água: Contagem de Bactérias Heterotróficas; Determinação de Endotoxina; Pesquisa de Coliformes Termotolerantes; Pesquisa de Coliformes Totais; Pesquisa de E.Coli (do Laboratório de Microbiologia de Água);
  • Alimentos: contagem de Coliformes Termotolerantes (45°C); Contagem de Estafilococos Coagulase Positiva; Pesquisa de Salmonella spp (do Laboratório de Microbiologia de Alimentos);
  • Alimentos (com Certificado de Participação): Contagem de Bolores e Leveduras; Contagem de Coliformes Totais (35ºC); Contagem de Enterobactérias e Contagem de Escherichia coli;
  • Cafés, Chás e Produtos para Infusão (com Certificado de Participação): Contagem de Bactérias Aeróbias Mesófilas Viáveis; Contagem de Escherichia coli e Pesquisa de Salmonella spp.

Proficiência em análises físico-químicas

  • pH em águas.

Já pela Funed (referência ano 2022), o Lacen/MS recebeu o Certificado pelo desempenho satisfatório no Programa de Ensaio de Proficiência PEP-FUNED nos seguintes ensaios:

  • ·         Chikungunya IgM;
  • ·         Doença de Chagas;
  • ·         Dengue IgM;
  • ·         HIV;
  • ·         Leptospirose.

A Gerência da Qualidade e Biossegurança do Lacen também realizou capacitações do seu quadro de funcionários por meio do Workshops de Qualidade e Biossegurança. “Os quais se estenderão ao longo do ano, com treinamentos em ferramentas da qualidade e cursos de auditorias. Tudo isso visando a melhoria da gestão da qualidade e, consequentemente, em prestar melhores serviços laboratoriais a toda comunidade”, finaliza Rita.

Sobre o Lacen/MS

O Lacen/MS tem como competência coordenar a rede de laboratórios públicos e privados que realizam análises de interesse em saúde pública; realizar o controle de qualidade analítica da rede estadual; realizar procedimentos laboratoriais de maior complexidade para complementação de diagnóstico; promover a capacitação de recursos humanos da rede de laboratórios e disponibilizar aos gestores nacionais as informações relativas às atividades laboratoriais realizadas por intermédio do encaminhamento de relatórios periódicos, obedecendo cronograma definido e apoio a pesquisa.

O Lacen/MS tem como missão prestar serviços laboratoriais à comunidade no que tange à saúde pública, visando atender com qualidade e confiabilidade no âmbito da Vigilância Epidemiológica, Sanitária, Ambiental e Saúde do Trabalhador.

(Com assessoria. Foto: Divulgação)

Saúde

Saúde Dia Mundial Sem Tabaco alerta para avanço dos vapes entre jovens e reforça ações de prevenção em MS

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Estado amplia ações de combate ao tabagismo e fortalece atendimento para quem deseja parar de fumar

Celebrado em 31 de maio, o Dia Mundial Sem Tabaco reforça o alerta sobre os impactos do tabagismo e o avanço do uso de dispositivos eletrônicos para fumar, especialmente entre adolescentes e jovens. Em 2026, o tema escolhido pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e adotado pelo INCA (Instituto Nacional de Câncer) no Brasil é “Desmascarando o apelo – combatendo a dependência”, chamando atenção para estratégias da indústria do tabaco que tornam os produtos mais atrativos e favorecem a dependência precoce.

Em Mato Grosso do Sul, a SES (Secretaria de Estado de Saúde), por meio da Gerência de Prevenção e Controle do Tabagismo, tem intensificado ações educativas, preventivas e de tratamento em parceria com os municípios, escolas, universidades e Vigilância Sanitária. O objetivo é ampliar o acesso à informação, prevenir a experimentação entre jovens e fortalecer o atendimento aos fumantes que desejam abandonar o cigarro.

Crescimento do uso de vapes preocupa especialistas

Dados da PeNSE 2024 (Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar) apontam crescimento expressivo da experimentação de cigarros eletrônicos entre adolescentes de 13 a 17 anos. Em cinco anos, o percentual saltou de 16,8% para quase 30%, indicando que praticamente três em cada dez estudantes brasileiros nessa faixa etária já utilizaram o dispositivo ao menos uma vez.

Os dados do Vigitel Brasil 2006–2024 também reforçam o alerta sobre a persistência da dependência da nicotina no país e mostram mudanças importantes no padrão de consumo, com aumento do uso dos dispositivos eletrônicos para fumar. Os levantamentos evidenciam que, apesar dos avanços no controle do tabagismo convencional, novos desafios passaram a exigir respostas ainda mais efetivas da saúde pública.

 

Segundo a gerente de Prevenção e Controle do Tabagismo da SES, Carla Tatiane Soares, a preocupação é impedir que o apelo dos produtos eletrônicos transforme uma nova geração em dependente da nicotina.

“A indústria utiliza sabores doces, refrescantes e estratégias de marketing que tornam esses produtos mais atrativos, especialmente para crianças e adolescentes. Nosso trabalho é justamente ampliar o acesso à informação, prevenir a experimentação e fortalecer o cuidado para quem deseja abandonar o tabagismo”, destaca.

 

Tratamento alcança mais de 90% dos municípios

A SES também tem ampliado o incentivo aos municípios para fortalecimento do Programa de Tratamento para Cessação do Tabagismo, que atualmente possui cobertura em mais de 90% das cidades sul-mato-grossenses.

Dados do monitoramento estadual mostram crescimento significativo nos atendimentos realizados pelo programa, que passaram de 2.787 em 2024 para 4.163 em 2025. O resultado conta com apoio do Ministério da Saúde na capacitação de profissionais de saúde para ampliar o número de equipes habilitadas.

Além do atendimento aos fumantes, o Estado vem fortalecendo ações educativas em escolas estaduais e particulares, capacitações para profissionais da Atenção Primária e Especializada e atividades voltadas à prevenção do uso de cigarros eletrônicos entre jovens.

Parcerias fortalecem fiscalização e conscientização

Entre as ações desenvolvidas neste ano está a intensificação das atividades conjuntas com a Vigilância Sanitária estadual e municipal. As estratégias serão reforçadas entre o Dia Mundial Sem Tabaco, celebrado em 31 de maio, e o Dia Nacional de Combate ao Fumo, em 29 de agosto, com foco no cumprimento das normas da Anvisa relacionadas ao comércio de produtos fumígenos e dispositivos eletrônicos para fumar.

Segundo o gerente de Apoio aos Municípios e de Supervisão do Sistema Estadual de Vigilância Sanitária, Matheus Pirolo, a atuação integrada busca fortalecer o enfrentamento à comercialização irregular desses produtos em Mato Grosso do Sul.

“A Vigilância Sanitária vem atuando de forma contínua, em parceria com os municípios, para garantir o cumprimento do marco regulatório da Anvisa relacionado ao comércio tabagista. Neste período, vamos intensificar ações estratégicas e intersetoriais de orientação, fiscalização e conscientização para fortalecer o controle desses produtos no Estado”, destaca.

A SES também ampliou parcerias com instituições de ensino superior. Como parte da programação alusiva à data, a Gerência de Prevenção e Controle do Tabagismo participa da Jornada Universitária Odontológica (Pré-JUNO), promovida pela Uniderp, com palestra voltada à conscientização sobre os impactos do tabagismo.

André Lima, Comunicação SES
Fotos: Divulgação SES

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Saúde

SUS vai ampliar proteção vacinal contra doença pneumocócica

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© Tomaz Silva/Agência Brasil

A partir de junho, o Sistema Único de Saúde (SUS) vai começar a oferecer um imunizante mais abrangente contra a doença pneumocócica. A vacina pneumocócica conjugada 20-valente (VPC20 ou Pneumo 20) vai substituir a 10-valente, dobrando os sorotipos prevenidos.

O Ministério da Saúde publicou nesta quarta-feira (27) um guia técnico preliminar com orientações sobre a mudança para profissionais de saúde. Os municípios poderão começar a aplicar a vacina assim que receberem o imunizante.

doença pneumocócica é uma infecção causada pela bactéria Streptococcus pneumoniae, ou pneumococo, que pode ocasionar quadros leves, como inflamação no ouvido ou sinusite, ou graves, como pneumonia bacteriana, meningite e sepse.

Estima-se que o pneumococo seja responsável por até 50% de todos os casos de meningite bacteriana em crianças. A mortalidade nesses casos é de cerca de 30%. Além das crianças pequenas, idosos e indivíduos com comorbidades ou imunossupressão também são mais vulneráveis.

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A vacinação contra a doença, com a VPC10, foi incluída no calendário básico infantil em 2010 e desde então, houve redução de 60% dos casos de doença meningocócica causada por algum dos 10 sorotipos combatidos pela vacina em crianças de até dois anos. Os casos de meningite pneumocócica na mesma faixa etária também caíram 65%.

No entanto, em anos mais recentes os casos vêm crescendo. De 2013 a 2019, o Brasil registrou uma média de 164 casos anuais de meningite pneumocócica em crianças de até 5 anos. De 2022 a 2024, a média anual subiu para 211,3 casos.

A Diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações, Flávia Bravo, explica que esta fato é reflexo de uma mudança epidemiológica decorrente da própria efetividade da vacinação.

“A introdução da vacina 10-valente foi excelente na redução desses dez tipos, o que representou uma queda importante nas doenças graves. Mas o pneumococo tem uma característica que a gente chama de “replacement“: você controlando um tipo, reduzindo a circulação, outro tipo pode começar a ganhar o espaço”

Dados da vigilância do Ministério da Saúde mostram que quase 40% dos casos graves com amostra coletada entre 2018 e 2023 foram causados por apenas dois tipos da bactéria não prevenidos pela VPC10, mas incluídos na formulação da VPC20.

“Além disso, nos menores de 1 ano, cerca de 11% dos casos de meningite meningocócica são causados pelos outros tipos adicionais da vacina 20-valente. Isso significa que há a possibilidade da gente voltar a reduzir a curva de incidência porque estaremos protegendo exatamente contra os sorotipos que hoje prevalecem”, complementa Flávia. 

As vacinas pneumocócicas conjugadas, que são o caso tanto da VPC10 quanto da VPC20, também evitam que o pneumococo se instale na nasofaringe de pessoas vacinadas. Por isso, além de evitar que elas desenvolvam a doença, a vacina também impede a transmissão, promovendo proteção indireta às pessoas não vacinadas.

Programa Nacional de Imunizações já oferece outras vacinas mais abrangentes contra a doença pneumocócica, a VPC13 e a VPP23, mas apenas para públicos específicos, com determinadas condições de saúde que aumentam a vulnerabilidade às formas graves da doença. Esses imunizantes também serão substituídos pela VPC20 após o fim dos estoques.

Fazem parte dos grupos de alto risco que devem tomar a vacina: pessoas vivendo com HIV/aids; pacientes oncológicos; transplantados de órgãos sólidos ou medula; imunodeficientes; pessoas com nefropatias, pneumopatias, cardiopatias e hepatopatias crônicas; asmáticos graves; diabéticos; pessoas com síndrome de down e prematuros.

O calendário básico de vacinação prevê que os bebês devem receber duas doses da vacina pneumocócica, aos 2 e aos 4 meses de idades, com mais uma dose de reforço aos 12 meses. Crianças menores de 5 anos que não tenham sido vacinadas na idade correta devem atualizar a carteira o mais breve possível.

Durante o período de transição da VPC10 para a VPC20, as crianças receberão a vacina 20-valente na primeira dose e no reforço, e a 10-valente na segunda dose. Crianças que já receberam a primeira dose da vacina 10-valente, serão vacinadas com a 20-valente na segunda dose e no reforço. Uma dose de reforço da VPC20 também será aplicada nas crianças menos de 5 anos que completaram apenas o esquema básico de duas doses com a VPC10.

A vacina só é contraindicada para pessoas com alergia grave a algum componente da fórmula, ou que apresentaram reação alérgica severa em doses anteriores. Recomenda-se também que quem estiver com febre espere melhorar antes de se imunizar.

Tâmara Freire – Repórter da Agência Brasil

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Saúde

COE confirma 13ª morte por complicações da Chikungunya e queda nas notificações

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Décima terceira morte confirmada por complicações de Chikungunya em Dourados era uma paciente de 82 anos de idade que estava internado no Hospital da Vida – Foto: A. Frota

O Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (COE), criado pela Prefeitura de Dourados para coordenar o enfrentamento à epidemia de Chikungunya na Reserva Indígena e no perímetro urbano do município, confirmou nesta terça-feira (26) que mais uma pessoa morreu morreu em decorrência de complicações da doença. A vítima era uma paciente do sexo feminino, tinha 82 anos de idade e apresentava comorbidades como hipertensão arterial e diabetes. Moradora do Jardim Joquei Clube, ela começou a sentir os primeiros sintomas da Chikungunya no dia 8 de maio, foi internada no Hospital da Vida no dia 15 e faleceu no dia 24 de maio.

Com essa nova confirmação sobe para 13 o número de mortes por complicações da Chikungunya em Dourados, sendo 10 entre moradores das aldeias Bororó e Jaguapiru e 3 de moradores do perímetro urbano. O município ainda tem 4 mortes em investigação, sendo uma mulher de 74 anos, um homem de 71 anos, ambos brancos e com comorbidades como doença renal crônica e diabetes, além de um terceiro idoso de 84 anos, portador de doença arterial coronariana e um homem de 50 anos, que informou não possuir doenças crônicas no momento da classificação de risco.

O Informe Epidemiológico divulgado nesta segunda-feira (21) pelo Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública traz ainda o panorama geral da Chikungunya em Dourados, com 8.904 casos notificados, 4.879 casos prováveis, 4.306 casos confirmados, 4.025 casos descartados e 573 casos em investigação. Na Reserva Indígena o cenário epidemiológico aponta 3.209 casos notificados, com 2.139 casos confirmados, 787 casos descartados e 263 casos em investigação.

Os números mostram ainda uma queda acentuada no número de leitos ocupados por pacientes com complicações por Chikungunya. No período mais crônico da epidemia o número de internações variava entre 52 e 58 pacientes e atualmente são 28 pessoas internadas, sendo 23 no Hospital Universitário HU-UFGD, 1 no Hospital Regional, 1 no Hospital da Vida e 3 no Hospital Evangélico Mackenzie.

RECUO DA EPIDEMIA

O 13º obito é confirmado num momento em que a epidemia recua em Dourados com a Curva Epidêmica registrando 240 notificações na 20ª semana de levantamento realizado pela Secretaria Municipal de Saúde. “O número de focos do mosquito nas fiscalizações realizadas pelos agentes de combate às endemias também tem recuado acentuadamente nas últimas semanas, mas a população precisa manter a vigilância e continuar seguindo as medidas preventivas, sobretudo de combate aos pontos com água parada nos quintais e no interior das residências”, alerta o secretário municipal de Saúde, Márcio Figueiredo, que também é coordenador-geral do COE.

Na semana 1, quando quando iniciou o monitoramento, foram registradas 19 notificações, com esse número chegando a 16 na semana 2, passando para 32 na semana 3 e ficando em 35 notificações na semana 4. A Semana Epidemiológica 5 registrou 40 notificações, com o número saltando para 72 notificações na semana 6, ficando em 65 na semana 7. A escalada da epidemia começou na Semana Epidemiológica 8 quando foram recebidas 143 notificações, com o volume saltando para 217 na semana 9 e chegando a 358 na semana 10.

Na Semana Epidemiológica 11 foram registradas 791 notificações de casos de Chikungunya em Dourados, com o auge da epidemia ocorrendo na semana 12 com 1207 notificações, recuando para 897 na semana 13 e voltando a subir para 1151 na semana 14. Na semana 15 foram registradas 1068 notificações da doença, com o volume de casos começando a cair a partir da Semana Epidemiológica 16 quando foram registrado 852 notificações, recuando para 621 na semana 17, oscilando para 681 na semana 18, caindo para 399 na semana 19 e ficando em 240 notificações na Semana Epidemiológica 20.

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