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Economia

Governo investe R$ 7,8 milhões para duplicação da BR-267, na entrada de Porto Murtinho

O empreendimento será feito com recursos próprios do Governo do Estado.

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Com R$ 7,8 milhões de investimento, o Governo do Estado vai realizar a pavimentação e a duplicação de um trecho de 1,3 km da BR-267, na entrada do município de Porto Murtinho. Isso vai facilitar e melhorar o acesso a cidade, que fica na região de fronteira com o Paraguai.

O contrato para realização da obra foi publicado nesta terça-feira (21), no Diário Oficial do Estado. A empresa responsável pelos trabalhos terá o prazo de 180 dias (6 meses) para concluir as atividades. O empreendimento será feito com recursos próprios do Governo do Estado.

É mais um investimento da gestão estadual no município, que se tornou estratégico na consolidação da Rota Bioceânica, que vai ligar Mato Grosso do Sul aos países sul-americanos, para depois “encurtar” o caminho ao Oceano Pacífico, facilitando as negociações com o mercado asiático.

“Porto Murtinho está no ápice dos investimentos para preparar aquela região para a concretização do corredor de exportação e importação pela Rota Bioceânica, além do fortalecimento e crescimento dos portos. Uma cidade que terá um desenvolvimento extraordinário nos próximos anos”, ressaltou o governador Reinaldo Azambuja.

O prefeito de Porto Murtinho, Nelson Cintra, destacou que o Governo do Estado tem sido um grande parceiro do município, com obras estruturantes importantes para toda região. “O Governo abriu as portas para Porto Murtinho, que se transformou em um canteiro de obras. É o melhor governador que já tivemos e Murtinho agora é o começo do Brasil”, descreveu.

Desde 2015 a gestão estadual já investiu R$ 109 milhões em Porto Murtinho, sendo R$ 83 milhões apenas em obras de infraestrutura.  As demais ações abrangem todos os setores como saúde, segurança, saneamento, habitação e esporte.

(Com assessoria. Foto: Divulgação)

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Cidades

Governo investe R$ 99,6 milhões em obras nas rodovias e estradas da Costa Leste do Estado

O objetivo é contribuir para economia local, melhorar o escoamento da produção e tornar o trânsito mais seguro.

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Com investimento de R$ 99,6 milhões, o Governo do Estado promove uma série de obras de pavimentação em rodovias e estradas na região da Costa Leste. O objetivo é contribuir para economia local, melhorar o escoamento da produção e tornar o trânsito mais seguro. Neste pacote ainda tem o fortalecimento do turismo.

Em Três Lagoas, um dos principais polos industriais do Estado, o governador Reinaldo Azambuja deu ordem de serviço para pavimentação da MS-320, em um trecho de 31,75 km, que se trata do terceiro lote na rodovia. Lá serão investidos R$ 76,8 milhões.

“Nós temos gratidão por este apoio e parceria com a população de Três Lagoas, com diversas obras na cidade, entre elas a pavimentação da MS-320. Um governo municipalista e com responsabilidade, que contribui para o desenvolvimento da cidade e toda região”, destacou o prefeito de Três Lagoas, Ângelo Guerreiro.

A pavimentação vai ajudar no desenvolvimento local, com o transporte de grãos e produtos da região, dispondo de uma logística de qualidade para ligar outros polos econômicos do Estado.

“O Estado recuperou a capacidade de investir. Os investimentos são importantes porque fortalecem a estrutura de logística, tornando nossos produtos mais competitivos. Por isso seguem as obras de pavimentação, restauração e conservação das rodovias”, afirmou o governador Reinaldo Azambuja.

Anel viário

Em Santa Rita do Pardo o Governo do Estado promove a obra de pavimentação do contorno viário da cidade, com custo de R$ 12,77 milhões, em um trecho de 2,893 km. As atividades estão em andamento. Elas começaram no trecho da rodovia MS-338 e seguiram próximo ao frigorífico Frigolon.

A obra começou no final de março e a previsão é concluir os trabalhos até 18 de novembro deste ano. A pavimentação dará mais segurança ao tráfego da região, já que serão retirados os veículos pesados da área urbana do município e ainda iria contribuir com a economia da cidade.

“Estamos realizando um grande sonho da população de Santa Rita do Pardo. Esse investimento vai garantir mais segurança à população, retirando os veículos pesados da região urbana e também proporcionará mais desenvolvimento ao município”, disse o governador.

O prefeito de Santa Rita, Roberto Calixto Costa, afirmou que esta obra e outros investimentos na cidade mostram a parceria com o Governo do Estado. “O governador (Reinaldo Azambuja) tem mostrando que sua gestão é extremamente municipalista, preocupado com as cidades. São investimentos que vão ajudar a população”.

Fomento ao turismo

Em Anaurilândia já foi concluída a obra de pavimentação de acesso ao balneário municipal da cidade, que seguiu no trecho da MS-276, em uma extensão de 8,58 km. O investimento do Governo do Estado foi de R$ 9,99 milhões. A expectativa é melhorar as condições para contribuir com o turismo local.

O Governo do Estado tem investido na pavimentação e recuperação de estradas que dão acesso a balneários e pontos turísticos do Estado. O setor é uma das prioridades da gestão estadual, pela abertura de vagas de emprego, renda e fortalecimento da economia local.

As obras em rodovias na Costa Leste se somam a mais 57 espalhadas em diferentes regiões do Estado. Ao todo são 47 de pavimentação, no valor de R$ 1,7 bilhão e mais 13 obras de restauração (rodovias), com mais de R$ 330 milhões de investimento.

(Com assessoria. Foto: Divulgação)

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Economia

Investir 13º antecipado pode ser uma boa estratégia para ter renda extra

A decisão de antecipar o 13° salário atende aos pedidos dos próprios servidores estaduais.

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A antecipação do 13º salário dos servidores estaduais vai representar um volume extra de mais de R$ 200 milhões na conta no dia 5 de julho. Além de movimentar o comércio, colocando mais dinheiro para giro na economia, este valor ainda poderá ser usado também para que garantir bons rendimentos para os servidores. A opinião é do economista Michel Constantino, que é PhD em Economia e professor da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB). “Os servidores que reclamam da antecipação é um alerta, são pessoas que não possuem planejamento”. salientou o professor da UCDB.

Ele ainda destaca que a antecipação do 13º pode ser utilizada para pagar dívidas ou antecipar contas a prazo, isso ajuda a reduzir os juros. “Um exemplo é o financiamento de imóveis e veículos”, enfatizou. Quem estiver mais organizado nas contas poderá ainda fazer investimentos. “Com os juros em alta, os investimentos em CDI são os menos arriscados e mais rentáveis. Os CDIs são atrelados à taxa Selic que esta em alta”, explicou.

Além disso a pessoa pode investir em LCI e LCA – com a possibilidade de pré fixado, o investidor de LCI e LCA pode saber se qual será o ganho real no futuro, ou seja, no momento de resgatar.
“Sabemos que muitos usam o dinheiro extra para acertar as contas. Essa não é uma recomendação de investimento, mas, dicas para fazer as melhores escolhas”, acrescenta Constantino.

Datas

No dia 30 de junho, o Governo do Estado deposita o salário dos servidores públicos que estará disponível para o saque a partir de 1° de julho. Já a antecipação da metade do 13° salário será paga em 5 de julho, podendo ser sacado pelos funcionários em 6 de julho. Segundo dados da SAD (Secretaria de Estado de Administração e Desburocratização) com o pagamento do salário e da metade do 13° serão injetados R$ 736,5 milhões na economia do Estado, o que vai movimentar e ajudar o comércio local em diferentes cidades. A folha salarial referente a junho será de R$ 527.642.240,48, para 84 mil servidores, entre ativos, inativos e pensionistas. Já a antecipação do 13° corresponde a um pagamento de R$ 208.899.358,08.

O governador Reinaldo Azambuja ressaltou que a decisão de antecipar o 13° salário atende aos pedidos dos próprios servidores estaduais.

(Com assessoria. Foto: Divulgação)

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Cidades

Nova Ferroeste vai impactar na economia sul-mato-grossense pelas próximas seis décadas

Conheça os detalhes do edital da Nova Ferroeste, ferrovia que ligará Mato Grosso do Sul ao Paraná

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A Nova Ferroeste é um projeto do Governo do Paraná em parceria com o Governo de Mato Grosso do Sul e Santa Catarina de uma estrada interestadual que visa a ampliação da Estrada de Ferro Paraná Oeste S.A, trecho de pouco mais de 200 quilômetros em operação entre Guarapuava e Cascavel. O novo traçado, com 1.567 quilômetros, vai ligar os municípios de Maracaju (MS) e Paranaguá, além de criar um ramal entre Foz do Iguaçu e Cascavel e entre Chapecó (SC) e Cascavel. Quando a ferrovia estiver concluída, este será o segundo maior corredor de grãos e contêineres do País. O Governo do Paraná vai levar o projeto a leilão no segundo semestre de 2022.

A Secretaria de Estado da Produção, Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico e Agricultura Familiar (Semagro), em parceria com a Agência Estadual de Notícias do PR, preparou um guia com perguntas e respostas sobre o novo projeto. Após os estudos de viabilidade e das questões socioambientais, desenvolvidos por equipes técnicas contratadas, o traçado trará o mínimo de impacto possível ao dia a dia do Paraná e possibilitará crescimento sustentável da economia local, sendo um dos principais projetos do mundo nesse modal. A Nova Ferroeste será verde e dará ao Estado nova competitividade no mercado nacional e internacional.

Ferroeste Curitiba PR

O que é a Nova Ferroeste?

Ao todo, o traçado do projeto passa por 67 municípios: 52 no Paraná, oito no Mato Grosso do Sul e sete em Santa Catarina. A Nova Ferroeste vai unir por trilhos Paraná, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina, dois dos principais polos exportadores do agronegócio brasileiro, e se transformar no segundo maior corredor de transporte de grãos e contêineres do País, perdendo em capacidade apenas para a malha paulista. A ferrovia será verde e sustentável.

Como será feito o leilão do projeto?

A Ferroeste S.A. vai levar a leilão na Bolsa de Valores cinco contratos celebrados com o Ministério da Infraestrutura. O anúncio foi feito pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior. O contrato de concessão da década de 1980, que conecta Guarapuava a Dourados (MS) e outros quatro contratos de autorização, de 2021 e 2022, com as seguintes ligações: Dourados a Maracaju, Cascavel a Foz do Iguaçu, Cascavel a Chapecó e Guarapuava a Paranaguá. O projeto contempla a construção de 1.567 quilômetros de trilhos e neste total está sendo considerada a repotencialização do trecho entre Guarapuava e Cascavel, em operação atualmente.

Qual o modelo jurídico escolhido para o leilão?

Será feita a cessão onerosa desses contratos, ou seja, os contratos serão transferidos para a iniciativa privada por 99 anos (prazo previsto na legislação). O valor do lance mínimo a ser dado na data do leilão é de R$ 110 milhões. O total obtido será revertido para a atual Ferroeste.

Quando será feito o leilão?

O leilão depende da emissão da Licença Prévia Ambiental pleiteada pelo Paraná e em processo de análise pelo Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Já foram feitas sete audiências públicas para discutir a ideia. Elas reuniram cerca de 4 mil participantes. A previsão é colocar na Bolsa de Valores no segundo semestre.

Quanto deve custar a execução da obra e a operação da ferrovia? Quem vai construir?

O Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) prevê o investimento de R$ 35,8 bilhões para a construção e compra de material rodante para os 1.567 quilômetros de trilhos que vão ligar Paraná, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina.

Depois do leilão, em quanto tempo devem começar as obras?

O início depende da realização do projeto executivo de engenharia pelo empreendedor, quando serão detalhados todos os itens necessários para a obra. Estima-se, em média, dois anos para a conclusão desse estudo. É neste momento que o vencedor do leilão vai solicitar a Licença de Instalação para o órgão licenciador, o Ibama. Após a obtenção, pode começar o trabalho de construção.

Qual será o primeiro trecho executado?

O edital prevê a realização das obras a partir da região de Paranaguá, até chegar a Guarapuava. Esta ligação é essencial porque vai permitir uma nova descida por trilhos na Serra da Esperança, em Guarapuava, e na Serra do Mar, passando por fora da capital paranaense, seguindo por São José dos Pinhais. Dessa maneira a carga vai poder transitar em maior volume e velocidade, mitigando o impacto nas áreas urbanas de maior concentração. A repotencialização da atual ligação entre Guarapuava e Cascavel completa o trajeto a ser entregue nos primeiros sete anos. Nos três anos seguintes ao início da operação o empreendedor vai apresentar um cronograma de execução dos demais trechos, definindo as prioridades.

Quantos empregos devem ser gerados?

O EVTEA aponta para a geração de 375 mil empregos diretos indiretos e pelo efeito renda em seis décadas. O maior volume está concentrado nos primeiros 10 anos.

Quais as principais vantagens da execução deste projeto?

A Nova Ferroeste aumenta de maneira exponencial a participação do modal ferroviário no Paraná, ligando o Estado ao Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e aproximando os trilhos do Paraguai e da Argentina. Dados do EVTEA indicam a redução do custo logístico em cerca de 28% em comparação com o frete rodoviário. Essa economia gerada vai permitir a prática de preços mais competitivos no comércio exterior e a redução do produto final nas prateleiras do supermercado aqui no Brasil.

Também é um projeto pensado dentro da Agenda 2030, de desenvolvimento sustentável. A instalação do modal terá impacto na melhoria da qualidade do ar. A conta simples prevê que um trem com 100 vagões substitui 357 caminhões, ambos com capacidade aproximada de 100 toneladas de carregamento. Outra preocupação é com a redução dos conflitos urbanos. A orientação é para que os trechos da ferrovia evitem cruzar as cidades. Em Curitiba, por exemplo, os trilhos serão todos desviados, sem a passagem de trens por cruzamentos que podem gerar acidentes.

Como acessar o edital e contribuir com sugestões?

O edital completo está disponível nos sites da Nova Ferroste e da Ferroeste. As minutas podem ser baixadas e analisadas por qualquer interessado. Quem desejar enviar contribuições poderá fazer as considerações enviando um e-mail novaferroeste@ferroeste.pr.gov.br entre os dias 27 de junho e 15 de julho.

Quando o edital será publicado oficialmente?

Após a obtenção da Licença Prévia Ambiental, que deve ocorrer no começo do segundo semestre.

(Com assessoria. Foto: Divulgação)

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