Para dar mobilidade e segurança ao trânsito da região, a obra de restauração da Avenida Cafezais, na região Sul de Campo Grande, está bem avançada, dando melhores condições para o trecho e contribuindo com moradores de seis bairros. Este é mais um investimento do Governo do Estado para melhorar a infraestrutura da Capital.
Estão previstas na Avenida Cafezais obras no valor de R$ 9,5 milhões, que tem como foco principal a duplicação da via, que sofre nos horários de pico com a movimentação intensa de veículos que acessam a Avenida Guri Marques. Neste trecho já começaram os trabalhos de drenagem, para depois dar sequência nas atividades.
Já o recapeamento da via urbana ocorre em três etapas, em um percurso de 6 km. Neste serviço serão investidos R$ 3 milhões dos cofres estaduais, tendo a restauração de 45 mil metros quadrados. Os trabalhos já estão bem adiantados, com boa parte do trecho restaurado.
Todo trabalho foi feito de forma organizada para não atrapalhar o fluxo dos carros e nem o comércio da região, que é intenso durante o dia. Os trabalhos de recapeamento passam pelo trecho da Rua Delegado Alfredo Hardam até a Rua Patrocínio, com algumas intervenções e até pavimentações, como em novas alças para dar mobilidade ao trânsito. As obras vão beneficiar os moradores dos bairros Canguru, Centro-Oeste, Macaúbas, Marajoara, Mário Covas e Paulo Coelho Machado. A Avenida é a principal via que liga estes bairros, sendo importante polo comercial, com lojas, supermercados, restaurantes, bares e escritórios.
“É um investimento importante que contribui para resolver os problemas de mobilidade urbana principalmente para quem entra na Cafezais pela Avenida Gury Marques. Trata-se de uma avenida com fluxo intenso e a obra vai beneficiar diretamente os comerciantes e moradores da região. Os trabalhos estão no início e nossa equipe está acompanhando para entregar mais uma obra com qualidade que vai melhorar a vida da população campo-grandense”, afirmou o secretário de Infraestrutura e Logística, Hélio Peluffo Filho.
Melhorias sem transtornos
Além de trazer melhorias para população, as obras na Avenida Cafezais não atrapalharam os comerciantes e moradores, que só têm elogios para as intervenções. “A obra vai ser muito boa, ajuda a todos, inclusive para os clientes que frequentam meu estabelecimento. Depois da duplicação ainda vai contribuir muito no acesso a toda região”, disse Pedro Augusto, dono de um hortifrúti na região.
Fernanda Soares, atendente de um petshop na Cafezais, destacou que o recapeamento na via está ficando ótimo. “Melhorou bastante a avenida e toda a obra está sendo feita de forma tranquila, sem atrapalhar o movimento das lojas. Quando duplicar a Cafezais vai facilitar muito para mim, que venho de outro bairro para trabalhar aqui”.
Proprietária de uma loja de roupas, Roselaine Mourão se instalou na Avenida desde novembro. Ela destacou que as obras não geraram transtorno ao comércio local, pelo contrário, irão valorizar os estabelecimentos. “Valoriza nosso comércio e não atrapalhou em nada as vendas. Quando duplicar o trecho lá na saída do bairro vai ficar melhor ainda. Só tenho elogios a fazer”.
A decisão entre o desconto simplificado e o modelo por deduções legais pode fazer uma grande diferença no seu bolso.
“A declaração completa é ideal para as pessoas que têm muitas despesas dedutíveis na área de saúde, educação, previdência privada e dependentes. Permite que eu detalhe todas as minhas despesas. Na declaração simplificada, aplica o desconto padrão de 20%, sem necessidade de comprovação das minhas despesas. É indicada para pessoas que têm pouca despesa dedutível”, explica o professor de ciências contábeis da Faculdade Anhanguera, Gilder Daniel Torres.
A melhor estratégia para o contribuinte é testar os dois modelos, simplificado e completo.
“Utilizar seus gastos com saúde, educação, colocar seus dependentes na declaração. Gastos com médicos, dentistas, hospitais, plano de saúde, podem ser deduzidos sem limites, desde que comprovados os gastos com dependentes. A educação, desde que respeitado o limite anual. Também é possível utilizar os gastos com seus dependentes”, orienta a professora Ahiram Cardoso.
Já o especialista Paulo Pêgas, vice-presidente de controle interno do Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro (CRC-RJ), dá uma dica importante para não errar na escolha final.
“O contribuinte deve informar as deduções que tem, porque o próprio programa da Receita Federal informa quanto você teria que pagar no modelo completo e quanto você teria que pagar no modelo simplificado. E aí, você escolhe: o menor valor a pagar ou o maior valor a restituir.”
O modelo simplificado é mais prático, mas se você tem dependentes e gastos elevados com saúde e educação, o modelo completo pode ser o seu maior aliado.
Organize seus recibos, compare os modelos no sistema e garanta o melhor resultado financeiro.
Edgard Matsuki – Repórter da Radioagência Nacional
O governo federal propôs um salário mínimo de R$ 1.717 para o ano que vem, com aumento nominal de 5,92%. O valor consta do Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, enviado nesta quarta-feira (15) ao Congresso Nacional.
O reajuste segue a projeção de 3,06% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) para os 12 meses terminados em novembro mais o crescimento da economia em 2025, limitado ao crescimento de gastos de 2,5% acima da inflação, determinado pelo arcabouço fiscal. A estimativa para o INPC também consta do PLDO.
O projeto também apresentou previsões de R$ 1.812 para o salário mínimo em 2028, de R$ 1.913 para 2029 e de R$ 2.020 para 2030. As projeções são preliminares e serão revistas no PLDO dos próximos anos.
Em 2023, o salário mínimo voltou a ser corrigido pelo INPC do ano anterior mais o crescimento do PIB, soma das riquezas produzidas pelo país, de dois anos antes. Essa fórmula vigorou de 2006 a 2019. Por essa regra, o salário mínimo aumentaria 2,3% acima do INPC.
O pacote de corte de gastos aprovado no fim de 2024, no entanto, limitou o crescimento. Isso porque o salário mínimo entrou nos limites do arcabouço fiscal, que prevê crescimento real (acima da inflação) dos gastos entre 0,6% e 2,5%. Como o crescimento de 2,3% no PIB está abaixo do teto de 2,5%, a expansão da economia em 2025 poderá ser aplicada.
O Ministério do Trabalho e Emprego inicia, nesta quarta-feira (15), o pagamento do terceiro grupo de trabalhadores com direito ao abono salarial. Em nota, a pasta informou que serão pagos benefícios a um total de 4.272.981 trabalhadores nascidos em março e abril, com um desembolso de R$ 5,4 bilhões.
“O abono salarial será pago a 3.826.355 trabalhadores vinculados a empresas privadas cadastradas no Programa PIS, por meio da Caixa Econômica Federal, e a 446.626 trabalhadores servidores públicos vinculados ao Programa Pasep, por meio do Banco do Brasil”, destacou o comunicado.
O valor do benefício varia de R$ 136 a R$ 1.621, de acordo com a quantidade de meses trabalhados durante o ano-base 2024. Em 2026, o calendário de pagamento do abono salarial teve início em 16 de fevereiro. Os valores, segundo a pasta, ficarão disponíveis aos trabalhadores até 30 de dezembro de 2026.
Têm direito ao abono salarial trabalhadores que atendem a critérios como:
estar cadastrado no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, contados da data do primeiro vínculo;
ter recebido, de empregadores que contribuem para o Programa de Integração Social (PIS) ou para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), até o valor de referência de R$ 2.766 de remuneração mensal no ano-base 2024;
ter exercido atividade remunerada durante pelo menos 30 dias, consecutivos ou não, no ano-base considerado para apuração;
ter seus dados do ano-base 2024 informados corretamente pelo empregador no eSocial.
Pagamento
O pagamento do abono salarial pela Caixa será realizado prioritariamente por crédito em conta do trabalhador (corrente, poupança ou Conta Digital) ou por meio do aplicativo Caixa Tem, em conta poupança social digital aberta automaticamente.
Para o trabalhador não correntista, o pagamento será realizado por meio de canais como agências, lotéricas, autoatendimento, Caixa Aqui e demais canais disponibilizados pelo banco.
Já no Banco do Brasil, o pagamento será realizado prioritariamente por crédito em conta bancária, transferência via TED ou Pix e presencialmente, nas agências de atendimento, para trabalhadores não correntistas e que não possuem chave Pix.
“Informações adicionais poderão ser obtidas nos canais de atendimento do Ministério do Trabalho e Emprego, nas unidades das Superintendências Regionais do Trabalho ou pelo telefone 158”, concluiu a pasta.