Connect with us

Educação

Estado amplia ações para fortalecer políticas públicas voltadas aos jovens

Uma das metas de 2022 é a implantação do Centro de Atendimento da Juventude

Publicado

on

O governador Reinaldo Azambuja quer fortalecer as políticas públicas voltadas aos jovens com a integração de ações nas áreas de cultura, saúde, educação, esporte, lazer, assistência social e trabalho. Para o Governo do Estado, a preparação dos jovens, principalmente no âmbito da formação, desenvolvimento intelectual e qualificação profissional, é fundamental para os avanços sociais e econômicos.

“Não há dúvida que o esporte é uma ação importante e investir na vida não tem preço. A garantia do futuro está na boa formação dos jovens, no crescimento pessoal e profissional”, diz o governador. Para estabelecer uma política eficiente na promoção das políticas públicas voltadas à juventude é preciso, segundo Reinaldo Azambuja, promover saúde e educação de qualidade, gerar empregos, fomentar a qualificação profissional, facilitar o acesso à cultura, esporte, lazer e cidadania. “São tarefas que o governo deve praticar com ações integradas, envolvendo todas as secretarias”.

A diretriz do governo, definida com a recriação da Secretaria de Cidadania e Cultura, leva em conta não apenas as necessidades regionais, mas também as mudanças globais, marcadas pela nova geopolítica e conceitos socioambientais, que colocam os adolescentes e jovens em posição crucial na percepção do futuro do planeta.

“Os adolescentes e jovens estão numa fase da vida em que as escolhas são de fundamental importância, diante das possibilidades para construir seu o futuro e só terão acesso sobre o que lhes é oferecido, com informações sobre programas e políticas públicas que contribuam para o desenvolvimento pessoal e formação profissional”.

Para o Governo do Estado, a recriação da Secretaria de Cidadania e Cultura foi uma estratégia importante na política de inclusão social e econômica, porque abre o leque de investimentos nas políticas públicas voltadas não apenas aos jovens, mas também às chamadas minorias – indígenas, negros, mulher, deficiente, comunidade LGBT – que, na verdade, compõem a maioria da população. No caso dos adolescentes e jovens, amplia o conhecimento na prática, permite a esse público ganhar experiência, garante os direitos à formação humana, cidadã e social e nesse caso é preciso investir nos programas de aprendizagem e abrir as janelas de oportunidades no mundo do trabalho.

“A formação deve ser inicial e continuada, assegurando qualificação na medida que o mercado exige. Hoje um dos grandes gargalos é a falta de mão-de-obra qualificada no momento em que as oportunidades se multiplicam. O ensino convencional é a base da aprendizagem. É preciso avançar além”.

GARANTIA DOS DIREITOS

Na formulação das políticas públicas, o Governo do Estado avalia que a orientação às famílias em situação de vulnerabilidade e risco social deve ser uma das interfaces, ação que não consiste apenas em compromisso ou vontade política, mas o dever de se garantir direitos fundamentais

O  realinhamento das políticas públicas está buscando justamente isso, ações mais efetivas de afirmação da cidadania e atenção a uma grande parcela da população que permanece excluída dos processos de aprendizagem e de desenvolvimento.

AÇÕES DO ESTADO
As ações voltadas à população formada por adolescentes e jovens em Mato Grosso do Sul são orientadas, segundo o subsecretário Ian Odara Araújo pelo Estatuto da Juventude (Lei n° 12.852/13) e por quatro eixos: Empregabilidade (postos de trabalho e renda), participação social, empreendedorismo e ciência e tecnologia.

“A participação social é fundamental agora e esse objetivo se fortalecerá com a reativação do Conselho Estadual da Juventude, porque é o debate com a sociedade que deve nortear as ações, que contarão com recursos alocados por meio de emenda parlamentar’, destaca o subsecretário Ian Araújo.

Além das ideias e os debates em torno do papel do Estado e as necessidades da população jovem, Ian observa que a melhor ação é a prática, “a política objetiva, concreta”, por isso a Subsecretaria está atuando firmemente nas medidas que busquem qualificar o jovem para que ele esteja pronto para ser inserido no mercado de trabalho, “auxiliar na busca de postos de trabalho e incentivar a abertura de vagas de trabalho, principalmente para jovens que estão em busca do primeiro emprego”.

Em 2019 foi lançado o Programa Capacita Juventude, que se estendeu em 2020 em parceria com a Fundação Escola de Governo, na modalidade de ensino a distância. O programa qualifica jovens na faixa de 15 a 29 anos. Em 2021 houve a adesão de parceiros nos projetos, Senai, Senac e Instituto Federal, com resultados bastante positivos.

Cerca de 998 jovens foram qualificados em cursos de Marketing Pessoal para vendedores: você é o seu melhor produto (37 jovens em 5 municípios); A Arte de se comunicar e vender mais (47 em 6 municípios, e 2 em UNEIS); Javascript – Interatividade para Web (45 em 5 municípios); HTML e CSS – Criação de Websites (55 jovens de 7 cidades); Desenvolvimento de Aplicativos Móveis Multiplataforma com Xamarin Forms (34 em 6 municípios); Técnicas em meios de hospedagem (29 em 3 municípios); Assistente em Recursos Humanos (278 participantes); Vendedor (239); Operador de Computador (232) e Camareiro, de qualificação de mão de obra nas três regiões turísticas do Estado.

Apesar da limitação dos investimentos, houve inúmeras outras ações nos eixos do empreendedorismo e participação social e nesse arco verificou-se a importância da integração e interfaces, como o apoio da Fertel e Secretaria de Educação para a realização do “Aulão do Enem”.

De acordo com o subsecretário de Políticas Públicas para a Juventude, as ações voltadas aos adolescentes e jovens se multiplicaram nos últimos anos, a partir de 2019. Apesar da pandemia, muitas delas foram desenvolvidas em 2020 e 2021, como o Fórum de Gestores Municipais, realizado em março do ano passado, com alcance em 13 municípios, com acessos em formato virtual a conteúdos sobre controle social, captação de recursos, criação de projetos nas áreas de esporte, educação e segurança pública.

No ano passado foram gravados 11 programas sobre esporte, empreendedorismo, gravidez precoce, combate às drogas, economia, prevenção ao suicídio, juventude e política.
Outras ações desenvolvidas – Semana Estadual da Juventude, entre os dias 18 e 25 de setembro de 2021; Semana Estadual do Jovem Empreendedor; Dia E, nas escolas estaduais; palestra sobre empreendedorismo nas UNEIS; palestra sobre empreendedorismo para universitários; entrevistas com jovens empresários, encontro de startups e jovens acadêmicos Programa Movimenta Juventude, capacitação de jovens indígenas, ribeirinhos, quilombolas e assentados. Participaram 89 jovens de assentamentos rurais.

Em 29 de setembro foi lançada na Escola Superior da Defensoria Publicas, a Cartilha dos Direitos da Juventude, com tiragem de 10 mil exemplares.
Uma das metas de 2022 é a implantação do Centro de Atendimento da Juventude, com recursos de emenda da deputada federal Bia Cavassa. A ideia é criar um espaço público onde o jovem possa desenvolver suas habilidades artísticas e cultural, se aperfeiçoar para o mercado de trabalho e desenvolver o empreendedorismo.

(Com assessoria. Fotos: Divulgação)

Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Educação

Conselho Nacional de Educação atualiza regras do ensino integral

Publicado

on

© Tomaz Silva/Agência Brasil

Conselho Nacional de Educação (CNE) alterou diretrizes do ensino integral na educação básica e definiu prazo até 31 de outubro para que cada rede atualize suas normas. 

medida está publicada na edição desta terça-feira (23) do Diário Oficial da União.

Pelo novo texto, estados, municípios e o Distrito Federal deverão revisar e atualizar todos os atos normativos que regulamentam a educação integral, como resoluções, portarias, diretrizes curriculares, regimentos escolares e projetos pedagógicos.

Esses atos deverão passar pelos respectivos conselhos de educação e seguir orientações do Ministério da Educação.

Agência Brasil

Continue Lendo

Educação

Dia do orgulho autista: saiba os direitos dos alunos na escola

Publicado

on

© Rosângela Cardoso/Arquivo pessoal

Na festa junina da escola na última semana, Lúcio, de 4 anos, se divertia, mas, em um momento seguinte, passou a reclamar do barulho da música. Por isso, resolveu não ficar mais no meio da roda. 

“As professoras respeitaram. Ficaram ao lado e seguraram a mão dele. Depois, ele voltou e continuou. Eu achei tão bonito”, diz a mãe, a esteticista Rosângela Cardoso, de 50 anos. Lúcio tem diagnóstico de transtorno do espectro autista. Ele frequenta o jardim de infância de uma escola pública no Distrito Federal.

O menino tem esse diagnóstico assim como o irmão dele, João, de 11 anos.  Ambos gostam muito de ir para a escola. Rosângela entende que a cena na festa junina simboliza o que ela quer no ambiente escolar para os meninos: respeito e inclusão. Esses temas estão no centro das preocupações em dias de visibilidade como hoje (18), Dia do Orgulho Autista.

Legislação

Respeito e inclusão não são favores prestados por uma escola, seja pública ou privada, em qualquer nível educacional. Trata-se de obrigação prevista na legislação brasileira, conforme explica a advogada  Adriana Monteiro, de 50 anos. Ela é especializada na defesa de pessoas com deficiência.

Brasília (DF), 18/06/2026 – Advogada Adriana Monteiro com os filhos. Dia do orgulho autista: saiba os direitos dos alunos na escola
Foto: Adriana Monteiro/Arquivo pessoal
A advogada Adriana Monteiro, com os filhos, diz que respeito e inclusão são obrigações previstas na legislação – Foto Adriana Monteiro/Arquivo pessoal

Nem sempre essa foi a área de atenção dela. A advogada era especialista na defesa de mulheres vítimas de violência doméstica. Trocou, há duas décadas, de abnegação por uma missão de vida depois que os dois filhos (ambos hoje adultos, uma de 25 e o outro de 23) foram diagnosticados com autismo.

“Eu descobri o quanto era difícil conseguir qualquer direito para uma pessoa com deficiência. E acabei migrando de área”, recorda. Ficou abismada depois que escolas em Brasília recusaram a matrícula da filha. Sentiu a dor do filho experimentar o bullying no lugar que deveria ser um ambiente de proteção.

Para a advogada, o Brasil tem excelente legislação voltada para a inclusão de pessoas com deficiência.

“Acompanhamos de perto o nascer da Lei Brasileira de Inclusão, publicada em 2015. É robusta, mas ainda há ignorância sobre ela”, afirma.

Além dessa legislação, a Lei Berenice Piana instituiu, na prática, uma política nacional de proteção dos direitos da pessoa com autismo e garantiu direitos ao considerar o transtorno uma “deficiência persistente”.

Direito de exigir

A advogada Adriana Monteiro defende que as famílias precisam saber que têm o direito de exigir que a escola se comporte como uma rede de proteção.

 “As famílias têm o direito de cobrar que a criança tenha materiais, provas e avaliações adaptadas. Tudo precisa ser adaptado à forma de aprendizado que vai trazer maiores frutos pedagógicos”, explica.

Segundo ela, a escola tem a obrigação de fornecer material pedagógico, aulas adaptadas e profissionais, inclusive além do professor, para que as crianças possam contar dentro de sala de aula. “Tanto de mediação ou apoio para alimentação, ir ao banheiro e todo suporte emocional que essa criança precisa ter”. 

Adriana acrescentou que pessoas com autismo podem se desregular dentro de sala de aula e cometem atos que, às vezes, podem ser entendidos como atitudes que precisam ser repreendidas. “Mas há escolas que não fazem o dever de casa de saber como evitar as crises e de como preveni-las”.

Por isso, se torna importante que a unidade de ensino garanta a contratação de profissional que atue de forma individualizada com essa criança. “Todos nós, enquanto sociedade, somos responsáveis, por aquilo que acontece com essa pessoa, que é vulnerável”. Por isso, os custos devem ser divididos pela comunidade escolar. 

Outro direito é que nenhuma escola, pública ou privada, pode negar a matrícula a uma criança com deficiência, inclusive autismo, conforme está previsto no artigo 8º da Lei Brasileira de Inclusão. “A escola também não pode suspender, expulsar ou tomar medidas de não inclusão em razão da deficiência”, afirma a advogada.

Espaços de denúncia

As queixas de eventuais violações podem ser denunciadas em uma delegacia de polícia, na Defensoria Pública ou no Ministério Público. Na história da família dela e de outras pessoas ouvidas pela Agência Brasil, foi comum a ocorrência de, depois que é identificado que o aluno a ser matriculado tem o espectro autista, a vaga “some”.

“A família não é obrigada a dar essa informação para a escola no ato da matrícula. Pode deixar para falar sobre isso depois que o aluno estiver matriculado”.

Também inspirada pela experiência em casa com o Pedro, hoje com 18 anos, a professora de química Joanna de Paoli se transformou em ativista e pesquisadora dos direitos da pessoa com autismo. Ela passou a capacitar professores para promoverem inclusão. “O que eu percebo é como a infraestrutura e a parte material de formação ainda seguem não condizentes com as necessidades com as realidades desses alunos”.

A escola, um espaço público de direito de todos, ainda não traz, segundo ela, as condições de acesso para todos. “Os alunos que já estão na escola regular, ainda não têm as suas necessidades atendidas. Então, falta suporte”. 

Brasília (DF), 18/06/2026 –  Joanna de Paoli e o filho PedroDia do orgulho autista: saiba os direitos dos alunos na escola
Foto: Joanna de Paoli/Arquivo pessoal
Joanna de Paoli, com o filho Pedro, diz que escola ainda não traz condições de acesso para todos – Foto Joanna de Paoli/Arquivo pessoal

Segundo o que ela percebe e pesquisa, um desafio é que muitos alunos não alfabetizados ou com deficiência intelectual estão com dificuldades de serem incluídos nos anos finais da educação básica.

Adriana lembra que há carência de pedagogos alfabetizadores com especificidade nessas particularidades do desenvolvimento. “Como que eu vou incluir numa aula de física, de química, de biologia, um aluno que sequer está alfabetizado?”. Ela lamenta que a maior responsabilidade está nas costas dos professores, mas entende que falta a participação do Estado para formar equipes que realmente consigam atender a essas necessidades. Pior: há falta de continuidade nos trabalhos nas unidades públicas com a contratação de mais professores temporários e menos concursos, lamenta a professora Joanna de Paoli.

Depois da decepção

A administradora Patrícia Bonetti tem duas filhas com autismo (uma de 20 e outra de oito anos) e experimentou a decepção de ouvir da direção de uma escola privada em Brasília que a mais nova estava convidada a se retirar da unidade. “Ela falou que um colégio maior seria melhor para a Bianca a fim de poder correr mais. Eu já tinha feito a matrícula e comprado material escolar”.

Ela também experimentou negativas. A mais velha chegou ao ensino superior e cursa relações internacionais. Segundo apontam as pesquisadoras no tema, as faculdades também devem prover os recursos de inclusão, como são obrigadas as escolas em qualquer nível. “A faculdade dela é um lugar muito acolhedor e ela está adorando”.

Luiz Claudio Ferreira – Repórter da Agência Brasil

Continue Lendo

Educação

Enem 2026: MEC amplia prazo para pagar taxa de inscrição até dia 22

Publicado

on

© Jose Cruz/Agência Brasil

O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) anunciaram, na manhã desta quarta-feira (17), a ampliação do prazo para pagamento da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 até a segunda-feira (22). Antes do anúncio oficial, a data final de pagamento seria nesta quarta-feira.

A retificação do edital do Enem já está publicada no Diário Oficial da União.

O valor da taxa de inscrição é R$ 85 e a Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança) para pagamento é gerada na Página do Participante  no portal do Inep.

Os candidatos não isentos devem usar a senha cadastrada no portal de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Meios de pagamento

O pagamento da taxa de inscrição do exame pode ser feito pelos candidatos não isentos em qualquer banco, casa lotérica ou por meio de aplicativos bancários.

Não serão aceitos pagamentos de inscrições por meio de depósito em caixa eletrônico, via postal, transferência ou depósito em conta corrente, nem ordem de pagamento.

As opções de pagamento da GRU Cobrança são o Pix, cartão de crédito, débito em conta corrente ou poupança, dentre outros e pode variar de acordo com a instituição financeira do pagador.

Nos casos de Pix, a GRU Cobrança traz o QR Code para o participante quitar a taxa de inscrição.

Somente a quitação da taxa é o que garante a participação dos candidatos não isentos no exame nacional.

Sem devolução de valor

O Inep avisa que o valor referente ao pagamento da taxa de inscrição não será devolvido, se realizado em duplicidade ou se for diferente de R$ 85.

Assim como não será devolvido o pagamento da taxa de inscrição, exceto em caso de cancelamento desta edição do Enem.

edital público  do exame esclarece que é proibido transferir o valor referente ao pagamento da taxa de inscrição do Enem para outro participante.

Isentos do Enem

No Enem 2026, o Inep concedeu gratuidade para pessoas dos seguintes perfis e, por isso, não será gerada GRU Cobrança para pagamento.

·  alunos matriculados no 3º ano do ensino médio em escola pública, em 2026;

·  alunos que cursaram todo o ensino médio em escola pública ou como bolsistas integrais em escola privada e que possuam renda familiar de até 1,5 salário-mínimo por pessoa;

·  estudantes participantes do programa Pé-de-Meia do Ministério da Educação (MEC).

·  pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica, pertencentes a famílias de baixa renda e com registro no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico);

·  participantes que informaram na inscrição que usarão os resultados das provas para solicitar o certificado de conclusão do ensino médio e têm registro no CadÚnico.

Cronograma do Enem 2026

· novo prazo para pagamento da taxa de inscrição: de 25 de maio a 22 de junho;

· resposta à solicitação de atendimento especializado: 26 de junho;

· recurso à negativa de atendimento especializado: de 29 de junho a 3 de julho;

· resultado do recurso: 10 de julho;

· aplicação das provas: 8 e 15 de novembro.

Enem

O Exame Nacional do Ensino Médio, que avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica, é considerado a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

As instituições de ensino públicas e privadas usam os resultados das provas para selecionar os estudantes.

Desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão dessa etapa de ensino para os candidatos com 18 anos de idade completos e que também alcancem a pontuação mínima em cada área do conhecimento nas provas e na redação.

Os resultados individuais do exame também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições portuguesas que têm convênio com o Inep. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.

Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil

Continue Lendo

Mais Lidas

Copyright © 2021 Pauta 67