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Economia

Em novo recorde, MS registra 4,6 mil empresas abertas no 1° semestre

Também é o melhor resultado para a série histórica iniciada no ao 2000

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Mato Grosso do Sul atingiu um novo recorde na abertura de empresas. Foram 4.674 novas empresas constituídas no primeiro semestre de 2021, o que representa aumento de 32,5% em relação ao mesmo período de 2020. Também é o melhor resultado para a série histórica iniciada no ao 2000.

Os dados são da Jucems (Junta Comercial de Mato Grosso do Sul), órgão vinculado a Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar). O melhor resultado anterior para o período foi registrado em 2013, com 3.981 empresas constituídas no primeiro semestre, mas inferior 17,41% em relação a 2021.

A principal mudança para o empresário é o registro automático, uma simplificação dos processos da Jucems. Entre janeiro e julho de 2021 mais de 2.500 empresas foram abertas pelo registro automático, ou seja em 54,66% das novas empresas o empreendedor obteve o CNPJ de forma instantânea ao finalizar o registro público mercantil na Jucems.

“Os números da Jucems são resultados de um conjunto de ações do Governo do Estado em prol do desenvolvimento. A abertura mostra a capacidade empreendedora da população, a continuidade dos investimentos mesmo na pandemia e com setores muito impactados, além dos esforços para reduzir o tempo de abertura das empresas e modernizar os processos, deixando-os mais práticos e menos burocráticos”, explica o secretário titular da Semagro, Jaime Verruck.

Setores

Das mais de 4,6 mil empresas abertas no semestre, 3.020 são do setor de serviços (64,61%), enquanto que o comércio teve 1.446 novos negócios (30,94%) e a indústria teve 208 novas empresas (4,45%). Campo Grande lidera sendo sede de 43,3% dos empreendimentos, seguido por Dourados com 11% e Três Lagoas com 4%.

Na análise por atividades econômicas fica evidente a mudança causada pela pandemia de Covid-19. Sendo a atividade médica ambulatorial restrita a consultas a principal atividade aberta no semestre, com 50 empresas. As consultorias em gestão empresarial somaram 39 cnpjs, serviços de engenharia são 38 e restaurantes e similares 36.

Fechamentos

Assim como nas aberturas, o fechamento das empresas também foi recorde no primeiro semestre. Foram 2.023 cnpjs fechados, sendo o maior resultado desde o início da série histórica, porém representa um pequeno aumento de 2,28% na comparação com o mesmo período do exercício 2020 quando 1.978 empresas foram fechadas no MS.

Do total, 39,50% delas utilizaram o procedimento automático, no qual o usuário da Jucems consegue extinguir a empresa ao finalizar os dados requeridos no sistema. Dois fatores levam a este aumento, sendo a facilidade no fechamento e o impacto da pandemia de Covid-19.

Das 2023 empresas extintas, 52% eram do setor de serviços (1.062), 42% do comércio (860) e 4,9% da indústria (101). Seguindo a tendência, em Campo Grande estão 40% delas, em Dourados 9,6% e em Três Lagoas 5,9%.

Em relação as atividades econômicas mais fechadas, o comércio varejista aparece em cinco das 10 principais, onde também aparece restaurantes, transporte de cargas, marketing direto e atividades de condicionamento físico. (Com assessoria. Fotos: Portal do MS)

Economia

Saiba como consultar se tem direito ao abono salarial PIS/Pasep 2026

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Agência Brasil

Já está liberada, a partir desta quinta-feira (5), a consulta ao pagamento do Abono Salarial PIS-Pasep 2026. Para saber se tem direito, o trabalhador deve acessar o aplicativo da Carteira de Trabalho Digital ou o portal Gov.br

O pagamento é referente ao ano-base 2024. Serão contemplados 1,8 milhão de trabalhadores da iniciativa privada com inscrição no Programa de Integração Social (PIS), pagos pela Caixa Econômica Federal, em um total de R$ 2,29 bilhões.

Outros 217,2 mil servidores públicos, com inscrição no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), receberão pelo Banco do Brasil, somando R$ 301,9 milhões.

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Como consultar a Carteira de Trabalho Digital?

– Baixe o aplicativo no celular;

– Verifique se está atualizado;

– Faça o login com a senha do Gov.br;

– No menu, acesse “Benefícios” e “Abono Salarial” .

O Ministério do Trabalho disponibiliza ainda um passo a passo para acessar o serviço, confira clicando aqui.

Pagamentos

Nas plataformas, é possível verificar informações como o valor do benefício, banco responsável pelo pagamento e a data específica do depósito. No total, os pagamentos somam R$ 32,3 bilhões e são distribuídos de acordo com o mês de nascimento do beneficiário. 

O valor corresponde ao valor atual do salário mínimo dividido por 12 e multiplicado pela quantidade de meses trabalhados no ano-base. Neste ano, o Abono Salarial varia de R$ 136 a R$ 1.621. 

O primeiro lote de pagamento será liberado no dia 16 de fevereiro – no valor de R$ 2,5 bilhões – para trabalhadores nascidos em janeiro. Os valores ficarão disponíveis aos beneficiários até o fim do calendário em 30 de dezembro.

Quem têm direito ao Abono Salarial em 2026?

– estar cadastrado no Pis/Pasep há pelo menos cinco anos, contados da data do primeiro vínculo;

– ter recebido, de empregadores que contribuem para os programas, até R$ 2.766 de remuneração média mensal no período trabalhado;

– ter exercido atividade remunerada por, no mínimo, 30 dias no ano-base, dias consecutivos ou não;

– ter os dados do ano-base informados corretamente pelo empregador no eSocial.

Dúvidas

Em caso de dúvidas, o trabalhador pode procurar os canais de atendimento do Ministério do Trabalho e Emprego, as unidades das superintendências regionais do Trabalho ou a central Alô Trabalho, pelo telefone 158.

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Economia

Conab prevê colheita recorde de café com crescimento de 17,1% em 2026

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© REUTERS/Jose Roberto Gomes

A produção brasileira de sacas beneficiadas de café pode ser recorde e subir 17,1% em 2026, de acordo com projeção divulgada nesta quinta-feira (5) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Segundo o 1º Levantamento da Safra de Café em 2026, o volume produzido deve somar 66,2 milhões de sacas beneficiadas, superando o ciclo anterior, de 2025.

“Se confirmado o resultado, este será um novo recorde na série histórica da Companhia, ultrapassando a safra de 2020, quando foram colhidas 63,1 milhões de sacas”, informou a Conab.

Mais terra e produtividade

O crescimento se deve a fatores como o aumento de 4,1% na área usada para a produção, também em relação ao ano passado. A estimativa é que 1,9 milhão de hectares sejam plantados na atual temporada.

A Conab projeta ainda elevação de 12,4% na produtividade em relação à safra passada, com uma colheita de 34,2 sacas por hectare.

De acordo com a companhia, a melhora da produtividade se deve às condições climáticas mais favoráveis e à adoção de tecnologias e boas práticas de manejo nas lavouras.

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Arábica e conilon

Com relação à produção de café arábica, a colheita estimada é de 44,1 milhões de sacas – aumento de 23,3% na comparação com o ciclo 2025.

“Essa elevação é atribuída ao crescimento de área em produção, às condições climáticas mais favoráveis e à bienalidade positiva”, detalhou a companhia.

A expectativa é também de aumento na colheita do café tipo conilon. A safra estimada é de 22,1 milhões de sacas, o que representa alta de 6,4% na comparação com a produção obtida em 2025.

De acordo com a Conab, se confirmada essa projeção, será estabelecido novo recorde, motivado pelo crescimento da área em produção e das condições climáticas mais favoráveis até o momento.

Pedro Peduzzi – repórter da Agência Brasil

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Economia

Investimentos institucionais em ações foram de R$ 1,7 trilhão em 2025

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© REUTERS/Amanda Perobelli/Proibida reprodução

Os investimentos de instituições na B3 em 2025 foram de R$ 1,7 trilhão no mercado à vista, sendo R$ 997,4 somente em ações. Na comparação entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, o volume negociado no mercado à vista registrou crescimento de 15%. No segmento de ações, o avanço foi de 25% no mesmo período.

O aumento reflete o bom momento do mercado de investimentos do país, com a bolsa atingindo a marca de 186 mil pontos, e foi obtido a partir da plataforma Datawise+, operada pela própria B3 e pela empresa Neoway.

Investidores institucionais na bolsa (B3) são entidades jurídicas que gerenciam grandes volumes de capital de terceiros, como fundos de pensão, seguradoras, bancos e fundos de investimento, e o mercado à vista inclui investimentos em fundos, como os fundos imobiliários (FIIs).

As ações mais visadas por esse tipo de investidor, em 2025, foram as de empresas de energia, bancos e mineração. Entre as dez com maior volume de aportes as ações da Vale (VALE3) atraíram R$ 86 bilhões. As empresas de energia atraíram R$ 130,4 bilhões, sendo R$ 67,9 bilhões na Petrobras (PETR4), R$ 21,8 bilhões na Prio (PRIO3), R$ 20,7 bilhões na Axia Energia (AXIA3) e R$ 20 bilhões na Equatorial Energia (EQTL3).

Entre os bancos o total foi de R$ 114,5 bilhões, com o Itaú Unibanco (ITUB4) atraindo R$ 45 bilhões, o Banco do Brasil (BBAS3) R$ 37,8 bilhões e o Bradesco (BBDC4) R$ 31,7 bilhões. Fechando a lista de dez ações com maior volume de investimentos, o fundo B3 (B3SA3) recebeu aportes de R$ 22 bilhões e a Localiza (RENT3) atraiu R$ 20,8 bilhões.

Guilherme Jeronymo – Repórter da Agência Brasil

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