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Conheça 5 motivos para cursar Engenharia Elétrica no Senai

Aliado à profissão de grande demanda, como a Engenharia Elétrica, a parceria é ainda mais promissora.

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O caminho para sucesso pode ser mais fácil trilhado ao lado de quem já está em algum lugar. Por isso, fazer uma graduação no Senai é abrir portas diretas para o mercado de trabalho. Aliado à profissão de grande demanda, como a Engenharia Elétrica, a parceria é ainda mais promissora.

A indústria é apenas uma das áreas da atuação para o engenheiro eletricista e a formação está acessível para quem vive no interior de Mato Grosso do Sul. O curso de graduação oferecido de forma presencial na Faculdade Senai de Dourados está com o vestibular aberto.

O agendamento da prova pode ser feito pelo portal www.meufuturoagora.com.br para as aulas que se iniciam no segundo semestre de 2024.

Se você ainda está em dúvida sobre se inscrever ou não, o Senai preparou uma lista com cinco motivos para fazer o curso:

1 – Mercado aquecido

 

A atuação na indústria é apenas uma das possibilidades oferecidas pela graduação. A profissão conta com mercado de trabalho aquecido e amplo no Brasil. Com 128.576 engenheiros eletricistas registrados no Sistema Confea/Crea. Os profissionais formados podem atuar também em empresas e concessionárias de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica; empresas que atuam nas áreas de planejamento e consultoria em eficiência energética, conservação de energia, fontes de energia renovável; órgãos reguladores do sistema elétrico nacional; empresas e laboratórios de pesquisa científica e tecnológica. Também podem atuar de forma autônoma.

2 – Nove em cada dez alunos formados estão no mercado formal

 

As taxas de ocupação entre ex-alunos do Senai, em qualquer qualificação profissional, são altas. Ultrapassam os 70% nas modalidades de aprendizagem e qualificação e estão acima de 80% nos cursos técnicos. Na graduação, as chances de emprego aumentam ainda mais. Segundo a última pesquisa de Acompanhamento de Egressos do Senai 2021-2023, 90,8% dos alunos formados nas graduações do Senai estão em empregos no mercado formal.

3 – Único curso bacharelado do Senai

 

O curso de Engenharia Elétrica é o único do tipo bacharelado da rede Senai de Mato Grosso do Sul, o que permite uma atuação mais ampla em relação às licenciaturas e graduações de tecnólogos. O bacharel tem a possibilidade de ter contato com inúmeras áreas de atuação da profissão, pois seu currículo é bem mais abrangente, uma vez que inclui um estudo mais aprofundado de disciplinas teóricas. É ideal para quem ainda não conhece o mercado de trabalho e ainda está na dúvida de qual tipo de atuação profissional exercer.

4 – Único curso de Engenharia Elétrica presencial de Dourados

 

Interatividade e envolvimento estão entre as principais vantagens do ensino presencial. O curso de Engenharia Elétrica do Senai é o único da área oferecido nesse formato na região do município de Dourados. O ensino presencial promove uma interação direta entre alunos, professores e colegas, permitindo discussões e a troca imediata de ideias, além de acesso a laboratórios exclusivos e dedicados. Além disso, o contato com colegas e professores é importante para estabelecer contatos profissionais que podem ser decisivos na carreira.

5 – Descontos

 

O curso é financeiramente mais acessível em relação a outras faculdades particulares. Neste semestre, além de 50% de desconto na taxa de matrícula para os 30 primeiros inscritos, os alunos podem obter 35% de desconto na mensalidade, por meio do site Quero Bolsas. (https://querobolsa.com.br/senai-ms-senai-mato-grosso-do-sul/cursos/engenharia-eletrica/3496039d-1bb3-4589-924a-21e9ab668e13).

Serviço – Mais informações pelo telefone 0800 7070 745 ou pelo WhatsApp (67) 99263-9000

(Com assessoria. Fotos: Divulgação)

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Após frente fria, temperaturas voltam a subir nesta terça-feira (8)

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© Agência Brasil

Após a passagem de uma forte frente fria para esta época do ano, que derrubou as temperaturas e provocaram instabilidades no fim de semana e no feriado, a terça-feira (8) será marcada pela elevação gradual dos termômetros no Centro-Oeste e pela redistribuição das chuvas pelas demais regiões do país.

Centro-Oeste

No Centro-Oeste, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), pancadas de chuva com trovoadas isoladas ainda estão previstas para o norte, leste e sudeste de Mato Grosso, além de grande parte de Goiás. No Distrito Federal e nas demais áreas do MT ocorrem chuvas isoladas.

Após o frio do feriadão, as temperaturas entram em elevação na região. A mínima será de 17 °C em Campo Grande (MS) e a máxima chega a 35 °C em Cuiabá (MT). A temperatura segue amena no Distrito Federal, com máxima de 27 °C em Brasília.

Sul

Em grande parte da Região Sul será mais um dia de sol e poucas nuvens, com o frio começando a diminuir. No Paraná, a nebulosidade aumenta. Em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, o predomínio será de poucas nuvens e temperaturas baixas.

Há previsão de geada durante a madrugada e ao amanhecer no centro-leste do Rio Grande do Sul e nas serras de Santa Catarina. Entre as capitais, a mínima será de 8 °C em Curitiba (PR) e a máxima de 22 °C em Porto Alegre (RS).

Sudeste

A volta do feriadão no Sudeste terá pancadas de chuva e trovoadas isoladas no Triângulo Mineiro. Chuvas isoladas ocorrem no centro-norte de Minas Gerais e do Espírito Santo. Nas demais áreas da região, o céu fica com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada.

O frio começa a diminuir no Sudeste. Entre as capitais, a mínima será de 11 °C em São Paulo. As máximas voltam a superar a marca dos 20 °C em todas as capitais, chegando a 25 °C no Rio de Janeiro (RJ).

Norte

No Norte, a terça-feira segue com instabilidades sobre grande parte dos estados do Amazonas, Tocantins e no sudeste do Pará, onde ocorrem pancadas de chuva com trovoadas isoladas. Há possibilidade de chuvas isoladas em outras localidades e tempo com muitas nuvens no norte do Pará e no Amapá. Em relação às temperaturas, a mínima será de 20 °C em Rio Branco (AC), e a máxima, de 36 °C em Rio Branco, Manaus (AM) e Palmas (TO).

Nordeste

Já no Nordeste, as condições para pancadas de chuva isoladas persistem sobre o centro-sul e oeste da Bahia, no sul e noroeste do Maranhão. Também há possibilidade de chuvas isoladas no centro-sul do Piauí e do Maranhão e na faixa litorânea da região Nordeste. Nas demais áreas, o dia terá muitas nuvens, mas sem chuva.

Entre as capitais, a temperatura mínima será de 23 °C em Aracaju (SE) e Maceió (AL), e a máxima chega a 33 °C em São Luís (MA) e 39 °C em Teresina (PI).

Agência Brasil

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Grupo anuncia reativação do Dourados Park Hotel após duas décadas fechado

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Prefeito Marçal Filho recebeu Carlos Saderi, do grupo Vale do Canaã e sua equipe durante encontro no gabinete nesta terça-feira – Foto: A. Frota

O Dourados Park Hotel, que durante anos foi uma das principais referências em hospedagem na cidade e está desativado há cerca de duas décadas, será reativado por um grupo empresarial de Londrina (PR). O anúncio foi feito nesta terça-feira (8) pelo responsável pelo Grupo Vale do Canaã, Carlos Saderi, durante visita ao gabinete do prefeito Marçal Filho.

Localizado na Avenida Guaicurus, no Altos do Indaiá, com acesso pela BR-463 através da Perimetral Norte, o empreendimento ocupa uma área de 13 mil metros quadrados e 7,4 mil metros quadrados de área construída. O projeto prevê 100 suítes e a transformação do espaço em um complexo que reunirá hospedagem, gastronomia, academia e estrutura para eventos.

O prefeito Marçal Filho destacou a importância da retomada de um empreendimento que faz parte da história de Dourados e deu boas-vindas ao grupo paranaense. “É uma excelente notícia para Dourados”, enfatizou. “O Park Hotel marcou uma época, recebeu muitas pessoas e era uma referência para quem chegava à nossa cidade”, ressaltou o prefeito.

“Ver um grupo empresarial acreditar no potencial do município e decidir recuperar esse espaço, criando um complexo moderno, com hotel, restaurante, academia e estrutura para eventos, é motivo de satisfação”, argumentou. A prefeitura estará à disposição para apoiar investimentos que geram desenvolvimento, movimentam a economia e ampliam as opções para a população”, afirmou Marçal Filho.

Segundo Carlos Saderi, a primeira etapa será uma ampla limpeza da área. Na sequência, o grupo iniciará os serviços de reconstrução e reforma do antigo hotel, fundado na década de 1980 e que já recebeu artistas e visitantes de diversas regiões durante seu período de funcionamento.

A proposta é ir além da retomada das atividades hoteleiras. O projeto prevê um grande restaurante, academia, salas modulares para reuniões e eventos, estacionamento e áreas voltadas tanto aos hóspedes quanto ao público externo. A academia deverá contar com acesso independente.

Outra mudança prevista é a retirada dos muros frontais do imóvel, permitindo maior visibilidade do empreendimento para quem passa pela Avenida Guaicurus e facilitando o acesso da população aos serviços que serão oferecidos no local.

Com posição estratégica de acesso à BR-463, o hotel fica sentido ao Aeroporto Regional Francisco de Matos Pereira, ao campus universitário da UFGD e Uems e às áreas comerciais da cidade. O plano também contempla espaços para congressos, convenções, formaturas, casamentos e outras celebrações.

Projeto de fachada do novo Park Hotel em Dourados

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Mães atípicas aprendem crochê em capacitação da Escap

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Nesta semana, 20 mães atípicas concluíram uma capacitação em crochê promovida pela Escola de Capacitação para Mulheres (Escap), da Secretaria Executiva da Mulher (Semu) de Campo Grande. A atividade foi encerrada com a entrega de certificados às participantes, no Núcleo de Assistência Social (NAS) do Centro de Educação Especial Girassol, na Vila Santa Branca.

A oficina ensinou técnicas de crochê em pano de prato que podem ser utilizadas tanto como passatempo e terapia quanto como oportunidade para complementar a renda familiar. A ação foi realizada a partir de uma demanda apresentada pelas próprias mulheres atendidas no espaço.

“Quando a gente chega a um território, primeiro escuta quem está ali. A partir dessa escuta, entendemos quais são os interesses e as necessidades daquela comunidade e levamos a capacitação adequada. Aqui, foram as próprias mães que pediram o curso de crochê, e é justamente esse olhar que queremos fortalecer: oferecer oportunidades que façam sentido para a realidade de cada mulher”, explica a secretária executiva da Mulher, Angélica Fontanari.

A coordenadora da Escap, Rafaela Maia, destaca que a escolha dos cursos parte justamente desse diálogo com os locais que recebem as capacitações.

“O primeiro contato é com a liderança ou o responsável pelo local que quer oferecer a capacitação aos seus assistidos. Nós fazemos uma visita, estudamos o cenário e identificamos, naquele encontro, qual curso a comunidade tem interesse em fazer. Não adianta chegar com uma capacitação que não desperta interesse. A Escap tem esse olhar de justiça social e equidade, atendendo de acordo com a realidade e a necessidade de cada comunidade. Neste caso, foram as mães que pediram o crochê, e nós providenciamos”, afirma.

À frente da oficina esteve a professora voluntária Suelem Mary da Silva, responsável por ensinar desde os primeiros pontos até a confecção dos detalhes que dão acabamento aos panos de prato.

“As participantes aprendem o básico do crochê, como o biquinho, o ponto alto e o ponto baixo. Como o curso é de curta duração, a proposta é oferecer uma aula simples e fácil, para que elas consigam começar a desenvolver a técnica e, quem sabe, ganhar um dinheirinho extra”, explica.

Para algumas participantes, o curso também foi uma oportunidade de aprimorar uma habilidade antiga. É o caso de Divina Pereira Maia, moradora da Vila Nhánhá, que já trabalha com crochê há cerca de 30 anos.

“Eu estou amando. Isso aqui é uma oportunidade não só de trabalho, mas também para quem gosta de crochê. É uma terapia. Eu já fazia há muitos anos e agora estou aprimorando para pegar o certificado”, conta.

Já Maria Ramona Cermento Maciel, moradora do Cophavilla II e mãe atípica, soube da capacitação por meio do grupo do NAS. Ela já tinha experiência com crochê, mas aproveitou a oportunidade para aprender novos acabamentos e, principalmente, para conviver com outras mães.

“Eu já sabia fazer tapete simples, mas esse trabalho com linha fina eu não sabia. E fazer amizade com o pessoal também é muito bom. Para nós, mães atípicas, é muito importante trocar ideias, conversar e ter essa convivência”, relata.

A assistente social do NAS, Vanderlaine Pereira, explica que o espaço funciona como suporte às famílias atendidas pelo Centro de Educação Especial Girassol, administrado pela CEDEG-Apae de Campo Grande. Para as mães que permanecem no local durante o período de atendimento dos filhos, atividades como a capacitação representam uma oportunidade de aprendizado e convivência.

“Elas aproveitam o tempo em que as crianças estão na escola para aprender. Algumas moram muito longe e não têm condições de voltar para casa nesse intervalo. Então, em vez de ficarem aguardando do lado de fora, elas permanecem aqui, em um espaço pensado para elas”, explica.

A capacitação de crochê possibilitou que as participantes aproveitassem o período de atendimento dos filhos para desenvolver uma nova habilidade, trocar experiências e conviver com outras mulheres, além de conhecerem uma técnica que pode se transformar em uma possibilidade de geração de renda.

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