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Saúde

Com Zé Gotinha, secretarias de Saúde e de Educação fortalecem cobertura vacinal nas escolas

A iniciativa vai até 14 de novembro

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A SES (Secretaria de Estado de Saúde), por meio da coordenadoria de Imunização e PSE (Programa Saúde na Escola) e em parceria com a SED (Secretaria de Estado de Educação), realiza iniciou ontem (4) a estratégia ‘Aluno Imunizado’. A iniciativa vai até 14 de novembro e  tem o objetivo de revisar as cadernetas de vacinação de crianças e adolescentes da rede pública de ensino para assegurar que todas as vacinas do calendário vacinal estejam atualizadas.

O início da estratégia ‘Aluno Imunizado’ foi marcado por um momento especial para as crianças do CEI Zedu (Centro de Educação Infantil – José Eduardo Martins Jallad), em Campo Grande: a presença do Zé Gotinha, símbolo da vacinação no Brasil.

Com sua figura amigável e reconhecida em todo lugar, o Zé Gotinha levou alegria e descontração ao ambiente, interagindo com os pequenos e reforçando de maneira lúdica a importância das vacinas para a saúde. As crianças ficaram encantadas com a visita, participando ativamente e demonstrando entusiasmo ao lado do personagem, que tem sido um grande incentivador da imunização infantil ao longo dos anos.

Segundo a coordenadora de Imunização da SES, Ana Paula Goldfinger, a estratégia ‘Aluno Imunizado’ também cumpre um papel educativo, conscientizando famílias e alunos sobre a importância da vacinação para a saúde coletiva. Com isso, a SES espera não apenas monitorar, mas também elevar os índices de imunização entre os estudantes, promovendo um ambiente escolar mais seguro e saudável.

A verificação das cadernetas de vacinação é uma etapa essencial para o controle das doenças imunopreveníveis. A equipe de saúde, ao analisar os documentos de imunização dos alunos, emitirá a DVA (Declaração de Vacinação Atualizada), um comprovante que pode ser solicitado aos pais no momento da matrícula escolar. Essa exigência tem como objetivo reforçar a cobertura vacinal no estado e garantir que as crianças estejam protegidas contra diversas doenças, de acordo com a faixa etária.

“Essa iniciativa visa não só vacinar as crianças e adolescentes, mas também garantir que cada aluno tenha a DVA, atendendo a uma lei estadual de 2010 que exige a apresentação da caderneta de vacinação atualizada no ato da matrícula. Além de verificar se há vacinas em atraso, orientamos os pais a buscar a unidade de saúde quando necessário, e emitimos a DVA para facilitar o processo de matrícula”, explicou Ana Paula.

A ação ‘Aluno Imunizado’, que começou nesta segunda-feira (4), está sendo realizada em diversas escolas do estado, tanto municipais quanto estaduais. Em Campo Grande, a meta é cobrir pelo menos 30% das escolas, enquanto nas cidades do interior, onde o número de escolas é menor, a estratégia será aplicada em todas. A expectativa é que essa campanha fortaleça a proteção da saúde nas escolas e facilite a regularização das carteirinhas para a rematrícula do próximo ano letivo.

A apresentação da DVA é fundamental para assegurar a proteção da saúde do próprio aluno e de toda a comunidade escolar. Esse documento confirma que o estudante recebeu todas as vacinas obrigatórias, conforme o calendário vacinal, reduzindo o risco de surtos de doenças imunopreveníveis, como sarampo e caxumba, no ambiente escolar.

“A DVA já é exigida desde o ano passado no momento da matrícula. E este ano, para facilitar a emissão do documento, estamos implementando a estratégia ‘Aluno Imunizado’. Em vez de os pais precisarem ir ao posto de saúde — o que nem sempre é fácil —, nossa equipe realiza a verificação das cadernetas de vacinação diretamente na escola. Isso não só ajuda na atualização da vacinação, como também nos permite identificar quais vacinas as crianças ainda precisam tomar”, esclareceu a gerente de Atenção à Saúde do Adolescente da SES e técnica do PSE, Carla Costa.

Para a diretora do CEI Zedu, Fátima Mack, a parceria com a equipe de Imunização é fundamental, já que as vacinas previnem diversas doenças que podem afastar as crianças das aulas e se espalhar facilmente em um ambiente escolar, onde há muita interação.

“Essa ação é de suma importância e os pais estão participando, trazendo as carteirinhas de vacinação para emitirmos a ‘Declaração de Vacinação Atualizada’. Tivemos a surpresa e a alegria de contar com a presença do Zé Gotinha. Ele veio interagir com nossas crianças, que certamente chegarão em casa felizes e contando aos pais sobre a visita especial de hoje. É um trabalho de muita gratidão e união”, enalteceu Fátima.

Ao atuar diretamente nas escolas, a estratégia ‘Aluno Imunizado’ contribui para um acompanhamento mais próximo da situação vacinal dos estudantes, ajudando a identificar casos de atraso nas doses recomendadas e possibilitando uma orientação direta para as famílias sobre a importância de manter a caderneta de vacinação em dia.

“Essa estratégia, já fortalecida desde o ano passado, continua crescendo no Programa Saúde na Escola, que tem a situação vacinal como um de seus principais eixos de trabalho. A parceria tem se mostrado muito eficaz e importante”, completou Carla.

(Com assessoria. Fotos: Divulgação)

Saúde

COE cria Plano de Ação Incidente para enfrentamento da epidemia de Chikungunya

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Plano de Ação de Incidente para o Enfrentamento da Chikungunya foi apresentado aos integrantes do Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública- Divulgação/ Assecom

O Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (COE), criado pela Prefeitura de Dourados para coordenar o enfrentamento à epidemia de Chikungunya na Reserva Indígena e no perímetro urbano do município, apresentou nesta quarta-feira (15) o Plano de Ação de Incidente para o Enfrentamento da Chikungunya, um documento de 36 páginas com um conjunto de medidas fundamentais para vencer o avanço da doença. “Plano de Ação considera o cenário epidemiológico caracterizado pela evidência de transmissão sustentada e expansão do agravamento da doença com com impacto significativo na rede de atenção à saúde, incluindo aumento da demanda por atendimentos, internações e potencial sobrecarga dos serviços”, explica Márcio Figueiredo, secretário municipal de Saúde e coordenador-geral do COE.

O plano leva em consideração o fato de o município de Dourados abrigar a Reserva Indígena, o que impõe especificidades operacionais à resposta e demanda articulação permanente entre a gestão municipal e o Distrito Sanitário Especial Indígena de Mato Grosso do Sul (DSEI-MS), que compartilham a condução das ações no âmbito do COE. “Essa integração é fundamental para assegurar a efetividade das medidas adotadas, respeitando as particularidades socioculturais e garantindo equidade no acesso às ações de saúde.

O Plano de Ação de Incidente de Dourados traz uma abordagem estratégica, estruturado em eixos que organizam e orientam de forma integrada o planejamento, a operação, o monitoramento e a avaliação das ações, com foco no fortalecimento da resposta à chikungunya no território indígena e na zona urbana. A estratégia central fundamenta-se na ampliação do acesso, na qualificação da assistência e na redução da morbimortalidade, tendo a Atenção Primária à Saúde como eixo ordenador do cuidado, articulada de forma resolutiva com os demais níveis de atenção.

Os eixos estratégicos direcionam intervenções prioritárias voltadas à organização da rede assistencial, ao fortalecimento da capacidade diagnóstica e à padronização dos fluxos, assegurando estratificação de risco, manejo clínico oportuno e encaminhamento ágil dos casos. De forma complementar, incorporam a integração entre os pontos da Rede de Atenção à Saúde, o desenvolvimento contínuo das equipes e a gestão qualificada da informação como pilares para a tomada de decisão.

O plano estabelece uma lógica operacional dinâmica, baseada no acompanhamento sistemático do cenário epidemiológico e na capacidade de adaptação das ações, consolidando-se como instrumento estratégico para uma resposta coordenada, eficiente e orientada por evidências. A implantação do Centro de Operações de Emergência em Saúde Pública para enfrentamento da Chikungunya (COE-Chikungunya) constitui medida estratégica prevista neste Plano de Ação de Incidente, integrando a resposta à emergência em saúde pública decorrente da transmissão do vírus chikungunya.

ESTRATÉGIAS DO PLANO

O Plano de Ação de Incidente para o Enfrentamento da Chikungunya tem como estratégia assegurar a coordenação e execução eficiente das ações de resposta, por meio do planejamento estratégico, gestão de recursos, monitoramento contínuo e uso qualificado da informação.

Os desafios do plano são: coordenar a governança e articulação institucional; planejar e executar ações prioritárias; monitorar indicadores e analisar cenários; integrar ações intersetoriais; coordenar recursos financeiros, contratos e equipes; garantir transparência e suporte logístico-operacional.

O objetivo central do plano é coordenar a resposta à situação epidemiológica de Chikungunya, atuando na mitigação/redução da incidência e dos impactos à saúde pública, de forma integrada e articulada nos componentes da assistência e vigilância. O plano busca ainda fortalecer a organização da rede de atenção à saúde, de forma integrada à vigilância em saúde, para ampliação da capacidade de resposta técnica, operacional e logística no âmbito da gestão municipal, para assegurar o cuidado integral, oportuno e resolutivo às pessoas com suspeita ou confirmação de Chikungunya.

Outros desafios são detectar oportunamente alterações no padrão de transmissão da doença, subsidiando a tomada de decisão e a implementação de medidas de controle; reduzir a ocorrência de casos graves e óbitos por chikungunya, por meio da implementação de estratégias direcionadas na rede de atenção à saúde, com ênfase no diagnóstico precoce e manejo oportuno dos casos; promover assistência adequada às pessoas acometidas, assegurando acesso oportuno ao diagnóstico, tratamento e ao manejo clínico qualificado.

Em outra frente, o Plano de Ação de Incidente vai analisar o perfil epidemiológico e os determinantes dos casos e óbitos, com vistas à reorientação das ações de assistência e à prevenção de novos óbitos; apoiar na realização de ações de educação em saúde para eliminação de criadores do Aedes aegypti , e controle vetorial, em ação conjunta com Sesai no território indígena, Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, Secretaria de Atenção Primária à Saúde, Estado e município; realizar ações de controle vetorial e ações intersetorais para reduzir a disponibilidade de criadouros e a infestação no município, incluindo ações de controle focal.

Por fim, o plano terá ainda a missão de ampliar em ação conjunta com o Estado através da Central de Regulação Estadual, a oferta de serviços de saúde (leitos, Serviço de Apoio Diagnóstico Terapêutico – SADT, Recursos Humanos – RH) especialmente 20 no pólo indígena, e nas demais regiões do município de Dourados com grande circulação vetorial e aumento no número de atendimentos garantindo assistência imediata às pessoas afetadas.

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Saúde

Postos de Saúde de Naviraí Recebem Novos Equipamentos e Climatização

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Prefeitura de Naviraí, por meio da Gerência Municipal de Saúde e em parceria com o Governo do Estado, iniciou nessa segunda-feira (13-04) a entrega de equipamentos para a rede de atenção básica (postos de saúde) do município. Ao todo, foram investidos R$ 169.739,68 em aparelhos que já estão sendo instalados nas Estratégias de Saúde da Família (ESFs), visando garantir mais conforto para os pacientes e melhores condições de trabalho para os servidores.

 

A entrega foi acompanhada pelo prefeito Rodrigo Sacuno e pela coordenadora de Imunizações, Cristina Gradella. Com os novos aparelhos, as unidades modernizam o atendimento diário garantindo dede a organização de prontuários até a segurança na conservação de medicamentos e vacinas. Com destaque para o refrigerador é considerado um item essencial para o armazenamento seguro de produtos biológicos sensíveis, fundamentais para as campanhas de vacinação e rotina de cuidados da rede municipal.

 

O investimento inclui a climatização dos ambientes com novos aparelhos de ar-condicionado. Para agilizar o atendimento administrativo, os kits incluem computadores e nobreaks, que asseguram que o sistema não sofra interrupções mesmo em situações de queda ou oscilação de energia elétrica.

A atual gestão destinou os aparelhos para as seguintes unidades: ESF Dr. Carlos Vidoto, ESF Ipê, ESF Maria de Lourdes dos Santos, ESF Paraíso I e II, ESF Pe. Antonio Koreman, ESF São Pedro e ESF Vila Nova.

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Saúde

Chikungunya avança em Dourados com quase 4 mil notificações e alta taxa de contágio

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Agentes de endemia concentram os trabalhos nas regiões com maior incidência de infestação de focos do Aedes aegypti. Foto: A. Frota

A Prefeitura de Dourados, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou nesta terça-feira (07) o mais recente relatório epidemiológico sobre a chikungunya, apontando um cenário de avanço da doença no município. Até a Semana Epidemiológica 10, foram registradas 3.971 notificações, sendo 2.859 casos prováveis, 1.442 confirmados, 1.973 em investigação e 556 descartados. A taxa de positividade chegou a 72%, índice considerado extremamente elevado e indicativo de intensa circulação viral.

A análise temporal mostra que a epidemia ainda está em curso. Embora haja indícios de queda nas semanas mais recentes, os dados podem sofrer influência de atraso nas notificações. Outro fator de preocupação é a pressão sobre os serviços de saúde, pois a UPA – Unidade de Pronto Atendimento, registra média de 451 atendimentos diários, com aumento significativo desde o dia 23 de março. Atualmente, 40 pacientes estão internados em hospitais do município com suspeita ou confirmação da doença.

A distribuição dos casos por unidades de saúde evidencia maior concentração em algumas regiões. Destaque para a Unidade Básica de Saúde da Aldeia Bororó I, com 582 notificações, seguido pelo posto do Jóquei Clube, com 256 casos, e pela unidade Seleta, com 189 registros. Também apresentam números expressivos as unidades do Parque das Nações II (72), Maracanã (66) e Parque do Lago II (75), indicando maior incidência em bairros populosos e áreas específicas do município.

O relatório também confirma 5 óbitos por chikungunya, todos da Reserva Indígena, além de 3 mortes em investigação, sendo dois indígenas. A população indígena segue como a mais impactada, concentrando 1.697 casos prováveis e 1.153 confirmados, além de 2.088 notificações e 237 atendimentos hospitalares. Segundo a Secretaria de Saúde, apesar da predominância inicial nas aldeias, a doença já avança para toda a área urbana.

Diante do cenário, o município reforça que a situação é de emergência em saúde pública, com sobrecarga nos atendimentos da atenção básica e hospitalar. A Prefeitura intensifica ações de vigilância, combate ao mosquito transmissor e atendimento à população, além de alertar para a importância da eliminação de criadouros e busca por atendimento ao surgimento dos sintomas.

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