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Economia

CCR seleciona startups com melhores soluções para economia de combustível

Programa de Inovação Aberta investe em soluções criativas para transformar a mobilidade no país; inscrições vão até 05/09/2022

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A CCR MSVia informa sobre o lançamento da terceira edição do Programa de Inovação Aberta, realizado pelo Grupo CCR. Desta vez, o desafio proposto às startups é apresentar soluções para reduzir o consumo de combustível e melhorar o desempenho dos veículos da frota da companhia.

Para se ter uma ideia de como as iniciativas podem contribuir para amenizar a velocidade com que as mudanças climáticas afetam o planeta, basta considerar que um único litro de gasolina lança aproximadamente 2,74 kg de CO2 na atmosfera. Assim, numa conta rápida, se alguém que dirige 20 mil km diminuir 10% do consumo de combustível, cerca de meia tonelada de CO2 deixará de ser lançada no ambiente. Assim, reduzir a utilização de combustíveis impõe-se como uma prioridade para todos.

O edital, disponível na plataforma Aevo, detalha também que as soluções devem contemplar motores flex ou diesel, e ser replicáveis e completas para a viabilidade do piloto (com exemplos, plataformas, treinamentos, operações, especificações, entre outros).

Os critérios de seleção consideram iniciativas que consigam reduzir impactos ambientais, trazer a possibilidade de gerar ou trocar créditos de carbono e possam ser replicáveis a outras operações. Fogem ao escopo do programa as iniciativas voltadas à eletrificação da frota, soluções de pagamento ou telemetria. Os projetos selecionados serão remunerados, de maneira a permitir que a CCR utilize na frota da companhia.

A execução será acompanhada de profissionais do setor, possibilitando a troca de conhecimento e aprendizado com os resultados obtidos em um ambiente real de validação das ideias propostas e possibilidade de escalar a solução para todos os modais de atuação da CCR, seja no Brasil, como também nas operações no exterior.

“Nosso objetivo é promover a conexão da companhia com o ecossistema de inovação, proporcionando um ambiente para a experimentação de soluções que resolvam desafios reais por meio da execução de pilotos dentro da própria CCR”, explica a superintendente de Inovação da CCR, Ana Luiza Borges Martins.

Confira abaixo o calendário do Programa de Inovação Aberta da CCR:

Inscrições: até 05/09/2022

Divulgação das três empresas finalistas: 22/09/2022

Pitch Day: 06/10/2022

Início dos testes para Piloto: 31/10/2022

Demoday: 08/12/2022

O regulamento, o formulário de inscrição e mais informações sobre o programa estão na plataforma Aevo: https://aevo.com.br/connect/ccr. Dúvidas também podem ser tiradas a partir do e-mail inovacao@grupoccr.com.br

A busca por soluções inovadoras é uma constante para a CCR. Em 2021, a companhia ingressou no ranking da 100 Open Startups na categoria TOP 100 Open Corps.

Sobre o Grupo CCR | O Grupo CCR atua em serviços de infraestrutura para mobilidade humana, focado nos segmentos de concessão de rodovias, mobilidade urbana e aeroportos. São 37 ativos, presença em 13 estados brasileiros e 17 mil colaboradores. O grupo é responsável pela gestão e manutenção de 3.615 quilômetros de rodovias, realizando cerca de 3,6 mil atendimentos diariamente.  Em mobilidade urbana administra serviços de transporte de passageiros de metrôs, trens, VLT e barcas, transportando diariamente, 3 milhões de passageiros. E no segmento de aeroportos, com 19 terminais sob sua gestão, está estruturado para atender mais de 40 milhões de clientes anualmente. Mais em: grupoccr.com.br

(Com assessoria. Foto: Divulgação)

Economia

É melhor fazer a declaração do IRPF completa ou simplificada?

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© Marcello Casal jr/Agência Brasil

Na hora de prestar contas com a Receita Federal, uma dúvida é comum a milhões de brasileiros: qual o melhor modelo de declaração para pagar menos imposto ou aumentar a restituição? 

A decisão entre o desconto simplificado e o modelo por deduções legais pode fazer uma grande diferença no seu bolso.

“A declaração completa é ideal para as pessoas que têm muitas despesas dedutíveis na área de saúde, educação, previdência privada e dependentes. Permite que eu detalhe todas as minhas despesas. Na declaração simplificada, aplica o desconto padrão de 20%, sem necessidade de comprovação das minhas despesas. É indicada para pessoas que têm pouca despesa dedutível”, explica o professor de ciências contábeis da Faculdade Anhanguera, Gilder Daniel Torres.

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Despesas com educação e saúde

Para quem opta pelo modelo completo, as despesas com educação são um pilar importante, mas exigem atenção aos detalhes.

O abatimento vale para mensalidades escolares, graduação e cursos técnicos, mas deixa de fora o material escolar e os cursos de idiomas.

Agora, se o seu gasto foi com saúde, o cenário é outro: não existe limite de valor para a dedução. Mas cuidado com as exclusões.

Procedimentos puramente estéticos, compra de medicamentos em farmácias ou gasto com acompanhantes em hospitais não dão direito ao abatimento.

>> Confira no Tira-Dúvidas do IR 2026

A melhor estratégia para o contribuinte é testar os dois modelos, simplificado e completo.

“Utilizar seus gastos com saúde, educação, colocar seus dependentes na declaração. Gastos com médicos, dentistas, hospitais, plano de saúde, podem ser deduzidos sem limites, desde que comprovados os gastos com dependentes. A educação, desde que respeitado o limite anual. Também é possível utilizar os gastos com seus dependentes”, orienta a professora Ahiram Cardoso.

Já o especialista Paulo Pêgas, vice-presidente de controle interno do Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro (CRC-RJ), dá uma dica importante para não errar na escolha final.

“O contribuinte deve informar as deduções que tem, porque o próprio programa da Receita Federal informa quanto você teria que pagar no modelo completo e quanto você teria que pagar no modelo simplificado. E aí, você escolhe: o menor valor a pagar ou o maior valor a restituir.”

O modelo simplificado é mais prático, mas se você tem dependentes e gastos elevados com saúde e educação, o modelo completo pode ser o seu maior aliado. 

Organize seus recibos, compare os modelos no sistema e garanta o melhor resultado financeiro.

Edgard Matsuki – Repórter da Radioagência Nacional

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Economia

Governo propõe salário mínimo de R$ 1.717 em 2027

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© Marcello Casal JrAgência Brasil

O governo federal propôs um salário mínimo de R$ 1.717 para o ano que vem, com aumento nominal de 5,92%. O valor consta do Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, enviado nesta quarta-feira (15) ao Congresso Nacional.

O reajuste segue a projeção de 3,06% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) para os 12 meses terminados em novembro mais o crescimento da economia em 2025, limitado ao crescimento de gastos de 2,5% acima da inflação, determinado pelo arcabouço fiscal. A estimativa para o INPC também consta do PLDO.

O projeto também apresentou previsões de R$ 1.812 para o salário mínimo em 2028, de R$ 1.913 para 2029 e de R$ 2.020 para 2030. As projeções são preliminares e serão revistas no PLDO dos próximos anos.

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Em 2023, o salário mínimo voltou a ser corrigido pelo INPC do ano anterior mais o crescimento do PIB, soma das riquezas produzidas pelo país, de dois anos antes. Essa fórmula vigorou de 2006 a 2019. Por essa regra, o salário mínimo aumentaria 2,3% acima do INPC.

O pacote de corte de gastos aprovado no fim de 2024, no entanto, limitou o crescimento. Isso porque o salário mínimo entrou nos limites do arcabouço fiscal, que prevê crescimento real (acima da inflação) dos gastos entre 0,6% e 2,5%. Como o crescimento de 2,3% no PIB está abaixo do teto de 2,5%, a expansão da economia em 2025 poderá ser aplicada.

Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

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Economia

Abono salarial começa a ser pago para nascidos em março e abril

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© Tânia Rêgo/Agência Brasil

O Ministério do Trabalho e Emprego inicia, nesta quarta-feira (15), o pagamento do terceiro grupo de trabalhadores com direito ao abono salarial. Em nota, a pasta informou que serão pagos benefícios a um total de 4.272.981 trabalhadores nascidos em março e abril, com um desembolso de R$ 5,4 bilhões.

“O abono salarial será pago a 3.826.355 trabalhadores vinculados a empresas privadas cadastradas no Programa PIS, por meio da Caixa Econômica Federal, e a 446.626 trabalhadores servidores públicos vinculados ao Programa Pasep, por meio do Banco do Brasil”, destacou o comunicado.

O valor do benefício varia de R$ 136 a R$ 1.621, de acordo com a quantidade de meses trabalhados durante o ano-base 2024. Em 2026, o calendário de pagamento do abono salarial teve início em 16 de fevereiro. Os valores, segundo a pasta, ficarão disponíveis aos trabalhadores até 30 de dezembro de 2026.

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Quem tem direito

Têm direito ao abono salarial trabalhadores que atendem a critérios como:

  • estar cadastrado no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, contados da data do primeiro vínculo;
  • ter recebido, de empregadores que contribuem para o Programa de Integração Social (PIS) ou para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), até o valor de referência de R$ 2.766 de remuneração mensal no ano-base 2024;
  • ter exercido atividade remunerada durante pelo menos 30 dias, consecutivos ou não, no ano-base considerado para apuração;
  • ter seus dados do ano-base 2024 informados corretamente pelo empregador no eSocial.

Pagamento

O pagamento do abono salarial pela Caixa será realizado prioritariamente por crédito em conta do trabalhador (corrente, poupança ou Conta Digital) ou por meio do aplicativo Caixa Tem, em conta poupança social digital aberta automaticamente.

Para o trabalhador não correntista, o pagamento será realizado por meio de canais como agências, lotéricas, autoatendimento, Caixa Aqui e demais canais disponibilizados pelo banco.

Já no Banco do Brasil, o pagamento será realizado prioritariamente por crédito em conta bancária, transferência via TED ou Pix e presencialmente, nas agências de atendimento, para trabalhadores não correntistas e que não possuem chave Pix.

“Informações adicionais poderão ser obtidas nos canais de atendimento do Ministério do Trabalho e Emprego, nas unidades das Superintendências Regionais do Trabalho ou pelo telefone 158”, concluiu a pasta.

Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil

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