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Educação

Capital: Projeto Craque na Vida envolve 29 mil alunos da REME

Paulo Rodrigues é coordenador da Escola Municipal Fauze Scaff Gattass Filho e diz que a unidade tem 300 alunos dos 6º ao 9º ano.

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O projeto Craque na Vida vai atingir 29 mil alunos do 6º ao 9º ano da REME (Rede Municipal de Ensino) de Campo Grande, neste ano letivo. A cerimônia de lançamento ocorreu na manhã desta terça-feira (7), tendo sido apresentado aos coordenadores de 70 escolas municipais.

O projeto engloba ações didático-pedagógicas para a identificação de habilidades, incentivo ao protagonismo, autopercepção e autoavaliação das condutas dos alunos, fatores que levam à melhoria de comportamento dentro e fora da escola.

Agora, os professores serão preparados com formação continuada para desenvolver a ação com um curso on-line, no dia 14 de maio. Após a formação, eles estarão aptos para fazer a mediação do processo educativo.

Na prática, o projeto educacional utiliza-se de livros, suporte pedagógico e ferramentas tecnológicas que vão facilitar a identificação das habilidades e dos tipos de inteligências dos alunos. O levantamento também mapeia o ambiente escolar e identifica as ameaças, como violências verbais e físicas. A partir dos dados coletados, a escola vai traçar ações para a melhorias, que vão desde ação de prevenção ao uso de drogas, à violência e ao bullying, até a melhoria nas relações sociais e interpessoais.

Segundo a chefe da Divisão do Ensino Fundamental e Médio da Secretaria Municipal de Educação (SEMED), Ana Ribas, o projeto Craque na Vida é uma parceria da Secretaria Municipal de Educação com a Editora Avante.

“A proposta tem como objetivo trabalhar a educação integral, que envolve as dimensões formativas, para romper esse reducionismo de ser apenas cognitivo ou afetivo. Então, o projeto vai debater também aquilo que está preconizado nas legislações, combate à violência, droga, incentivar o protagonismo, serão identificadas as inteligências múltiplas, tudo isso com o objetivo de desenvolver as dimensões formativas do aluno, que não são apenas as dimensões”.

Conforme a diretora-adjunta da educação, Maria Lúcia de Oliveira, tudo que vai de encontro para contribuir para a melhoria de vida dos alunos, é bem-vindo. “Ensiná-los a serem protagonistas das suas próprias histórias também faz parte do que a gente constrói no dia a dia. E assim a gente não pode esquecer do principal objetivo na escola. E trazer tudo que tem, construir junto para que eles cresçam, não só na aprendizagem”.

A professora Fabiana Aparecida Cáceres, mestre em educação e coordenadora do programa de formação continuada do projeto Craque na Vida, da Editora Avante, afirma que o diferencial é a visão do acolhimento do estudante. “Dentro dos aspectos relacionados à violência, como bullying, a prevenção do uso de drogas, tudo isso integrado a uma metodologia de ensino envolvendo as inteligências múltiplas. Porque quando nós falamos sobre vulnerabilidades, nós vamos pensar às vezes nas fragilidades e a gente precisa trazer as saídas positivas. E a saída positiva é o processo de ensino e aprendizagem e o desenvolvimento integral dos estudantes”.

Visão pedagógica

Paulo Rodrigues é coordenador da Escola Municipal Fauze Scaff Gattass Filho e diz que a unidade tem 300 alunos dos 6º ao 9º ano.

“A ideia do projeto é ter essa conversa com o aluno, poder ter uma discussão e toda essa conversa diferenciada sugerida pelo projeto, não maçante, mas também não informal, porque tem toda uma base da BNCC, mas essa conversa a gente consegue trazer uma outra visão para esses alunos, por isso será bom”.

Rosana Florença do Nascimento é coordenadora da Escola Municipal João Evangelista Vieira de Almeida e são 270 alunos na faixa etária em que o Craque na Vida será aplicado.

“Nossa escola está precisando de um projeto assim, devido a muitos acontecimentos desagradáveis no nosso país, como a questão do uso de droga, do bullying. Eu percebi que esse projeto é voltado para essa temática e aí resolvi investir e fazer com que a escola se desenvolva para tentar sanar ou tentar diminuir essa questão na escola”.

Esmeraldo Pereira de Lima, diretor-adjunto da Escola Municipal Arlene Marques Almeida, localizada no Jardim Canguru, afirma que são 1.400 alunos do 6º ao 9º ano. “O projeto traz um horizonte para as crianças, pois nossa comunidade é carente. Então nós precisamos de espaços, precisamos de projetos e precisamos de incentivo. E esses alunos, por enquanto, ainda estão engatinhando nesse caminho”.

 

(Com assessoria. Fotos: Divulgação)

Educação

Reme testa novo sistema de acompanhamento escolar

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Quatorze escolas da Rede Municipal de Ensino (Reme) de Campo Grande começaram a testar o sistema Avalia+, nova ferramenta digital criada para modernizar a rotina escolar e facilitar o acompanhamento da vida dos estudantes.

O projeto piloto foi apresentado nesta terça-feira (26), pela Prefeitura de Campo Grande e será utilizado nas unidades participantes entre os dias 1º de junho e 17 de julho.

Na ocasião, o secretário municipal de Educação, Lucas Henrique Bitencourt, destacou que a iniciativa representa um avanço para a rede. “Estamos estruturando um sistema próprio, pensado para a realidade das nossas escolas, que contribui para fortalecer a gestão e apoiar o trabalho dos professores”, pontuou.

O diretor-presidente da Agência Municipal de Tecnologia da Informação e Inovação (Agetec), Leandro Basmage, ressaltou o compromisso com o desenvolvimento da plataforma. “Durante esse período, o sistema será utilizado de forma intensiva pelas unidades, justamente para que possamos testá-lo em diferentes situações do dia a dia escolar. Esse uso mais exigente é fundamental para identificar ajustes e garantir que a plataforma atenda às necessidades da rede”, explicou.

O Avalia+ reúne funções como lançamento de notas, registro de frequência, planejamento pedagógico e diário de classe digital, permitindo mais organização e agilidade no acompanhamento escolar.

A proposta é testar a ferramenta em situações reais da rotina das escolas antes da expansão para toda a rede municipal. A expectativa é que, até o fim do ano, o sistema esteja implantado nas 209 unidades da Reme.

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Educação

Encceja 2026: prazo de inscrição termina sexta-feira (15)

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© Divulgação/ MEC

O prazo para que os interessados se inscrevam no Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) 2026 termina nesta sexta-feira (15).

O objetivo da avaliação é oferecer, a jovens e adultos que não concluíram os estudos na idade certa, a oportunidade de obter a certificação do ensino fundamental ou ensino médio.

A participação no exame nacional é voluntária e gratuita. Na data da prova, é necessário ter ao menos 15 anos, para o ensino fundamental, e 18 anos, para o ensino médio.

Inscrição

A inscrição deve ser realizada exclusivamente pelo Sistema Encceja.

Ao acessar a plataforma do exame, o candidato deve seguir os seguintes passos:

1. clique no botão “Inscrição 2026”;

2. preencha os campos com seus dados pessoais, como o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF) e a data de nascimento;

3. depois, clique no desafio de autenticação e assinale a figura correspondente à palavra proposta;

3. Na página seguinte, preencha os dados obrigatórios como Cor ou Raça, Estado civil, Nacionalidade, endereço completo;

4. Na próxima página, o internauta pode sinalizar se precisa de algum tipo de atendimento especializado para fazer a prova. Se positivo, o candidato deve marcar a condição que motiva a solicitação de atendimento especializado (como cegueira, deficiência física, auditiva, intelectual, Transtorno do Espectro Autista, gestante, lactante, idoso, estudante em classe hospitalar ou outra condição específica);

5 – Na mesma página, a pessoa deve indicar o recurso de acessibilidade necessário para a realização da prova, de acordo com sua necessidade e anexar o laudo de comprovação da condição especial indicada;

6 – Ao clicar em “próximo”, deve ser confirmado que as informações declaradas são verdadeiras, sob pena de responder por crime contra a fé pública;

7. A pessoa deve verificar se as informações preenchidas estão corretas e continuar a inscrição;

6. Se desejar, o candidato pode marcar a opção de tratamento pelo nome social. O direito é reservado a participantes travestis, transexuais ou transgêneros que se identificam e querem ser reconhecidos socialmente conforme sua identidade de gênero;

7. A próxima etapa é preencher o nível de ensino para o qual busca obter certificação (fundamental ou médio) e assinalar as provas que precisa fazer para conseguir a certificação do nível de ensino pretendido;

8. Na sequência, o candidato precisa selecionar o estado e município em que deseja fazer a prova. Também é necessário indicar a instituição certificadora em que prefere solicitar o documento de conclusão ou declaração parcial de proficiência, após a devida liberação dos resultados;

9. Para prosseguir, o candidato deve marcar que a declaração de todas as informações está correta e que tem conhecimento de todas as regras estabelecidas no edital do exame;

10. A penúltima etapa é o preenchimento do questionário socioeconômico do Encceja com cerca de 70 questões com informações como família, moradia, trabalho, renda mensal, etc;

11. O candidato também é questionado sobre sua percepção do Encceja, hábitos de leitura, habilidades no uso de dispositivos eletrônicos, etc;

12. Por fim, a pessoa deve informar seus dados de contato corretamente, sendo pelo menos um número de telefone para possível contato da equipe do Inep.

13. O sistema alerta que não será possível alterar o questionário após selecionar a opção “confirmar”;

14. Pronto, a inscrição será confirmada.

As provas

O Encceja avalia competências, habilidades e saberes adquiridos no processo escolar ou extraescolar.

As provas serão aplicadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) no dia 23 de agosto, em dois turnos, em todos os estados e no Distrito Federal.

O exame é composto por quatro provas objetivas e uma redação, tanto para o ensino fundamental quanto para o médio.

As avaliações são organizadas por áreas do conhecimento. No ensino fundamental, os participantes são avaliados em ciências naturais, matemática, língua portuguesa (incluindo redação), língua estrangeira, artes, educação física, história e geografia.

Já no ensino médio, as áreas incluem linguagens e códigos acompanhadas de redação, matemática, ciências da natureza e ciências humanas.

Cada prova objetiva conta com 30 questões de múltipla escolha, totalizando 120 itens, além da produção de texto.

Sobre o Encceja

Realizado pelo Inep desde 2002, o exame garante a certificação de níveis do ensino da educação básica e, com isso, possibilita a retomada da trajetória escolar.

O Encceja ainda norteia a implementação de políticas para a melhoria da qualidade da oferta da educação de jovens e adultos.

Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil

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Educação

Naviraí Oficializa Pedido ao MEC por Curso de Enfermagem para o Campus da UFMS

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Uma das agendas do Prefeito de Naviraí, Rodrigo Sacuno, nesta semana em Brasília foi uma audiência no Ministério da Educação. A reunião viabilizada pelo Deputado Federal Geraldo Resende, objetivou reforçar o pedido pela criação do Curso de Enfermagem no Campus da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul no município.

A reunião teve além do Deputado e equipe da Prefeitura, a participação da Reitoria da UFMS, através do Vice-Reitor Albert Schiaveto de Souza. Atualmente são ofertados em Naviraí os cursos de Pedagogia, Administração, Arquitetura e Urbanismo, além da pós-graduação (especialista) em Educação Infantil e pós mestrado profissional em Pedagogia.

Uma satisfação ter ido ao Ministério da Educação, atendendo solicitação do Prefeito e um anseio da própria Universidade, para tratar da possibilidade da implantação do curso de Enfermagem da UFMS em Naviraí, disse o Deputado Geraldo. “A expansão da universidade pública, através da oferta de novos cursos é uma ação importante que visa dar oportunidade para mais estudantes ingressarem na UFMS no interior do estado” destacou.

O resultado da reunião foi o compromisso do Ministério de fazer o projeto para o curso e o compromisso do Parlamentar de conseguir via emenda o recurso para a UFMS implantá-lo. A previsão é de viabilização do processo durante esse ano, para implantação do novo curso em 2027.

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