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Educação

Campo Grande é destaque no IDEB com índice acima da média nacional

O retorno 100% presencial das aulas ocorreu no ano letivo de 2022.

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A Rede Municipal de Ensino de Campo Grande é destaque no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), apresentado nessa quinta-feira (16) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). Com índice de 5.2 nos anos finais do ensino fundamental, do 6º ao 9º ano, a Reme é destaque, pois apresenta IDEB acima da média nacional que é de 5.1. O IDEB da Reme teve crescimento de 0.2 em relação à avaliação anterior aplicada em 2019 e divulgada em 2020, com nota 5.0. O resultado positivo foi alcançado mesmo durante o período de aulas presenciais suspensas devido a pandemia, e posteriormente com atividades remotas e escalonadas nas unidades escolares, já que a avaliação foi aplicada no ano de 2021.

“Este resultado com certeza é devido a um esforço conjunto da família e dos profissionais da educação. Os professores, durante a suspensão das aulas presenciais, atuaram de forma ímpar, utilizando a criatividade e diversos recursos para garantir o acesso do aluno ao ensino”, afirmou a secretária Municipal de Educação, Alelis Izabel Gomes.

O crescimento no índice nacional representa o compromisso com a Educação, que não parou durante o período da pandemia. As escolas ficaram abertas, com a atuação da equipe administrativa e pedagógica, para distribuir os cadernos de atividades e também entregar os kits merenda e de hortifrúti, com mais de 214 mil unidades entregues entre março de 2020 e julho de 2021, para as famílias cadastradas no Programa Bolsa Família do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação (FNDE). Além disso, as aulas continuaram de forma remota e presencial escalonada no segundo semestre de 2021. O retorno 100% presencial das aulas ocorreu no ano letivo de 2022.

Desde a suspensão das aulas presenciais, em março de 2020, a Secretaria Municipal de Educação (Semed), juntamente com as unidades escolares e os profissionais da educação, atuou de maneira intensiva para garantir a continuidade do ensino para os alunos da Reme. No período da pandemia as aulas ficaram disponíveis por meio da TV Reme (canal 4.2 da TVE, e Youtube), Rádio Reme (aplicativo) e outros meios utilizados pelos professores e pelas unidades escolares (aplicativos de conversa com vídeos e áudios), conforme a necessidade e adaptação de cada turma. E para o aluno sem acesso à internet foi disponibilizado o caderno da Reme de acordo com o ano escolar, que oferece subsídios iniciais básicos a partir dos conteúdos desenvolvidos de forma contínua ou complementar.

“Diante da situação que a educação, no mundo todo e no Brasil, enfrentou, recebemos o resultado com satisfação. Realmente conseguimos atender os alunos com o ensino remoto, de diversas maneiras, com o uso da tecnologia, e também com os cadernos de atividades impressos. Tivemos o cuidado de oferecer aulas por meio da televisão e rádio, com a Rádio e TV Reme, além do YouTube. As aulas foram gravadas pelos professores e disponibilizadas em diferentes plataformas. Até os alunos das áreas rurais, mais distantes da Capital, receberam os materiais de alguma forma”, explica o secretário-adjunto de Educação, Waldir Leonel.

ESTRATÉGIA

Como parte da estratégia para o ano letivo de 2021, que iniciou de maneira remota e teve aulas presenciais escalonadas a partir do segundo semestre, a Semed implantou o caderno de atividades diagnósticas, que ajudou a avaliar o aprendizado dos alunos e também a direcionar as ações pedagógicas a serem desenvolvidas. As atividades diagnósticas propostas na época, aos alunos do ensino fundamental, do 1° ao 9° ano, tiveram como objetivo avaliar a aprendizagem no ano letivo de 2020 e se as ferramentas disponibilizadas para as aulas remotas – por conta da pandemia de covid-19 – foram bem recebidas e utilizadas de maneira apropriada pelos estudantes.

O atendimento remoto aos estudantes ocorreu com a utilização de plataformas tecnológicas, internet, televisão, rádio e os cadernos impressos distribuídos pelas unidades e divididos em caderno de experiências (para alunos das Escolas Municipais de Educação Infantil – EMEIs), atividades (pré-escola) e caderno-base (do 1º ao 9º ano do ensino fundamental).

O “Atendimento On-line Reme”, para os alunos de todas as etapas – desde o grupo 1 ao 9° do ensino fundamental e da educação de jovens e adultos (EJA) – da Reme foi implantado a partir do segundo semestre de 2021, com o retorno presencial escalonado. Por meio do serviço, os estudantes puderam tirar dúvidas da área pedagógica, relativas ao conteúdo.

“O ensino remoto ocorreu com toda a qualidade, atendendo os alunos da Reme nos aspectos pedagógico e tecnológico. No retorno escalonado tivemos o atendimento on-line, e a partir deste ano também estamos atuando na equiparação da aprendizagem, com estratégias específicas voltadas à formação dos professores alfabetizadores, escolas integrais e demais unidades. E estratégias que vão garantir que a área pedagógica seja sempre eficiente”, lembra a superintendente de Gestão das Políticas Educacionais (SUPED), Alcione Valadares.

O IDEB dos anos iniciais do ensino fundamental mantém-se acima da média, em 5.4. “Estamos com ações para garantir a aprendizagem dos alunos”, disse a superintendente. São programas específicos para a alfabetização e leitura, acompanhando os anos iniciais para garantir o aprendizado nesta fase, que é tão importante. O IDEB nacional para esta etapa de ensino foi de 5.8, com queda de 0.1: em 2019 o índice era de 5.9.

“Com o retorno das aulas 100% presenciais, em março de 2022, cada escola também passou a atuar para equiparar o ensino-aprendizagem. Nosso foco principal é na parte pedagógica, para que nossos alunos tenham os efeitos da pandemia na parte educacional, minimizados ao máximo”, afirmou a secretária Municipal de Educação, Alelis Izabel Gomes.

IDEB

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica foi criado em 2007, pelo INEP, para medir a qualidade do aprendizado e estabelecer metas para a melhoria do ensino. Nele, o índice é calculado pela taxa de rendimento escolar (aprovação) e as médias de proficiências nas avaliações do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (SAEB). A última avaliação foi aplicada em 2021 e os índices foram divulgados nessa quinta-feira (16).

O IDEB agrega ao enfoque pedagógico dos resultados das avaliações em larga escala do INEP, a possibilidade de resultados sintéticos, facilmente assimiláveis, e que permitem traçar metas de qualidade educacional para os sistemas de ensino.

(Com assessoria. Foto: Divulgação)

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Educação

Reme testa novo sistema de acompanhamento escolar

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Quatorze escolas da Rede Municipal de Ensino (Reme) de Campo Grande começaram a testar o sistema Avalia+, nova ferramenta digital criada para modernizar a rotina escolar e facilitar o acompanhamento da vida dos estudantes.

O projeto piloto foi apresentado nesta terça-feira (26), pela Prefeitura de Campo Grande e será utilizado nas unidades participantes entre os dias 1º de junho e 17 de julho.

Na ocasião, o secretário municipal de Educação, Lucas Henrique Bitencourt, destacou que a iniciativa representa um avanço para a rede. “Estamos estruturando um sistema próprio, pensado para a realidade das nossas escolas, que contribui para fortalecer a gestão e apoiar o trabalho dos professores”, pontuou.

O diretor-presidente da Agência Municipal de Tecnologia da Informação e Inovação (Agetec), Leandro Basmage, ressaltou o compromisso com o desenvolvimento da plataforma. “Durante esse período, o sistema será utilizado de forma intensiva pelas unidades, justamente para que possamos testá-lo em diferentes situações do dia a dia escolar. Esse uso mais exigente é fundamental para identificar ajustes e garantir que a plataforma atenda às necessidades da rede”, explicou.

O Avalia+ reúne funções como lançamento de notas, registro de frequência, planejamento pedagógico e diário de classe digital, permitindo mais organização e agilidade no acompanhamento escolar.

A proposta é testar a ferramenta em situações reais da rotina das escolas antes da expansão para toda a rede municipal. A expectativa é que, até o fim do ano, o sistema esteja implantado nas 209 unidades da Reme.

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Educação

Encceja 2026: prazo de inscrição termina sexta-feira (15)

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© Divulgação/ MEC

O prazo para que os interessados se inscrevam no Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) 2026 termina nesta sexta-feira (15).

O objetivo da avaliação é oferecer, a jovens e adultos que não concluíram os estudos na idade certa, a oportunidade de obter a certificação do ensino fundamental ou ensino médio.

A participação no exame nacional é voluntária e gratuita. Na data da prova, é necessário ter ao menos 15 anos, para o ensino fundamental, e 18 anos, para o ensino médio.

Inscrição

A inscrição deve ser realizada exclusivamente pelo Sistema Encceja.

Ao acessar a plataforma do exame, o candidato deve seguir os seguintes passos:

1. clique no botão “Inscrição 2026”;

2. preencha os campos com seus dados pessoais, como o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF) e a data de nascimento;

3. depois, clique no desafio de autenticação e assinale a figura correspondente à palavra proposta;

3. Na página seguinte, preencha os dados obrigatórios como Cor ou Raça, Estado civil, Nacionalidade, endereço completo;

4. Na próxima página, o internauta pode sinalizar se precisa de algum tipo de atendimento especializado para fazer a prova. Se positivo, o candidato deve marcar a condição que motiva a solicitação de atendimento especializado (como cegueira, deficiência física, auditiva, intelectual, Transtorno do Espectro Autista, gestante, lactante, idoso, estudante em classe hospitalar ou outra condição específica);

5 – Na mesma página, a pessoa deve indicar o recurso de acessibilidade necessário para a realização da prova, de acordo com sua necessidade e anexar o laudo de comprovação da condição especial indicada;

6 – Ao clicar em “próximo”, deve ser confirmado que as informações declaradas são verdadeiras, sob pena de responder por crime contra a fé pública;

7. A pessoa deve verificar se as informações preenchidas estão corretas e continuar a inscrição;

6. Se desejar, o candidato pode marcar a opção de tratamento pelo nome social. O direito é reservado a participantes travestis, transexuais ou transgêneros que se identificam e querem ser reconhecidos socialmente conforme sua identidade de gênero;

7. A próxima etapa é preencher o nível de ensino para o qual busca obter certificação (fundamental ou médio) e assinalar as provas que precisa fazer para conseguir a certificação do nível de ensino pretendido;

8. Na sequência, o candidato precisa selecionar o estado e município em que deseja fazer a prova. Também é necessário indicar a instituição certificadora em que prefere solicitar o documento de conclusão ou declaração parcial de proficiência, após a devida liberação dos resultados;

9. Para prosseguir, o candidato deve marcar que a declaração de todas as informações está correta e que tem conhecimento de todas as regras estabelecidas no edital do exame;

10. A penúltima etapa é o preenchimento do questionário socioeconômico do Encceja com cerca de 70 questões com informações como família, moradia, trabalho, renda mensal, etc;

11. O candidato também é questionado sobre sua percepção do Encceja, hábitos de leitura, habilidades no uso de dispositivos eletrônicos, etc;

12. Por fim, a pessoa deve informar seus dados de contato corretamente, sendo pelo menos um número de telefone para possível contato da equipe do Inep.

13. O sistema alerta que não será possível alterar o questionário após selecionar a opção “confirmar”;

14. Pronto, a inscrição será confirmada.

As provas

O Encceja avalia competências, habilidades e saberes adquiridos no processo escolar ou extraescolar.

As provas serão aplicadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) no dia 23 de agosto, em dois turnos, em todos os estados e no Distrito Federal.

O exame é composto por quatro provas objetivas e uma redação, tanto para o ensino fundamental quanto para o médio.

As avaliações são organizadas por áreas do conhecimento. No ensino fundamental, os participantes são avaliados em ciências naturais, matemática, língua portuguesa (incluindo redação), língua estrangeira, artes, educação física, história e geografia.

Já no ensino médio, as áreas incluem linguagens e códigos acompanhadas de redação, matemática, ciências da natureza e ciências humanas.

Cada prova objetiva conta com 30 questões de múltipla escolha, totalizando 120 itens, além da produção de texto.

Sobre o Encceja

Realizado pelo Inep desde 2002, o exame garante a certificação de níveis do ensino da educação básica e, com isso, possibilita a retomada da trajetória escolar.

O Encceja ainda norteia a implementação de políticas para a melhoria da qualidade da oferta da educação de jovens e adultos.

Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil

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Educação

Naviraí Oficializa Pedido ao MEC por Curso de Enfermagem para o Campus da UFMS

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Uma das agendas do Prefeito de Naviraí, Rodrigo Sacuno, nesta semana em Brasília foi uma audiência no Ministério da Educação. A reunião viabilizada pelo Deputado Federal Geraldo Resende, objetivou reforçar o pedido pela criação do Curso de Enfermagem no Campus da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul no município.

A reunião teve além do Deputado e equipe da Prefeitura, a participação da Reitoria da UFMS, através do Vice-Reitor Albert Schiaveto de Souza. Atualmente são ofertados em Naviraí os cursos de Pedagogia, Administração, Arquitetura e Urbanismo, além da pós-graduação (especialista) em Educação Infantil e pós mestrado profissional em Pedagogia.

Uma satisfação ter ido ao Ministério da Educação, atendendo solicitação do Prefeito e um anseio da própria Universidade, para tratar da possibilidade da implantação do curso de Enfermagem da UFMS em Naviraí, disse o Deputado Geraldo. “A expansão da universidade pública, através da oferta de novos cursos é uma ação importante que visa dar oportunidade para mais estudantes ingressarem na UFMS no interior do estado” destacou.

O resultado da reunião foi o compromisso do Ministério de fazer o projeto para o curso e o compromisso do Parlamentar de conseguir via emenda o recurso para a UFMS implantá-lo. A previsão é de viabilização do processo durante esse ano, para implantação do novo curso em 2027.

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