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Saúde

Campo Grande disponibiliza teste de covid-19 gratuito e sem agendamento

Testes estão disponíveis em Campo Grande nas 74 unidades básicas e de saúde da família

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Durante a semana, os testes para detecção da Covid-19  estão disponíveis em Campo Grande nas 74 unidades básicas e de saúde da família distribuídas nas sete regiões urbanas e distritos do Município de maneira gratuita e por demanda espontânea, ou seja,  sem a necessidade de agendamento prévio. Aos sábados e feriados, o serviço fica disponível somente nas unidades de plantão referenciadas pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesau).

Excepcionalmente nesta e na próxima semana, as unidades de saúde estarão funcionando com horário diferenciado em razão do período de recesso. Desta forma, os horários de atendimento para testagem e demais serviços sofrerão alteração. A partir do dia 06 de janeiro, as unidades voltam a funcionar em horário normal.

Locais de testagem

 

Para orientar o usuário sobre onde buscar atendimento, a Sesau disponibiliza uma plataforma onde é possível localizar a unidade de saúde mais próxima. Basta digitar o CEP ou endereço de residência. (Clique aqui).

“ Com o acesso da população facilitado aos testes podemos oportunizar um diagnóstico mais precoce e, desta forma, reduzir a circulação do vírus. O diagnóstico correto é fundamental para propor quaisquer medidas relacionadas à prevenção e ao prognóstico da infecção”, comenta o secretário municipal de Saúde Dr. Sandro Benites

O teste é recomendado para pessoas que apresentam sintomas respiratórios, como tosse, coriza, febre e dor de cabeça.  No caso do teste de antígeno, o resultado fica disponível em no máximo 20 minutos. Quem tiver o resultado positivo já tem a orientação e encaminhamento para unidade de saúde de referência para atendimento.

O paciente conta ainda com o serviço de Teleantedimento da Sesau, onde ele pode entrar em contato pelo número 2020-2170 e receber orientações de um profissional sobre as medidas de prevenção e onde buscar atendimento, caso seja necessário. O serviço funciona diariamente, das 7h às 19h, inclusive aos sábados, domingos e feriados.

A procura por testes de Covid-19 na Rede Municipal de Saúde teve um aumento a partir do mês de novembro. A média atual é de 160 testes realizados por dia. A taxa de positivo também apresentou aumento gradativo na 44ª semana epidemiológica em diante, chegando ao índice atual de 30%. Em 2022, foram confirmados 93,6 mil casos  e 478 óbitos provocados pela Covid-19 em Campo Grande, conforme boletim epidemiológico do último dia 21 de dezembro.

Prevenção

Medidas de prevenção como a higienização adequada das mãos devem ser reforçadas. (Foto: Michel Faustino)

Com a aproximação das festas de final de ano, aumento da circulação de pessoas, confraternizações e viagens de férias, a Sesau reforça as orientações à população sobre os cuidados e formas de prevenção à Covid-19. Neste período, em razão do crescimento de aglomerações, o número de casos da infecção tende a subir. 

Mesmo sendo um vírus respiratório e não ser comum a proliferação durante o verão, é possível perceber que o coronavírus se comporta de maneira diferente em relação a outros agentes infecciosos similares. “A principal explicação para este crescimento no final do ano, é que desde os primeiros casos registrados no município, a circulação do vírus não sessou em momento nenhum, e agora, com os festejos e confraternizações, a transmissão passa a ser ainda mais intensa”, explica o secretário municipal de saúde, Sandro Benites. 

Para ele, neste momento, é necessária ainda mais atenção quanto às formas de prevenção do vírus. A higiene pessoal e etiqueta respiratória, associada à vacinação, continuam sendo as principais formas de evitar o contágio pelo coronavírus. 

 Seguindo também as orientações da Prefeitura Municipal quanto ao uso de máscaras, quem apresentar sintomas respiratórios, como coriza e tosse, por exemplo, deve retomar o uso do equipamento de proteção individual. “Nestes casos também é necessário que a pessoa busque uma unidade de saúde para realizar a testagem, assim, com o diagnóstico, é possível cortar o ciclo de transmissão do vírus”, conclui o secretário. 

Cobertura Vacinal 

Outro aliado de grande valor no combate à infecção, é a vacinação, que além de prevenir a contaminação pelo vírus, faz com que, quem ainda assim seja infectado tenha sintomas leves, não sendo necessário que suporte hospitalar. Atualmente, a Capital conta com mais de 80% de sua população com o esquema vacinal completo. 

“Mesmo que tenham recebido as duas doses do esquema primário, é necessário que todos que se enquadrem para receber o reforço, busque pela vacina”, completa Benites. Podem receber o primeiro reforço todos que tenham 12 anos ou mais e tomaram a segunda dose, ou a dose única da Janssen, há pelo menos quatro meses. 

Quem tem 18 anos ou mais e já recebeu o primeiro reforço também há quatro meses ou mais, deve buscar pela segunda dose. As vacinas estão disponíveis para toda a população a partir dos seis meses de idade. 

 

Saúde

Escuta e acolhimento fortalecem mães atípicas servidoras da Sesau

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Em meio à rotina de cuidados, desafios e cobranças que acompanham a maternidade, encontrar um espaço para falar, ser ouvido e compartilhar experiências também é uma forma de cuidado. Foi com essa proposta que a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), por meio da Gerência de Saúde do Servidor (Gersau), reuniu servidoras mães atípicas em um momento de escuta, acolhimento e troca de experiências.

A atividade integrou as ações do mês dedicado à valorização da vida e foi realizada na área verde da Sesau. Conduzido pela psicóloga Leyisa Sena, da Gerência de Atenção Psicossocial (GRAP/Sesau), o encontro criou um ambiente para que as participantes pudessem falar sobre sentimentos e situações que fazem parte de suas rotinas, muitas vezes marcadas pela sobrecarga e pela dificuldade de reservar tempo para si mesmas.

Mais do que uma palestra, a proposta foi abrir espaço para a escuta. Entre os temas abordados estiveram o autocuidado, a culpa, a autoexigência e a sensação de que, ao cuidar de todos, muitas mães acabam deixando as próprias necessidades em segundo plano.

“Quem era você antes de precisar cuidar tanto? O que você cobra de si que não cobra de outra mãe?”, foram algumas das reflexões propostas durante a conversa.

A partir dessas perguntas, histórias pessoais começaram a surgir. Relatos de desafios, descobertas, pequenas conquistas e também de sonhos mostraram como a identificação entre as participantes pode ser uma forma de alento.

“Meu sonho é que o meu filho fale”, compartilhou uma das servidoras. A frase, carregada de significado para aquela mãe, também evidenciou a importância de um espaço em que experiências tão particulares possam ser compreendidas por quem vive situações semelhantes.

Cuidar de quem cuida

Entre os participantes estava o único pai presente na roda de conversa, Darllon Duarte, 34 anos, gerente da USF Universitário. Pai de uma menina de 11 anos, que está em processo de diagnóstico, e de um menino de 10 anos com seletividade alimentar, ele falou sobre a culpa, a necessidade de dividir responsabilidades e a importância de reconhecer cada conquista dos filhos.

“A gente precisa olhar para a família. A gente foca na mãe da criança porque é o que está mais em evidência, é mais necessário esse olhar, muitas estão sobrecarregadas. Sabemos que existem muitas mães solo, que não têm rede de apoio, mas os pais devem se envolver. O pai precisa saber onde seu filho está, o que ele faz, o que come, como fazer aquela criança desenvolver. Temos que aprender, mas precisamos ser ouvidos também”, desabafou.

A técnica de enfermagem Nadiellen Rodrigues Brito Barbosa, 40 anos, também compartilhou sua experiência como mãe de um menino de 10 anos com seletividade alimentar. Para ela, falar sobre as dificuldades ajuda a ressignificar a culpa e a reconhecer os avanços que, para outras pessoas, podem parecer pequenos, mas têm grande significado para a família.

“Sofri muito. Sempre pensando onde errei. A culpa não adianta. Hoje levo o acolhimento. Hoje vejo ele comendo duas colheres de arroz e, para mim, já é um paraíso. É paciência, trabalhando a paciência”, relatou.

Gratidão e aprendizado

Assistente social do CAPS AD IV, Josimara Pasqualine, 51 anos, é mãe de dois filhos, entre eles um adolescente de 15 anos, nível 3 de suporte. Emocionada, ela destacou o significado de ser acolhida também enquanto mãe e não apenas no papel de profissional que cuida de outras pessoas.

“Já tenho 32 anos de serviço e esse é um momento histórico. Ser acolhida como mãe atípica e uma pessoa neurodivergente, todas as dificuldades que a gente tem, está sendo um momento grandioso. Eu me sinto recompensada, valorizada. A gente trata tanto das pessoas, cuida dos outros, e às vezes a gente não tem esse tempo. Esse olhar que a Sesau tem com o trabalhador tem sido portas e esperança. A gente precisa ser ouvida. Muito grata pelo convite e pela oportunidade”, disse.

Durante uma das dinâmicas, a psicóloga da Gersau, Cléo Cabral, escolheu a palavra “gratidão” para representar o sentimento daquele momento. Mesmo sem ser mãe, ela destacou que ouvir as experiências das servidoras também foi uma oportunidade de aprendizado.

“Ainda não sou mãe, mas sou grata por este momento. Aprendi muito com vocês. A gente aprende ouvindo e, no futuro, tenho o sonho de ainda ser mãe. Obrigada por compartilharem suas histórias e vidas”, revelou.

Para a psicóloga Leyisa Sena, proporcionar esse espaço de escuta também faz parte do cuidado com o servidor.

“A proposta é fortalecer vínculos, estimular o autocuidado e mostrar às servidoras que elas não precisam enfrentar sozinhas os desafios da maternidade”, afirmou.

A profissional também destacou o trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Apoio às Mães Atípicas (NAMA), criado pela administração municipal como uma política pública voltada ao acolhimento, organização e acompanhamento dessas famílias.

O cadastramento no NAMA pode ser feito pelo telefone (67) 99179-5948, canal também destinado à atualização de informações e ao acesso aos serviços oferecidos pelo núcleo.

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Saúde

Anvisa aprova novo medicamento para tratamento de enxaqueca

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© Marcello Casal JrAgência Brasil

Um novo medicamento para o tratamento da enxaqueca foi aprovado nesta terça-feira (8) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O Aquipta (atogepanto) é indicado para adultos que têm pelo menos quatro episódios mensais de enxaqueca. 

De acordo com a agência, a substância atua no bloqueio de uma via envolvida na transmissão da dor. Além disso, é capaz de prevenir o aparecimento das crises. O laboratório que solicitou o registro foi a ABBVIE Farmacêutica, conforme resolução publicada no Diário Oficial da União (DOU).

Os estudos apontam que o atogepanto é capaz de reduzir “significativamente” o número de dias mensais de enxaqueca.  

Segundo a Anvisa, apesar de existirem opções terapêuticas para prevenção da enxaqueca, “muitas delas não atuam especificamente nos mecanismos fisiopatológicos da doença”. Por essa razão, o Aquipta representa uma nova opção de tratamento oral para prevenção da doença.

Sobre a doença

A enxaqueca é caracterizada por crises recorrentes de dor de cabeça de intensidade moderada a grave, frequentemente acompanhadas de náuseas, vômitos e sensibilidade à luz e ao som.

A doença atinge cerca de 15% da população mundial, com impacto significativo na qualidade de vida.

Agência Brasil

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Saúde

Prefeitura amplia vacinação contra chikungunya e febre amarela aos sábados no PAM

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Vacinas contra chikungunya e febre amarela serão aplicadas aos sábados, em setembro e outubro, na Sala de Vacinação do PAM. Foto: A. Frota/Arquivo/Assecom

A Prefeitura de Dourados, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, está ampliando as estratégias de vacinação contra a chikungunya e a febre amarela para facilitar o acesso da população e contribuir para o aumento das coberturas vacinais no município. Durante os meses de setembro e outubro, a Sala de Vacinação do Pronto Atendimento Médico (PAM) terá atendimento aos sábados, das 8h às 14h.

No mês de setembro, os atendimentos serão realizados nos dias 5, 12, 19 e 26. Em outubro nos dias 3, 17, 24 e 31.

A vacinação aos finais de semana é uma alternativa para quem não consegue comparecer a uma unidade de saúde durante os dias úteis. A estratégia também busca ampliar a adesão da população e reforçar a proteção antes do período de verão, quando as condições ambientais podem favorecer a circulação de arboviroses.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça a importância de a população verificar a situação vacinal e procurar os serviços de saúde para colocar as doses em dia, conforme os critérios estabelecidos para cada vacina.

A preocupação é especialmente relevante diante do cenário epidemiológico da Chikungunya. Dourados já enfrentou uma importante epidemia da doença e a Secretaria de Saúde trabalha para ampliar a proteção da população e reduzir os riscos de uma nova onda de transmissão.

“A vacinação é uma das principais ferramentas de prevenção e precisamos facilitar o acesso da população. Ao oferecer a vacinação também aos sábados, estamos criando uma oportunidade para quem trabalha ou tem dificuldade de ir à unidade durante a semana. É importante que cada pessoa confira sua situação vacinal e procure a unidade de saúde”, destaca o secretário municipal de Saúde, Márcio Grei Vidal de Figueiredo.

CHIKUNGUNYA

A Secretaria de Saúde chama atenção especialmente para a vacinação contra a Chikungunya, destinada ao público que atende aos critérios definidos pelo Ministério da Saúde. A orientação é que pessoas com idade entre 18 e 59 anos verifiquem nas unidades de saúde se estão dentro dos critérios para receber a vacina.

A medida integra o conjunto de ações adotadas pelo Município para fortalecer a prevenção e preparar Dourados para os próximos meses.

FEBRE AMARELA

A campanha também reforça a importância da vacinação contra a febre amarela. A população deve verificar sua situação vacinal e buscar orientação nas unidades de saúde, especialmente quem ainda não possui o esquema recomendado. A Secretaria de Saúde orienta que a população não espere o surgimento de novos casos para procurar proteção e, também, ao ir receber a dose, levar documento pessoal e, se possível, a carteira de vacinação para conferência e atualização do esquema vacinal.

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