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Biodança, ovnis, perucas: com o que trabalham as novas profissões

Lista oficial de ocupações foi atualizada pelo Ministério do Trabalho

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Ela tem a habilidade de transformar completamente a aparência de uma pessoa. Basta mudar textura, comprimento e cor do cabelo, e surge uma nova personalidade. Raquél Reis, de 41 anos, é confeccionadora de perucas há mais de uma década. Já produziu até 200 cabelos diferentes em um mês. Uma rotina pesada de trabalho, que atende desde profissionais do mundo das artes, até pessoas comuns que sofrem com a queda de cabelo por causa do tratamento contra o câncer.

Brasília (DF) 08/06/2024 - Raquél Reis confeccionadora de perucas - Ovnis, brinquedos, perucas: com o que trabalham novas profissões do país.
Foto: Raquél Reis/Arquivo Pessoal
Foto: Raquél Reis/Arquivo Pessoal

“É um trabalho muito puxado e custoso. A pessoa quer que você faça por medida, no formato da cabeça dela, tem que tirar medidas, fazer marcações, fio a fio, para aparecer tudo maravilhosamente natural. É complicado”, diz Raquél. “Mas eu amo esse poder da transformação. Toda vez que faço uma peruca para alguém, primeiro coloco em mim, vejo se estou feliz e confortável, depois passo para a minha cliente. É um mercado lindo, crescendo cada vez mais. Antigamente, tinha o preconceito da peruca. Hoje, não”.

O trabalho de confeccionador de peruca é uma das 19 novas profissões reconhecidas no Guia Brasileiro de Ocupações. Ele foi lançado na quinta-feira passada (6) pelo Ministério do Trabalho e Emprego e a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Raquél Reis diz que a produção de perucas garante uma remuneração suficiente para pagar as contas. A demanda antes da pandemia era maior, mas vem aumentando progressivamente. Ela prefere trabalhar de forma autônoma, para conseguir atender desde clientes comuns até produções artísticas maiores para o cinema, televisão e teatro. Atualmente, está envolvida na peça O Rei Leão, em cartaz em São Paulo. Já trabalhou para os filmes Nosso Sonho, sobre a dupla Claudinho e Buchecha, e Mamonas Assassinas.

A demanda de pessoas com câncer, que perdem os cabelos por causa da quimioterapia, também costuma ser alta. Raquél já atendeu 18 pessoas com essa necessidade em um mês. Um trabalho que, apesar de não trazer ainda um retorno financeiro alto, traz muita satisfação em poder ajudar as pessoas a recuperarem um pouco da autoestima.

“Quando a pessoa está começando a quimioterapia, eu consigo tirar o próprio cabelo da cliente e fazer a peruca. Antes, eu pedia para alguns amigos coletarem cabelo. Mas um dia ninguém podia ir e eu fui junto, acabei chorando junto com a cliente. Agora estou sendo mais profissional. É difícil ver uma mulher perdendo o que ela ama, porque isso é a moldura do nosso rosto. Mas a pessoa chora no momento e, depois que ela coloca o cabelo, volta a sorrir”, diz Raquél.

Guia Brasileiro de Ocupações

A versão atualizada do Guia Brasileiro de Ocupações lista 2.609 profissões do mercado de trabalho. A ideia é que o documento sirva de referência para trabalhadores, estudantes, empregadores e pesquisadores. Há informações sobre a média salarial, habilidades, conhecimentos e requisitos de cada uma das ocupações. Além de dados sobre desligamentos e admissões em 2023.

As 19 ocupações que aparecem pela primeira vez na lista ainda não têm todas as informações acima. A entrada na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) é o primeiro passo para que profissionais e instituições busquem maior reconhecimento e organização da profissão. A identificação inicial tem fins classificatórios para registros administrativos, mas não pode ser confundida com a regulamentação da profissão, que sempre é realizada por meio de lei no Congresso Nacional.

As 19 novas profissões são: terapeuta reiki, instrutor de ioga, instrutor de meditação, facilitador de biodança, facilitador de grupos de movimento, condutor escolar terrestre, lactarista, brinquedista, condutor de cães domésticos, monitor de animais domésticos, instrutor de mobilidade com cães-guia, biólogo em meio ambiente e diversidade, biólogo em saúde, ergonomista, hidrojatista, ufólogo, analista de sucesso do cliente, analista de experiência do cliente e confeccionador de perucas.

Ufólogo

Brasília (DF) 08/06/2024 - Ufólogo Edison Boaventura (d) - Ovnis, brinquedos, perucas: com o que trabalham novas profissões do país.
Foto Edilson Boaventura/Arquivo Pessoal
Foto: Edilson Boaventura/Arquivo Pessoal

Objetos voadores não identificados (Ovnis) e extraterrestres povoam o imaginário social há tempos. Além de lendas populares e temas de ficção, eles são fonte de pesquisa para um grupo de pessoas que se denominam ufólogas. É o caso do Edison Boaventura Junior, 57 anos, que trabalha com o assunto há 42 anos e divulga os conteúdos nas redes sociais. Aposentado, foi gerente do Banco do Brasil durante toda a vida e, com o salário, custeou os estudos na área de ufologia.

“O meu interesse pelos ovnis surgiu em 1981, depois de avistar um objeto voador não identificado em Guarujá, no litoral de São Paulo. Tinha 14 anos de idade, minha mãe e meu irmão mais novo presenciaram o fato, além de alguns vizinhos. Era um objeto alaranjado, muito grande, que soltava objetos menores por baixo. Cheguei a contar 16 objetos. Até que eles desapareceram em uma velocidade rápida”, conta Edison.

Em 1985, Edison fundou o grupo ufológico do Guarujá, que afirma pesquisar mais de 600 casos, envolvendo fenômenos de avistamentos, luzes, pousos de objetos e até contatos diretos com tripulantes. A expectativa agora é que, com o reconhecimento oficial de que a ufologia é uma profissão, possam existir remunerações e postos de trabalho oficiais no governo, em áreas de inteligência ou militar, centros científicos e universidades.

“Fato inédito acontecendo no Brasil. Não conheço nenhum outro país no mundo que tenha ali na sua grade o código de ufólogo reconhecido como profissão. É um marco nacional e internacional. Acredito que essa iniciativa deve ser seguida por outros países também, que vão usar o nosso exemplo para sistematizar isso nos ministérios do trabalho deles”, analisa Edison. “Segundo passo é sistematizar tudo para definir o que é um ufólogo. Precisa ter nível superior? Tem que fazer algum curso? Ele vai ser reconhecido pelo MEC? Se a pessoa escreveu algum livro ou publicou algum trabalho em revista especializada?”.

Facilitador de biodança

Um dos nomes que mais chama a atenção na nova lista de ocupações é o do facilitador de biodança. Parece algo mais novo e desconhecido, mas é uma prática que existe desde a década de 1960. Foi criada por um psicólogo e antropólogo chileno, Rolando Toro, e trazida para o Brasil nos anos 1970. Por aqui, ela tem como principal instituição a Associação Brasileira de Facilitadores de Biodança (Abraça), da qual Wanderléia Aparecida Coelho é presidente.

“A biodança integra música, movimento e atividades em grupo. O objetivo é que as pessoas possam se reconhecer dançando e, assim, caminhar de forma mais plena pelo mundo. Toda sessão, que dura em média duas horas ou duas horas e meia de trabalho semanais, potencializa os despertares do indivíduo. Não é uma coreografia marcada, ela não tem passos definidos. O que ela tem são estímulos através da música, das vivências pessoais e do grupo, para que cada indivíduo possa se conhecer através do próprio movimento”, explica Wanderléia.

Segundo a presidente da Abraça, a biodança integra os conhecimentos de várias ciências. Começa com a ideia de promoção da saúde e se aprofunda em outros caminhos de desenvolvimento humano e de autoconhecimento, dentro de uma jornada existencial.

O profissional que deseja se tornar um facilitador em biodança precisa passar por um processo de formação exigente. A qualificação dura 4 anos, com 400 horas de teoria e prática. Para iniciar o curso, é obrigatório que já tenha participado de sessões e rodas de biodança, para depois seguir os estágios de formação teórica, estágios e apresentação de monografia. Uma vez concluído, ele se torna um facilitador, conceito importante para entender a profissão.

“Ele se diferencia de ser um professor, porque a gente parte do princípio de que estamos ali para criar condições para que um indivíduo se desenvolva. Facilitando processos, criando condições. E não ensinando, no sentido mais conservador da palavra. Ensinar é alguém oferecer conhecimento para outro aprender. A biodança parte do princípio de que já existe esse potencial humano e o facilitador cria condições para despertar os potenciais”, diz Wanderléia.

O profissional formado pode atuar em grupos regulares privados, voltados para a área do desenvolvimento humano e promoção da saúde. Ou na área da educação, para a formação de outros facilitadores. E até mesmo passar em um concurso público em alguns estados e municípios que disponibilizam vagas para essa formação específica. A ABRAÇA ainda não tem um levantamento sobre a média salarial da categoria, mas é uma pesquisa que está no horizonte.

Brasília (DF) 08/06/2024 - Professora de Yoga, Satyla Leal - Ovnis, brinquedos, perucas: com o que trabalham novas profissões do país.
Foto: Satyla Leal/Arquivo Pessoal
Satyla Leal/Arquivo Pessoal

Instrutor de yoga

Conceito e prática que tem origem na Índia, a yoga (ou ioga) é difundida há um bom tempo pelo Brasil. É fácil encontrar um número alto de praticantes e professores nas redes sociais. Um desses perfis é o de Satyla Leal, de 30 anos, que dá aulas virtuais e presenciais há quatro anos. Ela já pensou em ser educadora física, cursou administração, trabalhou como vendedora em shopping, até encontrar o caminho profissional na yoga. Profissão que, por comparação com as outras, pode parecer menos agitada, mas exige um longo tempo de dedicação.

“O meu dia começa às 4h da manhã. É bem cedinho mesmo, para eu conseguir fazer minha prática antes de começar a dar as aulas. Às 6h, eu tenho a primeira aula, que é virtual. Depois, por volta das 7h, dou uma aula presencial. Na sequência, eu faço musculação para fortalecer o corpo e a própria prática. E aí vem os cuidados com a casa e os estudos. No período da tarde, tenho mais aulas particulares, que só terminam às 19h”, conta a professora.

Satyla diz que a profissão exige muito envolvimento físico e emocional, e que uma pessoa interessada em se tornar professora precisa ter disciplina e estar engajada nos princípios da yoga. Praticar o que ensina.

“Yoga significa união. O objetivo da prática é essa integração da gente com a gente mesmo, com os nossos pilares essenciais: o corpo, a mente, o espírito e a harmonia deles para a gente transitar pela vida e todos os desafios. A Yoga não vai resolver os problemas, mas vai te trazer disciplina para o que precisa ser feito. Aprender a trabalhar a mente não como inimiga, mas como ferramenta. Aprender a ouvir o próprio coração”, diz a professora.

Brinquedista

Já pensou em ser um profissional pago para brincar e organizar brincadeiras de criança? O trabalho de brinquedista envolve uma dose alta de diversão, mas é sério e exige uma formação específica para que a pessoa seja capaz de lidar com uma rotina diária movimentada de trabalho. O mercado de trabalho tem opções principalmente em brinquedotecas de escolas, hospitais e empresas privadas.

Brasília (DF) 08/06/2024 - Brinquedoteca do hospital da Santa Casa de Poços de Caldas (GO) - Ovnis, brinquedos, perucas: com o que trabalham novas profissões do país.
Foto: Hospital da Santa Casa de Poços de Caldas/Divulgação
Foto: Hospital da Santa Casa de Poços de Caldas/Divulgação

“O brinquedista se ocupa de selecionar o acervo da brinquedoteca. Os brinquedos e jogos que mais atendem ao público, conforme a idade e o ambiente onde as crianças estão inseridas. Uma brinquedoteca hospitalar, por exemplo, não pode ter determinados tipos de brinquedos por conta da higienização. O profissional vai organizar os espaços dentro da brinquedoteca para que sejam atraentes, para que as crianças interajam ali dentro. Ele ensina e incentiva brincar. Pode trazer projetos de músicas ou artes. Também cuida da parte de limpeza e da segurança do brinquedo, se ele precisa de manutenção e descarte. Tem que acolher famílias. Não é pouca coisa”, explica Maria Célia Malta Campos, psicopedagoga e presidente da Associação Brasileira de Brinquedoteca (ABBri).

A primeira brinquedoteca do país foi montada em 1981: a Brinquedoteca Indianópolis, em São Paulo, tendo como diretora a pedagoga Nylse Helena Silva Cunha. A ABBri surge em 1984 e está com 39 anos de existência. Hoje, quem deseja se tornar um brinquedista precisa passar por um curso livre de 40 ou 50 horas. Não é exigido diploma universitário, basta ter o ensino médio completo.

O reconhecimento na Classificação Brasileira de Ocupações foi importante, segundo os brinquedistas, para evitar confusões com outros tipos de atividades, que possuem filosofias bem diferentes.

“A gente diferencia bastante o brincar da brinquedoteca do brincar pedagógico voltado para um ensino. O brincar para nós é livre, criativo, onde a criança se comunica, se expressa, ela é o centro da atividade”, explica Maria Célia. “Existe uma base sólida para diferenciar esse profissional do educador e do recreador. O recreador lidera e organiza situações de brincadeira. Ele é o centro da atividade. E para nós é o contrário. O centro da atividade é a criança”.

(Fonte: Agência Brasil. Foto:Reprodução)

 

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Fumacê percorrerá cinco regiões de Campo Grande

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O combate ao mosquito Aedes Aegypti, transmissor de arboviroses como Dengue, Zika e Chikungunya, será reforçado em cinco bairros de Campo Grande, com o uso do serviço de borrifação ultrabaixo volume (UBV) – conhecido como Fumacê, nesta sexta-feira (17).

As equipes da Gerência de Controle de Endemias Vetoriais (GCEV) da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) circularão das 16h às 22h pelas ruas dos seguintes bairros: Carvalho, Taquarussu, Jockey Club, Lageado e Los Angeles.

Para uma maior eficácia do inseticida, é necessário que o morador abra portas e janelas, assim o veneno consegue atingir os locais onde há maior probabilidade de estarem os mosquitos.

Os serviços podem ser adiados ou até mesmo cancelados em caso de chuvas, ventos ou neblina, uma vez que tais atividades meteorológicas prejudicam a aplicação do veneno.

O inseticida atinge os mosquitos adultos, preferencialmente as fêmeas, que são as transmissoras das doenças. Ainda assim é possível que outras espécies sejam atingidas e, por isso, é necessária uma aplicação criteriosa do veneno.

Confira o itinerário: 

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Prefeitura promove capacitação para feirantes e empreendedores de food trucks

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Formação oferecida pela Semaf, voltada a feirantes e empreendedores de food trucks, visa melhoria da qualidade de serviços prestados à população. Foto – A. Frota

A Prefeitura de Dourados, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura Familiar (Semaf), realiza no próximo dia 27 de abril a capacitação “Foco na regulamentação e boas práticas”, voltada a feirantes e empreendedores de food trucks que atuam no município. O treinamento será realizado no anfiteatro do Centro Administrativo Municipal, sede da Prefeitura, e abordará temas como regulamentação, diretrizes legais e sanitárias, além de orientações sobre boas práticas nas feiras livres e nos espaços públicos destinados à comercialização de alimentos.

De acordo com o secretário municipal de Agricultura Familiar, Bruno Pontim, a participação é obrigatória e está prevista na Lei Municipal nº 4.380, de 6 de dezembro de 2019, que regulamenta o funcionamento das feiras livres em Dourados. “Quem atua no setor de alimentação precisa estar atualizado com as regras sanitárias e de saúde pública”, observa Bruno Pontim. “Nossa obrigação, além de fiscalizar, é proporcionar condições para que esses profissionais fiquem em sintonia com a legislação”, completa o secretário.

A legislação estabelece normas detalhadas para a organização, funcionamento e fiscalização das feiras. Entre os pontos previstos, está a definição das feiras livres como centros de exposição, produção e comercialização a varejo de uma ampla variedade de produtos, incluindo gêneros alimentícios, hortifrutigranjeiros, produtos de origem animal inspecionados, itens de apicultura, piscicultura, artesanato, comidas típicas, bebidas, além de artigos de uso doméstico e pessoal.

A lei também determina a setorização obrigatória das feiras, organizando os espaços conforme o tipo de produto comercializado, como hortifrutigranjeiros, praça de alimentação, secos e molhados e armarinhos. Essa divisão busca garantir melhor organização, segurança alimentar e conforto ao público.

Outro ponto importante é a regulamentação sobre localização e funcionamento. As feiras devem respeitar critérios como distância mínima entre si e restrições quanto à proximidade de unidades de saúde e segurança pública, além de operar em dias e horários previamente definidos pelo poder público.

A norma ainda prevê exigências estruturais, como o uso obrigatório de coberturas adequadas nas barracas, padronização dos espaços e organização por segmentos comerciais, além da proibição de circulação de veículos não autorizados durante o funcionamento das feiras.

O secretário recorda que para atuar regularmente, os feirantes precisam estar cadastrados junto ao município, obter o alvará de funcionamento e participar de capacitações obrigatórias, incluindo treinamentos em empreendedorismo oferecidos pela Semaf em parceria com outros órgãos municipais.

A fiscalização é realizada por equipes da Prefeitura, com atuação integrada de fiscais de postura, Vigilância Sanitária e órgãos de defesa do consumidor, garantindo o cumprimento das normas e a qualidade dos serviços oferecidos à população.

Segundo ainda o titular da Semaf, a capacitação tem como objetivo orientar os trabalhadores quanto às exigências legais e sanitárias, contribuindo para a melhoria da qualidade dos produtos e serviços, além de fortalecer a segurança alimentar e a organização das feiras livres no município.

A legislação estabelece normas para organização, localização e concessão de permissões para atuação nesses espaços, definindo as feiras livres como centros de exposição, produção e comercialização a varejo. Entre os produtos contemplados estão gêneros alimentícios, hortifrutigranjeiros, itens de olericultura, apicultura, piscicultura, além de artesanato, entre outros.

A iniciativa, reforça a Semaf, busca orientar os trabalhadores quanto ao cumprimento das exigências legais e sanitárias, contribuindo para a melhoria da qualidade dos serviços prestados à população e para a segurança alimentar nos espaços públicos.

SERVIÇO

Capacitação: “Foco na regulamentação e boas práticas”

Data: 27 de abril

Local: Anfiteatro da Prefeitura de Dourados

Público-alvo: Feirantes e empreendedores de food trucks

Participação: Obrigatória

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Funsat oferece mais de 1,4 mil vagas hoje

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A Funsat oferece nesta quinta-feira (16), um total de 1.465 vagas de emprego em 112 funções diferentes, ampliando as oportunidades para trabalhadores que buscam inserção ou recolocação no mercado de trabalho.

Entre as vagas disponíveis, destacam-se as funções de operador de caixa, com 367 oportunidades, auxiliar de limpeza (151), auxiliar de padeiro (71), atendente de lojas e mercados (62), auxiliar de linha de produção (51) e auxiliar operacional de logística (50). Também há oportunidades em áreas como comércio, serviços, construção civil e indústria.

Para quem não possui experiência, a Funsat disponibiliza 1.051 vagas em 52 funções, facilitando o acesso ao primeiro emprego. As principais oportunidades nessa categoria são para operador de caixa (365 vagas), auxiliar de limpeza (112), auxiliar de padeiro (71) e atendente de lojas e mercados (62).

O público Pessoa com Deficiência (PCD) conta com 8 vagas distribuídas entre funções como auxiliar de limpeza, auxiliar de linha de produção, empacotador e porteiro. Já as vagas temporárias somam 11 oportunidades, com destaque para as áreas de alimentação e atendimento.

A Funsat orienta que os interessados compareçam presencialmente para realizar ou atualizar o cadastro no sistema de intermediação de emprego. Não são repassados detalhes das vagas por telefone.

O atendimento na sede da Funsat ocorre das 7h às 16h, localizada na Rua 14 de Julho, nº 992, Vila Glória. Já no Polo Moreninhas, o atendimento segue até as 13h.

A Prefeitura também reforça a importância de manter o cadastro atualizado no Aplicativo da Carteira de Trabalho Digital, onde é possível consultar vagas, contratos de trabalho e informações sobre o Seguro-Desemprego de forma prática e rápida.

As vagas são atualizadas diariamente e podem sofrer alterações ao longo do dia, conforme o preenchimento das oportunidades.

Para acompanhar as novidades, a população pode seguir as redes sociais da Funsat no Instagram (@funsat.cg) e Facebook (Funsatcampograndems).

Confira todas as vagas aqui

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