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Cultura

Artesanato de Mato Grosso do Sul tem recorde de vendas durante a 22ª Fenearte em Pernambuco

A Feira recebeu um público superior a 300 mil pessoas e movimenta mais de R$ 40 milhões em 12 dias de evento.

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O artesanato de Mato Grosso do Sul esteve presente na maior feira de artesanato da América Latina, realizada no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda, de 6 a 17 de julho. A 22ª Fenearte representou para o Estado o maior recorde de vendas de todas as edições da Feira. MS comercializou R$ 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil reais) durante o evento e ficou em nono lugar no ranking dos Estados participantes considerando valor comercializado mais o valor de encomendas: foram 5.777 peças vendidas totalizando o valor de R$ 222.603,00 mais 13.150 peças encomendadas, totalizando o valor de R$ 24.218,00.

A Feira recebeu um público superior a 300 mil pessoas e movimenta mais de R$ 40 milhões em 12 dias de evento.

A 22ª edição da Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte) teve registro de grande público e artesãos celebrando boas vendas nos doze dias de evento. “Voltamos a realizar a feira no período tradicional de julho por meio de um esforço coletivo de vários órgãos e secretarias do Governo de Pernambuco. A Fenearte 2022 foi um feito grandioso, digno do grande público que o prestigia. A feira hoje concentra inúmeras expressões culturais e impulsiona o artesanato e demais expressões da economia criativa”, explicou o presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), Roberto Abreu e Lima.

“Em uma edição tão especial para nós, em ritmo de retomada, chegamos ao fim desta Fenearte comemorando os números de público e vendas. A movimentação financeira superou nossas projeções, consolidando a Fenearte como uma importante plataforma de fomento à cultura e ao artesanato no Brasil. São meses de preparação para que a feira seja sempre este sucesso e o nosso desafio é evoluir a cada edição”, detalhou a coordenadora geral da Fenearte, Márcia Souto.

O evento celebrou os 30 anos do Manguebeat, movimento que surgiu em Pernambuco e reverberou no mundo inteiro. Nesta edição histórica, a Feira enalteceu a riqueza cultural do artesanato e o seu potencial de negócios com uma extensa programação: salões de arte, exposições, desfiles de moda, oficinas gratuitas, rodas de conversas, aulas de gastronomia, visitas guiadas e uma ampla grade de atrações artísticas promovida pela Secretaria Estadual de Cultura e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco – Fundarpe.

Este ano marcaram presença cerca de 5 mil expositores distribuídos em 700 espaços, em uma área de 30 mil m². Com investimento de R$ 7 milhões, o evento gerou cerca de 2,5 mil postos de trabalho temporários e uma movimentação financeira que superou os R$ 40 milhões. Considerando a pluralidade da produção artesanal do Estado, a robusta participação de Pernambuco na Fenearte foi de 80%. Outros expositores de 23 estados brasileiros e do Distrito Federal marcaram presença nesta vigésima segunda edição apresentando um rico panorama da produção artesanal do país. Contando ainda com o setor internacional que trouxe 26 países, entre eles Angola, Japão, China, Egito, Emirados Árabes, Filipinas, Peru, Turquia e Tailândia.

Mestres do artesanato compartilharam seus ofícios com diversas gerações em oficinas gratuitas, gerando, assim, rodas de diálogo e a prática das mais diversas atividades, indo muito além da teoria. Ao todo, 1.286 pessoas participaram de 14 oficinas. E foram elas: Iniciação na Arte da Xilogravura; Oficina de Xilogravura; Canivete Recifense; O Som do Barro; Modelagem Manual: Entrelaçando História Através do Barro; String Ar; Confecção de Saberes do Mamulengo; Serigrafia Artesanal Manguetown; Personalize com Serigrafia; Sementes e ráfia, estética natural através de BioJóias; Caranguejo com Cérebro – O manifesto; Cianotipia: impressões artesanais com a luz do sol; Renda Renascença; Lembrando e fazendo a revolução: oficina de lambe – lambe e Pingouin.

O Sebrae/PE divulgou o resultado dos negócios realizados ao longo de três dias de feira. Participaram 40 lojistas e 40 artesãos. Por meio de 70 encontros, a movimentação financeira total foi superior a R$ 1,5 milhão, entre compras efetivas no evento e negociações.

(Com assessoria. Foto: Divulgação)

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Cultura

Exposição de Fer Castilho integra programação cultural no Paço Municipal

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A Prefeitura de Campo Grande abre espaço para a produção artística por meio do projeto Arte no Paço, que apresenta a exposição do artista visual Fer Castilho no segundo andar do Paço Municipal. A mostra tem entrada gratuita e pode ser visitada até 11 de dezembro, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h30, na Avenida Afonso Pena, 3279.

A exposição reúne pinturas com composições florais, cores intensas e pinceladas expressivas. Nas telas, o artista explora diferentes formas de representar elementos da natureza, com atenção à textura, à luz e à organização das imagens.

Arquiteto de formação, Fer Castilho é graduado em Arquitetura e Urbanismo pelo Centro Universitário Metodista Bennett, no Rio de Janeiro, desde 1980. Durante a graduação, teve aulas com as artistas Rosa Magalhães e Maria Augusta Rodrigues, experiências que contribuíram para sua aproximação com as artes visuais.

Ao longo da carreira, também atuou como professor universitário nas áreas de História da Arte, Desenho Artístico, Plástica, Arquitetura, Urbanismo e Paisagismo. Após 38 anos de atividade acadêmica, passou a se dedicar à atuação como arquiteto e artista visual.

Sua produção transita entre figuração e abstração e reúne pesquisas sobre diferentes temas. Entre as participações em exposições coletivas estão a II Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, em 1993, e a mostra Alterações Climáticas: a Paz e os Seres Vivos, apresentada em Campo Grande em 2024 e na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), em 2025.

Nessas exposições, o artista apresentou a obra Queimada no Pantanal/MS III, produzida em acrílica sobre papel Canson. Em 2026, realizou a exposição individual A Violência Nossa de Cada Dia, na Galeria de Vidro, localizada na Plataforma Cultural, em Campo Grande.

O projeto Arte no Paço promove o contato do público com a produção artística em um espaço de circulação da administração municipal, ampliando as oportunidades de acesso gratuito às artes visuais.

Serviço

Exposição Fer Castilho — projeto Arte no Paço

  • Local: Paço Municipal, segundo andar
  • Endereço: Avenida Afonso Pena, 3279, Campo Grande
  • Visitação: de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h30, até 11 de dezembro
  • Entrada: gratuita

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Cultura

Em Itaporã, Governo do Estado reforça apoio e incentivo às tradições campeiras de Mato Grosso do Sul

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Depois de uma extensa agenda pelo interior do Estado, o governador Eduardo Riedel encerrou o sábado (30) em meio a uma das mais tradicionais manifestações da cultura sul-mato-grossense. Acompanhado por autoridades estaduais e municipais, participou do 7º Encontro Carapé de Laço Comprido, realizado em Itaporã.

Ao prestigiar o encontro, o governador Eduardo Riedel enfatizou a força das tradições sul-mato-grossenses e reafirmou o compromisso do Governo do Estado com o incentivo aos clubes de laço e às manifestações culturais que fazem parte da identidade de Mato Grosso do Sul.

“Eventos como este demonstram a força da nossa cultura e o compromisso das pessoas que mantêm vivas as tradições do Mato Grosso do Sul. O que vemos aqui é organização, participação da comunidade e valorização de um esporte que faz parte da história e da identidade do nosso Estado. Por isso, o Governo tem sido parceiro dos clubes de laço, apoiando a realização de eventos e fortalecendo uma atividade que reúne famílias e preserva nossas raízes”, afirmou.

Riedel também ressaltou os investimentos que vêm sendo realizados no município e reafirmou o compromisso com novas obras de infraestrutura para a região.

“Estamos avançando com importantes projetos para Itaporã e para toda esta região. O anel rodoviário está em andamento e o projeto executivo da MS-270 está sendo concluído para que possamos avançar para a etapa de licitação. Esse trabalho é resultado de uma parceria entre Governo do Estado, Assembleia Legislativa, bancada federal e municípios, sempre com o objetivo de promover desenvolvimento e melhorar a vida das pessoas”, acrescentou.

O evento, que teve início na quinta-feira (29) e segue até amanhã (31), reúne competidores, famílias e amantes das tradições campeiras de diversas regiões de Mato Grosso do Sul, consolidando-se como uma das principais celebrações do calendário tradicionalista do Estado.

Promovida pelo Clube do Laço Itaporã, a programação fortalece a cultura do laço comprido e movimenta a economia local, atraindo visitantes e impulsionando setores como comércio, serviços e alimentação. Mais do que uma competição esportiva, o encontro se transformou em um espaço de integração entre gerações, valorização das raízes culturais e convivência comunitária.

A programação inclui disputas de laço, apresentações musicais, praça de alimentação e atrações voltadas para públicos de todas as idades.
A iniciativa conta com o apoio do Governo do Estado e da Prefeitura de Itaporã, reforçando o compromisso com a preservação das tradições regionais, o fortalecimento do convívio social e o incentivo às práticas esportivas que integram a identidade cultural sul-mato-grossense.

Durante o evento, o prefeito de Itaporã, Tiago Carbonaro, destacou a importância do evento para a preservação das tradições sul-mato-grossenses e ressaltou o apoio do Governo do Estado para a realização da festa, que reúne famílias, competidores e visitantes de diversas regiões.

“Esta é uma festa que representa a nossa cultura, as nossas raízes e a tradição do povo sul-mato-grossense. Ver as famílias reunidas, os jovens participando e as novas gerações aprendendo e valorizando o laço comprido mostra a força desse legado que passa de pais para filhos”, ressaltou.

Alexandre Gonzaga, Comunicação do Governo de MS
Fotos: Álvaro Rezende/Secom-MS

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Cultura

Prefeitura lança edital para selecionar projetos culturais pela Lei Aldir Blanc

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Projetos culturais desenvolvidos em Dourados contam com incentivo da Política Aldir Blanc – Divulgação/ Assecom

A Prefeitura de Dourados, por meio da Secretaria Municipal de Cultura (Semc), publica em Diário Oficial Suplementar número 6.572, na tarde desta terça-feira (24), o edital de chamamento público número 002/2026 para seleção de 21 projetos culturais com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (Lei nº 14.399/2022), via Ministério da Cultura. O investimento total empenhado é de R$ 1.681.948,66, fortalecendo o setor cultural e ampliando as oportunidades para artistas, coletivos e produtores do município.

Os recursos estão organizados em ações estratégicas. A principal delas é o Fomento à Cultura, que destina R$ 877.364,06 à seleção dos 21 projetos, distribuídos em diferentes categorias: três projetos de R$ 100 mil; cinco de R$ 60 mil; sete de R$ 20 mil; um de R$ 12.364,03; e cinco projetos de oficinas no valor de R$ 25 mil cada. O objetivo é incentivar e valorizar as diversas manifestações culturais presentes em Dourados.

Outra frente é o Cultura Viva, com aporte de R$ 420.487,20, destinado à seleção de quatro projetos executados por Pontos de Cultura certificados pelo Ministério da Cultura (MinC), no valor de R$ 105.121,80 cada, conforme exigência da política nacional.

O município também prevê investimento de R$ 300 mil para reforma e manutenção do Museu de Dourados, atendendo ao artigo 5º da Lei Aldir Blanc, que permite aplicação de recursos na construção, ampliação e manutenção de equipamentos culturais, como museus, bibliotecas, centros culturais, teatros e outros espaços públicos de valorização da memória e da arte.

Para garantir a execução das ações, até 5% do valor total — R$ 84.097,43 — será destinado ao custo operacional, com contratação de Organização da Sociedade Civil (OSC), conforme previsto nas Leis nº 14.399/2022 e nº 13.019/2014.

O edital está disponível na íntegra, no site oficial da Prefeitura de Dourados, no Portal do Cidadão. As inscrições estarão abertas até o dia 16 de março de 2026, podendo ser realizadas de forma online pelo portal ou presencialmente na sede da Semc.

Podem participar pessoas físicas, Microempreendedores Individuais (MEI), pessoas jurídicas e grupos ou coletivos sem CNPJ que atuem nas diversas áreas artísticas, como artes cênicas, artes visuais, audiovisual, artesanato, cultura de rua, culturas de povos tradicionais, dança, literatura, música, entre outras.

Vale destacar que para habilitar o município ao recebimento dos recursos, a Prefeitura de Dourados, por determinação do prefeito Marçal Filho, elaborou um plano de ação detalhado, construído por uma equipe técnica e com participação da classe artística, por meio de escuta pública, garantindo transparência, planejamento e alinhamento às demandas do setor cultural local.

Ações como esta reforçam o compromisso da gestão municipal com a valorização da cultura, promovendo geração de renda, fortalecimento da identidade cultural e ampliação do acesso da população às diversas expressões artísticas.

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