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Após alta do pedágio, caminhoneiros elogiam trajeto mas cobram duplicação de rodovias em MS

Profissionais alegaram que rodovia pode melhorar sobretudo em critérios de sinalização

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Apesar do iminente acréscimo nas taxas de pedágio de Mato Grosso do Sul, alguns caminhoneiros defenderam o aumento diante de uma “cobrança justa” por parte da concessionária.

Cabe destacar que o pedágio nas nove praças de cobrança da BR-163 em Mato Grosso do Sul serão reajustados em 16,82% a partir de sexta-feira (18). Otimistas com as melhorias, os profissionais destacaram que apesar da qualidade, o trajeto pode melhorar.

De acordo com o caminhoneiro Juliano Ramos, a manutenção do pedágio nas rodovias eleva a qualidade do trajeto de 715 km  percorrido pelo paranaense de Siqueira Campos até Campo Grande. “Acho o pedágio uma boa, não sendo muito caro, justo para ambos os lados, pensando sobretudo em uma possível duplicação de pista.Minha crítica geral é principalmente acerca da cobrança em cima dos eixos que não estão rodando”, destacou.

Os valores são quatro vezes maiores do que a inflação dos últimos doze meses até abril, 4,18% conforme o Índice de preços no consumidor (IPCA). Em março deste ano, o anúncio foi de que os preços já praticados seriam congelados por até dois anos.

Com oito viagens por mês ao Mato Grosso do Sul, o profissional de 40 anos trabalha no ramo desde 2003 no transporte de combustíveis entre MS e Paraná.

Solteiro e com uma vida bastante agitada em razão da rotina de trabalho, Ramos frisou que o fato do pedágio ser custeado pela empresa em que trabalha, facilita o processo. Para ele, os trajetos do estado, apesar de bons, precisam de melhores sinalizações e alguns reparos de pista; “Atualmente, os custos mensais repassados em relatório, giram em torno de R$ 4 mil reais, isso porque não estamos pagando os pedágios equivalentes no Paraná, caso contrário esse valor fica em torno de R$ 10 mil por motorista”, disse.

Curitibanos, os caminhoneiros José Durante, 70 anos e Alexandrino Barbosa, 58, também fazem trajeto similar. Veem ao Mato Grosso do Sul entre oito a dez vezes por mês e gastam atualmente R$ 240 por mês transportando cargas de alimentos em caminhões menores.

Cabe destacar que, o valor pago em cada pedágio corresponde ao número de eixos do caminhão. Quanto maior a quantidade de eixos, maior o valor a ser pago pelo condutor.

Assim como Ramos, ambos elogiaram a qualidade das rodovias sul-mato-grossenses, entretanto, destacaram que eventuais melhorias também implicam em gastos maiores. “Somos autônomos, todos os gastos são nossos. Gostamos da qualidade do trajeto, sobretudo por conta do auxílio da concessionária em eventuais ‘resgates’ em pista”, disse Alexandrino Barbosa, caminhoneiro há oito anos.

O motorista não quis destacar a reportagem quais os seus ganhos mensais, porque, segundo Alexandrino, de certo modo “cede informações desnecessárias à concessionária”, que podem elevar os gastos atuais. “Não vou dizer quanto ganho. Se tenho alguém com uma arma na minha frente, não posso dizer à pessoa se tenho bala ou não, fica o benefício da dúvida”, frisou.

Profissional há 50 anos, José Durante disse que, entre todos os anos de trabalho, o trajeto sul-mato-grossense é um dos melhores em que esteve. O caminhoneiro elogiou as condições e o auxílio prestado aos motoristas, entretanto fez uma constatação acerca dos gastos que devem subir substancialmente após a retomada da cobrança do pedágio no Paraná. “Atualmente pagamos apenas um pedágio, quando os custos no Paraná forem retomados, esse número salta tranquilamente para R$ 4 mil, R$ 5 mil mensais”, finalizou.

No estado vizinho, o trajeto passa por relicitação por parte do Governo Federal e governo paranaense, por isso, os valores anteriormente cobrados, não são atualmente praticados.

Diante das alterações, a menor tarifa do trajeto será a de Mundo Novo, que sobe dos atuais R$ 5,10 para R$ 6, para carro de passeio. E a maior, em Campo Grande e Rio Verde, que salta de R$ 7,80 para R$ 9,10.

A decisão foi publicada na edição do Diário Oficial da União desta terça-feira (15)  pela Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT. De acordo com a agência, o índice foi fixado com base na variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no período desde o último reajuste, em 2021.

Concessionária

Conforme balanço divulgado pela CCR MSVia, no primeiro trimestre de 2023 a empresa operou com prejuízo de R$ 59 milhões. O resultado, embora negativo, foi menos negativo do que o desempenho da empresa no mesmo período de 2022, quando o primeiro trimestre acabou com R$ 71,9 milhões de prejuízo, conforme alega a empresa. A principal explicação para estes prejuízos são os juros que o grupo está pagando aos bancos.

Nos primeiros três meses do ano, o faturamento com a cobrança de pedágio na CCR MSVia foi de  42,35 milhões, o que representa aumento de 6,1% na comparação com os R$ 39,9 milhões com igual período do ano passado.

(Fonte: Portal do Ms. Foto: Reprodução)

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Defesa Civil emite alerta para chuvas intensas

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A Coordenadoria de Proteção e Defesa Civil de Campo Grande emitiu um alerta nesta segunda (22) sobre o risco de fortes chuvas com ventos intensos na Capital entre as 23h de hoje e 22h59 de amanhã (23).

O alerta amarelo foi emitido pela possibilidade de chuvas associadas a ventos intensos. A previsão é seja entre 20 e 30 milímetros de precipitação por hora ou até 50 milímetros em um único dia.

Alerta da Defesa Civil emitido nessa segunda-feira (22)

Ainda conforme o alerta, há risco baixo de corte de energia, queda de galhos, alagamentos e queda de árvores em pontos diversos da cidade. O alerta foi feito pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Caso seja atingido por alguma intempérie, o munícipe pode acionar a Defesa Civil através do contato 199, ou solicitar serviços, como a remoção de árvores pelo 156. Naqueles casos em que a queda aconteceu sobre a fiação e há riscos de o imóvel ou a árvores estar eletrificada, o contato deve ser feito ao 193.

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Semana abre com 944 vagas e cursos gratuitos na Funsat

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A segunda-feira (22) começa na Agência de Empregos da Funsat com 944 vagas de trabalho disponíveis, distribuídas em 126 profissões e ofertadas por 152 empresas de Campo Grande.

Do total de oportunidades, 550 não exigem experiência e são voltadas ao primeiro emprego ou à recolocação profissional. Entre as funções com maior número de vagas estão ajudante de obras (20), atendente de padaria (17), consultor de vendas (30), fiel de depósito (4), leiturista (5) e pedreiro (5). Também há destaque para operador de caixa (73) e consultor de vendas (32) no quadro geral.

Para pessoas com deficiência (PCD), são 58 vagas disponíveis, com destaque para auxiliar de confecção (50), empacotador à mão (2), auxiliar de estoque (3) e auxiliar de limpeza (1). O atendimento e a consulta às vagas podem ser feitos no guichê 1 da sede da Agência de Empregos.

O PRIMT (Programa de Inclusão ao Mercado de Trabalho) também terá agenda de certificação no dia 23 de junho, às 10h, com 218 participantes que concluíram o ciclo de capacitação. Nesta etapa, serão atendidos beneficiários vinculados à FUNESP, IMPCG e SESAU/CRT, reforçando a política de qualificação profissional.

Na próxima semana, a Escola da Funsat inicia novas turmas de capacitação, com cursos de Informática Básica e Primeiros Socorros, ampliando o acesso à formação gratuita em diferentes regiões da cidade.

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Funsat anuncia quase mil vagas nessa terça-feira (16)

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A Fundação Social do Trabalho (Funsat) disponibiliza nesta terça-feira (16) um total de 993 vagas de emprego em Campo Grande. As oportunidades são oferecidas por 156 empresas e contemplam 122 profissões diferentes.

Entre os destaques do painel estão vagas para ajudante de obras (26), auxiliar de linha de produção (71), costureira (29), operador de telemarketing ativo (25), atendente de padaria (18), armador de ferros (4), assistente de prevenção de perdas (3) e mecânico de automóvel (3).

Das vagas disponíveis, 607 não exigem experiência anterior. Nesta modalidade, que prevê treinamento para os candidatos selecionados, há oportunidades para auxiliar de linha de produção (45), consultor de vendas (30), operador de caixa (76), vigia (5), fiel de depósito (4) e frentista (3).

Para pessoas com deficiência (PCD), a Funsat oferta 60 vagas exclusivas. As oportunidades são para auxiliar de confecção (50), repositor de mercadorias (4), auxiliar de estoque (3), empacotador à mão (2) e auxiliar de limpeza (1).

Emprega CG leva feirão às Moreninhas

Na quarta-feira (17), das 8h às 12h, o Polo Moreninhas da Funsat recebe mais uma edição do Emprega CG, com a participação de nove empresas e previsão de até 500 vagas para recrutamento imediato.

As entrevistas serão realizadas para funções como operador de telemarketing, repositor de mercadorias, operador de caixa, operador de loja, açougueiro, auxiliar de limpeza, ajudante de depósito, fiscal de prevenção de perdas, balconista de farmácia, perfumista e consultor de vendas.

Os atendimentos da Funsat ocorrem das 7h às 13h na sede da Fundação, localizada na Rua 14 de Julho, 992, Vila Glória, e no Polo Moreninhas, na Rua Anacá, 699.

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