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Economia

Dia das Crianças deve movimentar  R$ 135 milhões na economia de MS

Montante é 11% menor que em 2020, quando a crise da Covid já estava em alta

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Pesquisa sazonal de consumo desenvolvida pelo Instituto de Pesquisa da Fecomércio MS (IPF-MS), integrante do Sistema Comércio, em parceria com o Sebrae MS, indica que o Dia das Crianças, que é comemorado em 12 de outubro, deve movimentar R$ 135,25 milhões em Mato Grosso do Sul, dos quais R$ 103,28 milhões em presentes e R$ 31,74 milhões em comemorações.

“A nossa pesquisa traz dados para embasar a tomada de decisões dos empresários, como, por exemplo, quanto aos principais itens escolhidos por quem vai presentear, do que as crianças gostam. É preciso dar ênfase para o fato de que a maioria dos consumidores quer desconto no pagamento à vista, mas também está atenta aos critérios de bom atendimento e variedade”, diz o presidente do Sistema Comércio, Edison Araújo.

A economista do IPF, Regiane Dedé de Oliveira, ressalta que, se por um lado a data deve trazer movimentação 11% menor que no ano passado, inclusive com a redução do valor médio do presente, que cai de R$ 142,48 para R$ 131,43, é preciso observar que as pessoas estão mais dispostas a gastar com a comemoração. “O investimento médio para comemoração neste ano será de R$ 124,40, enquanto no ano passado eram R$ 88,08”.  Ainda assim, o percentual de pessoas que comemorarão caiu consideravelmente, de 30,5% a 17,3%. As comemorações devem ser em casa  para 47% dos entrevistados,; 16% falam em brincadeiras com as crianças; 10% vão para restaurantes e lanchonetes e 11% pretendem fazer um passeio.

Neste ano, 52,9% disseram que vão presentear as crianças e 17,3% que irão comemorar a data. Dentre os que estão de fora, 36% disseram que não têm dinheiro e 38% não têm quem presentear. Quanto às preferências do comprador,  prevalecem os brinquedos, apontados por 48,47% dos consumidores e as roupas, escolha de 30,98%. Quando pesquisada a atividade preferida dos pequenos, levando em conta a pandemia,  o videogame e celular respondem por 44% e assistir filmes e séries outros 30%.

Estratégias – A analista-técnica do Sebrae, Vanessa Schmidt, ressalta que o consumidor se mostra temeroso em gastar, por isso é preciso que os empresários estejam preparados. “Uma dica é que  o lojista prepare peças para redes sociais com identidade visual relacionada à temática e isso se aplica tanto às empresas que vendem produtos para público infantil quanto para adulto, aproveitando a data para realizar promoções que remetam ao Dia das Crianças e quando esses adultos eram crianças”.

Outra é a facilitação de formas de pagamento e promoções, critérios decisivos para o consumidor, pensando que a maioria quer desconto para pagamento à vista; alinhar com fornecedores a questão de estoques, de forma a garantir rápida reposição, caso haja grande procura e, ao mesmo tempo, negociar também com este fornecedor a possibilidade de devolução de produtos, caso não sejam vendidos. Oferecimento de brindes especial para as crianças é outra estratégia assertiva. (Com assessoria. Foto: Agência Brasil)

Economia

Consulta ao segundo lote de restituição do IRPF 2026 inicia hoje

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© Bruno Peres/Agência Brasil

A Receita Federal libera nesta terça-feira (23) a consulta ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). O crédito bancário será realizado no dia 30 de junho. 

A consulta pode ser feita a partir das 9h, pelo site da Receita Federal, na opção “Meu Imposto de Renda” e depois “Consultar minha restituição”

Também é possível consultar pelo aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones,

Com R$ 16 bilhões em créditos e 9.585.797 contribuintes contemplados, o lote é o maior da história em quantidade de contribuintes contemplados. O valor pago será igual ao do primeiro lote de restituição deste ano, registrado no dia 29 de maio deste ano.

>>Confira a série Tira-Dúvidas do IR 2026

Do total, R$ 4.494.204.020,63 serão destinados a contribuintes com prioridade legal, distribuídos da seguinte forma:

  • Idosos acima de 80 anos: 155.060 restituições
  • Idosos entre 60 e 79 anos: 1.106.923 restituições
  • Pessoas com deficiência física, mental ou moléstia grave: 106.294 restituições
  • Contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério: 507.768 restituições

Outras 7.709.752 restituições serão destinadas a contribuintes sem prioridade legal, mas que utilizaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram por receber via PIX.

Agência Brasil

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Economia

Segundo lote de restituição do IRPF 2026 pode ser consultado amanhã

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© Bruno Peres/Agência Brasil

A Receita Federal libera nesta terça-feira (23) a consulta ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). 

O lote é o maior da história em quantidade de contribuintes contemplados (9.585.797). Serão pagos R$ 16 bilhões em créditos.

O valor pago será igual ao do primeiro lote de restituição deste ano, registrado no dia 29 de maio deste ano.

A consulta pode ser feita a partir das 9h, pelo site da Receita Federal, na opção “Meu Imposto de Renda” e depois “Consultar minha restituição”

Também é possível consultar pelo aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones,

“O volume recorde de pagamentos reforça o esforço do órgão em tornar o processo de restituição cada vez mais rápido, eficiente e abrangente”, explica a Receita.

>>Confira a série Tira-Dúvidas do IR 2026

O crédito bancário será realizado no dia 30 de junho. Do total, R$ 4.494.204.020,63 serão destinados a contribuintes com prioridade legal, distribuídos da seguinte forma:

  • Idosos acima de 80 anos: 155.060 restituições
  • Idosos entre 60 e 79 anos: 1.106.923 restituições
  • Pessoas com deficiência física, mental ou moléstia grave: 106.294 restituições
  • Contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério: 507.768 restituições

Outras 7.709.752 restituições serão destinadas a contribuintes sem prioridade legal, mas que utilizaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram por receber via PIX.

Agência Brasil

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Economia

Entidades consideram insuficiente redução da taxa Selic

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© José Cruz/Agência Brasil

redução de 0,25% ponto percentual na taxa básica de juros da economia, a Selic, foi considerada insuficiente por entidades como a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Central Única dos Trabalhadores (CUT). 

Para as representações da indústria e dos trabalhadores, o corte nos juros é incapaz de reverter “o quadro de estagnação dos investimentos” e não atende “às necessidades urgentes do país e do povo brasileiro”.

A decisão de reduzir a Selic de 14,50% para 14,25% ao ano foi anunciada nesta quarta-feira (17) pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC).

Para a CNI, a redução não contribui para a reversão da asfixia financeira das empresas e das famílias.

“Enquanto os juros reais continuarem tão elevados, beneficiando diretamente o capital especulativo, o custo do crédito vai seguir inviabilizando os planos de produção e expansão da indústria. Da mesma forma, a medida se mostra ineficaz em aliviar o orçamento das famílias, das empresas e do próprio governo, que seguirão estrangulados pelo serviço da dívida, adiando a retomada do consumo e do investimento e a superação do fantasma da inadimplência”, disse o presidente da CNI, Ricardo Alban.

A CNI avalia que, diante do acordo entre Estados Unidos e Irã para o fim da guerra, haveria espaço para o Banco Central intensificar o ciclo de cortes da Selic na próxima reunião.

“O provável fim do conflito já impacta na queda do preço do petróleo — elemento que vinha pressionando os custos das cadeias produtivas globais. Ao retirar o principal componente de pressão sobre a expectativa de preços e juros, há um ambiente mais favorável para uma flexibilização monetária”, completou Alban.

Redução tímida

Para a CUT, principal central sindical do país, a redução é tímida e não atende às necessidades urgentes do país e do povo brasileiro. Segundo a entidade, a política monetária do BC ignora os sinais positivos da economia brasileira e de alívio no cenário internacional, como a recente queda no preço do petróleo.

“Manter os juros nesse patamar absurdo continua sufocando o setor produtivo, encarecendo o crédito e penalizando diretamente a classe trabalhadora, que segue pagando a conta da lógica do rentismo”, diz comunicado da central.

A CUT disse ainda que a redução de apenas 0,25% pontos na taxa de juros expõe os limites e os perigos do atual modelo de autonomia do Banco Central, que mantém o país refém da especulação financeira .

“Taxas de juros reais tão elevadas drenam recursos públicos que deveriam financiar a saúde, a educação e a infraestrutura, destinando-os para o pagamento da dívida com os grandes detentores de capital. O desenvolvimento nacional e a geração de empregos de qualidade exigem um corte contundente da taxa de juros, e não mais uma concessão ao mercado”, disse a CUT.

Continuidade

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) considera positiva a redução da taxa Selic, mas diz que é necessário que o movimento tenha continuidade.

Segundo a entidade, o nível dos juros ainda impõe desafios relevantes à atividade econômica e à retomada dos investimentos.

“A continuidade do processo de flexibilização monetária é uma sinalização positiva para a economia. No entanto, a Selic ainda permanece em um patamar restritivo, o que encarece o crédito, adia decisões de investimento e dificulta um crescimento econômico mais consistente”, afirmou a economista-chefe da CBIC, Ieda Vasconcelos.

Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil

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