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Economia

MS se mantém na liderança da exportação de tilápia no primeiro semestre de 2021

Produtores de Mato Grosso do Sul exportaram US$ 1.220.491

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Mato Grosso do Sul se manteve na liderança nacional do ranking dos estados exportadores de tilápia no primeiro semestre de 2021, conforme dados do Informativo da Piscicultura edição de julho. Os produtores locais faturaram US$ 2.214.422 com a venda do peixe ao exterior no semestre, o que representa 37% do total das exportações. O Paraná vem em segundo com US$ 1.966.787, fatia de 32% do mercado.

Apesar de uma redução no volume de exportações do produto no segundo trimestre, a soma do total apurado nos dois períodos garantiu a liderança do ranking ao Estado. No primeiro trimestre os produtores de Mato Grosso do Sul exportaram US$ 1.220.491 e no segundo, US$ 993.931, redução de 19%. Já o Paraná, o maior produtor do peixe no país, vendeu ao exterior US$ 747.026 no primeiro trimestre e US$ 1.219.761 no segundo, o que representou um aumento de 63% em relação ao período anterior.

Há outra diferença importante nos subprodutos exportados por cada estado. No caso do Mato Grosso do Sul, a maioria das exportações é de filé fresco (77%), já o Paraná concentra suas exportações em produtos impróprios para alimentação humana, como escama ou pele de tilápia (40%). Tilápia inteira congelada representam outros 38% das exportações paranaenses e filé fresco, apenas 19%. Em Santa Catarina, terceira colocada no ranking, quase todo o volume é de óleos e gorduras (99%).

Estados Unidos (45%), China e Chile (13%) e Colômbia (12%) são os principais destinos das exportações brasileiras de peixes. As exportações aumentaram 83% no 2º trimestre, comparando-se com o mesmo período de 2020, atingindo US$ 3,9 milhões. Os maiores volumes foram exportados em junho (US$ 1,8 milhão) e a principal categoria exportada no 2º trimestre, com US$ 1,1 milhão, foi a de peixes inteiros congelados, sendo que a tilápia foi a principal espécie exportada no período, somando US$ 3,4 milhões.

Produção

Em junho, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento autorizou a instalação de mais 120 hectares de tanques-rede no lago da usina de Porto Primavera, em Brasilândia, podendo chegar a 500 hectares, para criação de tilápia. A solenidade contou com a presença da ministra Tereza Cristina e do secretário Jaime Verruck, da Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar).

Verruck destacou que esta evolução no setor tem relação direta com o programa estadual “Propeixe”, que tem o objetivo de aumentar a produção e exportação do produto no Estado. O programa ainda prevê o apoio à viabilidade de crédito e recursos financeiros ao setor e premiação para aos produtores.

A produção de tilápias em larga escala é uma atividade recente em Mato Grosso do Sul. Dois projetos se destacam: da Tilabras e da Geneseas, ambos estabelecidos na Costa Leste do Estado. Com o aporte dessa área para criação em tanques-rede, a produção de tilápias deve saltar de 19 milhões para 60 milhões de toneladas/ano em um curto período de tempo, devendo ocupar o topo do ranking nacional.

Em 2022, o Estado deverá ter a primeira indústria frigorífica de pescados que irá produzir tilápia enlatada no Brasil. O empreendimento da Frescomares será construído em uma área de 73 hectares no município de Itaporã, com investimento total de R$ 20 milhões e previsão de geração de 120 empregos por turno, sendo que, no auge da produção, a indústria deverá funcionar em 3 turnos. (Com assessoria. Fotos: Portal do MS)

Economia

Saiba como consultar se tem direito ao abono salarial PIS/Pasep 2026

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Agência Brasil

Já está liberada, a partir desta quinta-feira (5), a consulta ao pagamento do Abono Salarial PIS-Pasep 2026. Para saber se tem direito, o trabalhador deve acessar o aplicativo da Carteira de Trabalho Digital ou o portal Gov.br

O pagamento é referente ao ano-base 2024. Serão contemplados 1,8 milhão de trabalhadores da iniciativa privada com inscrição no Programa de Integração Social (PIS), pagos pela Caixa Econômica Federal, em um total de R$ 2,29 bilhões.

Outros 217,2 mil servidores públicos, com inscrição no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), receberão pelo Banco do Brasil, somando R$ 301,9 milhões.

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Como consultar a Carteira de Trabalho Digital?

– Baixe o aplicativo no celular;

– Verifique se está atualizado;

– Faça o login com a senha do Gov.br;

– No menu, acesse “Benefícios” e “Abono Salarial” .

O Ministério do Trabalho disponibiliza ainda um passo a passo para acessar o serviço, confira clicando aqui.

Pagamentos

Nas plataformas, é possível verificar informações como o valor do benefício, banco responsável pelo pagamento e a data específica do depósito. No total, os pagamentos somam R$ 32,3 bilhões e são distribuídos de acordo com o mês de nascimento do beneficiário. 

O valor corresponde ao valor atual do salário mínimo dividido por 12 e multiplicado pela quantidade de meses trabalhados no ano-base. Neste ano, o Abono Salarial varia de R$ 136 a R$ 1.621. 

O primeiro lote de pagamento será liberado no dia 16 de fevereiro – no valor de R$ 2,5 bilhões – para trabalhadores nascidos em janeiro. Os valores ficarão disponíveis aos beneficiários até o fim do calendário em 30 de dezembro.

Quem têm direito ao Abono Salarial em 2026?

– estar cadastrado no Pis/Pasep há pelo menos cinco anos, contados da data do primeiro vínculo;

– ter recebido, de empregadores que contribuem para os programas, até R$ 2.766 de remuneração média mensal no período trabalhado;

– ter exercido atividade remunerada por, no mínimo, 30 dias no ano-base, dias consecutivos ou não;

– ter os dados do ano-base informados corretamente pelo empregador no eSocial.

Dúvidas

Em caso de dúvidas, o trabalhador pode procurar os canais de atendimento do Ministério do Trabalho e Emprego, as unidades das superintendências regionais do Trabalho ou a central Alô Trabalho, pelo telefone 158.

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Economia

Conab prevê colheita recorde de café com crescimento de 17,1% em 2026

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© REUTERS/Jose Roberto Gomes

A produção brasileira de sacas beneficiadas de café pode ser recorde e subir 17,1% em 2026, de acordo com projeção divulgada nesta quinta-feira (5) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Segundo o 1º Levantamento da Safra de Café em 2026, o volume produzido deve somar 66,2 milhões de sacas beneficiadas, superando o ciclo anterior, de 2025.

“Se confirmado o resultado, este será um novo recorde na série histórica da Companhia, ultrapassando a safra de 2020, quando foram colhidas 63,1 milhões de sacas”, informou a Conab.

Mais terra e produtividade

O crescimento se deve a fatores como o aumento de 4,1% na área usada para a produção, também em relação ao ano passado. A estimativa é que 1,9 milhão de hectares sejam plantados na atual temporada.

A Conab projeta ainda elevação de 12,4% na produtividade em relação à safra passada, com uma colheita de 34,2 sacas por hectare.

De acordo com a companhia, a melhora da produtividade se deve às condições climáticas mais favoráveis e à adoção de tecnologias e boas práticas de manejo nas lavouras.

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Arábica e conilon

Com relação à produção de café arábica, a colheita estimada é de 44,1 milhões de sacas – aumento de 23,3% na comparação com o ciclo 2025.

“Essa elevação é atribuída ao crescimento de área em produção, às condições climáticas mais favoráveis e à bienalidade positiva”, detalhou a companhia.

A expectativa é também de aumento na colheita do café tipo conilon. A safra estimada é de 22,1 milhões de sacas, o que representa alta de 6,4% na comparação com a produção obtida em 2025.

De acordo com a Conab, se confirmada essa projeção, será estabelecido novo recorde, motivado pelo crescimento da área em produção e das condições climáticas mais favoráveis até o momento.

Pedro Peduzzi – repórter da Agência Brasil

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Economia

Investimentos institucionais em ações foram de R$ 1,7 trilhão em 2025

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© REUTERS/Amanda Perobelli/Proibida reprodução

Os investimentos de instituições na B3 em 2025 foram de R$ 1,7 trilhão no mercado à vista, sendo R$ 997,4 somente em ações. Na comparação entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, o volume negociado no mercado à vista registrou crescimento de 15%. No segmento de ações, o avanço foi de 25% no mesmo período.

O aumento reflete o bom momento do mercado de investimentos do país, com a bolsa atingindo a marca de 186 mil pontos, e foi obtido a partir da plataforma Datawise+, operada pela própria B3 e pela empresa Neoway.

Investidores institucionais na bolsa (B3) são entidades jurídicas que gerenciam grandes volumes de capital de terceiros, como fundos de pensão, seguradoras, bancos e fundos de investimento, e o mercado à vista inclui investimentos em fundos, como os fundos imobiliários (FIIs).

As ações mais visadas por esse tipo de investidor, em 2025, foram as de empresas de energia, bancos e mineração. Entre as dez com maior volume de aportes as ações da Vale (VALE3) atraíram R$ 86 bilhões. As empresas de energia atraíram R$ 130,4 bilhões, sendo R$ 67,9 bilhões na Petrobras (PETR4), R$ 21,8 bilhões na Prio (PRIO3), R$ 20,7 bilhões na Axia Energia (AXIA3) e R$ 20 bilhões na Equatorial Energia (EQTL3).

Entre os bancos o total foi de R$ 114,5 bilhões, com o Itaú Unibanco (ITUB4) atraindo R$ 45 bilhões, o Banco do Brasil (BBAS3) R$ 37,8 bilhões e o Bradesco (BBDC4) R$ 31,7 bilhões. Fechando a lista de dez ações com maior volume de investimentos, o fundo B3 (B3SA3) recebeu aportes de R$ 22 bilhões e a Localiza (RENT3) atraiu R$ 20,8 bilhões.

Guilherme Jeronymo – Repórter da Agência Brasil

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