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Economia

Escola Estadual Dona Consuelo Muller recebe mais de R$ 4,5 milhões em investimento

Nesta quarta-feira, 22 de junho, serão realizadas ainda as entregas das reformas realizadas em mais duas unidades escolares

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Por meio da Secretaria de Estado de Educação (SED), o Governo de Mato Grosso do Sul entregou na manhã desta segunda-feira (20), mais uma reforma de unidade escolar da Rede Estadual de Ensino. Trata-se da Escola Estadual Dona Consuelo Muller, que recebeu R$ 4.554.743,89 de investimentos em infraestrutura e material.

A unidade escolar, localizada na Vila Jacy, em Campo Grande, é direcionada pela professora Ivonete de Melo Carvalho e pelo diretor-adjunto Ricardo Alexandre Nascimento. A unidade é responsável pela oferta de Ensino Fundamental (8º ano) e Médio (1º ao 3º ano) em Tempo Integral, através do Programa “Escola da Autoria”. Hoje, são atendidos cerca de 180 estudantes.

“Hoje, realiza-se um grande sonho da nossa comunidade escolar. Sonho que começou a ser sonhado em 2017, quando a escola aderiu ao modelo de ensino médio em tempo integral, obra abraçada com todo o carinho e toda a garra pelas gestoras Mirian Bento e Luciene Vargas, afinal a empreitada necessitava da adequação do ambiente para ser conquistada”, disse a diretora Ivonete de Melo Carvalho.

“Começamos, então, a contar os dias, as semanas, os meses, os anos, sempre aguardando a tão sonhada reforma geral do ambiente escolar. Mirian e Luciene passaram o bastão para Carmem Ronete que, finalmente, viu, em sua gestão, o sonho começar a tomar forma. Coube ao Ricardo e a mim, a honra de entregar à Vila Jacy e a circunvizinhança um espaço físico à altura do protagonismo de seus jovens. E é com o coração transbordando de alegria que, em nome da comunidade escolar, agradeço ao governador Reinaldo e à professora Maria Cecilia que, como anjo bom e fada madrinha, nos brindaram com uma escola renovada, fisicamente pronta e adequada para os desafios que nos serão postos a partir de agora.  A vocês, uma única palavra: gratidão!”, finaliza diretora.

Participaram da solenidade de entrega da reforma geral da Escola Estadual Dona Consuelo Muller, o vereador Juari Lopes Pinto, presidente da Comissão de Educação da Câmara de Campo Grande, e o também vereador Valdir Gomes.

Servidores

Secretária de Estado de Educação Cecilia Motta

A secretária de Estado de Educação, Cecilia Motta, relatou a importância da reforma direcionando seu discurso para as crianças e adolescentes da unidade escolar. “Nosso empenho e do governador Reinaldo Azambuja é por cada um de vocês; os estudantes são a razão dos nossos esforços, ninguém estaria aqui se não fosse por nossos estudantes, nossa profissão é servir, somos servidores públicos e o nosso trabalho nos orgulha muito, principalmente quando entregamos um espaço físico como este que será utilizado para aprendizagem”, afirmou Cecilia Motta.

Investimento

A Escola Estadual Dona Consuelo Muller recebeu em infraestrutura o montante de R$ 3.940.510,73, em serviços de reforma geral e ampliação da unidade escolar, contemplando adequação de edificação às normas de proteção contra incêndio e pânico, proteção contra descargas atmosféricas e vigilância sanitária.

Em infraestrutura foram investidos R$ 3.940.510,73

Os serviços de intervenção incluem a substituição de cobertura, revestimento de pisos, esquadrilhas, instalações elétricas, pintura geral interna e externa, adequação de calçadas internas e externas, serviços hidro-sanitários, e demais adequações necessárias ao atendimento discente.

Os investimentos em material somaram R$ 614.233,16. Entre os materiais entregues à escola, estão 20 microcomputadores, 21 armários em aço, 4 dispensers com pedal, conjuntos escolares para professores e estudantes, mesas para sala dos diretores e 44 aparelhos de ar-condicionado (18 e 24 mil BTUs).

Histórico

A EE Dona Consuelo Müller foi criada pelo Decreto nº 1.603 de 21 de agosto de 1973 e recebeu o nome em homenagem à falecida esposa do General Filinto Müller, expoente político da região. A unidade foi criada para atender, na época, turmas de 1º e 2º graus.

Ao longo de seus quase cinquenta anos, a escola ofereceu diferentes tipos de atendimento, tendo atendido, inclusive, o Pré-Escolar e o Ensino Técnico, oferendo, até o final da década de 1980, cursos de magistério e técnico em edificações. Com o passar dos anos, passou a atender exclusivamente ao Ensino Médio e, de seus bancos escolares, emergiram profissionais nas mais diferentes áreas de formação.

Em 2018, se tornou uma das 12 primeiras Escolas da Autoria em Mato Grosso do Sul, trabalhando com a oferta do Ensino em Tempo Integral. Em 2021, também atuou como escola-piloto para a implantação do Novo Ensino Médio, implantado em toda a Rede Estadual de Ensino neste ano de 2022.

Próximas entregas

O Governo de Mato Grosso do Sul, através da SED, realiza nesta quarta-feira (22) as entregas das reformas realizadas em outras duas unidades escolares da Rede Estadual de Ensino localizadas em Campo Grande. São elas: EE Aracy Eudociak (às 8h) e EE Professora Clarinda Mendes de Aquino (às 14h).

“Por determinação do governador Reinaldo Azambuja, desde 2015, já foram investidos em infraestrutura nas unidades educacionais da Rede Estadual de Ensino mais de R$ 490 milhões. Das 348 unidades da REE, 315 escolas estaduais já receberam investimentos, com mais de 720 intervenções realizadas (entre reformas, obras em geral, readequações nas redes hidráulica e elétrica, pintura e acessibilidade). Estão previstos mais R$ 120 milhões para até o final deste ano”, finaliza secretário-adjunto de Estado de Educação, Edio Castro.

(Com assessoria. Fotos: Divulgação)

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Economia

Galípolo: Brasil está mais preparado para volatilidade do petróleo

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© Lula Marques/Agência Brasil

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, avaliou nesta segunda-feira (30) que o Brasil está em uma posição mais favorável que outros países para encarar a volatilidade do preço do petróleo causada pela guerra no Oriente Médio. O executivo participou do J. Safra Macro Day, realizado nesta manhã na capital paulista.

“É lógico que todo mundo preferia estar em uma situação sem todos esses potenciais riscos e choques que o mundo vem sofrendo nos últimos anos. Mas, quando eu comparo relativamente aos seus pares, o Brasil parece estar numa posição relativamente mais favorável”, disse.

Galípolo afirmou que essa vantagem se deve ao fato de o Brasil exportar mais petróleo do que importar e à política monetária contracionista adotada pelo Banco Central, que mantém a taxa Selic em 14,75% ao ano.

“Comparativamente a outros bancos centrais, que estão mais próximos de uma taxa de juros neutra, acho que isso também nos coloca em uma posição mais favorável quando comparado com seus pares”, destacou Galípolo.

Para ele, o atual nível de juros elevados no Brasil criou “uma gordura” que vai possibilitar cortar a taxa básica mesmo durante a pressão da guerra no Oriente Médio.

“Essa gordura que foi acumulada com uma posição mais conservadora ao longo das últimas reuniões do Copom nos permitiu, mesmo diante de novos fatos, não alterar a conjuntura como um todo”, disse. “Então, a gente decidiu seguir com a nossa trajetória e iniciar o ciclo de calibragem da política monetária”.

Para ele, todos esses fatores apontam que o país atualmente é “mais um transatlântico do que um jet ski”.

“Não vamos fazer movimentos bruscos nem extremados. Por isso, no RPM [relatório de política monetária], tomei o cuidado de dizer que a gordura permitiu ganhar tempo para ver, entender e aprender mais”, disse a autoridade monetária.

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Inflação

Segundo Galípolo, essa volatilidade do preço do petróleo no cenário internacional deverá implicar um aumento da inflação no país e também em uma desaceleração da economia brasileira em 2026.

O presidente do Banco Central disse que, no Brasil, o aumento do preço do petróleo muitas vezes significou um impacto positivo no Produto Interno Bruto (PIB), o que não deve se concretizar nesse caso.

“Essa me parece ser uma elevação do preço do petróleo de natureza bastante distinta do passado. Ela não decorre de um ciclo de demanda, não decorre de uma elevação na demanda e, sim, de um choque de oferta”.

“Então, no Banco Central, temos uma visão de que provavelmente é inflação para cima e crescimento para baixo”, projetou Galípolo.

© Lula Marques/Agência Brasil

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Economia

Desemprego sobe para 5,8% em fevereiro, mas é o menor para o trimestre

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© Wilson Dias/Arquivo/Agência Brasil

A taxa de desemprego no trimestre encerrado em fevereiro atingiu 5,8%, valor acima do trimestre móvel terminado em novembro, quando era de 5,2%.

Apesar da alta no intervalo, o resultado é o menor para um trimestre encerrado em fevereiro desde 2012, quando começou a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, e mostrou também recorde no salário do trabalhador. No mesmo trimestre de 2025, o índice era 6,8%.

No trimestre terminado em fevereiro, o Brasil tinha 102,1 milhões de pessoas ocupadas e 6,2 milhões à procura de trabalho. No trimestre de setembro a novembro de 2025 eram 5,6 milhões de brasileiros em busca de vagas.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No trimestre terminado em novembro, o número de ocupados era 874 mil a mais. De acordo com o instituto, o aumento da desocupação é explicado por perda de vagas nos segmentos de saúde, educação e construção.

A coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios do IBGE, Adriana Beringuy, atribuiu a redução ao comportamento sazonal, ou seja, típico da época do ano, principalmente nas áreas de educação e saúde.

“Parte expressiva dos ocupados é provida por contratos temporários no setor público. Na transição de um ano para outro, há um processo de encerramento dos contratos vigentes, repercutindo no nível da ocupação dessa atividade.”

Recorde no rendimento

Apesar da elevação recente na taxa de desocupação, o rendimento médio mensal do trabalhador no trimestre encerrado em fevereiro atingiu R$ 3.679, o maior já registrado, ficando 2% acima do trimestre encerrado em novembro de 2025 e 5,2% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Esse valor é real, ou seja, já desconta a inflação dos períodos de comparação.

“O crescimento do rendimento vem sendo impulsionado pela grande demanda de trabalhadores, acompanhada de tendência de maior formalização em atividades de comercio e serviços”, afirmou Adriana Beringuy.

Mais destaques da pesquisa:

  • Número de empregados no setor privado com carteira assinada foi de 39,2 milhões, estável em relação ao trimestre móvel terminado em novembro e em relação ao mesmo período de 2025;
  • Número de trabalhadores por conta própria ficou em 26,1 milhões, estável entre trimestres seguidos e aumentou 3,2% ante o mesmo período de 2025 (mais 798 mil pessoas);
  • Taxa de informalidade foi de 37,5% da população ocupada (ou 38,3 milhões de trabalhadores informais), contra 37,7% do trimestre encerrado em novembro. Informais são trabalhadores sem garantias trabalhistas, como cobertura previdenciária e férias.

Critérios

A pesquisa do IBGE apura o comportamento do mercado de trabalho para pessoas a partir de 14 anos e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.

Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.

A maior taxa de desocupação já registrada na série iniciada em 2012 foi de 14,9%, atingida em dois períodos: nos trimestres móveis encerrados em setembro de 2020 e em março de 2021, ambos durante a pandemia de covid-19. A menor foi 5,1% no quarto trimestre de 2025.

Bruno de Freitas Moura – Repórter da Agência Brasil

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Economia

Prévia da inflação de março fica em 0,44%, pressionada por alimentos

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© Valter Campanato/Agência Brasil/Arquivo

A prévia da inflação oficial do mês de março ficou em 0,44%, pressionada para cima pelo preço dos alimentos. O resultado mostra perda de força em relação ao 0,84% apurado em fevereiro.

A prévia fica abaixo também do índice medido em março de 225 (0,64%). Em 12 meses, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) acumula alta de 3,9%, dentro da meta do governo, que tolera até 4,5% ao ano.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Grupos de preços

Os nove grupos de preços pesquisados pelo IBGE apresentaram alta na passagem de fevereiro para março. O destaque de alta foram os alimentos e bebidas, com elevação média dos preços de 0,88%, o que representou impacto de 0,19 ponto percentual (p.p.) no IPCA-15.

Alimentação e bebidas: 0,88% (impacto de 0,19 p.p.)

Habitação: 0,24% (0,04 p.p.)

Artigos de residência: 0,37% (0,01 p.p.)

Vestuário: 0,47% (0,02 p.p.)

Transportes: 0,21% (0,04 p.p.)

Saúde e cuidados pessoais: 0,36% (0,05 p.p.)

Despesas pessoais: 0,82% (0,09 p.p.)

Educação: 0,05% (0,00 p.p.)

Comunicação: 0,03% (0,00 p.p.)

Alimentos

Dentro do grupo alimentação e bebidas, o conjunto de preços da chamada alimentação no domicílio ficou 1,10% mais caro. Em fevereiro havia sido 0,09 p.p.

Contribuíram para esse resultado as altas do açaí (29,95%), feijão-carioca (19,69%), ovo de galinha (7,54%), leite longa vida (4,46%) e carnes (1,45%). O IBGE destaca que, em termos de peso na inflação mensal, as carnes representaram impacto de 0,04 p.p.; já o leite, 0,03 p.p.

Com os aumentos de dois dígitos, o feijão e o açaí contribuíram, cada um, com 0,02 p.p. do índice em março.

A alimentação fora do domicílio subiu 0,35% em março, superando a expansão observada em fevereiro (0,46%).

Mais influências

De todos os 377 subitens (produtos e serviços) pesquisados pelo IBGE, o que exerceu maior pressão de alta individual no IPCA-15 foram as passagens aéreas, que subiram 5,94% no mês (impacto de 0,05 p.p.)

Na prévia de março, os combustíveis apresentaram deflação de 0,03%, ou seja, na média, houve redução de preço. O IBGE apontou os seguintes comportamentos: gás veicular (-2,27%), etanol (-0,61%) e gasolina (-0,08%). Já o óleo diesel teve variação positiva de 3,77%.

Guerra no Irã

O preço dos combustíveis, especialmente os derivados de petróleo, como diesel, gás e gasolina, estão sendo observados com atenção em março por autoridades, profissionais do setor e motoristas por causa da guerra no Irã, que tem levado distúrbios à cadeia global de petróleo.

Aqui no Brasil a Petrobras chegou a anunciar reajuste no diesel em R$ 0,38 por litro, e o governo adotou medidas para suavizar a escalada de preços, incluindo a zeragem de alíquotas do PIS e da Cofins, tributos federais incidentes sobre o diesel.

O diesel, utilizado por ônibus, caminhões e tratores, é o derivado que mais sente a pressão internacional. Um dos motivos é que o Brasil importa 30% do óleo que consome.

IPCA-15 x IPCA

O IPCA-15 tem basicamente a mesma metodologia do IPCA, a chamada inflação oficial, que serve de base para a política de meta de inflação do governo: 3% no acumulado em 12 meses, com margem de tolerância de 1,5 p.p. para mais ou para menos.

A diferença está no período de coleta de preços e na abrangência geográfica. Na prévia, a pesquisa e feita e divulgada antes mesmo de acabar o mês de referência. Em relação à divulgação atual, o período de coleta foi de 13 de fevereiro a 17 de março.

Ambos os índices levam em consideração uma cesta de produtos e serviços para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Atualmente o valor do mínimo é R$ 1.621.

O IPCA-15 coleta preços em 11 localidades do país (as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.); e o IPCA, 16 localidades (inclui Vitória, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju). O IPCA cheio de março será divulgado em 10 de abril.

Bruno de Freitas Moura – Repórter da Agência Brasil

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