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Saúde

Dengue: três estados e DF ampliam idade de vacinação para 12 a 14 anos

No Acre, Goiás e Mato Grosso do Sul procura pela Qdenga está baixa

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Acre, Distrito Federal, Goiás e Mato Grosso do Sul ampliaram a faixa etária de imunização contra a dengue para 14 anos. Inicialmente, os estados haviam chamado apenas crianças de 10 e 11 anos, já que o número de doses é limitado.

Diante da baixa procura pela vacinação nos postos de saúde, alguns governadores optaram por chamar também adolescentes de 12 a 14 anos, conforme público-alvo definido pelo Ministério da Saúde.

O Acre ampliou a vacinação em razão do baixo número de doses aplicadas e, consequentemente, do grande estoque nos municípios selecionados. A vacina segue sendo distribuída para crianças de 10 e 11 anos. Caso a procura continue baixa, a Secretaria de Saúde informou que vai enviar ao governo federal uma solicitação de extensão da vacinação para as outras regionais de saúde do estado.

No Distrito Federal, a vacinação de adolescentes de 12 a 14 anos começou nesta terça-feira (5). De acordo com a Secretaria de Saúde, 81 salas de vacinação foram preparadas para atender o grupo. A imunização contra a dengue segue aberta para crianças de 10 e 11 anos. A pasta recebeu 71.702 doses e, até o último sábado (2), apenas 25.310 haviam sido aplicadas, sendo que a data de validade do imunizante é 30 de abril.

Em Goiás, a ampliação da faixa etária foi feita na semana passada. Em nota, a Secretaria de Saúde informou que a decisão foi tomada em razão da “preocupante baixa na procura pelo imunizante”. A pasta distribuiu 158.505 doses para 134 municípios selecionados pelo governo federal e, até o último dia 29, apenas 20.753 crianças haviam sido imunizadas, o equivalente a 13% da população-alvo.

O Mato Grosso do Sul ampliou a faixa etária após reunião com representantes do Programa Nacional de Imunizações (PNI). De acordo com a Secretaria de Saúde, estados que se sentirem confortáveis para fazer a ampliação receberam autorização do governo federal para fazê-lo. A imunização contra a dengue no Mato Grosso do Sul segue aberta para crianças de 10 e 11 anos.

Os principais sintomas da dengue. Foto: Arte/EBC

Alerta aos pais

Há mais de 15 anos, a pediatra Natália Bastos atende desde pacientes recém-nascidos a adolescentes na capital federal. Em entrevista à Agência Brasil, ela destacou que há uma explosão de casos de dengue e que os pais precisam ter cautela.

“Gostaria de emitir esse alerta pedindo aos pais que não vacinaram que procurem a sala de vacina para fazerem a Qdenga [vacina contra a dengue]. É uma vacina feita com o vírus atenuado, uma vacina muito segura. Está sendo desenvolvida pelo laboratório Takeda desde antes da covid-19, antes da pandemia. Então, não é uma vacina nova, não é uma vacina que foi desenvolvida às pressas. Já existem vários estudos e ela passou por todas as etapas.”

Natália destacou que o esquema vacinal completo da Qdenga, com duas doses, garante cerca de 80% de eficácia e que os efeitos colaterais, inclusive em crianças, são pequenos – sobretudo quando comparados aos que uma infecção por dengue pode causar.

“Com uma dose, você tem, geralmente, efeitos colaterais imediatos muito leves e, com 10 dias, algumas manchas no corpo ou alguma dor no corpo. Mesmo assim, são poucos sintomas tendo em vista o que um quadro de dengue pode causar numa criança ou num adulto.”

“Enquanto estava na sala da rede privada, era uma vacina que estava custando, em média, de R$ 400 a R$ 500. Hoje, a vacina está disponível na sala do centro de saúde gratuitamente. Então convido todos os pais a procurarem a vacina com com urgência”.

 

Medidas de proteção individual para evitar picadas de mosquitos. Foto: Arte/EBC

(Fonte: Agência Brasil. Foto:Reprodução)

Saúde

Inspetor Cabral visita CAM e cobra providências para série de problemas na unidade

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Inspetor Cabral verificando instalações do Centro de Atendimento à Mulher. (Foto: Divulgação)
Na quarta-feira (19), o vereador Inspetor Cabral (PSD) visitou o Centro de Atendimento à Mulher (CAM), no Jardim Água Boa, e constatou uma série de problemas estruturais e de equipamentos que comprometem o atendimento prestado às pacientes.

Durante a vistoria, foi verificada a necessidade urgente de reforma do prédio, que apresenta rachaduras e problemas de mofo, colocando em risco a saúde de pacientes e profissionais.

Além disso, cadeiras quebradas dificultam o conforto daqueles que aguardam atendimento, e o portão dos fundos da unidade está escorado apenas com um pedaço de madeira, comprometendo a segurança do local.

A precariedade dos equipamentos também chama atenção. O aparelho de eletrocautério está quebrado desde agosto, o que tem gerado uma longa fila de espera para procedimentos, atrasando atendimentos essenciais. Além disso, a mesa de cirurgia está quebrada, dificultando a realização de procedimentos dentro da unidade.

Também foi verificado que o aparelho de ultrassom apresenta mau contato, dificultando o diagnóstico das pacientes, e o ar-condicionado da recepção não está funcionando corretamente, apenas ventilando, tornando o ambiente desconfortável.

Diante da situação preocupante, o vereador reforçou a importância do CAM para a saúde da mulher em Dourados e cobrou providências imediatas.

“O CAM é uma unidade fundamental para a saúde das mulheres douradenses. Muitas delas vêm aqui buscar atendimento especializado e se deparam com uma estrutura precária e equipamentos quebrados. Isso não pode continuar assim. A saúde da mulher deve ser prioridade, e eu vou cobrar soluções urgentes para garantir que essa unidade tenha condições adequadas de funcionamento”, afirmou Cabral.

As demandas serão formalmente encaminhadas às autoridades competentes.

Autor:Assessoria/CMD

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Saúde

Franklin discute valorização da enfermagem e fortalecimento da RAPS

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Vereador Franklin Schmalz (PT) e secretário de Saúde, Márcio Grey Figueiredo (Foto: Assessoria/CMD)
O vereador Franklin Schmalz (PT) reuniu-se com o secretário de Saúde, Márcio Grey Figueiredo, na última terça-feira (18)  para tratar de demandas urgentes da área que chegaram ao seu mandato. Entre os temas abordados, destacou-se a reivindicação das categorias que atuam na base da saúde pública de Dourados.

Franklin apresentou ao secretário a campanha pela valorização dos servidores municipais da enfermagem, que há anos enfrentam defasagem salarial sem reajustes. Outra preocupação levantada foram as reclamações dos servidores da UPA e do Hospital da Vida, que buscaram a Câmara após a decisão da FUNSAUD de suspender o pagamento da insalubridade aos trabalhadores.

Para o vereador, apesar das dificuldades financeiras do município, é essencial que a gestão realize estudos de impacto e planejamento para garantir a valorização profissional, corrigindo injustiças e promovendo avanços nos direitos trabalhistas dos servidores que mantêm o funcionamento das unidades de saúde, do atendimento básico até a emergência.

Além dessa, outras pautas foram discutidas no encontro, como a necessidade de implantação do SAMU Indígena e os atrasos no pagamento do Piso Salarial da enfermagem do Hospital da Missão. Sobre o SAMU, está prevista uma reunião intersetorial na próxima semana, com representantes do Ministério da Saúde. Já em relação ao piso, o secretário informou que a gestão efetuou os repasses atrasados ao hospital e que a situação deve ser normalizada.

Por fim, Franklin colocou seu mandato à disposição da Sems (Secretaria Municipal de Saúde) para construir soluções para os desafios do setor, destacando a importância de fortalecer a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). O vereador ressaltou a necessidade de ampliar e estruturar os serviços voltados à saúde mental, garantindo equipes multidisciplinares, melhores condições de trabalho e a expansão do atendimento para populações vulneráveis.

Segundo ele, diante do crescente impacto dos transtornos mentais e dos desafios que envolvem a dependência química, é fundamental que sejam priorizadas as políticas públicas voltadas à prevenção, acolhimento e tratamento, assegurando uma rede eficiente e acessível.

O vereador já iniciou visitas às unidades de atendimento, como os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial), e já defendeu na Câmara a construção de uma unidade do “CAPS III” em Dourados, estrutura que se destaca pelo funcionamento 24 horas e pelo atendimento contínuo e intensivo para casos mais graves.

Fonte:Assessoria/CMD
Com assessoria.

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Saúde

Hospital de Amor será inaugurado no segundo semestre

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Prefeito Marçal Filho e autoridades vistoriaram as obras do Hospital de Amor às margens da rodovia Guaicurus, em Dourados – Fotos: A. Frota

As obras do Hospital de Amor em Dourados seguem para a etapa final e a inauguração e atendimentos vão ocorrer no segundo semestre deste ano. Nesta terça-feira (18) uma comitiva formada por diretores da Secredi Centro-Sul MS/BA, o prefeito Marçal Filho, representantes da Associação de Apoiadores do Hospital de Amor de Dourados (AApoiadores) e o diretor de desenvolvimento institucional do Hospital de Amor, Henrique Moraes Prata, vistoriaram as obras que entram na fase construção do contrapiso.

O município de Dourados é gestão plena do atendimento Sistema Único de Saúde (SUS) e a construção do Hospital de Amor, conforme o prefeito, irá garantir mais conforto e qualidade no processo de atendimento aos pacientes de toda a região. “É uma obra importantíssima que tem a soma de esforços da sociedade, em específica da Secredi Centro-Sul MS/BA, que assumiu a construção de todo o complexo hospitalar”, destacou o prefeito. Ele ressaltou a importância de haver o engajamento da sociedade após as obras do prédio ser concluída, já que o grande desafio será o de manter a unidade, que será referência em atendimento a 25 municípios da região.

Marçal Filho ainda falou sobre a necessidade de cada setor da saúde oferecer o atendimento na área a qual detém especialidade e expertise. “Sabemos o quanto o Hospital de Amor é referência no diagnóstico e tratamento de câncer e precisamos fazer um alinhamento entre todos os envolvidos, pois o objetivo é comum entre todos, o de curar o paciente”, acrescentou o prefeito. Ele lembrou que este ano também será inaugurado o Hospital Regional, do Governo do Estado, e a unidade deverá trabalhar em sintonia com o Hospital da Vida, da prefeitura, e o Hospital de Amor.

Henrique Moraes Prata, que é filho de Henrique Prata Junior, presidente do Hospital de Amor, explicou que a mesma tecnologia de ponta empregada na unidade de Barretos estará presente em Dourados. “Havia muita preocupação de as pessoas quererem buscar atendimento em Barretos, mas graças a tecnologia, hoje temos o mesmo padrão de atendimento nas unidades espalhadas pelo país”, ressaltou.

A importância de uma gestão otimizada, conforme o diretor de Desenvolvimento Institucional, é um impacto positivo do Hospital de Amor na assistência social, na saúde do município e na forma como as instituições atuam. Segundo ele, a chegada do hospital em Dourados promove mudanças significativas na qualidade do atendimento prestado à população.

A médica Cristiane Iguma, diretora-presidente da Aapoiadores, diz que assim que a obra estiver pronta, haverá o início do processo de equipar o hospital. Os recursos já estão garantidos por meio de emendas parlamentares e o cerca de 2.400 atendimentos mensal realizados atualmente pelo Instituto de Prevenção Dourados, migrarão automaticamente para o Hospital de Amor. Em um primeiro momento, a unidade trabalhará com a prevenção do câncer de mama, de colo de útero, de pele e de boca. E também terá tratamento para as pessoas que precisam de quimioterapia e diagnósticos por imagem.

O presidente da Sicredi Centro Sul MS/BA, Paulo Roberto Neves, destacou o orgulho pelo engajamento da sociedade douradense na concretização do hospital, um projeto que também conta com o apoio dos mais de 150 mil associados. “É um orgulho e uma satisfação fazer parte desse projeto inspirador. A gente anda pelos 38 municípios da nossa área de atuação no Mato Grosso do Sul e vemos a comoção das pessoas quando falamos desse sonho que está saindo do papel, já que muitas delas passam pelo enfrentamento da doença”, finalizou.

Com assessoria.

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