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Saúde

MS Mais Saúde, Menos Filas: mutirão oftalmológico atende pacientes de todo o MS

A ação realizada no último sábado (30) tem como objetivo proporcionar um atendimento completo e integrado à população, beneficiando 150 pacientes da Capital e de diversas regiões do Estado.

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No esforço contínuo para reduzir filas de espera e oferecer serviços de saúde de qualidade à população, o Governo de Mato Grosso do Sul, por meio do programa ‘MS Mais Saúde, Menos Filas’, promoveu um mutirão de atendimento oftalmológico especializado no Hospital São Julião, em Campo Grande.

A ação realizada no último sábado (30) tem como objetivo proporcionar um atendimento completo e integrado à população, beneficiando 150 pacientes da Capital e de diversas regiões do Estado.

Os pacientes foram selecionados de acordo com a ordem de inserção no sistema de regulação e critérios clínicos. A linha de cuidados oferecida no mutirão incluiu consulta e avaliação detalhada com retinologistas, que realizaram exames minuciosos para identificar o tratamento mais adequado para cada caso.

“Estou na fila há 9 meses esperando fazer uma cirurgia. Um olho descolou a retina e o outro está quase descolando. Foi uma felicidade imensa ficar sabendo que o Governo está promovendo esse mutirão aqui no hospital São Julião, com o esforço dos médicos que abraçaram a causa e estão salvando a visão de várias pessoas. Por conta da minha profissão, carreguei o nome do Estado de Mato Grosso do Sul para vários lugares do Brasil e do exterior. Sinto orgulho de estar recebendo um tratamento de excelência pelo SUS que nada deixa a desejar do que é prestado na rede privada”, comemora Cláudio Dantas, chefe de cozinha, morador do município de Costa Rica.

A dona Sueli Aparecida Rodrigues, residente na Fazenda Taboca, localizada na cidade de Inocência a 340 km da Capital, expressou sua satisfação com o mutirão de atendimento que veio na hora certa. “O mutirão chegou em um momento crucial, proporcionando esse serviço e assistência que tanto precisamos”, disse Sueli.

Rosa Martins, moradora do município de Paranaíba.

Moradora do município de Paranaíba, a aposentada Rosa Martins de 80 anos, está aliviada em poder fazer o tratamento já que é diabética e por conta da comorbidade e idade, seu estado clínico requer um diagnóstico preciso e atendimento ágil.

“Eu quase não conseguia enxergar, pois minha vista estava muito embaçada. Fui ao médico e ele me encaminhou para realizar alguns exames. Durante a consulta, ele mencionou que eu estava com sangramento no fundo do olho, relacionado ao diabetes. Quero ressaltar a importância desse programa que oferece atendimento oftalmológico para quem mora distante e não tem acesso, se não fosse por isso, estaríamos em uma situação muito complicada”, avalia Rosa Martins.

Os atendimentos incluíram procedimentos como injeções intravítreas, indicadas para doenças como retinopatia diabética e degeneração macular, além de cirurgias e outros procedimentos simples realizados diretamente no Hospital São Julião. Tudo isso realizado em um único local, facilitando o acesso dos pacientes a serviços que, muitas vezes, demandariam longas filas e deslocamentos para diferentes unidades de saúde.

De acordo com a superintendente de Gestão Estratégica de SES, Maria Angélica Benetasso, a proposta do MS Mais Saúde, Menos Filas é oferecer um atendimento de saúde mais ágil e acessível à população, reduzindo filas e deslocamentos desnecessários.

“O MS Mais Saúde, Menos Filas é uma iniciativa que reflete nosso compromisso em melhorar a qualidade do atendimento à saúde no estado. Com este mutirão, conseguimos atender um número significativo de pessoas que aguardavam por esses serviços e esse convênio com o hospital São Julião tem perspectiva de atuação pelos próximos 12 meses”, enfatizou a superintendente de Gestão Estratégica de SES.

Para superintendente de gestão hospitalar do São Julião, Jéssyka Mendes, a parceria com o Governo do Estado permite atender o maior número possível de pacientes.

“O mutirão de hoje é especialmente significativo, pois estamos atendendo 150 pacientes para a primeira avaliação. A partir dessa avaliação, podemos iniciar os tratamentos o mais rápido possível, que podem incluir opções ambulatoriais, como laser e injeções intravítreas, além de procedimentos cirúrgicos, todos realizados dentro do Hospital São Julião”, afirma Jéssyka Mendes.

O programa MS Mais Saúde, Menos Filas já realizou diversas iniciativas em diferentes áreas da saúde e continua a expandir suas ações para alcançar cada vez mais cidadãos sul-mato-grossenses que aguardam por acesso aos serviços de saúde.

(Com assessoria. Fotos: Divulgação)

Saúde

Escuta e acolhimento fortalecem mães atípicas servidoras da Sesau

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Em meio à rotina de cuidados, desafios e cobranças que acompanham a maternidade, encontrar um espaço para falar, ser ouvido e compartilhar experiências também é uma forma de cuidado. Foi com essa proposta que a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), por meio da Gerência de Saúde do Servidor (Gersau), reuniu servidoras mães atípicas em um momento de escuta, acolhimento e troca de experiências.

A atividade integrou as ações do mês dedicado à valorização da vida e foi realizada na área verde da Sesau. Conduzido pela psicóloga Leyisa Sena, da Gerência de Atenção Psicossocial (GRAP/Sesau), o encontro criou um ambiente para que as participantes pudessem falar sobre sentimentos e situações que fazem parte de suas rotinas, muitas vezes marcadas pela sobrecarga e pela dificuldade de reservar tempo para si mesmas.

Mais do que uma palestra, a proposta foi abrir espaço para a escuta. Entre os temas abordados estiveram o autocuidado, a culpa, a autoexigência e a sensação de que, ao cuidar de todos, muitas mães acabam deixando as próprias necessidades em segundo plano.

“Quem era você antes de precisar cuidar tanto? O que você cobra de si que não cobra de outra mãe?”, foram algumas das reflexões propostas durante a conversa.

A partir dessas perguntas, histórias pessoais começaram a surgir. Relatos de desafios, descobertas, pequenas conquistas e também de sonhos mostraram como a identificação entre as participantes pode ser uma forma de alento.

“Meu sonho é que o meu filho fale”, compartilhou uma das servidoras. A frase, carregada de significado para aquela mãe, também evidenciou a importância de um espaço em que experiências tão particulares possam ser compreendidas por quem vive situações semelhantes.

Cuidar de quem cuida

Entre os participantes estava o único pai presente na roda de conversa, Darllon Duarte, 34 anos, gerente da USF Universitário. Pai de uma menina de 11 anos, que está em processo de diagnóstico, e de um menino de 10 anos com seletividade alimentar, ele falou sobre a culpa, a necessidade de dividir responsabilidades e a importância de reconhecer cada conquista dos filhos.

“A gente precisa olhar para a família. A gente foca na mãe da criança porque é o que está mais em evidência, é mais necessário esse olhar, muitas estão sobrecarregadas. Sabemos que existem muitas mães solo, que não têm rede de apoio, mas os pais devem se envolver. O pai precisa saber onde seu filho está, o que ele faz, o que come, como fazer aquela criança desenvolver. Temos que aprender, mas precisamos ser ouvidos também”, desabafou.

A técnica de enfermagem Nadiellen Rodrigues Brito Barbosa, 40 anos, também compartilhou sua experiência como mãe de um menino de 10 anos com seletividade alimentar. Para ela, falar sobre as dificuldades ajuda a ressignificar a culpa e a reconhecer os avanços que, para outras pessoas, podem parecer pequenos, mas têm grande significado para a família.

“Sofri muito. Sempre pensando onde errei. A culpa não adianta. Hoje levo o acolhimento. Hoje vejo ele comendo duas colheres de arroz e, para mim, já é um paraíso. É paciência, trabalhando a paciência”, relatou.

Gratidão e aprendizado

Assistente social do CAPS AD IV, Josimara Pasqualine, 51 anos, é mãe de dois filhos, entre eles um adolescente de 15 anos, nível 3 de suporte. Emocionada, ela destacou o significado de ser acolhida também enquanto mãe e não apenas no papel de profissional que cuida de outras pessoas.

“Já tenho 32 anos de serviço e esse é um momento histórico. Ser acolhida como mãe atípica e uma pessoa neurodivergente, todas as dificuldades que a gente tem, está sendo um momento grandioso. Eu me sinto recompensada, valorizada. A gente trata tanto das pessoas, cuida dos outros, e às vezes a gente não tem esse tempo. Esse olhar que a Sesau tem com o trabalhador tem sido portas e esperança. A gente precisa ser ouvida. Muito grata pelo convite e pela oportunidade”, disse.

Durante uma das dinâmicas, a psicóloga da Gersau, Cléo Cabral, escolheu a palavra “gratidão” para representar o sentimento daquele momento. Mesmo sem ser mãe, ela destacou que ouvir as experiências das servidoras também foi uma oportunidade de aprendizado.

“Ainda não sou mãe, mas sou grata por este momento. Aprendi muito com vocês. A gente aprende ouvindo e, no futuro, tenho o sonho de ainda ser mãe. Obrigada por compartilharem suas histórias e vidas”, revelou.

Para a psicóloga Leyisa Sena, proporcionar esse espaço de escuta também faz parte do cuidado com o servidor.

“A proposta é fortalecer vínculos, estimular o autocuidado e mostrar às servidoras que elas não precisam enfrentar sozinhas os desafios da maternidade”, afirmou.

A profissional também destacou o trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Apoio às Mães Atípicas (NAMA), criado pela administração municipal como uma política pública voltada ao acolhimento, organização e acompanhamento dessas famílias.

O cadastramento no NAMA pode ser feito pelo telefone (67) 99179-5948, canal também destinado à atualização de informações e ao acesso aos serviços oferecidos pelo núcleo.

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Anvisa aprova novo medicamento para tratamento de enxaqueca

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© Marcello Casal JrAgência Brasil

Um novo medicamento para o tratamento da enxaqueca foi aprovado nesta terça-feira (8) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O Aquipta (atogepanto) é indicado para adultos que têm pelo menos quatro episódios mensais de enxaqueca. 

De acordo com a agência, a substância atua no bloqueio de uma via envolvida na transmissão da dor. Além disso, é capaz de prevenir o aparecimento das crises. O laboratório que solicitou o registro foi a ABBVIE Farmacêutica, conforme resolução publicada no Diário Oficial da União (DOU).

Os estudos apontam que o atogepanto é capaz de reduzir “significativamente” o número de dias mensais de enxaqueca.  

Segundo a Anvisa, apesar de existirem opções terapêuticas para prevenção da enxaqueca, “muitas delas não atuam especificamente nos mecanismos fisiopatológicos da doença”. Por essa razão, o Aquipta representa uma nova opção de tratamento oral para prevenção da doença.

Sobre a doença

A enxaqueca é caracterizada por crises recorrentes de dor de cabeça de intensidade moderada a grave, frequentemente acompanhadas de náuseas, vômitos e sensibilidade à luz e ao som.

A doença atinge cerca de 15% da população mundial, com impacto significativo na qualidade de vida.

Agência Brasil

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Prefeitura amplia vacinação contra chikungunya e febre amarela aos sábados no PAM

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Vacinas contra chikungunya e febre amarela serão aplicadas aos sábados, em setembro e outubro, na Sala de Vacinação do PAM. Foto: A. Frota/Arquivo/Assecom

A Prefeitura de Dourados, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, está ampliando as estratégias de vacinação contra a chikungunya e a febre amarela para facilitar o acesso da população e contribuir para o aumento das coberturas vacinais no município. Durante os meses de setembro e outubro, a Sala de Vacinação do Pronto Atendimento Médico (PAM) terá atendimento aos sábados, das 8h às 14h.

No mês de setembro, os atendimentos serão realizados nos dias 5, 12, 19 e 26. Em outubro nos dias 3, 17, 24 e 31.

A vacinação aos finais de semana é uma alternativa para quem não consegue comparecer a uma unidade de saúde durante os dias úteis. A estratégia também busca ampliar a adesão da população e reforçar a proteção antes do período de verão, quando as condições ambientais podem favorecer a circulação de arboviroses.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça a importância de a população verificar a situação vacinal e procurar os serviços de saúde para colocar as doses em dia, conforme os critérios estabelecidos para cada vacina.

A preocupação é especialmente relevante diante do cenário epidemiológico da Chikungunya. Dourados já enfrentou uma importante epidemia da doença e a Secretaria de Saúde trabalha para ampliar a proteção da população e reduzir os riscos de uma nova onda de transmissão.

“A vacinação é uma das principais ferramentas de prevenção e precisamos facilitar o acesso da população. Ao oferecer a vacinação também aos sábados, estamos criando uma oportunidade para quem trabalha ou tem dificuldade de ir à unidade durante a semana. É importante que cada pessoa confira sua situação vacinal e procure a unidade de saúde”, destaca o secretário municipal de Saúde, Márcio Grei Vidal de Figueiredo.

CHIKUNGUNYA

A Secretaria de Saúde chama atenção especialmente para a vacinação contra a Chikungunya, destinada ao público que atende aos critérios definidos pelo Ministério da Saúde. A orientação é que pessoas com idade entre 18 e 59 anos verifiquem nas unidades de saúde se estão dentro dos critérios para receber a vacina.

A medida integra o conjunto de ações adotadas pelo Município para fortalecer a prevenção e preparar Dourados para os próximos meses.

FEBRE AMARELA

A campanha também reforça a importância da vacinação contra a febre amarela. A população deve verificar sua situação vacinal e buscar orientação nas unidades de saúde, especialmente quem ainda não possui o esquema recomendado. A Secretaria de Saúde orienta que a população não espere o surgimento de novos casos para procurar proteção e, também, ao ir receber a dose, levar documento pessoal e, se possível, a carteira de vacinação para conferência e atualização do esquema vacinal.

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