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Economia

Com aval do Governo, empresários acessam linhas de empréstimo em MS

“colocar as contas em dia”, diz dono de restaurante

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Pequenos empresários de Mato Grosso do Sul que precisam de financiamento para investir no próprio negócio já podem acessar as linhas de crédito do Programa Estadual de Microcrédito Produtivo e Orientado, o +CréditoMS, lançado pelo Governo do Estado dentro do pacote de quase R$ 800 milhões de retomada da economia no pós-pandemia.

Nesta sexta-feira (10), na Governadoria, os sete primeiros contratos do programa foram assinados em cerimônia com as presenças do governador Reinaldo Azambuja, do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Paulo Corrêa, e do presidente da Funtrab (Fundação de Trabalho do Estado), Marcos Derzi, que gerencia o +CréditoMS.

A microempreendedora individual Inaile Caroline de Kochham Arce, dona de um carrinho de cachorro-quente perto do Lago do Amor, em Campo Grande, foi uma das contempladas. Ela pegou empréstimo de R$ 1 mil, com juro zero, para investir e ampliar a fonte de renda. O financiamento será pago em 24 meses, incluindo carência de seis meses. 

“Nesta pandemia muitos empresários fecharam as portas porque não resistiram. Então, esse crédito ajuda a levantar nossa economia. Muita gente vai investir e crescer com esse apoio. Vai ser muito bom para mim, como para os outros”, disse. “Com esse dinheiro vou investir no meu negócio, crescer, divulgar e fazer entregas. Esse é meu objetivo”, completou.

O +CréditoMS oferta em todo o Mato Grosso do Sul linhas de crédito de até R$ 30 mil. Podem participar do programa pessoas físicas ou jurídicas de qualquer atividade econômica, caracterizadas em seis categorias: I – pessoas físicas empreendedoras ou que pretendam empreender; II – microempreendedores individuais; III – micro e pequenos empreendedores; IV – microempresas; V – microempreendedores informais, que se obriguem a regularizar seu empreendimento; e VI – produtores rurais familiares.

Dono de um restaurante na Rua Euclides da Cunha, na Capital, Bruno Henrique de Andrade conseguiu financiamento do valor máximo, R$ 30 mil, que também será pago em 24 vezes, com carência de seis meses e sem juros. “Essa ajuda financeira será muito importante para nosso negócio, para colocar as contas em dia e para manter os empregos que geramos. Vai dar um gás a mais para passarmos por essa crise”, destacou ele, que emprega seis funcionários.

Para o governador Reinaldo Azambuja, o propósito do +CréditoMS é justamente fazer girar a roda da economia, impactada pela pandemia de covid-19: “queremos prosperidade, que os negócios cresçam e gerem oportunidades de emprego e renda”. 

O governador lembrou que o programa de microcrédito será permanente, embora tenha sido lançado na crise sanitária. “Esse apoio vai continuar depois da pandemia”, afirmou. Ele ainda ressaltou que o Estado teve capacidade de estender a mão para todos os segmentos afetados pela situação pandêmica, como a cultura, o turismo e também a área social, atendendo famílias carentes do Mato Grosso do Sul.

O presidente do Comitê Gestor do Prosseguir (Programa de Saúde e Segurança na Economia), Eduardo Riedel, pontuou que o +CréditoMS “é um instrumento realmente importante no processo de aquecimento da nossa economia”. “Com ele, vamos reconstruir, potencializar e ajudar as pessoas a resgatarem suas atividades econômicas”, falou.

Regras do +CréditoMS

Pela regulamentação do programa, o +CréditoMS tem a finalidade de reinserir no cenário econômico os micros e os pequenos empreendedores formais e informais; incluir aqueles que pretendam empreender novos negócios de pequeno porte; e reduzir o desemprego a partir do surgimento de novos empreendimentos.

Nele, o Sebrae-MS (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Mato Grosso do Sul) vai apoiar os empreendedores na melhoria do processo de gestão de seus negócios, podendo este apoio se dar por meio de orientações, consultorias ou capacitações, de forma remota ou presencial.

O diretor-presidente da Funtrab explicou as condições para tomar o empréstimo. “Aqueles que não faturem mais de R$ 360 mil por ano podem aderir. E também pessoas físicas que queiram empreender, e não pagar contas domésticas. Para ter acesso, a pessoa tem que baixar no celular o aplicativo ‘MS Contrata+ para Trabalhadores’. Lá tem o link para se cadastrar. Após isso, será feita uma análise técnica para ver se a pessoa se enquadra no programa. Depois, encaminharemos esse cadastro para instituição financeira, onde será feita análise de crédito. Aí sim, a pessoa terá acesso ao crédito”, contou Marcos Derzi. Por enquanto, as cooperativas Sicredi e Sicoob estão ofertando as linhas de financiamento do +CréditoMS.

O download do aplicativo ‘MS Contrata+ para Trabalhadores’ pode ser feito em celulares Android (https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.bluetrix.contratamais) e iOS (https://apps.apple.com/us/app/ms-contrata-p-trabalhadores/id1544791407).

“Esse programa é a roda do sucesso. Se os empresários prosperam, também prospera o Mato Grosso do Sul”, declarou o presidente da Assembleia, deputado Paulo Corrêa. Também participaram da cerimônia de liberação dos sete primeiros contratos do +CréditoMS os secretários Jaime Verruck (Semagro), Sérgio de Paula (Casa Civil), Felipe Mattos (Sefaz), Flávio César (interino da Segov) e Adriano Chadid (em exercício da Sedhast); os deputados estaduais Coronel Davi e Gerson Claro; e o deputado federal Beto Pereira.

(Com assessoria. Fotos: Divulgação)

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Economia

Desenrola Fies prevê desconto de até 99% das dívidas; confira regras

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© ILUM/Divulgação

O programa Novo Desenrola Brasil, lançado pelo governo federal nesta segunda-feira (6), conta com uma linha voltada a atender estudantes que acumularam dívidas por meio do Fies. O programa financia o acesso à educação superior privada, oferecendo financiamento a estudantes de cursos de graduação a juros mais baixos do que os de mercado. 

O objetivo do Desenrola Fies é reduzir a inadimplência e facilitar a regularização financeira dos participantes. De acordo com o MEC, a expectativa é de que mais de 1 milhão de estudantes sejam atendidos pela medida. 

De acordo com o ministro da Educação, Leonardo Barchini, as regras preveem a renegociação de dívidas com descontos de até 99% dos valores, com condições especiais para os inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).

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Quem pode participar

Podem participar estudantes com débitos vencidos e não pagos até a publicação da Medida Provisória que instituiu o programa.

Como vai funcionar

O programa vai permitir a liquidação das dívidas com descontos e parcelamentos especiais. A renegociação conta com condições diferenciadas de acordo com o tempo de atraso e o perfil do estudante.

Os interessados em aderir devem acionar diretamente os bancos e instituições financeiras nas quais possuam dívidas

CadÚnico

Por estarem em situação de vulnerabilidade social, os estudantes inscritos no CadÚnico com débitos vencidos há mais de 360 dias poderão obter desconto de até 99% do valor consolidado da dívida, para quitação integral do saldo devedor. 

Já o demais que contam com débitos vencidos há mais de 360 dias poderão ser liquidados com desconto de até 77% do valor total consolidado, incluindo também o principal.

No caso dos débitos vencidos há mais de 90 dias, o estudante terá duas opções:

  • pagamento à vista, com desconto total dos encargos e redução de até 12% do valor principal;
  • parcelamento em até 150 parcelas mensais, com redução de 100% dos juros e multas.

Novo Desenrola Brasil

O programa busca ajudar famílias, estudantes e pequenos empreendedores a renegociar dívidas, limpar o nome e recuperar o acesso ao crédito.

A nova fase da iniciativa terá duração de 90 dias e prevê descontos de até 90%, juros reduzidos e a possibilidade de uso do FGTS para abatimento de débitos.

Formalizada com a assinatura de uma medida provisória pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a estratégia visa promover a reorganização financeira de milhões de brasileiros e ampliar o acesso ao crédito em condições mais favoráveis.

Agência Brasil

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Economia

Desemprego no 1º trimestre é de 6,1%, o menor já registrado no período

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© Fernando Frazão/Agência Brasil Versão em áudio

A taxa de desemprego no primeiro trimestre do ano ficou em 6,1%. O indicador fica acima do registrado no quarto trimestre de 2025 (5,1%), porém é a menor taxa de desocupação para um primeiro trimestre desde 2012, quando começou a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.

Nos três primeiros meses do ano passado, o desemprego tinha marcado 7%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro.

Desde o trimestre encerrado em maio de 2025, a taxa de desemprego não ultrapassava 6%. No trimestre móvel encerrado em fevereiro de 2026, a taxa de desocupação foi de 5,8%.

No entanto, o IBGE não recomenda comparação em meses imediatamente seguidos, pois há sobreposição de dados. Por exemplo, os números de fevereiro se repetem nas duas últimas divulgações da pesquisa. Por isso, o instituto prefere fazer comparações com o quarto trimestre de 2025.

Trabalhadores

O primeiro trimestre de 2026 terminou com 6,6 milhões em busca de emprego. É a chamada população desocupada. O contingente é 19,6% superior (1,1 milhão de pessoas) ao do quarto trimestre de 2025, porém fica 13% a menos que o primeiro trimestre de 2025.

No mesmo trimestre, o total de ocupados chegou a 102 milhões de pessoas, 1 milhão a menos que no último trimestre de 2025 e 1,5 milhão acima do contingente do primeiro trimestre do ano passado, ou seja, comparação anual.

Comportamento sazonal

O comportamento do mercado de trabalho no primeiro trimestre foi marcado por características sazonais, ou seja, típicas do período do ano, como explica a coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy.

“A redução do contingente de trabalhadores ocorreu em atividades que, tipicamente, apresentam esse comportamento; seja devido à tendência de recuo no comércio nesse período do ano; seja pela dinâmica de encerramento de contratos temporário nas atividades de educação e saúde no setor público municipal.”

De todos os 10 agrupamentos de atividades apurados pelo IBGE, nenhum apresentou crescimento de ocupados, e três tiveram queda: comércio (1,5%, ou menos 287 mil pessoas ocupadas), administração pública (2,3%, ou menos 439 mil pessoas) e serviços domésticos (2,6%, ou menos 148 mil pessoas).

Queda na informalidade

Apesar de a taxa de desocupação ter aumentado no primeiro trimestre de 2026 em relação ao último trimestre de 2025, o Brasil vivenciou redução da informalidade.

No trimestre encerrado em março, a taxa de informalidade foi de 37,3% da população ocupada, o que equivale a 38,1 milhões de trabalhadores informais, ou seja, sem direitos trabalhistas garantidos.

No fim de 2025, a taxa era de 37,6%, enquanto no primeiro trimestre de 2025 era 38%.

O número de empregados com carteira assinada no setor privado ficou em 39,2 milhões, sem variações significativas no trimestre, mas subindo 1,3% (504 mil pessoas a mais) em um ano.

O contingente de trabalhadores sem carteira no setor privado teve retração de 2,1% (menos 285 mil pessoas) no trimestre, chegando a 13,3 milhões. Em um ano, houve estabilidade, isto é, sem mudança estatística significativa.

O número de trabalhadores por conta própria ficou estável no trimestre: 26 milhões. Em comparação ao primeiro trimestre de 2025, houve alta de 2,4% (607 mil pessoas a mais).

Pnad

A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisaSão visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.

A Pnad é divulgada no dia seguinte a outro indicador de comportamento do mercado de trabalho, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), elaborado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e que acompanha apenas o cenário de empregados com carteira assinada.

De acordo com o Caged, março apresentou saldo positivo de 228 mil vagas formais. Em 12 meses, o balanço é positivo em 1,2 milhão de postos com carteira assinada.

Bruno de Freitas Moura – Repórter da Agência Brasil

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Economia

Copom decide Selic em meio a guerra e inflação acelerando

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© Marcello Casal JrAgência Brasil

Com a guerra no Oriente Médio pressionando o preço dos combustíveis e a inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) faz nesta quarta-feira (29) a terceira reunião do ano. Mesmo com a alta do petróleo, os analistas de mercado acreditam na segunda redução seguida de juros.

Atualmente em 14,75% ao ano, a Selic ficou em 15%, no maior nível em quase 20 anos, de junho de 2025 a março deste ano.

A decisão sobre a Taxa Selic será anunciada no início da noite desta quarta. O Copom estará desfalcado porque o mandato dos diretores de Organização do Sistema Financeiro, Renato Gomes, e de Política Econômica, Paulo Pichetti, expirou no fim de 2025. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva até agora não encaminhou as indicações dos substitutos ao Congresso Nacional.

Na reunião deste mês, haverá mais um desfalque. Na terça-feira (28), o Banco Central anunciou que o diretor de Administração, Rodrigo Teixeira, se ausentará por falecimento de um parente de primeiro grau.

Na ata da reunião de março, o Copom deixou de indicar se continuará a cortar os jurosCom a Guerra no Oriente Médio,  o BC afirmou que a magnitude e o “ciclo de calibração” (para cima ou para baixo) da Selic serão determinados “ao longo do tempo”, à medida que novas informações forem incorporadas às análises.

Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a taxa básica deve ser reduzida em 0,25 ponto percentual, para 14,5% ao ano.

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Inflação

O comportamento da inflação continua uma incógnita. A prévia da inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) acelerou para 0,89% em abril, pressionada por combustíveis e alimentos. No acumulado de 12 meses, o índice acelerou para 4,37%, contra 3,9% em março.

Segundo o último boletim Focus, a estimativa de inflação para 2026 subiu para 4,86%, por causa do conflito no Oriente Médio. Isso representa inflação acima do teto da meta contínua estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Oficialmente, a meta está em 3%, podendo chegar a 4,5% por causa do intervalo de tolerância de 1,5 ponto.

Taxa Selic

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima do valor definido na reunião.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, pretende conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Ao reduzir a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.

Meta contínua

Pelo novo sistema de meta contínua em vigor desde janeiro de 2025, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.

No modelo de meta contínua, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em abril de 2026, a inflação desde maio de 2025 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em maio de 2026, o procedimento se repete, com apuração a partir de junho de 2025. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.

No último Relatório de Política Monetária, divulgado no fim de março pelo Banco Central, a autoridade monetária elevou de 3,5% para 3,6% a previsão para o IPCA em 2026, mas a estimativa deve ser revista se a guerra no Oriente Médio se prolongar. A próxima edição do documento, que substituiu o Relatório de Inflação, será divulgada no fim de junho.

Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

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