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Meio Ambiente

Por terra, rio e ar: Governo de MS mobiliza várias frentes no Pantanal em ações contra o fogo

Combates dos bombeiros acontecem durante o dia e ‘viram a noite’, indo madrugada a dentro; ação noturna é estratégica

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os incêndios florestais que atingem o Pantanal. No combate direto ao fogo, o Corpo de Bombeiros usa de tecnologia que permite direcionar as equipes das mais diversas formas para os locais com detecção dos focos, além de auxiliar em uma atuação mais eficiente.

A complexidade do trabalho envolve técnicas específicas para conter e extinguir as chamas, seja de dia ou de noite na Operação Pantanal 2024 – que começou em 2 de abril e desde 11 de junho está na chamada ‘fase de resposta’, com intensa atuação das equipes no bioma.

Neste sábado (22), as aeronaves do GOA (Grupamento de Operações Aéreas), do Corpo de Bombeiros e da CGPA (Coordenadoria Geral de Policiamento Aéreo), da Polícia Militar, atuaram na área conhecida como Bracinho, em frente ao Porto Geral de Corumbá.

“É uma área em que a fumaça tem incomodado a população devido a proximidade com a cidade e a quantidade de fumaça. Por isso concentramos os lançamentos no local. Retomamos os combates nas proximidades de Corumbá e estamos prontos para ação em outros pontos de interesse”, explica o capitão Jonatas Lucena, do GOA, que completa.

“Temos uma equipe com três militares para apoio solo, de abastecimento tanto de água e de combustível, e mais dois militares embarcados na aeronave Air Tractor, sendo o piloto e o copiloto. Nós operamos em áreas estruturadas e em fazendas, nas áreas afastadas. Possuímos toda a estrutura para levar nossa equipe o mais próximo do foco do incêndio”, frisa.

O avião Air Tractor, utilizado há três anos em operações de combate a incêndios em todo o Mato Grosso do Sul, tem capacidade de transportar até 3 mil litros de água para áreas de difícil acesso, encurtando assim o tempo de resposta contra o fogo.

“Também temos um tanque de 20 mil litros, que através de uma motobomba a gente completa nosso avião com 3 mil litros em cada carga. Depois partimos para fazer os alijamentos [soltar a água] nos pontos pré-determinados”, segue explicando Lucena.

O trabalho aéreo de combate ao fogo no Pantanal também contou com o apoio de dois helicópteros do CGPA, equipados com um balde automático, que faz a captação da água no rio ou em local próximo ao fogo.

Tal equipamento é chamado ‘bambi bucket’ ou ‘helibalde’ e funciona com a capacidade de 820 litros, o mais moderno que tem no mercado. Ele é acionado eletronicamente, de dentro da aeronave, a partir de uma válvula que é acionada pelo piloto, que pode efetuar o disparo e dosar a quantidade de água que será lançada em cada ponto”, explica o tenente-coronel Fábio Gonçalves.

Combate noturno: estratégia contra o fogo

O fogo não descansa e, por isso, sequer à noite o trabalho contra ele cessa. Além disso, o trabalho do Corpo de Bombeiros no período noturno é tido como estratégico pela corporação, que aponta vantagens no combate aos incêndios florestais neste horário.

“No Pantanal o combate noturno é uma tática que usamos muito por causa das condições atmosféricas, já que ao meio-dia ou uma da tarde encontramos temperaturas de até 46°C e umidade relativa do ar com 13%, fora os ventos acima de 50 km/h. Isso dificulta muito o combate”, explica a diretora de Proteção Ambiental do Corpo de Bombeiros, Tatiana Inoue.

Tenente-coronel dos Bombeiros, Inoue está em Corumbá participando diretamente do combate ao fogo ao lado das equipes que desbravam matas, indo ao encontro dos focos de incêndio que devem ser controlados e extintos.

“À noite, geralmente são amenizadas estas situações [de calor, vento forte e tempo seco], o que facilita o combate aos incêndios”, conta a militar, que prossegue. “Precisamos fazer o rescaldo e monitoramento após o controle, pois fica uma queima lenta, uma brasa. E se aumentar a temperatura, o vento, com a baixa umidade aquela brasa pode ganhar força e causar novo incêndio”.

O solo de turfa, típico do Pantanal por causa da decomposição de matéria orgânica, é outro componente que alimenta o fogo. “Determinadas regiões com o solo de turfa, quando está seco, criam bolsões de ar dentro do solo, formando material combustível”, conta Tatiana.

A turfa, que pode provocar o fogo de turfa – um dos incêndios florestais mais complexos -, é o tipo de material orgânico resultante da decomposição da vegetação que se acumula no solo e pode alcançar vários metros de profundidade, além de ser altamente inflamável.

Além da vegetação peculiar do Pantanal, e da baixa umidade relativa do ar – com altas temperaturas e sem chuvas há 72 dias de chuvas em Corumbá, e 67 dias em outras áreas do bioma -, o vento forte, que na maioria das vezes ultrapassa 50 km/h, é um dos principais vilões nas ações de combate a incêndios. Por isso os combates noturnos são comuns e necessários, possibilitando maior êxito nas ações.

Tecnologia na prevenção e combate

Toda a atuação por terra, ar e rios em Corumbá e nas demais regiões com atuação dos bombeiros no Pantanal é coordenada pelo SCI (Sistema de Comando de Incidentes), em Campo Grande. Tal ferramenta está sob a estrutura do Governo do Estado.

“É complexo e muito importante, pois a coordenação é integrada com todas as forças de segurança, do Estado e também da União, que trabalham no combate”, explica o subcomandante-geral do Corpo de Bombeiros e chefe das operações de combate a incêndios, coronel Adriano Rampazo.

Todas as equipes e equipamentos disponíveis para combate a incêndios estão mobilizados no Corpo de Bombeiros, comenta o coronel Rosalino Gimenez, do CGPA. “Vamos atuar com três aeronaves realizando o transporte dos brigadistas, o combate direto ao incêndio, monitoramento das queimadas e transporte de equipamentos”, comenta, continuando.

“Desta forma conseguimos auxiliar os bombeiros e brigadistas, além do combate direto às queimadas. Já atuamos ano passado na Amazônia, quando o Estado ofereceu todo o suporte ao Estado do Amazonas. Também estivemos no Rio Grande do Sul devido às enchentes. Agora estamos atuando na nossa casa com uma responsabilidade ainda maior”, conclui.

Reforço federal

O Governo de Mato Grosso do Sul já investiu R$ 50 milhões na estrutura de combate aos incêndios florestais no Pantanal, incluindo a instalação de 13 bases avançadas dos Bombeiros em solo pantaneiro para reduzir o tempo de resposta. Além disso, a Lei do Pantanal também foi articulada, elaborada, aprovada e está em execução pelo Governo.

Contudo, diante da gravidade da situação, acordos foram firmados com o Governo do Mato Grosso e também com o Governo Federal, como ocorreu recentemente na assinatura do Pacto Federativo, em Brasília (DF), no Dia Mundial do Meio Ambiente.

Na semana passada, em reunião com o MMA (Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima), o Governo do Mato Grosso do Sul solicitou apoio federal para o combate aos incêndios florestais no Pantanal. O reforço nas ações já realizadas pelo Governo do Estado, através do Corpo de Bombeiros, foi confirmado neste sábado (22) pelo Governo Federal.

As frentes sul-mato-grossenses vão receber auxílio de mais três aeronaves do ICMBio e além de mais quatro aeronaves de grande porte do Exército. Também foi dado sinalização positiva sobre a chegada de 50 homens da Força Nacional para reforçar o combate direto ao fogo. Duas aeronaves Air Tractor já estão em Corumbá e devem participar de operações a partir de domingo (23).

(Com assessoria. Fotos: Divulgação)

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Meio Ambiente

Alerta de emergência é emitido para o distrito de Palmeiras após elevação do nível do rio Aquidauana

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Ontem o Imasul já tinha feito dois avisos com relação ao rio Taquari, em Coxim, e ao rio Aquidauana, no município de Aquidauana

Após dois alertas serem emitidos para Aquidauana e Coxim devido a elevação dos rios Aquidauana e Taquari, respectivamente, o Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), por meio da Sala de Situação do GRH (Gerenciamento de Recursos Hídricos), emitiu novo o Aviso de Evento Crítico.

Dessa vez o risco foi detectado no distrito de Palmeiras, no território municipal de Dois Irmãos do Buriti. Ali, passa o rio Aquidauana, onde foi verificada elevação considerável do nível também naquele trecho. O comunicado foi registrado às 22h40 desta terça-feira (4).

De acordo com as medições realizadas pela Plataforma de Coleta de Dados (PCD), o rio atingiu a cota de 661 centímetros às 22h30, superando o nível de emergência estabelecido em 650 centímetros, considerado patamar de inundação. A situação representa potencial para danos materiais significativos e riscos à integridade da população ribeirinha.

O Imasul aponta que o aumento do volume do Rio Aquidauana está diretamente relacionado às chuvas registradas desde o último fim de semana na região. Mesmo com a previsão de redução do acumulado nos próximos dias, ainda são esperadas pancadas de chuva na bacia hidrográfica.

Segundo o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima) de Mato Grosso do Sul, há previsão de continuidade das precipitações entre os dias 4 e 5 de fevereiro de 2026.

O cenário é reforçado por avisos meteorológicos nacionais: o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu alerta com grau de severidade ‘perigo’ para o período. O CPTEC (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos) classificou a previsão de chuvas intensas como nível 2 para a mesma janela de tempo.

Invasão de áreas próximas ao rio

Com a elevação do nível, já foi observado o início do processo de invasão das águas em áreas lindeiras ao curso do rio, o que pode agravar o cenário caso as chuvas persistam e a vazão continue aumentando. O gerente de Recursos Hídricos do Imasul, Leonardo Sampaio, destacou que a situação exige atenção contínua das autoridades e da população local.

“Estamos acompanhando o comportamento do rio em tempo real por meio das plataformas de monitoramento. O nível já ultrapassou a cota de emergência e pode provocar alagamentos em áreas ribeirinhas. A orientação é para que a população fique atenta aos comunicados oficiais e siga as recomendações da Defesa Civil”, afirmou.

O diretor-presidente do Imasul, André Borges, ressaltou que o trabalho integrado entre os órgãos públicos é fundamental para reduzir riscos e proteger vidas. “Esse tipo de evento exige resposta rápida e articulada. O Imasul mantém o monitoramento permanente das bacias hidrográficas e já atua em conjunto com a Defesa Civil e demais instituições para antecipar medidas preventivas, minimizar impactos e garantir a segurança da população”, declarou.

Comunicação Imasul
Foto: Álvaro Rezende/Secom/Arquivo

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Meio Ambiente

Imasul, PMA e Corpo de Bombeiros realizam operação com foco no turismo sustentável na Serra da Bodoquena

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O Governo de Mato Grosso do Sul, por meio do Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), em atuação integrada com a PMA (Polícia Militar Ambiental) e Corpo de Bombeiros Militar, deram início a operação de fiscalização ambiental voltada às atividades turísticas na região da Serra da Bodoquena.

A ação segue planejamento técnico previamente estruturado e reforça o compromisso do Estado com a preservação ambiental, a segurança dos visitantes e o fortalecimento do turismo sustentável.

A iniciativa tem como principal objetivo assegurar que as atividades turísticas sejam desenvolvidas de forma regular e em conformidade com a legislação ambiental vigente, garantindo a proteção dos recursos naturais e a correta utilização dos atrativos turísticos. A operação também busca promover o equilíbrio entre o desenvolvimento econômico da região e a conservação ambiental, pilares fundamentais para a sustentabilidade do turismo em áreas de relevante interesse ecológico.

Segundo o diretor-presidente do Imasul, André Borges, a atuação integrada é essencial para assegurar a qualidade e a longevidade do turismo na região. “A Serra da Bodoquena é um dos principais patrimônios naturais de Mato Grosso do Sul. Essa operação reforça a responsabilidade do poder público em ordenar o uso dos atrativos, garantindo que o turismo continue sendo uma atividade economicamente forte, mas ambientalmente responsável e segura para todos”, afirmou.

Operação integrada entre as instituições com foco no turismo sustentável

Um dos eixos centrais da operação é a segurança dos usuários dos atrativos turísticos. A atuação conjunta com o Corpo de Bombeiros Militar e demais órgãos de apoio tem como foco verificar condições mínimas de segurança, orientar empreendedores quanto à adoção de medidas preventivas e reduzir riscos de acidentes.

O objetivo é assegurar que visitantes e trabalhadores usufruam dos atrativos de forma segura e responsável. De acordo com representante do Corpo de Bombeiros Militar, “a ação preventiva reforça a importância do planejamento, da manutenção adequada das estruturas e do cumprimento das normas técnicas aplicáveis às atividades turísticas”.

Para o gerente de Controle e Fiscalização do Imasul, Leandro Camillo de Lelles, a operação evidencia o papel estratégico da fiscalização ambiental como instrumento de gestão pública.
“O trabalho de fiscalização vai além do caráter punitivo. Ele é fundamental para orientar, prevenir irregularidades e assegurar que os empreendimentos atuem dentro dos limites estabelecidos pelas licenças ambientais, protegendo o meio ambiente e oferecendo segurança à população e aos turistas”, destacou.

O diretor de Licenciamento e Fiscalização do Imasul, Luiz Mario Ferreira, ressaltou que a ação é resultado de planejamento técnico e integração institucional. “Essa operação demonstra o compromisso do Estado com o ordenamento das atividades turísticas e com a aplicação responsável das políticas ambientais. O licenciamento e a fiscalização caminham juntos para garantir que o turismo se desenvolva de forma sustentável, respeitando a capacidade dos atrativos e a legislação”, afirmou.

A atuação conjunta entre órgãos ambientais, forças de segurança e instituições municipais reforça a importância da cooperação interinstitucional para a efetividade das políticas públicas. Por razões de segurança e para assegurar o êxito das ações, detalhes operacionais não serão divulgados.

Com essa iniciativa, o Governo do Estado reafirma seu compromisso com a proteção do patrimônio natural sul-mato-grossense e com a promoção de um turismo responsável, sustentável e alinhado ao interesse coletivo.

Gustavo Escobar, Comunicação Imasul
Fotos: Divulgação/Imasul

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Meio Ambiente

Caravana da Castração inicia os trabalhos de 2026 em Eldorado, na próxima quinta-feira

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O Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Suprova (Superintendência de Políticas Integradas de Proteção da Vida Animal), vinculada à Setesc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura), inicia o ano de 2026 com a Caravana da Castração visitando cinco municípios no mês de janeiro, com início na próxima quinta-feira (15), em Eldorado.

Em 2025, a Caravana da Castração percorreu o estado levando atendimentos veterinários gratuitos, microchipagem, medicação e acompanhamento pós-operatório. Mais de 16,7 mil animais foram castrados, beneficiando 45 municípios, com 30.957 tutores e entidades protetoras cadastrados no SigPet (Sistema de Gestão de Proteção e Esterilização de Animais).

A ação é rganizada por regiões, considerando critérios de geolocalização e população dos municípios, garantindo mais eficiência nos atendimentos e segurança no pós-operatório. Somente nas três primeiras regiões, 45 municípios foram atendidos, alcançando resultados próximos ou superiores às metas estabelecidas.

Segundo o superintendente estadual de Proteção da Vida Animal, Carlos Eduardo Rodrigues, o planejamento regional foi decisivo para o sucesso da iniciativa. “A regionalização da Caravana garante agilidade, organização e qualidade nos atendimentos. Além da castração, levamos informação, educação e um compromisso firmado com os municípios para que as ações de conscientização continuem após a nossa passagem”.

Como contrapartida para receber a Caravana da Castração, os municípios assumem o compromisso de implantar um calendário permanente de ações educativas, com campanhas sobre guarda responsável, adoção consciente, prevenção do abandono e educação em saúde pública animal.

Em 2025, 45 municípios já implantaram essas ações, que seguem até o fim de 2026, ampliando o alcance das políticas públicas para além dos atendimentos veterinários.

Calendário de Conscientização e Proteção Animal

Os municípios que já receberam a Caravana da Castração iniciaram, neste mês de janeiro, a divulgação do Calendário de Conscientização e Proteção Animal, ação educativa contínua voltada exclusivamente ao bem-estar de animais domésticos.

O calendário será desenvolvido ao longo de todo o ano, com pautas mensais específicas, divulgadas principalmente por meio das redes sociais institucionais dos municípios, abordando temas como guarda responsável, prevenção ao abandono, combate aos crimes de maus-tratos e cuidados adequados com cães e gatos.

A iniciativa integra as contrapartidas assumidas pelos municípios atendidos pela Caravana da Castração e é coordenada pela Superintendência de Políticas Integradas de Proteção da Vida Animal, vinculada à Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura, reforçando a atuação do Governo do Estado na proteção e promoção do bem-estar animal.

“A política pública precisa ir além da ação pontual. O Calendário de Conscientização fortalece a educação continuada da população, amplia o alcance das informações e contribui diretamente para a prevenção dos maus-tratos e do abandono de animais domésticos. Essa é uma diretriz clara da SETESC: investir em ações que gerem impacto social permanente”, afirma Marcelo Miranda, secretário de Estado de Turismo, Esporte e Cultura.

O superintendente de Políticas Integradas de Proteção da Vida Animal, Carlos Eduardo Rodrigues, reforça que o calendário é parte essencial do legado da Caravana:

“A Caravana da Castração não se limita ao procedimento cirúrgico. Ela deixa um legado de educação e conscientização. O calendário é uma ferramenta permanente para informar a população, reduzir o abandono, prevenir maus-tratos e fortalecer a guarda responsável de cães e gatos, mês a mês, em cada município participante”, destaca.

Ao longo de 2026, a Caravana da Castração alcançará 63 municípios em todo o Estado. À medida que os demais municípios forem atendidos, eles também passarão a integrar a divulgação do Calendário de Conscientização e Proteção Animal, somando-se aos 45 municípios que já iniciaram a campanha.

Com isso, os 63 municípios alcançados pela Caravana em 2026 estarão unidos em uma mobilização estadual contínua de educação, prevenção e proteção animal, fortalecendo o compromisso do poder público com o bem-estar dos animais domésticos e com a construção de uma cultura de responsabilidade e respeito à vida.

Confira abaixo o calendário de janeiro de 2026 da Caravana da Castração:

  • Eldorado – 15/01 a 16/01– 2 dias
  • Tacuru – 19/01 a 20/01 – 2 dias
  • Coronel Sapucaia – 22/01 a 23/01 – 2 dias
  • Bela Vista – 25/01 a 26/01 – 2 dias
  • Sonora – 29/01 a 30/01 – 2 dias

Comunicação Setesc
Foto de capa: Victor Arguelo/Vice-governadoria/Arquivo
Galeria 1: Victor Arguelo/Vice-governadoria/Arquivo
Galeria 2: Arquivo Setesc/Suprova

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