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Saúde

Dia D: Em ação social, SES alerta sobre o combate à dengue, zika e chikungunya

O coordenador de Controle de Vetores da SES, Mauro Lúcio Rosário, destacou que a iniciativa é uma forma de mobilizar indivíduos, comunidades e organizações no combate às arboviroses

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O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES), realizou neste sábado (18), o Dia D de combate à dengue, zika e chikungunya durante da Ação Cidadania promovida pelo Sistema FIEMS (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul) e a iniciativa público-privada.

Iniciado com a apresentação da Orquestra Escola Estadual Arlindo de Sampaio Jorge, o evento contou com a participação ativa da população e autoridades locais como o secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões, que representou o governador Eduardo Riedel e destacou a importância do evento que une os setores públicos e privados para proporcionar serviços essenciais à população, especialmente no que diz respeito à saúde.

“Sem dúvida nenhuma, essa é uma ação louvável que precisa ser repetida. Momentos como este, em que setores público e privado se unem em prol da comunidade, são fundamentais para o enfrentamento de desafios significativos, como as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. A integração de esforços é crucial para o sucesso das ações preventivas e de conscientização”, afirmou o secretário Maurício.

O coordenador de Controle de Vetores da SES, Mauro Lúcio Rosário, destacou que a iniciativa é uma forma de mobilizar indivíduos, comunidades e organizações no combate às arboviroses. “É um esforço conjunto para prevenir e controlar a disseminação das arboviroses. O Dia D é muito importante para promover a conscientização, a educação e a tomada de medidas práticas com a comunidade”.

Durante a ação, a SES disponibilizou diversos serviços por meio das coordenadorias de Imunização e Vetores Estadual (IST e Zoonoses), Casa da Saúde, Projeto Mais Saúde: Mais Saúde, Menos Fila, Ciatox, APS-PSE. Com a colaboração dos servidores, a população teve acesso a serviços como aula de Yoga, dinâmica com apoio de profissionais psicológicos voltada para os adolescentes, roda de conversa e dinâmica de empoderamento, exposição de animais peçonhentos e plantas tóxicas e atividades de educação em saúde ambiental e entrega de material informativo e amostras de vetores, distribuição de materiais educativos e informações sobre a prevenção e controle vetorial, além de um espaço demonstrando o ambiente limpo e sujo e distribuição de informativos.

Além da SES, a Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública), com a Polícia Civil por meio de registro de ocorrência, Instituto de Identificação com o RG, Polícia Militar com o BOPE (Batalhão de Operações Especiais) e a PMA – Projeto Florestinha, a SEAD (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos) com o Procon e a Funtrab além dos projetos Mais Social e vale transporte.

A Casa Civil, Energisa, Exército, Base Aérea, Suasc (Subsecretaria Municipal de Articulação Social e Assuntos Comunitários), IEL, SESI, TV Morena, ABO/Faculdade (Faculdade Refferencial de Odontologia) e Setesc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania), através da Fundação de Cultura, também disponibilizaram seus serviços.

“Temos a expectativa de realizar mais de 3 mil atendimentos de saúde, cidadania e educação, para que a gente possa encerrar 2023 com chave de ouro em Campo Grande. A Ação Cidadania já é tradicional, mas hoje tem um motivo muito especial que é o Dia D de combate às arboviroses. É importante a gente entrar nessa discussão porque com esse calor os números são alarmantes e é importante que a gente tenha consciência e adote todas as ações necessárias”, afirmou o chefe de gabinete da presidência da Fiems, Robson Del Casale.

A ação também contou com a presença da secretária-adjunta de Saúde, Crhistinne Maymone, a Superintendente de Gestão Estratégica e coordenadora do MS Saúde, Maria Angélica Benetasso, a Superintendente de Vigilância em Saúde, Larissa Castilho, do deputado federal, Geraldo Resende, além de demais representantes dos parceiros envolvidos no projeto com a Saúde e a FIEMS.

DIA D

A data comemorativa do Dia D foi instituída pela Lei n. 12.235/2010 com o intuito de mobilizar iniciativas do Poder Público e a participação da população, para a realização de ações destinadas ao combate ao vetor dos agravos. Neste sentido, a data é reservada para desenvolver campanhas educativas e de comunicação social que visam alertar a população sobre a importância de eliminar os criadouros do Aedes aegypti.

No verão, com a chegada do período de chuvas e as altas temperaturas, a população deve se manter atenta com o aumento da proliferação do mosquito Aedes aegypti e redobrar os cuidados para evitar seus possíveis criadouros, pois o mosquito se reproduz em água limpa e/ou parada.

Assim, o combate ao mosquito Aedes aegypti é de extrema importância. Além da Dengue, o mosquito também é responsável pela transmissão de duas graves enfermidades: a Chikungunya e a Zika.

Para controlar a proliferação do mosquito é preciso evitar água parada, em qualquer época do ano, mantendo bem tampado tonéis, caixas e barris de água, caixas d’agua; acondicionar pneus em locais cobertos; remover galhos e folhas de calhas; não deixar água acumulada sobre a laje; encher pratinhos de vasos com areia até a borda ou lavá-los uma vez por semana e fazer sempre a manutenção de piscinas.

Além disso, é importante trocar água dos vasos e plantas aquáticas uma vez por semana; colocar lixos em sacos plásticos em lixeiras fechadas; fechar bem os sacos de lixo e não deixar ao alcance de animais; manter garrafas de vidro e latinhas de boca para baixo; tampar ralos; catar sacos plásticos e lixo do quintal, entre outras medidas que impeçam o acúmulo de água e de sujeira.

(Com assessoria. Fotos: Divulgação)

Saúde

Escuta e acolhimento fortalecem mães atípicas servidoras da Sesau

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Em meio à rotina de cuidados, desafios e cobranças que acompanham a maternidade, encontrar um espaço para falar, ser ouvido e compartilhar experiências também é uma forma de cuidado. Foi com essa proposta que a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), por meio da Gerência de Saúde do Servidor (Gersau), reuniu servidoras mães atípicas em um momento de escuta, acolhimento e troca de experiências.

A atividade integrou as ações do mês dedicado à valorização da vida e foi realizada na área verde da Sesau. Conduzido pela psicóloga Leyisa Sena, da Gerência de Atenção Psicossocial (GRAP/Sesau), o encontro criou um ambiente para que as participantes pudessem falar sobre sentimentos e situações que fazem parte de suas rotinas, muitas vezes marcadas pela sobrecarga e pela dificuldade de reservar tempo para si mesmas.

Mais do que uma palestra, a proposta foi abrir espaço para a escuta. Entre os temas abordados estiveram o autocuidado, a culpa, a autoexigência e a sensação de que, ao cuidar de todos, muitas mães acabam deixando as próprias necessidades em segundo plano.

“Quem era você antes de precisar cuidar tanto? O que você cobra de si que não cobra de outra mãe?”, foram algumas das reflexões propostas durante a conversa.

A partir dessas perguntas, histórias pessoais começaram a surgir. Relatos de desafios, descobertas, pequenas conquistas e também de sonhos mostraram como a identificação entre as participantes pode ser uma forma de alento.

“Meu sonho é que o meu filho fale”, compartilhou uma das servidoras. A frase, carregada de significado para aquela mãe, também evidenciou a importância de um espaço em que experiências tão particulares possam ser compreendidas por quem vive situações semelhantes.

Cuidar de quem cuida

Entre os participantes estava o único pai presente na roda de conversa, Darllon Duarte, 34 anos, gerente da USF Universitário. Pai de uma menina de 11 anos, que está em processo de diagnóstico, e de um menino de 10 anos com seletividade alimentar, ele falou sobre a culpa, a necessidade de dividir responsabilidades e a importância de reconhecer cada conquista dos filhos.

“A gente precisa olhar para a família. A gente foca na mãe da criança porque é o que está mais em evidência, é mais necessário esse olhar, muitas estão sobrecarregadas. Sabemos que existem muitas mães solo, que não têm rede de apoio, mas os pais devem se envolver. O pai precisa saber onde seu filho está, o que ele faz, o que come, como fazer aquela criança desenvolver. Temos que aprender, mas precisamos ser ouvidos também”, desabafou.

A técnica de enfermagem Nadiellen Rodrigues Brito Barbosa, 40 anos, também compartilhou sua experiência como mãe de um menino de 10 anos com seletividade alimentar. Para ela, falar sobre as dificuldades ajuda a ressignificar a culpa e a reconhecer os avanços que, para outras pessoas, podem parecer pequenos, mas têm grande significado para a família.

“Sofri muito. Sempre pensando onde errei. A culpa não adianta. Hoje levo o acolhimento. Hoje vejo ele comendo duas colheres de arroz e, para mim, já é um paraíso. É paciência, trabalhando a paciência”, relatou.

Gratidão e aprendizado

Assistente social do CAPS AD IV, Josimara Pasqualine, 51 anos, é mãe de dois filhos, entre eles um adolescente de 15 anos, nível 3 de suporte. Emocionada, ela destacou o significado de ser acolhida também enquanto mãe e não apenas no papel de profissional que cuida de outras pessoas.

“Já tenho 32 anos de serviço e esse é um momento histórico. Ser acolhida como mãe atípica e uma pessoa neurodivergente, todas as dificuldades que a gente tem, está sendo um momento grandioso. Eu me sinto recompensada, valorizada. A gente trata tanto das pessoas, cuida dos outros, e às vezes a gente não tem esse tempo. Esse olhar que a Sesau tem com o trabalhador tem sido portas e esperança. A gente precisa ser ouvida. Muito grata pelo convite e pela oportunidade”, disse.

Durante uma das dinâmicas, a psicóloga da Gersau, Cléo Cabral, escolheu a palavra “gratidão” para representar o sentimento daquele momento. Mesmo sem ser mãe, ela destacou que ouvir as experiências das servidoras também foi uma oportunidade de aprendizado.

“Ainda não sou mãe, mas sou grata por este momento. Aprendi muito com vocês. A gente aprende ouvindo e, no futuro, tenho o sonho de ainda ser mãe. Obrigada por compartilharem suas histórias e vidas”, revelou.

Para a psicóloga Leyisa Sena, proporcionar esse espaço de escuta também faz parte do cuidado com o servidor.

“A proposta é fortalecer vínculos, estimular o autocuidado e mostrar às servidoras que elas não precisam enfrentar sozinhas os desafios da maternidade”, afirmou.

A profissional também destacou o trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Apoio às Mães Atípicas (NAMA), criado pela administração municipal como uma política pública voltada ao acolhimento, organização e acompanhamento dessas famílias.

O cadastramento no NAMA pode ser feito pelo telefone (67) 99179-5948, canal também destinado à atualização de informações e ao acesso aos serviços oferecidos pelo núcleo.

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Anvisa aprova novo medicamento para tratamento de enxaqueca

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© Marcello Casal JrAgência Brasil

Um novo medicamento para o tratamento da enxaqueca foi aprovado nesta terça-feira (8) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O Aquipta (atogepanto) é indicado para adultos que têm pelo menos quatro episódios mensais de enxaqueca. 

De acordo com a agência, a substância atua no bloqueio de uma via envolvida na transmissão da dor. Além disso, é capaz de prevenir o aparecimento das crises. O laboratório que solicitou o registro foi a ABBVIE Farmacêutica, conforme resolução publicada no Diário Oficial da União (DOU).

Os estudos apontam que o atogepanto é capaz de reduzir “significativamente” o número de dias mensais de enxaqueca.  

Segundo a Anvisa, apesar de existirem opções terapêuticas para prevenção da enxaqueca, “muitas delas não atuam especificamente nos mecanismos fisiopatológicos da doença”. Por essa razão, o Aquipta representa uma nova opção de tratamento oral para prevenção da doença.

Sobre a doença

A enxaqueca é caracterizada por crises recorrentes de dor de cabeça de intensidade moderada a grave, frequentemente acompanhadas de náuseas, vômitos e sensibilidade à luz e ao som.

A doença atinge cerca de 15% da população mundial, com impacto significativo na qualidade de vida.

Agência Brasil

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Prefeitura amplia vacinação contra chikungunya e febre amarela aos sábados no PAM

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Vacinas contra chikungunya e febre amarela serão aplicadas aos sábados, em setembro e outubro, na Sala de Vacinação do PAM. Foto: A. Frota/Arquivo/Assecom

A Prefeitura de Dourados, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, está ampliando as estratégias de vacinação contra a chikungunya e a febre amarela para facilitar o acesso da população e contribuir para o aumento das coberturas vacinais no município. Durante os meses de setembro e outubro, a Sala de Vacinação do Pronto Atendimento Médico (PAM) terá atendimento aos sábados, das 8h às 14h.

No mês de setembro, os atendimentos serão realizados nos dias 5, 12, 19 e 26. Em outubro nos dias 3, 17, 24 e 31.

A vacinação aos finais de semana é uma alternativa para quem não consegue comparecer a uma unidade de saúde durante os dias úteis. A estratégia também busca ampliar a adesão da população e reforçar a proteção antes do período de verão, quando as condições ambientais podem favorecer a circulação de arboviroses.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça a importância de a população verificar a situação vacinal e procurar os serviços de saúde para colocar as doses em dia, conforme os critérios estabelecidos para cada vacina.

A preocupação é especialmente relevante diante do cenário epidemiológico da Chikungunya. Dourados já enfrentou uma importante epidemia da doença e a Secretaria de Saúde trabalha para ampliar a proteção da população e reduzir os riscos de uma nova onda de transmissão.

“A vacinação é uma das principais ferramentas de prevenção e precisamos facilitar o acesso da população. Ao oferecer a vacinação também aos sábados, estamos criando uma oportunidade para quem trabalha ou tem dificuldade de ir à unidade durante a semana. É importante que cada pessoa confira sua situação vacinal e procure a unidade de saúde”, destaca o secretário municipal de Saúde, Márcio Grei Vidal de Figueiredo.

CHIKUNGUNYA

A Secretaria de Saúde chama atenção especialmente para a vacinação contra a Chikungunya, destinada ao público que atende aos critérios definidos pelo Ministério da Saúde. A orientação é que pessoas com idade entre 18 e 59 anos verifiquem nas unidades de saúde se estão dentro dos critérios para receber a vacina.

A medida integra o conjunto de ações adotadas pelo Município para fortalecer a prevenção e preparar Dourados para os próximos meses.

FEBRE AMARELA

A campanha também reforça a importância da vacinação contra a febre amarela. A população deve verificar sua situação vacinal e buscar orientação nas unidades de saúde, especialmente quem ainda não possui o esquema recomendado. A Secretaria de Saúde orienta que a população não espere o surgimento de novos casos para procurar proteção e, também, ao ir receber a dose, levar documento pessoal e, se possível, a carteira de vacinação para conferência e atualização do esquema vacinal.

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