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Economia

Estabelecimentos apresentam variação de 180,34% na venda produtos de primeira necessidade

Procon verificou preços em   cinco estabelecimentos comerciais  atacadistas e  16 varejistas

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Em ação realizada no período de  25 de janeiro findo e 03 de  fevereiro em curso, equipes do Setor de Pesquisas da Secretaria Executiva de Orientação e Defesa do Consumidor – Procon/MS verificaram preços praticados em  cinco estabelecimentos comerciais  atacadistas e  16 varejistas, em Campo Grande.

Nos atacadistas foram pesquisados 150 produtos diferentes, dos quais se divulga 105, enquanto em relação aos varejistas a pesquisa  se deu na mesma quantidade de itens, dos quais são divulgados 140. A diferença entre a quantidade pesquisada  e a divulgada  ocorre pelo fato de alguns produtos não estarem disponíveis em, pelo menos, três dos estabelecimentos visitados.

Nos locais onde a venda se dá por atacado, a maior variação de preços encontrada ficou em  115,83% , que é o caso do fosforo Paraná – pacote com10 caixas. O valor mais alto para aquisição foi encontrado no Morena Atacadista (avenida Amaro de Castro Lima, 764 – Nova Campo Grande ) onde é vendido por R$ 5,59 enquanto o menor preço, R$ 2,59,  é praticado no  Fort Atacadista ( avenida Três Barras,  1 499 – Vilas Boas).

Quanto à menor variação, o índice registrado foi de  0,22%  em relação à farinha de trigo Anaconda, em embalagem de 1kg. Nesse caso, o maior valor foi encontrado no Assai  Atacadista (avenida Duque de Caxias,  3 200 – bairro Santo Antônio) onde é vendido por R$ 4,59. Já no valor encontrado, foi de R$ 4,58, no Atacadão (avenida Duque de Caxias,  2 270), onde  é praticado o menor valor para venda, o mesmo produto custa R$ 4,58.

 

VAREJISTAS

 

Se levarmos em conta os locais cuja venda é praticada no varejo e onde o fluxo de pessoas é consideravelmente maior, a variação de preços alcançou índices de 180,34%. No caso, o creme dental Closeup triple menta 70g é o que  se apresenta com destaque. O preço mais alto está no Supermercado Feitosa (avenida Mario Madeira, 652 – Loteamento Bela Laguna).  O valor ali registrado foi de R$ 4,99. Já o menor valor encontrado, foi de R$ 1,78, no Carrefour ( avenida Afonso Pena, 4 909 – bairro Santa Fé).

Menor variação, de 2,57%, ocorreu em relação ao açúcar Cristal Doce Sucar em embalagem de 2k,vendido por R7,99, no Supermercado Camila I (rua Pedro Balduino da Silva, 103 – Parque Residencial Azaleia),  Supermercado Nunes ( avenida Três Barras , 1 086 –  Vilas Boas), e  Supermercado Santo Antônio ( rua João Francisco Damasceno, 179 – Parque  Residencial Maria Aparecida Pedrossian).O menor valor encontrado para venda,  R$ 7,79, está nono Supermercado Comper ( avenida Tamandaré 2 959 – Jardim Paradiso).

Pesquisa Cesta Básicas Varejistas

Pesquisa Cesta Básica Atacadista

 

(Com assessoria. Foto: Divulgação)

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Economia

Consulta ao segundo lote de restituição do IRPF 2026 inicia hoje

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© Bruno Peres/Agência Brasil

A Receita Federal libera nesta terça-feira (23) a consulta ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). O crédito bancário será realizado no dia 30 de junho. 

A consulta pode ser feita a partir das 9h, pelo site da Receita Federal, na opção “Meu Imposto de Renda” e depois “Consultar minha restituição”

Também é possível consultar pelo aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones,

Com R$ 16 bilhões em créditos e 9.585.797 contribuintes contemplados, o lote é o maior da história em quantidade de contribuintes contemplados. O valor pago será igual ao do primeiro lote de restituição deste ano, registrado no dia 29 de maio deste ano.

>>Confira a série Tira-Dúvidas do IR 2026

Do total, R$ 4.494.204.020,63 serão destinados a contribuintes com prioridade legal, distribuídos da seguinte forma:

  • Idosos acima de 80 anos: 155.060 restituições
  • Idosos entre 60 e 79 anos: 1.106.923 restituições
  • Pessoas com deficiência física, mental ou moléstia grave: 106.294 restituições
  • Contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério: 507.768 restituições

Outras 7.709.752 restituições serão destinadas a contribuintes sem prioridade legal, mas que utilizaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram por receber via PIX.

Agência Brasil

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Economia

Segundo lote de restituição do IRPF 2026 pode ser consultado amanhã

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© Bruno Peres/Agência Brasil

A Receita Federal libera nesta terça-feira (23) a consulta ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). 

O lote é o maior da história em quantidade de contribuintes contemplados (9.585.797). Serão pagos R$ 16 bilhões em créditos.

O valor pago será igual ao do primeiro lote de restituição deste ano, registrado no dia 29 de maio deste ano.

A consulta pode ser feita a partir das 9h, pelo site da Receita Federal, na opção “Meu Imposto de Renda” e depois “Consultar minha restituição”

Também é possível consultar pelo aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones,

“O volume recorde de pagamentos reforça o esforço do órgão em tornar o processo de restituição cada vez mais rápido, eficiente e abrangente”, explica a Receita.

>>Confira a série Tira-Dúvidas do IR 2026

O crédito bancário será realizado no dia 30 de junho. Do total, R$ 4.494.204.020,63 serão destinados a contribuintes com prioridade legal, distribuídos da seguinte forma:

  • Idosos acima de 80 anos: 155.060 restituições
  • Idosos entre 60 e 79 anos: 1.106.923 restituições
  • Pessoas com deficiência física, mental ou moléstia grave: 106.294 restituições
  • Contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério: 507.768 restituições

Outras 7.709.752 restituições serão destinadas a contribuintes sem prioridade legal, mas que utilizaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram por receber via PIX.

Agência Brasil

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Economia

Entidades consideram insuficiente redução da taxa Selic

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© José Cruz/Agência Brasil

redução de 0,25% ponto percentual na taxa básica de juros da economia, a Selic, foi considerada insuficiente por entidades como a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Central Única dos Trabalhadores (CUT). 

Para as representações da indústria e dos trabalhadores, o corte nos juros é incapaz de reverter “o quadro de estagnação dos investimentos” e não atende “às necessidades urgentes do país e do povo brasileiro”.

A decisão de reduzir a Selic de 14,50% para 14,25% ao ano foi anunciada nesta quarta-feira (17) pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC).

Para a CNI, a redução não contribui para a reversão da asfixia financeira das empresas e das famílias.

“Enquanto os juros reais continuarem tão elevados, beneficiando diretamente o capital especulativo, o custo do crédito vai seguir inviabilizando os planos de produção e expansão da indústria. Da mesma forma, a medida se mostra ineficaz em aliviar o orçamento das famílias, das empresas e do próprio governo, que seguirão estrangulados pelo serviço da dívida, adiando a retomada do consumo e do investimento e a superação do fantasma da inadimplência”, disse o presidente da CNI, Ricardo Alban.

A CNI avalia que, diante do acordo entre Estados Unidos e Irã para o fim da guerra, haveria espaço para o Banco Central intensificar o ciclo de cortes da Selic na próxima reunião.

“O provável fim do conflito já impacta na queda do preço do petróleo — elemento que vinha pressionando os custos das cadeias produtivas globais. Ao retirar o principal componente de pressão sobre a expectativa de preços e juros, há um ambiente mais favorável para uma flexibilização monetária”, completou Alban.

Redução tímida

Para a CUT, principal central sindical do país, a redução é tímida e não atende às necessidades urgentes do país e do povo brasileiro. Segundo a entidade, a política monetária do BC ignora os sinais positivos da economia brasileira e de alívio no cenário internacional, como a recente queda no preço do petróleo.

“Manter os juros nesse patamar absurdo continua sufocando o setor produtivo, encarecendo o crédito e penalizando diretamente a classe trabalhadora, que segue pagando a conta da lógica do rentismo”, diz comunicado da central.

A CUT disse ainda que a redução de apenas 0,25% pontos na taxa de juros expõe os limites e os perigos do atual modelo de autonomia do Banco Central, que mantém o país refém da especulação financeira .

“Taxas de juros reais tão elevadas drenam recursos públicos que deveriam financiar a saúde, a educação e a infraestrutura, destinando-os para o pagamento da dívida com os grandes detentores de capital. O desenvolvimento nacional e a geração de empregos de qualidade exigem um corte contundente da taxa de juros, e não mais uma concessão ao mercado”, disse a CUT.

Continuidade

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) considera positiva a redução da taxa Selic, mas diz que é necessário que o movimento tenha continuidade.

Segundo a entidade, o nível dos juros ainda impõe desafios relevantes à atividade econômica e à retomada dos investimentos.

“A continuidade do processo de flexibilização monetária é uma sinalização positiva para a economia. No entanto, a Selic ainda permanece em um patamar restritivo, o que encarece o crédito, adia decisões de investimento e dificulta um crescimento econômico mais consistente”, afirmou a economista-chefe da CBIC, Ieda Vasconcelos.

Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil

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