Connect with us

Economia

Governo destinou milhões para criação de 17 centros de comercialização da agricultura familiar

No total são R$ 9 milhões de recursos destinados pelo Governo do Estado

Publicado

on

A agricultura familiar do Mato Grosso do Sul agora já conta com locais para comercializar adequadamente seus produtos. Destinados à venda exclusivamente a varejo, de produtos hortifrutigranjeiros, produtos derivados de leite, de industrialização caseira, conservas caseiras, bolachas, bolos e doces caseiros, cereais e artesanatos os centros de comercialização de Agricultura Familiar, têm feito a diferença nos municípios sul mato-grossenses onde foram instalados pelo Governo do Estado. Atualmente são 17 centros em andamento no Estado com mais de R$ 9 milhões de recursos destinados pelo Governo do Estado por meio do Fundo Estadual Pró-Desenvolvimento Econômico (Pró-Desenvolve), da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro).

O último município a receber a central foi Bandeirantes que vai atender mais de 60 produtores. Convênio do Fundo Estadual Pró-Desenvolvimento Econômico (Pró-Desenvolve), que disponibilizará R$ 515 mil em recursos foi assinado na quinta-feira (03) pelo secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro) Jaime Verruck e o prefeito de Bandeirantes Gustavo Sprotte.

“A feira do produtor é a mais significativa opção disponível para os pequenos agricultores de base familiar comercializarem seus produtos. Canal de distribuição com características distintas dos outros formatos varejistas, atende perfeitamente a demanda dos produtores”. Afirma o Secretário Jaime Verruck, titular da Semagro, incentivador das ações que beneficiam a agricultura familiar e ampliam as possibilidades para os pequenos no campo.

Segundo explicou o Secretário, a escolha do local para instalação leva em consideração aspectos relacionados a fatores climáticos, sazonalidade do produto, preços dos produtos e regularidade da oferta.

“Os agricultores familiares que optam pela feira, tem a possibilidade de estreitar o relacionamento com os consumidores, criar vínculos sociais e realizar negociações com o conforto de um ambiente desenhado para esse fim”. Completa Jaime.

Amambai, Anastácio, Aparecida do Taboado, Aral Moreira, Batayporã, Guia Lopes da Laguna, Iguatemi, Jatei, Mundo Novo, Nova Alvorada, Rio Brilhante, Sonora, Terenos e Três Lagoas já contam com centros em pleno funcionamento.

Apoio pra crescer

Em Mato Grosso do Sul mais de 70,7 mil famílias se dedicam à agricultura familiares, para produzir alimentos de qualidade, contando com a assistência técnica de 476 profissionais capacitados. O apoio vem do Governo do Estado, por meio da Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural). O órgão vinculado a Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico e Agricultura Familiar) conta com 79 agências municipais e oito regionais, além de dois postos avançados, centro de pesquisa e de comercialização (Ceasa e Cecaf).

Dando seguimento à política de apoio a Agricultura Familiar, o Governo do Estado tem aumentado os aportes técnicos e financeiros ao setor. Entre as melhorias estão a entrega de maquinários para todos os municípios sul-mato-grossenses, a criação das centrais de abastecimento, o auxílio na organização de cooperativas e associações, as ações de reforço na assistência técnica, a recuperação de estradas municipais e o empenho para regularização de títulos de terras consolidam a política de desenvolvimento.

“Conforme nos recomendou o governador Reinaldo Azambuja, implementamos uma política de modernização da agricultura familiar a fim de valorizar e promover a fixação do homem no campo, oferecendo condições para a melhoria da produção e da competitividade de assentamentos, comunidades indígenas e quilombolas”, afirma o secretário Jaime Verruck, da Semagro.’

(Com assessoria. Fotos: Divulgação)

Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Mercado financeiro eleva previsão da inflação para 5,11% este ano

Publicado

on

© Joédson Alves/Agência Brasil

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 5,09% para 5,11% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (8), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Com a guerra no Oriente Médio pressionando o preço dos combustíveis e a inflação, a previsão para o IPCA deste ano foi elevada pela décima terceira semana seguida, estourando o intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC.

Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.

Em abril, o preço dos alimentos pressionou a inflação oficial, que fechou em 0,67%. O IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,39%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ainda dentro do teto da meta de inflação.

A inflação de maio será divulgada na próxima sexta-feira (12) pelo IBGE.

Para 2027, a projeção da inflação variou de 4,02% para 4,03%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,65% e 3,5%, respectivamente.

Taxa Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Na última reunião, em abril, por unanimidade, o colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, pela segunda vez seguida, apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio.

De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros na reunião passada, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta o trabalho do Copom.

Em ata, o colegiado não deu pistas sobre a evolução dos juros. No documento, o BC informou que está monitorando o conflito e os efeitos de um possível prolongamento sobre a inflação.

O próximo encontro do Copom para definir a Selic será nos dias 16 e 17 de junho.

Nesta edição do Focus, a estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica até o fim de 2026 subiu de 13,25% ao ano para 13,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida para 11,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve ficar em 10% ao ano.

Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando a Taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano saiu de 1,9% para 1,91%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) permanece em 1,7%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.

No primeiro trimestre de 2026, a economia do país cresceu ​1,1% na comparação com o último trimestre de 2025. No acumulado de 12 meses, houve expansão de 2%, de acordo com o IBGE.

Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%, com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária. O resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.

No Focus desta semana, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,15 para o final deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,20.

Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil

Continue Lendo

Economia

Bancos não terão atendimento presencial no feriado de Corpus Christi

Publicado

on

© Agencia Brasil/arquivo

As agências bancárias estarão fechadas nesta quinta-feira (4), feriado de Corpus Christi, informou a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). O atendimento presencial ao público será normalizado na sexta-feira (5) nas localidades onde não haja feriado estadual ou municipal ou ponto facultativo.

De acordo com a Febraban, algumas salas de atendimento poderão estar disponíveis em algumas localidades, mas isso será definido a critério de cada instituição bancária.

As compensações bancárias não serão efetivadas durante o dia 4. Já o PIX continuará funcionando 24 horas por dia, inclusive nos feriados.

“Boletos de cobrança e contas de consumo (água, energia, telefone, entre outros) com vencimento em 4 de junho poderão ser pagos, sem acréscimo, no dia útil seguinte (5), nas localidades onde não há feriado ou ponto facultativo. O sábado não é considerado dia útil e, por essa razão, não há liquidação financeira”, informou a Febraban.

A federação alerta que, no caso de tributos e impostos que vençam nos dias em que não há compensação bancária, é necessário que o pagamento seja antecipado, para evitar a incidência de juros e multa.

A Febraban esclarece que a suspensão do atendimento presencial não impede o acesso dos clientes aos serviços bancários por meio dos canais digitais e das áreas de autoatendimento oferecidas pelas instituições.

Boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletrônicos podem ser pagos via Débito Direto Autorizado.

Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil

Continue Lendo

Economia

Indústria cresce 0,7% em abril, quarto mês seguido de avanço

Publicado

on

Agência Brasil

A produção industrial brasileira teve alta de 0,7% em abril de 2026 frente a março de 2026, na série com ajuste sazonal, quarto mês seguido de aumento, acumulando 4,4% de avanço neste período.

Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta quarta-feira (3), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com o resultado, a indústria está 4,7% acima do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020), mas registra 12,9% abaixo do nível recorde, alcançado em maio de 2011.

A indústria brasileira acumula crescimento de 1,7% nos quatro primeiros meses de 2026 frente ao mesmo período do ano anterior.

Na passagem de março para abril de 2026, duas das quatro grandes categorias econômicas e 14 dos 25 ramos industriais pesquisados avançaram na produção. As influências mais significativas vieram dos segmentos de indústrias extrativas (3,1%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (3,1%), ambas crescendo pelo quinto mês consecutivo.

“Nestas atividades, as pressões positivas mais relevantes vieram de óleos brutos de petróleo, gás natural e minério de ferro, no caso do setor extrativo, e de álcool etílico e dos derivados do petróleo, especialmente o óleo diesel, para a atividade dos derivados do petróleo e biocombustíveis”, explicou o gerente da PIM, André Macedo.

Segundo o IBGE, outras contribuições positivas sobre o total da indústria vieram de produtos de borracha e de material plástico (3,1%), produtos de madeira (8,5%), produtos têxteis (4,1%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (2,2%).

Por outro lado, entre as 11 atividades que recuaram na produção, produtos químicos (-3,9%) exerceu a principal influência no mês. “Destaca-se também os impactos negativos dos setores de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-6,0%), máquinas e equipamentos (-2,9%), veículos automotores, reboques e carrocerias (-0,7%) e metalurgia (-1,0%)”, diz o IBGE.

© CNI/José Paulo Lacerda/Direitos reservados

Continue Lendo

Mais Lidas

Copyright © 2021 Pauta 67