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Economia

Obra da MS-162 que vai ligar Maracaju à Dourados avança para receber capa de asfalto

A primeira etapa terá 30,8 km de pavimentação, em um investimento de R$ 48,5 milhões do Governo do Estado.

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Obra de R$ 98 milhões que vai ligar Maracaju a Dourados segue em pleno vapor. Na primeira etapa, que começa no entroncamento da BR-267 com a MS-162, já foram feitos os primeiros quilômetros de terraplanagem e iniciou a implantação da base e imprimação para que em breve comece a aplicação da capa de asfalto.

A primeira etapa terá 30,8 km de pavimentação, em um investimento de R$ 48,5 milhões do Governo do Estado. Esta fase está mais adiantada e no seu percurso tem a instalação da ponte de concreto sobre o Córrego Sete Voltas. Os trabalhos estão avançando nestes próximos dias.

Segundo a Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), a segunda etapa da obra na MS-162, que segue até MS-270 (Placa do Abadio), próximo aos municípios de Dourados e Itaporã, os trabalhos já começaram e estão na fase de terraplanagem. Lá são mais 24,92 km de asfalto, no valor de R$ 50 milhões.

Somando os dois lotes se chega a 55,7 km, com investimento de R$ 98 milhões. “Dividimos essa obra em dois trechos. Um deles liga a BR-267 até a ponte do rio Santa Maria. E o outro trecho liga a região da Placa do Abadio, em Dourados. São investimentos importantes para região”, afirmou o governador Reinaldo Azambuja.  

A pavimentação vai ligar dois polos econômicos importantes do Estado, reduzindo tempo de viagem de Maracaju a Dourados, além de contribuir com o escoamento da produção, facilitando o transporte de grãos.

Outro ponto é proporcionar um tráfego mais seguro aos motoristas, com redução de acidentes e diminuição de despesas e gastos com manutenção e estragos de caminhões. Este trecho pavimentado também ajuda o transporte escolar da região, que atende a zona rural.

“Governo tem realizado uma parceria fantástica com Maracaju, com muitas obras e investimentos que acabam favorecendo a população. O governador sempre está nos ajudando permitindo que a gente realize grandes coisas na cidade, por somos muito gratos a esta gestão”, afirmou o prefeito José Marcos Calderan.

(Com assessoria. Foto: Divulgação)

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Cidades

Governo investe R$ 99,6 milhões em obras nas rodovias e estradas da Costa Leste do Estado

O objetivo é contribuir para economia local, melhorar o escoamento da produção e tornar o trânsito mais seguro.

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Com investimento de R$ 99,6 milhões, o Governo do Estado promove uma série de obras de pavimentação em rodovias e estradas na região da Costa Leste. O objetivo é contribuir para economia local, melhorar o escoamento da produção e tornar o trânsito mais seguro. Neste pacote ainda tem o fortalecimento do turismo.

Em Três Lagoas, um dos principais polos industriais do Estado, o governador Reinaldo Azambuja deu ordem de serviço para pavimentação da MS-320, em um trecho de 31,75 km, que se trata do terceiro lote na rodovia. Lá serão investidos R$ 76,8 milhões.

“Nós temos gratidão por este apoio e parceria com a população de Três Lagoas, com diversas obras na cidade, entre elas a pavimentação da MS-320. Um governo municipalista e com responsabilidade, que contribui para o desenvolvimento da cidade e toda região”, destacou o prefeito de Três Lagoas, Ângelo Guerreiro.

A pavimentação vai ajudar no desenvolvimento local, com o transporte de grãos e produtos da região, dispondo de uma logística de qualidade para ligar outros polos econômicos do Estado.

“O Estado recuperou a capacidade de investir. Os investimentos são importantes porque fortalecem a estrutura de logística, tornando nossos produtos mais competitivos. Por isso seguem as obras de pavimentação, restauração e conservação das rodovias”, afirmou o governador Reinaldo Azambuja.

Anel viário

Em Santa Rita do Pardo o Governo do Estado promove a obra de pavimentação do contorno viário da cidade, com custo de R$ 12,77 milhões, em um trecho de 2,893 km. As atividades estão em andamento. Elas começaram no trecho da rodovia MS-338 e seguiram próximo ao frigorífico Frigolon.

A obra começou no final de março e a previsão é concluir os trabalhos até 18 de novembro deste ano. A pavimentação dará mais segurança ao tráfego da região, já que serão retirados os veículos pesados da área urbana do município e ainda iria contribuir com a economia da cidade.

“Estamos realizando um grande sonho da população de Santa Rita do Pardo. Esse investimento vai garantir mais segurança à população, retirando os veículos pesados da região urbana e também proporcionará mais desenvolvimento ao município”, disse o governador.

O prefeito de Santa Rita, Roberto Calixto Costa, afirmou que esta obra e outros investimentos na cidade mostram a parceria com o Governo do Estado. “O governador (Reinaldo Azambuja) tem mostrando que sua gestão é extremamente municipalista, preocupado com as cidades. São investimentos que vão ajudar a população”.

Fomento ao turismo

Em Anaurilândia já foi concluída a obra de pavimentação de acesso ao balneário municipal da cidade, que seguiu no trecho da MS-276, em uma extensão de 8,58 km. O investimento do Governo do Estado foi de R$ 9,99 milhões. A expectativa é melhorar as condições para contribuir com o turismo local.

O Governo do Estado tem investido na pavimentação e recuperação de estradas que dão acesso a balneários e pontos turísticos do Estado. O setor é uma das prioridades da gestão estadual, pela abertura de vagas de emprego, renda e fortalecimento da economia local.

As obras em rodovias na Costa Leste se somam a mais 57 espalhadas em diferentes regiões do Estado. Ao todo são 47 de pavimentação, no valor de R$ 1,7 bilhão e mais 13 obras de restauração (rodovias), com mais de R$ 330 milhões de investimento.

(Com assessoria. Foto: Divulgação)

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Economia

Investir 13º antecipado pode ser uma boa estratégia para ter renda extra

A decisão de antecipar o 13° salário atende aos pedidos dos próprios servidores estaduais.

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A antecipação do 13º salário dos servidores estaduais vai representar um volume extra de mais de R$ 200 milhões na conta no dia 5 de julho. Além de movimentar o comércio, colocando mais dinheiro para giro na economia, este valor ainda poderá ser usado também para que garantir bons rendimentos para os servidores. A opinião é do economista Michel Constantino, que é PhD em Economia e professor da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB). “Os servidores que reclamam da antecipação é um alerta, são pessoas que não possuem planejamento”. salientou o professor da UCDB.

Ele ainda destaca que a antecipação do 13º pode ser utilizada para pagar dívidas ou antecipar contas a prazo, isso ajuda a reduzir os juros. “Um exemplo é o financiamento de imóveis e veículos”, enfatizou. Quem estiver mais organizado nas contas poderá ainda fazer investimentos. “Com os juros em alta, os investimentos em CDI são os menos arriscados e mais rentáveis. Os CDIs são atrelados à taxa Selic que esta em alta”, explicou.

Além disso a pessoa pode investir em LCI e LCA – com a possibilidade de pré fixado, o investidor de LCI e LCA pode saber se qual será o ganho real no futuro, ou seja, no momento de resgatar.
“Sabemos que muitos usam o dinheiro extra para acertar as contas. Essa não é uma recomendação de investimento, mas, dicas para fazer as melhores escolhas”, acrescenta Constantino.

Datas

No dia 30 de junho, o Governo do Estado deposita o salário dos servidores públicos que estará disponível para o saque a partir de 1° de julho. Já a antecipação da metade do 13° salário será paga em 5 de julho, podendo ser sacado pelos funcionários em 6 de julho. Segundo dados da SAD (Secretaria de Estado de Administração e Desburocratização) com o pagamento do salário e da metade do 13° serão injetados R$ 736,5 milhões na economia do Estado, o que vai movimentar e ajudar o comércio local em diferentes cidades. A folha salarial referente a junho será de R$ 527.642.240,48, para 84 mil servidores, entre ativos, inativos e pensionistas. Já a antecipação do 13° corresponde a um pagamento de R$ 208.899.358,08.

O governador Reinaldo Azambuja ressaltou que a decisão de antecipar o 13° salário atende aos pedidos dos próprios servidores estaduais.

(Com assessoria. Foto: Divulgação)

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Cidades

Nova Ferroeste vai impactar na economia sul-mato-grossense pelas próximas seis décadas

Conheça os detalhes do edital da Nova Ferroeste, ferrovia que ligará Mato Grosso do Sul ao Paraná

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A Nova Ferroeste é um projeto do Governo do Paraná em parceria com o Governo de Mato Grosso do Sul e Santa Catarina de uma estrada interestadual que visa a ampliação da Estrada de Ferro Paraná Oeste S.A, trecho de pouco mais de 200 quilômetros em operação entre Guarapuava e Cascavel. O novo traçado, com 1.567 quilômetros, vai ligar os municípios de Maracaju (MS) e Paranaguá, além de criar um ramal entre Foz do Iguaçu e Cascavel e entre Chapecó (SC) e Cascavel. Quando a ferrovia estiver concluída, este será o segundo maior corredor de grãos e contêineres do País. O Governo do Paraná vai levar o projeto a leilão no segundo semestre de 2022.

A Secretaria de Estado da Produção, Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico e Agricultura Familiar (Semagro), em parceria com a Agência Estadual de Notícias do PR, preparou um guia com perguntas e respostas sobre o novo projeto. Após os estudos de viabilidade e das questões socioambientais, desenvolvidos por equipes técnicas contratadas, o traçado trará o mínimo de impacto possível ao dia a dia do Paraná e possibilitará crescimento sustentável da economia local, sendo um dos principais projetos do mundo nesse modal. A Nova Ferroeste será verde e dará ao Estado nova competitividade no mercado nacional e internacional.

Ferroeste Curitiba PR

O que é a Nova Ferroeste?

Ao todo, o traçado do projeto passa por 67 municípios: 52 no Paraná, oito no Mato Grosso do Sul e sete em Santa Catarina. A Nova Ferroeste vai unir por trilhos Paraná, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina, dois dos principais polos exportadores do agronegócio brasileiro, e se transformar no segundo maior corredor de transporte de grãos e contêineres do País, perdendo em capacidade apenas para a malha paulista. A ferrovia será verde e sustentável.

Como será feito o leilão do projeto?

A Ferroeste S.A. vai levar a leilão na Bolsa de Valores cinco contratos celebrados com o Ministério da Infraestrutura. O anúncio foi feito pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior. O contrato de concessão da década de 1980, que conecta Guarapuava a Dourados (MS) e outros quatro contratos de autorização, de 2021 e 2022, com as seguintes ligações: Dourados a Maracaju, Cascavel a Foz do Iguaçu, Cascavel a Chapecó e Guarapuava a Paranaguá. O projeto contempla a construção de 1.567 quilômetros de trilhos e neste total está sendo considerada a repotencialização do trecho entre Guarapuava e Cascavel, em operação atualmente.

Qual o modelo jurídico escolhido para o leilão?

Será feita a cessão onerosa desses contratos, ou seja, os contratos serão transferidos para a iniciativa privada por 99 anos (prazo previsto na legislação). O valor do lance mínimo a ser dado na data do leilão é de R$ 110 milhões. O total obtido será revertido para a atual Ferroeste.

Quando será feito o leilão?

O leilão depende da emissão da Licença Prévia Ambiental pleiteada pelo Paraná e em processo de análise pelo Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Já foram feitas sete audiências públicas para discutir a ideia. Elas reuniram cerca de 4 mil participantes. A previsão é colocar na Bolsa de Valores no segundo semestre.

Quanto deve custar a execução da obra e a operação da ferrovia? Quem vai construir?

O Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) prevê o investimento de R$ 35,8 bilhões para a construção e compra de material rodante para os 1.567 quilômetros de trilhos que vão ligar Paraná, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina.

Depois do leilão, em quanto tempo devem começar as obras?

O início depende da realização do projeto executivo de engenharia pelo empreendedor, quando serão detalhados todos os itens necessários para a obra. Estima-se, em média, dois anos para a conclusão desse estudo. É neste momento que o vencedor do leilão vai solicitar a Licença de Instalação para o órgão licenciador, o Ibama. Após a obtenção, pode começar o trabalho de construção.

Qual será o primeiro trecho executado?

O edital prevê a realização das obras a partir da região de Paranaguá, até chegar a Guarapuava. Esta ligação é essencial porque vai permitir uma nova descida por trilhos na Serra da Esperança, em Guarapuava, e na Serra do Mar, passando por fora da capital paranaense, seguindo por São José dos Pinhais. Dessa maneira a carga vai poder transitar em maior volume e velocidade, mitigando o impacto nas áreas urbanas de maior concentração. A repotencialização da atual ligação entre Guarapuava e Cascavel completa o trajeto a ser entregue nos primeiros sete anos. Nos três anos seguintes ao início da operação o empreendedor vai apresentar um cronograma de execução dos demais trechos, definindo as prioridades.

Quantos empregos devem ser gerados?

O EVTEA aponta para a geração de 375 mil empregos diretos indiretos e pelo efeito renda em seis décadas. O maior volume está concentrado nos primeiros 10 anos.

Quais as principais vantagens da execução deste projeto?

A Nova Ferroeste aumenta de maneira exponencial a participação do modal ferroviário no Paraná, ligando o Estado ao Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e aproximando os trilhos do Paraguai e da Argentina. Dados do EVTEA indicam a redução do custo logístico em cerca de 28% em comparação com o frete rodoviário. Essa economia gerada vai permitir a prática de preços mais competitivos no comércio exterior e a redução do produto final nas prateleiras do supermercado aqui no Brasil.

Também é um projeto pensado dentro da Agenda 2030, de desenvolvimento sustentável. A instalação do modal terá impacto na melhoria da qualidade do ar. A conta simples prevê que um trem com 100 vagões substitui 357 caminhões, ambos com capacidade aproximada de 100 toneladas de carregamento. Outra preocupação é com a redução dos conflitos urbanos. A orientação é para que os trechos da ferrovia evitem cruzar as cidades. Em Curitiba, por exemplo, os trilhos serão todos desviados, sem a passagem de trens por cruzamentos que podem gerar acidentes.

Como acessar o edital e contribuir com sugestões?

O edital completo está disponível nos sites da Nova Ferroste e da Ferroeste. As minutas podem ser baixadas e analisadas por qualquer interessado. Quem desejar enviar contribuições poderá fazer as considerações enviando um e-mail novaferroeste@ferroeste.pr.gov.br entre os dias 27 de junho e 15 de julho.

Quando o edital será publicado oficialmente?

Após a obtenção da Licença Prévia Ambiental, que deve ocorrer no começo do segundo semestre.

(Com assessoria. Foto: Divulgação)

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